Biologia
- Hereditariedade e diversidade da vida
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 08CFEB9E-D9
Banco de questões
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(http://tinyurl.com/oev7nk3 Acesso em: 18.07.2014. Original colorido)
Glossário
uh - oh: representação escrita do som que as pessoas produzem quando descobrem que fizeram algo de errado.
De acordo com a situação apresentada no cartum, o relógio do rapaz

Durante toda a História, os homens criaram tecnologias, inclusive para proteger o corpo, buscando atingir seus objetivos. Podemos ver um exemplo disso nas formações militares desenvolvidas pelos romanos, chamadas de “tartaruga” ou “testudo”. Nessas formações, a aproximação com o inimigo era facilitada por grandes escudos empunhados à frente e acima do corpo pelos soldados, como podemos ver na imagem apresentada.
Sobre o período da República Romana, em que foram desenvolvidas as formações militares citadas, é correto afirmar que ele foi caracterizado



Leia o trecho inicial de Raízes do Brasil, do historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), para responder à questão.
A tentativa de implantação da cultura europeia em extenso território, dotado de condições naturais, se não adversas,
largamente estranhas à sua tradição milenar, é, nas origens
da sociedade brasileira, o fato dominante e mais rico em consequências. Trazendo de países distantes nossas formas de
convívio, nossas instituições, nossas ideias, e timbrando em
manter tudo isso em ambiente muitas vezes desfavorável e
hostil, somos ainda hoje uns desterrados em nossa terra. Podemos construir obras excelentes, enriquecer nossa humanidade de aspectos novos e imprevistos, elevar à perfeição o
tipo de civilização que representamos: o certo é que todo o
fruto de nosso trabalho ou de nossa preguiça parece participar de um sistema de evolução próprio de outro clima e de
outra paisagem.
Assim, antes de perguntar até que ponto poderá alcançar bom êxito a tentativa, caberia averiguar até onde temos
podido representar aquelas formas de convívio, instituições e
ideias de que somos herdeiros.
É significativa, em primeiro lugar, a circunstância de termos recebido a herança através de uma nação ibérica. A Espanha e Portugal são, com a Rússia e os países balcânicos
(e em certo sentido também a Inglaterra), um dos territórios-
-ponte pelos quais a Europa se comunica com os outros mundos. Assim, eles constituem uma zona fronteiriça, de transição, menos carregada, em alguns casos, desse europeísmo que, não obstante, mantêm como um patrimônio necessário.
Foi a partir da época dos grandes descobrimentos marítimos que os dois países entraram mais decididamente no
coro europeu. Esse ingresso tardio deveria repercutir intensamente em seus destinos, determinando muitos aspectos
peculiares de sua história e de sua formação espiritual. Surgiu, assim, um tipo de sociedade que se desenvolveria, em
alguns sentidos, quase à margem das congêneres europeias,
e sem delas receber qualquer incitamento que já não trouxesse em germe.
Quais os fundamentos em que assentam de preferência
as formas de vida social nessa região indecisa entre a Europa e a África, que se estende dos Pireneus a Gibraltar? Como
explicar muitas daquelas formas, sem recorrer a indicações
mais ou menos vagas e que jamais nos conduziriam a uma
estrita objetividade?
Precisamente a comparação entre elas e as da Europa
de além-Pireneus faz ressaltar uma característica bem peculiar à gente da península Ibérica, uma característica que ela
está longe de partilhar, pelo menos na mesma intensidade,
com qualquer de seus vizinhos do continente. É que nenhum
desses vizinhos soube desenvolver a tal extremo essa cultura
da personalidade, que parece constituir o traço mais decisivo
na evolução da gente hispânica, desde tempos imemoriais.
Pode dizer-se, realmente, que pela importância particular que
atribuem ao valor próprio da pessoa humana, à autonomia de
cada um dos homens em relação aos semelhantes no tempo
e no espaço, devem os espanhóis e portugueses muito de
sua originalidade nacional. [...]
É dela que resulta largamente a singular tibieza das formas de organização, de todas as associações que impliquem
solidariedade e ordenação entre esses povos. Em terra onde
todos são barões não é possível acordo coletivo durável, a
não ser por uma força exterior respeitável e temida.
(Raízes do Brasil, 2000.)
No primeiro parágrafo, o autor recorre a uma construção paradoxal em:As tecnologias vestíveis digitais estão sendo incorporadas em mais e mais produtos que usamos no nosso cotidiano. Entre tantos, podemos citar exoesqueletos, relógios e óculos “inteligentes”, pulseiras fitness, lentes de contato para diabéticos, luvas de composição musical e realidade aumentada, unhas postiças eletrônicas, cílios postiços condutivos, sapatilhas de corrida eletrônicas e tatuagens digitais.
Em virtude dessa crescente oferta, observa-se o acréscimo significativo de adeptos, comprovado pelo surgimento de revistas, congressos, conferências e exposições especializados sobre o tema. Enfim, uma revolução no modo de vida das pessoas.

(1) (http://www.wearabledevices.com/devices/ Acesso em: 05.08.2014. Originais coloridos)
(2) (http://tinyurl.com/oglobo-vestiveis Acesso em: 05.08.2014. Original colorido)
A maioria desses dispositivos portáteis necessita de energia elétrica, geralmente oriunda de pilhas ou baterias internas
recarregáveis. Esses dispositivos funcionam, basicamente, graças à corrente elétrica
Leia o trecho inicial de Raízes do Brasil, do historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), para responder à questão.
A tentativa de implantação da cultura europeia em extenso território, dotado de condições naturais, se não adversas,
largamente estranhas à sua tradição milenar, é, nas origens
da sociedade brasileira, o fato dominante e mais rico em consequências. Trazendo de países distantes nossas formas de
convívio, nossas instituições, nossas ideias, e timbrando em
manter tudo isso em ambiente muitas vezes desfavorável e
hostil, somos ainda hoje uns desterrados em nossa terra. Podemos construir obras excelentes, enriquecer nossa humanidade de aspectos novos e imprevistos, elevar à perfeição o
tipo de civilização que representamos: o certo é que todo o
fruto de nosso trabalho ou de nossa preguiça parece participar de um sistema de evolução próprio de outro clima e de
outra paisagem.
Assim, antes de perguntar até que ponto poderá alcançar bom êxito a tentativa, caberia averiguar até onde temos
podido representar aquelas formas de convívio, instituições e
ideias de que somos herdeiros.
É significativa, em primeiro lugar, a circunstância de termos recebido a herança através de uma nação ibérica. A Espanha e Portugal são, com a Rússia e os países balcânicos
(e em certo sentido também a Inglaterra), um dos territórios-
-ponte pelos quais a Europa se comunica com os outros mundos. Assim, eles constituem uma zona fronteiriça, de transição, menos carregada, em alguns casos, desse europeísmo que, não obstante, mantêm como um patrimônio necessário.
Foi a partir da época dos grandes descobrimentos marítimos que os dois países entraram mais decididamente no
coro europeu. Esse ingresso tardio deveria repercutir intensamente em seus destinos, determinando muitos aspectos
peculiares de sua história e de sua formação espiritual. Surgiu, assim, um tipo de sociedade que se desenvolveria, em
alguns sentidos, quase à margem das congêneres europeias,
e sem delas receber qualquer incitamento que já não trouxesse em germe.
Quais os fundamentos em que assentam de preferência
as formas de vida social nessa região indecisa entre a Europa e a África, que se estende dos Pireneus a Gibraltar? Como
explicar muitas daquelas formas, sem recorrer a indicações
mais ou menos vagas e que jamais nos conduziriam a uma
estrita objetividade?
Precisamente a comparação entre elas e as da Europa
de além-Pireneus faz ressaltar uma característica bem peculiar à gente da península Ibérica, uma característica que ela
está longe de partilhar, pelo menos na mesma intensidade,
com qualquer de seus vizinhos do continente. É que nenhum
desses vizinhos soube desenvolver a tal extremo essa cultura
da personalidade, que parece constituir o traço mais decisivo
na evolução da gente hispânica, desde tempos imemoriais.
Pode dizer-se, realmente, que pela importância particular que
atribuem ao valor próprio da pessoa humana, à autonomia de
cada um dos homens em relação aos semelhantes no tempo
e no espaço, devem os espanhóis e portugueses muito de
sua originalidade nacional. [...]
É dela que resulta largamente a singular tibieza das formas de organização, de todas as associações que impliquem
solidariedade e ordenação entre esses povos. Em terra onde
todos são barões não é possível acordo coletivo durável, a
não ser por uma força exterior respeitável e temida.
(Raízes do Brasil, 2000.)
A escolha de um local para a instalação de uma planta industrial não é aleatória. Essa escolha, geralmente, recai sobre um lugar que ofereça mais rentabilidade para o empreendimento. Cada empresa avalia os elementos mais importantes para tomar a decisão. Esses elementos são chamados de fatores locacionais e variam dependendo do tipo de indústria.
As empresas que produzem tecnologia vestível procuram se instalar nos chamados tecnopolos como o Vale do Silício nos Estados Unidos que, além de outras vantagens, oferecem