Matemática
- Geometria Plana
- Prova de 2021
- Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: CB494964-68

Banco de questões
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Quem é dono desse beco?
Quem é dono dessa rua?
De quem é esse edifício?
De quem é esse lugar?
É meu esse lugar, é nosso esse lugar
Sou carioca, pô
Eu quero meu crachá
Sou carioca brasileira e vascaína
ABREU, F.; FAWCETT, F.; LAUFER, C. Rio 40 graus.
In: SLA 2 Be Sample. Rio de Janeiro: EMI, 1992 (fragmento).
A relação entre sociedade e espaço apresentada na letra da canção caracteriza-se pela ação de
A luta dos escravos pela liberdade na segunda metade do século XIX foi o primeiro capítulo da história do movimento operário no Brasil. Os escravos organizaram-se coletivamente para obter a liberdade, negociaram condições de trabalho, fizeram greves, recorreram à justiça para conseguir alforrias e para confrontar os senhores de diversas formas. Enfim, articularam uma cultura política complexa que ajudou a enterrar a sociedade senhorial-escravista.
CHALHOUB, S. O primeiro capítulo da história do movimento operário no Brasil. Livro de Resumos — XXI Simpósio Nacional de História. Niterói: UFF, 2001 (adaptado).
Na relação entre os movimentos abolicionista e operário, a atuação dos escravos, conforme descrita no texto, favoreceu a

WATTERSON, B. Existem tesouros em todo lugar: as aventuras de Calvin e Haroldo por Bill Watterson. São Paulo: Conrad, 2013.
A crítica social apresentada pelo protagonista da tirinha diz respeito à reprodução de
Uma das principais características do capitalismo brasileiro foi a passagem da sociedade agrária para a urbano-industrial, assentada fundamentalmente na condição de uma economia de baixos salários. Apesar do progresso material alcançado pela expansão econômica, a maior parte dos trabalhadores permaneceu presa a salários extremamente contidos.
POCHMANN, M. Nova classe média? O trabalho na base da pirâmide social brasileira.
São Paulo: Boitempo, 2012 (adaptado).
De acordo com o argumento apresentado no texto, a economia de baixos salários é uma questão de
Hoje, já não podemos observar a paisagem das cidades sem notar a pichação em muros e paredes, esculturas, estádios, galerias, prédios públicos. O mercado ainda não conseguiu assimilá-la como “arte”; ela caminha por fora, passa a ser considerada em outros meios como filmes, vídeos, documentários, fotografias. Hoje, os pichadores podem ser autores se considerarmos o que diz Joseph Beuys: “Todos são artistas, mas só os artistas sabem disso”.
FRANCO, S. Pichação e aves de rapina.
Disponível em: www.diplomatique.uol.com.br.
Acesso em: 5 abr. 2011 (adaptado).
Esse texto foi escrito em função da 28ª Bienal de Arte de São Paulo, realizada em 2008, e levanta o problema do reconhecimento da pichação como “arte”. Nesse texto, o autor identifica as pichações urbanas como
Dia do Trabalho: por que se comemora o 1º de Maio?
Para conquistar um direito que hoje consideramos incontestável, a jornada trabalhista de oito horas por dia, foram precisos sangue, suor, lágrimas... e um punhado de mortos. Neste 1º de maio, é celebrado o Dia do Trabalho em quase todos os países do mundo. A data foi estabelecida durante o Congresso Operário Socialista, ocorrido em Paris, em 1889. A ideia era prestar homenagem aos Mártires de Chicago, um grupo de sindicalistas condenados nos Estados Unidos por sua participação em uma greve nacional que começou em 1º de maio de 1886. A Espanha foi o primeiro país da Europa a aprovar por decreto a jornada de oito horas, depois de uma greve. A França fez o mesmo dois meses depois.
Disponível em: https://brasil.elpais.com.
Acesso em: 11 set. 2019 (adaptado).
Na notícia, a criação do feriado foi resultado da seguinte estratégia dos trabalhadores:
A chamada Questão Palestina tem se constituído no mais persistente foco de tensão no Oriente Médio. Ela se refere à luta de dois povos, o judeu e o árabe-palestino, pela posse de uma área sobre a qual ambos julgam ter direitos históricos ou adquiridos. Por estar localizada numa espécie de encruzilhada entre as civilizações árabe-islâmica e ocidental, a região passou por vários domínios.
OLIC, N. B.; CANEPA, B. Oriente Médio e a Questão
Palestina.São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
A motivação central do conflito entre esses dois povos, a partir do século XX, é a
TEXTO I
Considero apropriado deter-me algum tempo na contemplação deste Deus todo perfeito, ponderar totalmente à vontade seus maravilhosos atributos, considerar, admirar e adorar a incomparável beleza dessa imensa luz.
DESCARTES, R. Meditações metafísicas. São Paulo: Abril Cultural, 1980.
TEXTO II
Qual será a forma mais razoável de entender como é o mundo? Existirá alguma boa razão para acreditar que o mundo foi criado por uma divindade todo-poderosa? Não podemos dizer que a crença em Deus é “apenas” uma questão de fé?
RACHELS, J. Problemas da filosofia. Lisboa: Gradiva, 2009.
A comparação entre o primeiro texto, publicado em 1641, e o segundo, em 2005, indica que, no cotidiano atual, as crenças religiosas

MARTINS, F. Quem foi que inventou o Brasil? Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.
Na primeira metade do século XX, a obra infantil apresentada na imagem manifestava o interesse de setores políticos brasileiros no debate sobre a
O jornalista deve “contar” os acontecimentos do cotidiano de uma maneira que toda a sociedade entenda, como se estivesse conversando com uma pessoa. É para ela que vai transmitir suas informações. Com essa ideia na cabeça, fica mais fácil escrever um texto que deve ser assimilado instantaneamente por milhões de espectadores.
PATERNOSTRO, V. Í. O texto na TV: manual de telejornalismo.
Rio de Janeiro: Campus, 2006 (adaptado).
Os meios de comunicação procuram formas específicas de se aproximar do seu público-alvo. De acordo com o texto, para cumprir esse objetivo, jornalistas de TV e rádio devem