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Banco de questões

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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 2.518 de 2.904

  • Linguagens

    Literatura

                         Poema tirado de uma notícia de jornal

             João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da

                                                         [Babilônia num barracão sem número.

             Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro

             Bebeu

             Cantou

             Dançou

             Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.

                                                                Manuel Bandeira. Libertinagem.  

    Só NÃO se encontra, entre os aspectos que contribuem para o efeito poético do texto,
    Escolha uma alternativa para a questão d8292687-b0
  • Linguagens

    Português

    A única frase em que o pronome “o” está corretamente empregado é:
    Escolha uma alternativa para a questão d80717b2-b0
  • Linguagens

    Inglês

    (NOTE: The Panama papers is the name given to millions of leaked documents belonging to the Panama-based law firm, Mossack Fonseca, which sets up offshore companies, trusts, and foundations, some of which have allegedly been used for tax evasion, money laundering, and other illegal purposes.)

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    According to President Vladimir Putin’s spokesman, Dmitry Peskov,
    Escolha uma alternativa para a questão 8409efe4-a7
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, FGV 2016, Análise sintática

    Dentre as afirmações abaixo referentes aos termos sublinhados em diferentes trechos do texto, a única que NÃO está correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão 83dccda7-a7
  • Linguagens

    Literatura

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Literatura, FGV 2016, Escolas Literárias

    Considerada no contexto histórico-literário da época em que foram publicadas as Memórias de um sargento de milícias, a crítica à idealização romântica, presente nessa obra, indica que
    Escolha uma alternativa para a questão 83d6159d-a7
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, FGV 2016, Interpretação de Textos

    Para realizar seu propósito evidente de ironizar e até de desmerecer os ideais do amor romântico, o narrador valeu-se de vários recursos expressivos, alguns dos quais se encontram relacionados nas alternativas abaixo. A ÚNICA alternativa que registra um recurso de expressão que NÃO se prestou a essa finalidade é
    Escolha uma alternativa para a questão 83d2f262-a7
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um quadro tem a tela protegida por uma placa de vidro de pequena espessura.
    Entre a tela e o vidro, há uma delgada camada de ar. O quadro é iluminado por luz, proveniente de uma lâmpada de potência 60 W, que se propaga no ar e incide no quadro, perpendicularmente. A potência da luz que atinge a tela é, aproximadamente,

    Imagem da questão de Física, FGV 2016, Eletricidade
    Escolha uma alternativa para a questão 83b07729-a7
  • Linguagens

    Português

    Sem acessórios nem som

    Escrever só para me livrar

    de escrever.

    Escrever sem ver, com riscos

    sentindo falta dos acompanhamentos

    com as mesmas lesmas

    e figuras sem força de expressão.

    Mas tudo desafina:

    o pensamento pesa

    tanto quanto o corpo

    enquanto corto os conectivos

    corto as palavras rentes

    com tesoura de jardim

    cega e bruta

    com facão de mato.

    Mas a marca deste corte

    tem que ficar

    nas palavras que sobraram.

    Qualquer coisa do que desapareceu

    continuou nas margens, nos talos

    no atalho aberto a talhe de foice

    no caminho de rato.

    FREITAS FILHO, A. Máquina de escrever: poesia reunida e revista. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2003.

    Nesse texto, a reflexão sobre o processo criativo aponta para uma concepção de atividade poética que põe em evidência o(a)

    Escolha uma alternativa para a questão d95e1c7f-a6
  • Linguagens

    Português

    Soneto VII

    Onde estou? Este sítio desconheço:

    Quem fez tão diferente aquele prado?

    Tudo outra natureza tem tomado;

    E em contemplá-lo tímido esmoreço.

    Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

    De estar a ela um dia reclinado:

    Ali em vale um monte está mudado:

    Quanto pode dos anos o progresso!

    Árvores aqui vi tão florescentes,

    Que faziam perpétua a primavera:

    Nem troncos vejo agora decadentes.

    Eu me engano: a região esta não era;

    Mas que venho a estranhar, se estão presentes

    Meus males, com que tudo degenera!

    COSTA, C. M. Poemas. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: 7 jul. 2012.

    No soneto de Cláudio Manuel da Costa, a contemplação da paisagem permite ao eu lírico uma reflexão em que transparece uma

    Escolha uma alternativa para a questão d92ff38b-a6
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Um dos fatores que impulsionaram a tecnologia da informação foi o sucesso dos profissionais indianos nos Estados Unidos, principalmente no Vale do Silício. A saída de estudantes indianos gerou um intenso debate dentro da Índia: emigrantes eram acusados de usarem a excelente educação recebida gratuitamente do governo para impulsionar suas carreiras sem dar nada de volta ao país. O grosso da emigração indiana hoje vai para os E.U.A., Austrália, Canadá e Nova Zelândia.
    Adaptado de COSTA, F. Os indianos. São Paulo: Contexto, 2015. 
    Apesar da crítica relatada no texto, a economia indiana também se beneficiou com a emigração de profissionais indianos qualificados.
    Para a Índia, uma consequência positiva desse processo demográfico tem sido:
    Escolha uma alternativa para a questão 17ca1a52-a5
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Imagem da questão de Geografia, UERJ 2016, Urbanização

    O Índice de Progresso Social (IPS) varia de 0 a 100 e é calculado levando em consideração 36 indicadores. Entre eles, estão acesso a esgoto sanitário e água canalizada, mobilidade, taxa de homicídios, incidência de dengue, mortalidade por tuberculose e HIV, homicídios de jovens negros e frequência no ensino superior. Não são levadas em conta variáveis econômicas, como renda. Segundo Sérgio Bessermann, presidente do Instituto Pereira Passos, o índice é uma ferramenta que ajuda a acompanhar as mudanças e a direcionar as políticas de governo.

    Adaptado de O Globo, 17/05/2016

    A análise do mapa e dos dados aponta tanto para aspectos sociais que se modificaram quanto para aqueles que permaneceram, no que diz respeito a bairros e regiões do município do Rio de Janeiro.
    Um dos aspectos que explica a situação das regiões administrativas com os mais baixos índices de progresso social é:
    Escolha uma alternativa para a questão 17bc9430-a5
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Imagem da questão de Geografia, UERJ 2016, Geografia Econômica

    Nos últimos meses, iniciativas em hidrovias, rodovias e ferrovias registraram algum avanço para a abertura da chamada saída Norte, ou Arco Norte, que poderá, segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), reduzir em mais de 30% o custo do frete da produção do Mato Grosso enviada ao exterior, o que possibilitaria um adicional de renda de 10% para o produtor de soja e de 20% para o de milho. Da porteira da fazenda até o porto, o custo do transporte da produção brasileira é mais de quatro vezes superior ao dos Estados Unidos.

    Adaptado de O Globo, 14/03/2016.

    Com a implantação dos projetos logísticos mencionados, a competitividade dos fazendeiros brasileiros será mais intensificada pelo seguinte fator:
    Escolha uma alternativa para a questão 17b5cf0c-a5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Pontuação

    Os dois-pontos podem delimitar uma relação entre uma expressão e a especificação de seu sentido.
    Observa-se esse uso dos dois-pontos no trecho apresentado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 170df3c5-a5
  • Linguagens

    Português

                                  Texto 2

                            “Unde Malum” 

    Imagem da questão de Português, UECE 2016, Interpretação de Textos 

    (Carta ao Leitor. Veja. 9/09/2015. p. 12)

    “Vendo sapatinho de bebê. Nunca usado” (linhas 111-112). Essa pequena história comoveu os amigos do escritor americano Ernest Hemingway, e o autor desta carta ao leitor ilustrou o seu texto com essa pequena história. Atente ao que se diz sobre essa pequena narrativa.

    I. O primeiro enunciado da historinha de Hemingway – “Vendo sapatinho de bebê” expressa uma atividade normal, desenvolvida por muitas pessoas: vender sapatinho de bebê.

    II. O segundo enunciado – “Nunca usado” – causa estranhamento, uma vez que não se costuma vender sapatinhos de bebê usados. Sendo isso verdade, não haveria necessidade de fazer essa observação.

    III. O acréscimo da informação “Nunca usado” abre para o leitor a expectativa de que algo de mau, ou pelo menos desagradável, aconteceu à criança.

    Está correto o que se diz em

    Escolha uma alternativa para a questão fff8e747-86
  • Linguagens

    Português

                                         Texto 1

                                Pessoas habitadas 

    Imagem da questão de Português, UECE 2016, Morfologia - Verbos

    MEDEIROS, Martha. In: Org. e Int. SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. Objetiva, 324-325.

    Considere o excerto “Estava conversando com uma amiga, dia desses” (linhas 1-2), e o que se diz sobre ele.

    I. Tem-se uma locução verbal de gerúndio – estava conversando –, em que estava é o verbo auxiliar e conversando é o verbo principal.

    II. O verbo auxiliar, no presente exemplo, empresta um matiz semântico novo ao verbo principal.

    III. Do ponto de vista aspectual, estava conversando não é o mesmo que conversava. Em estava conversando, a ideia de ação verbal em curso é mais forte do que em conversava. Essa constatação é importante principalmente na leitura de um texto literário, que pode ter em cada elemento uma carga expressiva a mais.

    Está correto o que se diz em

    Escolha uma alternativa para a questão ffcb2534-86
  • Linguagens

    Português

                                         Texto 1

                                Pessoas habitadas 

    Imagem da questão de Português, UECE 2016, Interpretação de Textos

    MEDEIROS, Martha. In: Org. e Int. SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. Objetiva, 324-325.

    Considerando os argumentos da enunciadora do texto, identifique com S (Sim) o que for necessariamente uma característica de uma pessoa habitada, e com N (Não) o que não for.

    ( ) maldade;

    ( ) gentileza;

    ( ) imprevisibilidade;

    ( ) dúvida;

    ( ) coerência;

    ( ) covardia;

    ( ) transgressão;

    ( ) surpresa.

    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão ffabaf58-86
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2. 

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.
    Sobre os elementos coesivos destacados, é correto afirmar que, no
    Escolha uma alternativa para a questão 22f9e647-84
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2. 

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.

    No 8° parágrafo do texto, não há uniformidade de tratamento, pois primeiramente está empregado o pronome de 2ª pessoa do singular e, ao final, o verbo está conjugado na 3ª pessoa do singular.

    Em qual das frases abaixo, ocorre esse mesmo problema?

    Escolha uma alternativa para a questão 22f10bc0-84
  • Linguagens

    Português

    A prática de fazer nada

    01    Há 10 anos, Marcelo Bohrer, 40 anos, criou um movimento

    02 que, atualmente, é considerado absolutamente
    03 inovador: o nadismo.
    04 Em parques de Porto Alegre, convidava pessoas a
    05 se juntar a ele para fazer absolutamente nada por um
    06 período de cerca de uma hora. A proposta era trazer um
    07 colchão e apreciar a vista, pensar, deixar o pensamento
    08 livre, sem nenhuma técnica ou regra. É “freestyle”, como
    09 ele define.
    10 – Há um tempo, as pessoas achavam estranho,
    11 não levavam a sério. Mas o dia a dia está sempre mais
    12 intenso. As empresas já têm programas de prevenção
    13 de estresse e estão vendo como a pausa é importante
    14 para a saúde – diz.
    15 No Brasil, há opções de turismo que já consideram o
    16 valor dessa “parada”. Em São Paulo, na cidade de Serra
    17 Negra, a pousada Shangri La reserva um espaço que se
    18 destina aos que querem praticar o nadismo por alguns
    19 dias. Zero agitação por lá. O local é perfeito para olhar
    20 as montanhas e tem uma vista espetacular.
    21 Sirlene Terenciani, 51 anos, é proprietária do lugar
    22 há 19 anos e diz que o público que busca o ambiente
    23 é composto principalmente por médicos, advogados e
    24 profissionais que têm uma rotina corrida. A preocupação
    25 com o bem-estar mental e emocional leva os clientes
    26 até a pousada.
    27 – Aqui a pessoa se dá o direito de fazer nada,
    28 contemplar a montanha. O foco é descansar, praticar
    29 nadismo mesmo. É isso que elas querem, tanto que me
    30 dizem: não tire o nadismo daqui – relata, bem-humorada.
    31 Depois de cumprir a agenda da manhã e da tarde, o
    32 advogado Tarcisio Carneiro, 42 anos, coloca o celular no
    33 silencioso, ignora ligações e e-mails e se acomoda em
    34 um canto do escritório no bairro Petrópolis, na Capital.
    35 Há cerca de 10 anos, ele leu sobre o nadismo e os
    36 benefícios de tirar um tempinho para descansar a mente
    37 durante a rotina frenética do dia a dia. Quando ouviu
    38 falar, não deu muita atenção. Mas, em 2010, passou a
    39 priorizar essa parada na rotina.
    40 – É isso que mantém minha sanidade. Fico literalmente
    41 contemplando a vista lá fora, o que está passando
    42 pela rua, e deixo minha mente vagar, sem pensar em
    43 nada próximo da minha realidade. É meu momento relax
    44 que ajudou na minha ansiedade, insônia e que recarrega
    45 as minhas energias – explica.

    Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/.
    Acesso em 02 abr. 2016
    Para responder à questão, analise as propostas de substituição para formas verbais do texto.

    I. “deixar o pensamento livre” (linhas 07 e 08) – deixando

    II. “há opções” (linha 15) – existe

    III. “e tem uma vista espetacular” (linha 20) – ter

    IV. “ignora ligações e e-mails” (linha 33) – ignorando

    As propostas de substituição que mantêm a correção e a coerência dos respectivos parágrafos são, apenas,
    Escolha uma alternativa para a questão 5184a5e1-37
  • Ciências da Natureza

    Química

    Considerando os conceitos de mol e do valor da constante de Avogadro, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 53623f34-36