Pular para o conteúdo

Banco de questões

Todas as questões do ENEM

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 2.790 de 2.904

  • Matemática

    Matemática

    A população de uma cidade, hoje com 36 000 habitantes, está decrescendo segundo a relação funcional P(n) = 36 000 (0,9)n , onde P(n) representa a população da cidade daqui a n anos. Supondo que o ritmo de redução populacional se mantém ao longo do tempo, determine quantas das afirmações abaixo são verdadeiras.

    I. Daqui a dois anos a população da cidade será maior do que 29 200 habitantes.

    II. Os números P (1), P (2), P (3), ...nesta ordem, formam uma progressão geométrica.

    III. P (10) < 12 500. IV. Em cada período de um ano a população diminui 10%.

    Use: 0,910 = 0,34867844

    Escolha uma alternativa para a questão 810bc48c-b7
  • Matemática

    Matemática

    Um equipamento eletrônico desvaloriza-se 20% em seu primeiro ano de uso. Ao longo do segundo ano de uso o valor do equipamento sofre uma nova desvalorização, agora de 15%. Comprei um tal equipamento, com dois anos de uso por R$ 11.859,20. O valor (preço) deste equipamento, quando novo, foi
    Escolha uma alternativa para a questão 8107f546-b7
  • Matemática

    Matemática

    Num arquivo de CDs musicais observa-se a seguinte distribuição de ritmos

    * 25% das músicas são SAMBAS

    * 1/6 são ROCKs * os BAIÕES são a metade dos SAMBAS

    * 264 das músicas são de outros ritmos.

    Nestas condições, a quantidade de músicas do arquivo é um número entre:

    Escolha uma alternativa para a questão 81038fc6-b7
  • Matemática

    Matemática

    Deseja-se construir um muro em torno de um terreno plano, que tem a forma de um trapézio retangular e cuja área é igual a 1200m2 . Se as medidas dos lados paralelos do terreno são 15m e 45m, então o comprimento total do muro será
    Escolha uma alternativa para a questão 80feea32-b7
  • Matemática

    Matemática

    Os pontos X, Y e Z, nesta ordem, dividem em quatro partes iguais a diagonal PR do losango PQRS. Se a medida da área deste losango é 1200 m2 então a medida da área do triângulo XYQ é
    Escolha uma alternativa para a questão 80ee9eed-b7
  • Matemática

    Matemática

    Sejam N* = { 1,2,3,4,......}, f :N* → N* e g : N* → N* funções definidas por f(x) = 3x e g(x) = 3 x . Se I e J são respectivamente os conjuntos imagens de f e de g, podemos afirmar corretamente
    Escolha uma alternativa para a questão 80e0510a-b7
  • Matemática

    Matemática

    Seja f : R→ R a função definida por f(x) = ax2 + bx + c, onde a, b e c são números reais não nulos. Se a função f assume um valor máximo quando x = - 1/2 , então podemos afirmar corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 7f8c8e50-b7
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Assinale a única alternativa cuja afirmação NÃO é autorizada pelas relações que se estabelecem no terceiro parágrafo (linhas 31-58).
    Escolha uma alternativa para a questão 7f4a6c07-b7
  • Linguagens

    Inglês

    THE ROAD TO COPENHAGEN

    Biggest Obstacle to Global Climate Deal May Be How to Pay for It

    As world leaders struggle to hash out a new global climate deal by December, they face a hurdle perhaps more formidable than getting big polluters like the United States and China to reduce greenhouse gas emissions: how to pay for the new accord. That money is needed to help fast-developing countries like India and Brazil convert to costly but cleaner technologies as they industrialize, as well as to assist the poorest countries in coping with the consequences of climate change, like droughts and rising seas. This financing is an essential part of any international climate agreement, negotiators and scientists say, because developing nations must curb the growth of their emissions if the world is to limit rising temperatures.
    Based on calculations by the International Energy Agency for 2005 to 2030, 75 percent of the growth in energy demand will come from the developing world. Many developing countries have made it clear that they will not sign a treaty unless they get money to help them adapt to a warmer planet. Acknowledging that a new treaty needs unanimity for success, industrialized nations like the United States and those in Europe have agreed in principle to make such payments; they have already been written into the agreed-upon structure of the treaty, to be signed in Copenhagen in December. (…) At a United Nations summit meeting in New York on climate change and at the Group of 20 meetings in Pittsburgh last month, national leaders, including President Obama and President Hu Jintao of China, stressed the urgency of combating climate change. But they offered no new proposals for financing and put no new cash on the table.
    Perhaps even more troublesome, the United Nations Adaptation Fund, which officially began operating in 2008 to help poor countries finance projects to blunt the effects of global warming, remains an empty shell, largely because rich nations have failed to come through with the donations they promised.
    By Elisabeth Rosenthal
    Published: October 14, 2009
    Source: http://www.nytimes.com/2009/10/15/science/earth/15climate.html?ref=science
    Após a leitura do texto, não se pode concluir:
    Escolha uma alternativa para a questão 9f0d0467-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    No texto, o autor afirma que a imagem do novo trabalhador:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b79ccd0-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UECE 2010, Análise sintática | Syntax Parsing

    The sentences “Fear created horrors enough and the eschatological order was never far from people‟s minds.”, “…artists depicted the spectre of death in paint, through sculpture and by means of woodcut.” and “we and our writers catch other vertiginous glimpses of „chaos and old night‟ ” contain respectively a/an
    Escolha uma alternativa para a questão 326431c6-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UECE 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The true hells in the 18th and 19th centuries were, among other things
    Escolha uma alternativa para a questão 32376c56-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UECE 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The concept of an inner hell was then considered
    Escolha uma alternativa para a questão 322f10b0-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UECE 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    In the sentence ''Corporate executives facing down hostile shareholders load their pockets full of numbers.” (lines 32-34), the part in italics means
    Escolha uma alternativa para a questão 4ecd2c3a-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2010, Análise sintática
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2010, Análise sintática

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Indique a opção que traz um comentário INCORRETO sobre o trecho “E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha.” (linhas 73-75).
    Escolha uma alternativa para a questão 3321474f-b5
  • Linguagens

    Português

    “A revolução digital nas telecomunicações, a mercantilização de bits e a miniaturalização de aparelhos eletrônicos esboçam as cidades do século XXI. (...) Como os “sem-terra, haverá os “sem-bits”. Os privilegiados serão “ricos de informação”. (...) A imagem é de que vamos comprar, viajar, comunicar, trabalhar e até fazer amor no espaço eletrônico. Mas com o fim da comunidade de compartilhamento direto, o ciberespaço, reflete, cada vez mais, as atuais cidades reais. (...) A corrida para a colonização do ciberespaço já começou. Os países que quiserem ser competitivos têm que investir numa infraestrutura nacional de informação como investiram em portos, frotas de navios, ferrovias e rodovias.”
    Baseado em “Supervia da Informação redefine tempo e espaço”, citado em Introdução à Sociologia
    Associando a situação descrita no texto com o atual contexto mundial, pode-se afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão b745cad3-b5
  • Ciências da Natureza

    Física

    Na montagem abaixo, o corpo A tem massa 4 kg e o corpo B tem massa 1 kg. Inicialmente o sistema está em repouso. O plano horizontal de apoio do corpo A não tem atrito e as massas dos fios de união e da mola são desprezíveis. Num certo instante, o corpo A é solto e o conjunto começa a descer. A mola que une os fios tem constante elástica igual a 200 N/m. Durante o movimento de descida, a deformação da mola é igual a:
    Dado: g = 10m/s2

    Imagem da questão de Física, IF-TM 2010, Dinâmica

    Escolha uma alternativa para a questão b6d35549-b5
  • Matemática

    Matemática

    Trem-bala japonês tem conforto de avião e velocidade de carro de F1: O trem-bala funciona praticamente de forma automática. Quando o maquinista precisa falar algo, basta tocar na tela.

    Roberto Kovalick e Katsumi Suzuki, Tóquio (Bom Dia Brasil – 23/07/2010).

    Você já deve ter ouvido falar que o Brasil quer o trem-bala para ligar o Rio de Janeiro a São Paulo. Quem pega o trem no Japão, na França, na Inglaterra já sentiu a diferença. Não se ouve nada. É uma supermáquina. A aparência e a velocidade deram origem ao apelido.

    A eficiência e a pontualidade fizeram com que se transformasse em um símbolo do Japão, o primeiro país a ter um trem-bala. Cinco décadas atrás, os japoneses tinham um desafio semelhante ao do Brasil: organizar uma Olimpíada, a de 1964, e melhorar o tráfego entre as duas principais cidades, Tóquio e Osaka, que ficam a 400 quilômetros uma da outra, mais ou menos a mesma distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.

    Hoje, o Shinkansen, como o trem-bala é chamado, liga todas as principais cidades do país, transportando 336 milhões de passageiros por ano, o triplo da população do Japão. E, quando atrasa, a média é de 18 segundos. Ou seja, ninguém percebe.

    O chefe da engenharia mostra como o trem consegue ser rápido e ao mesmo tempo confortável. Ele é todo lacrado, como um avião, e as portas são fechadas sob pressão.  

    Durante o percurso de uma viagem de ônibus, o sistema de ar condicionado manifestou problemas de funcionamento e foi desligado. Neste momento, a temperatura interna do ônibus T0 era 21º C e a temperatura externa TE era 30º C. A função que descreve a temperatura (em graus Celsius) no interior do ônibus em função de t, o tempo transcorrido, em horas, desde o desligamento do ar condicionado, é T(t) = (T0 - TE) . 10-0,25t + TE. O tempo gasto, a partir do momento em que o ar condicionado foi desligado para que a temperatura no interior do ônibus subisse 8º C é, aproximadamente:
    Dados: log 3 = 0,48
    Escolha uma alternativa para a questão b6ccdde1-b5
  • Matemática

    Matemática

    Trem-bala japonês tem conforto de avião e velocidade de carro de F1: O trem-bala funciona praticamente de forma automática. Quando o maquinista precisa falar algo, basta tocar na tela.

    Roberto Kovalick e Katsumi Suzuki, Tóquio (Bom Dia Brasil – 23/07/2010).

    Você já deve ter ouvido falar que o Brasil quer o trem-bala para ligar o Rio de Janeiro a São Paulo. Quem pega o trem no Japão, na França, na Inglaterra já sentiu a diferença. Não se ouve nada. É uma supermáquina. A aparência e a velocidade deram origem ao apelido.

    A eficiência e a pontualidade fizeram com que se transformasse em um símbolo do Japão, o primeiro país a ter um trem-bala. Cinco décadas atrás, os japoneses tinham um desafio semelhante ao do Brasil: organizar uma Olimpíada, a de 1964, e melhorar o tráfego entre as duas principais cidades, Tóquio e Osaka, que ficam a 400 quilômetros uma da outra, mais ou menos a mesma distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.

    Hoje, o Shinkansen, como o trem-bala é chamado, liga todas as principais cidades do país, transportando 336 milhões de passageiros por ano, o triplo da população do Japão. E, quando atrasa, a média é de 18 segundos. Ou seja, ninguém percebe.

    O chefe da engenharia mostra como o trem consegue ser rápido e ao mesmo tempo confortável. Ele é todo lacrado, como um avião, e as portas são fechadas sob pressão.  

    Em 1964 os trens da linha Tokaido/Sanyo Shinkansen que conecta Tóquio a Osaka já alcançavam 200 km/hora e hoje os trens de nova geração chegam a 300 km/hora. A diferença do tempo gasto no percurso de Tóquio a Osaka entre os trens de nova geração e o trem-bala de 1964, considerando em ambos a sua velocidade máxima, é: (Use as informações necessárias do texto acima.)
    Escolha uma alternativa para a questão b6c3708d-b5