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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 849 de 2.904

  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, Universidade Estadual de Feira de Santana 2011, Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones


    HOLLAND, Jennifer S. Cocina de bichos. Disponível em:< http:// ngenespanol.com/2010/09/28/cocina-de-bichos-salud/. Acesso em: 8 nov. 2010. Adaptado.

    Pueden funcionar como sinónimos, en el texto, los términos
    Escolha uma alternativa para a questão 4abd8fb8-e3
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    A poluição radioativa compreende mais de 200 nuclídeos, sendo que, do ponto de vista de impacto ambiental, destacam-se o césio-137 e o estrôncio-90. A maior contribuição de radionuclídeos antropogênicos no meio marinho ocorreu durante as décadas de 1950 e 1960, como resultado dos testes nucleares realizados na atmosfera. O estrôncio-90 pode se acumular nos organismos vivos e em cadeias alimentares e, em razão de sua semelhança química, pode participar no equilíbrio com carbonato e substituir o cálcio em diversos processos biológicos.

    FIGUEIRA, R. C. L.; CUNHA, I. I. L. A contaminação dos oceanos por radionuclídeos antropogênicos. Química Nova, n. 21, 1998 (adaptado).


    Ao entrar numa cadeia alimentar da qual o homem faz parte, em qual tecido do organismo humano o estrôncio-90 será acumulado predominantemente?

    Escolha uma alternativa para a questão 4abde12c-0a
  • Ciências Humanas

    História

    Leia as informações:


    Imagem da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2013, História do Brasil

    (Fonte: Jânio Quadros condecora “Che” Guevara em Brasília, em. 19 de agosto de 1961. Imagem disponível em: http://museuvirtualcheguevara.blogspot.com.br/2012/ 09/che-e-condecorado-em-brasilia-brasil.html. Acesso em: 19 ago. 2013, às 10h00.)


        Jânio estivera em Cuba em março de 1960, expressando de forma cifrada uma vaga simpatia pelo regime de Fidel Castro. Como presidente, provocou a fúria dos conservadores ao condecorar o companheiro de Fidel, Che Guevara, com a Ordem do Cruzeiro do Sul. Não havia neste gesto qualquer intenção de demonstrar apoio ao comunismo. Ele simbolizava para o grande público a política externa independente que Jânio começara a pôr em prática.

    (Fonte: FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 2012, p. 374.)



    O princípio fundamental da política externa independente, adotada pelo presidente Jânio Quadros, pode ser encontrado na seguinte alternativa:

    Escolha uma alternativa para a questão 4abe4a0a-dc
  • Linguagens

    Português

        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    Transposto para o discurso indireto, o trecho “o jovem [...] perguntou: — O que está escrito aqui?” (2º /3º parágrafos) assume a seguinte redação:
    Escolha uma alternativa para a questão 4abfd23a-75
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O processo de desertificação de uma área consiste em uma diminuição progressiva nos índices de umidade e no empobrecimento dos solos arenosos, que se tornam inviáveis para a agricultura. A esse respeito, analise as seguintes afirmativas:

    I. O uso inadequado do solo, os desmatamentos, as sucessivas queimadas, monocultura e sobrepastoreio são atividades que ocasionam a desertificação.

    II. No Brasil, o processo de desertificação vem ocorrendo basicamente em certas áreas do Nordeste e do Rio Grande do Sul.

    III. O abandono de uma área agrícola, que fica vários anos sem ser cultivada, inicia o processo de desertificação.

    IV. O processo de desertificação de uma área não se explica por mudanças locais e sim pelo aquecimento global da atmosfera da Terra.

    São corretas as seguintes afirmativas:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac0cbd9-a9
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A ineficiência do sistema de deslocamento nas cidades brasileiras é um grande problema apontado pela população urbana. Os desafios que perpetuam a disfuncionalidade desse sistema estão atrelados, dentre outros fatores,
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac12bdb-2d
  • Ciências da Natureza

    Física

    Dois amigos se encontram em um posto de gasolina para calibrar os pneus de suas bicicletas. Uma das bicicletas é de corrida (bicicleta A) e a outra, de passeio (bicicleta B). Os pneus de ambas as bicicletas têm as mesmas características, exceto que a largura dos pneus de A é menor que a largura dos pneus de B. Ao calibrarem os pneus das bicicletas A e B, respectivamente com pressões de calibração pA e pB, os amigos observam que o pneu da bicicleta A deforma, sob mesmos esforços, muito menos que o pneu da bicicleta B. Pode-se considerar que as massas de ar comprimido no pneu da bicicleta A, mA, e no pneu da bicicleta B, mB, são diretamente proporcionais aos seus volumes.


    Comparando as pressões e massas de ar comprimido nos pneus das bicicletas, temos:

    Escolha uma alternativa para a questão 4ac1530e-0a
  • Linguagens

    Português

    Observe a fotografia de Natal das primeiras décadas do século XX e leia o fragmento da crônica ˜O novo plano da cidade˜, de Câmara Cascudo, datada de 30 de outubro de 1929.

    Imagem da questão de Português, UFRN 2012, Interpretação de Textos

    Autor desconhecido. Disponível em <http://potiguarte.blogspot.com.br/2012/03/natalsaudades-de-um-tempo-vivido.html>. Acesso em: 12 jul. 2012.

    ˜A cidade em conjunto poderia ser explicada em dois grandes arcos. Um antigo, irregular, atrabiliario, incorrigivel em todo, parte tradicional, parte iniciadora da cidade centenaria, arco cujas extremidades tocam as Roccas e o Baldo. A recta partida destes extremos marca a verdadeira cidade de Natal. O outro arco, parte moderna. Já racciocinado, um pouco monotona pela sisudez geometrica do enxadrezado, terá seus extremos tocando os dois do primeiro arco e correndo de leste a sul emquanto o primeiro parte do norte ao oeste.˜

    CASCUDO, Câmara. Crônicas de origem: a cidade de Natal nas crônicas cascudianas dos anos 20. Natal: EDUFRN, 2005. p. 142

    Na fotografia, considerando o contexto aludido, o bonde representaria a parte da cidade que, segundo a crônica,
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac16d9b-df
  • Ciências Humanas

    História

    Leia o texto a seguir para responder à questão:


    “A manifestação aconteceu no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em frente ao palácio imperial. Cerca de cinco mil pessoas, lideradas por um militante republicano, o médico e jornalista Lopes Trovão, reuniram-se para entregar a d. Pedro II uma petição solicitando a revogação de uma taxa de 20 réis, um vintém, sobre o transporte urbano, ou seja, bondes puxados a burro. O vintém era moeda de cobre, a de menor valor da época. A polícia não permitiu que a multidão se aproximasse do palácio. Enquanto os manifestantes se retiravam, o imperador mandou dizer que receberia uma comissão para negociar.
    Mas Lopes Trovão e outros militantes republicanos, buscando tirar o máximo proveito político da ação da polícia, recusaram o encontro. Divulgaram um manifesto dirigido ao soberano, convocando-o a ir ao encontro do povo. A Gazeta da Noite de Lopes Trovão e panfletos distribuídos pela cidade passaram a pregar o boicote da taxa e a incitar a população a reagir com violência, arrancando os trilhos dos bondes. Outra manifestação foi convocada para o dia 1º de janeiro, data da entrada em vigor da taxa, agora no centro da cidade, no Largo do Paço, hoje Praça 15 de Novembro”.

    (Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/ capa/a-guerra-do-vintem Acesso em 31/08/2013)


    Sobre o período da História do Brasil deduzido do texto, é verdadeiro o que se afirma na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac19d1b-dc
  • Linguagens

    Português

        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    Empresta sentido depreciativo ao termo o sufixo da palavra sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac23aff-75
  • Ciências da Natureza

    Química

    Em 1815, o médico inglês William Prout formulou a hipótese de que as massas atômicas de todos os elementos químicos corresponderiam a um múltiplo inteiro da massa atômica do hidrogênio. Já está comprovado, porém, que o cloro possui apenas dois isótopos e que sua massa atômica é fracionária.

    Os isótopos do cloro, de massas atômicas 35 e 37, estão presentes na natureza, respectivamente, nas porcentagens de:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac2dfa2-ba
  • Ciências Humanas

    História

        Os drusos são uma minoria étnico-religiosa árabe. Mais de 20 mil drusos vivem nas Colinas de Golã, um planalto estratégico que a Síria perdeu durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967.

    (www.cnnbrasil.com.br, 16.07.2025. Adaptado.)


    Na Guerra dos Seis Dias, as Colinas de Golã, ocupadas pelos drusos, foram anexadas
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac3ee13-2d
  • Ciências da Natureza

    Química

    A utilização de corantes na indústria de alimentos é bastante difundida e a escolha por corantes naturais vem sendo mais explorada por diversas razões. A seguir são mostradas três estruturas de corantes naturais.


    Imagem da questão de Química, ENEM 2019, Cadeias Carbônicas: Características e Classificações do Átomo do Carbono, Tipos de Ligação e Hibridação. Tipos de Cadeias Carbônicas e Fórmulas. Séries: Homóloga, Isóloga e Heteróloga.


    A propriedade comum às estruturas que confere cor a esses compostos é a presença de

    Escolha uma alternativa para a questão 4ac423a2-0a
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema ―Episódio‖, que integra A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1945, num contexto histórico e político dominado pela ordem social burguesa.

    Imagem da questão de Português, UFRN 2012, Interpretação de Textos
    DRUMMOND, Carlos. Nova reunião: 23 livros de poesia. Rio de Janeiro: Edições BestBolso, 2009. p. 175.

    Nesse poema, o eu-lírico
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac473e2-df
  • Linguagens

    Português

        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    Retoma uma expressão mencionada anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac4bd02-75
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    As cutias, pequenos roedores das zonas tropicais, transportam pela boca as sementes que caem das árvores, mas, em vez de comê-las, enterram-nas em outro lugar. Esse procedimento lhes permite salvar a maioria de suas sementes enterradas para as épocas mais secas, quando não há frutos maduros disponíveis. Cientistas descobriram que as cutias roubam as sementes enterradas por outras, e esse comportamento de “ladroagem” faz com que uma mesma semente possa ser enterrada dezenas de vezes.

    Disponível em: http://chc.cienciahoje.uol.com.br. Acesso em: 30 jul. 2012.


    Essa “ladroagem” está associada à relação de

    Escolha uma alternativa para a questão 4ac6e7de-0a
  • Ciências da Natureza

    Física

    O gráfico mostra como variou, em função do tempo, a velocidade escalar de uma pessoa ao caminhar por uma rua retilínea, em determinado intervalo de tempo.


    Imagem da questão de Física, Centro Universitário Padre Albino - UNIFIPA 2025, Cinemática


    Nos pontos I, II e III, indicados no gráfico, essa pessoa estava, respectivamente, em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac71cb1-2d
  • Linguagens

    Português

        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    Verifica-se o emprego de vírgula para separar elementos de uma enumeração em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac72c37-75
  • Ciências Humanas

    Geografia


    Imagem da questão de Geografia, UERJ 2014, Migrações


    Com base na análise dos mapas e dos dados, o fluxo de jogadores identifica-se com a ocorrência do seguinte tipo de deslocamento populacional:

    Escolha uma alternativa para a questão 4ac734d2-ba
  • Linguagens

    Português

    Leia a seguir os trechos de ―Consideração do poema‖, integrante do livro A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade.


    Uma pedra no meio do caminho

    ou apenas um rastro, não importa.

    Estes poetas são meus. De todo o orgulho,

    de toda a precisão se incorporaram

    ao fatal meu lado esquerdo. Furto a Vinicius

    sua mais límpida elegia. Bebo em Murilo.

    Que Neruda me dê sua gravata

    chamejante. Me perco em Apollinaire. Adeus, Maiakovski.

    São todos meus irmãos, não são jornais

    nem deslizar de lancha entre camélias:

    é toda a minha vida que joguei.

    [...]

    Saber que há tudo. E mover-se em meio

    a milhões e milhões de formas raras,

    secretas, duras. Eis aí meu canto.


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. Rio de Janeiro: Bestbolso, 2009. p. 139-140.


    Nesses trechos, além da função poética, ocorre predominantemente a função

    Escolha uma alternativa para a questão 4ac78fed-df