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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 731 de 2.904

  • Linguagens

    Português


    Pá, pá, pá



    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2013, Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas


    VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201. 



    Com base no texto, responda à questão

    No texto 2, se o narrador continuasse sua fala a partir do enunciado “São palavras que...” (linhas 27-28), a oração seguinte seria classificada como: 
    Escolha uma alternativa para a questão c6f5fe5e-f6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2013, Sintaxe

    Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado. 


    Com base no texto, responda à questão

    Assinale a alternativa em que a relação de sentido estabelecida pela locução “Ou seja” (texto 1, linha 08) está corretamente indicada. 
    Escolha uma alternativa para a questão c6eb90ac-f6
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que a relação de sentido entre as orações do enunciado “Mesmo com as dificuldades verificáveis no cotidiano, certamente vale a pena aprender um novo idioma, mesmo depois da adolescência” está corretamente indicada.
    Escolha uma alternativa para a questão c6e8a176-f6
  • Linguagens

    Português

    No enunciado “Volta e meia, quando falava com brasileiros, ouvia o ‘pois é’” (texto 2, linhas 03-04), a expressão destacada é classificada como adjunto adverbial de:
    Escolha uma alternativa para a questão c6d88cda-f6
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que o vocábulo “mesmo” apresenta o sentido igual ao que se observa no enunciado “Eu insisto em ser feliz, mesmo que minhas condições me testem”. 
    Escolha uma alternativa para a questão c6d2d0d8-f6
  • Linguagens

    Português

    A palavra “lugares”:
    Escolha uma alternativa para a questão c6c9804c-f6
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo consonantal.
    Escolha uma alternativa para a questão c6c1a0fa-f6
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa cuja palavra apresenta número de letras distinto do número de fonemas, à maneira de “estrangeira”.
    Escolha uma alternativa para a questão c6beafd0-f6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2013, Figuras de Linguagem

    Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado. 


    Com base no texto, responda à questão

    Assinale a alternativa em que há equivalência entre o termo em destaque, conforme seu sentido no texto, e seu uso na frase ao lado.
    Escolha uma alternativa para a questão c694ee37-f6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2013, Interpretação de Textos

    Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado. 


    Com base no texto, responda à questão

    Assinale a alternativa que apresenta afirmação depreendida da leitura do texto quanto a por que vale a pena aprender um novo idioma.
    Escolha uma alternativa para a questão c6806957-f6
  • Ciências Humanas

    História

    A charge de Bira está relacionada ao conflito ideológico de dois governos de grande importância da nova república brasileira. De acordo com o contexto histórico apresentado assinale a alternativa incorreta.

    Imagem da questão de História, Faculdade Adventista da Bahia 2013, História do Brasil
    Escolha uma alternativa para a questão 715a77c3-f0
  • Matemática

    Matemática

    Leia o texto abaixo, extraído de uma notícia de um site da internet, em 4 de julho de 2013:


    “No período de 2000 a 2012, o preço das tarifas do transporte público urbano subiu mais do que a inflação que o preço dos combustíveis e dos automóveis, segundo nota técnica divulgada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) na manhã desta quinta-feira (4), em Brasília.”
    “O relatório compilou dados do IPCA (Índice Geral de Preços ao Consumidor) e preços das tarifas de ônibus de nove capitais brasileiras. Enquanto o IPCA teve alta de 125% no período de janeiro 2000 a dezembro 2012, as tarifas dos ônibus aumentaram 192%, 67 pontos percentuais acima da inflação.”
    Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/07/04/de-2000-a-2012-tarifas-de-onibus-sobem67-pontos-acima-inflacao-diz-ipea.htm


    Considerando a cidade de São Paulo, onde a tarifa de ônibus foi de R$ 1,40 para R$ 3,00 no período citado, esse aumento foi de:
    Escolha uma alternativa para a questão d025fe7f-ed
  • Ciências Humanas

    História

    Na segunda metade do século XX, o cenário político internacional favoreceu a independência das colônias africanas. Enfraquecidas após a II Guerra Mundial (1939- 1945), as potências europeias tinham dificuldade para fazer valer seu domínio na África. Após a independência, os países africanos herdaram as fronteiras impostas pelas potências coloniais, o que trouxe como consequência a:
    Fonte: Guia do Estudante. Atualidades. Dossiê África, o continente redescoberto. 1º semestre de 2010. Editora Abril. Adaptado
    Escolha uma alternativa para a questão cffaa3f2-ed
  • Ciências Humanas

    História

    A imagem ao lado, uma cartilha produzida em 1940, na Era Vargas, fazia parte dos instrumentos utilizados pelo Estado na divulgação de seus valores. O rádio, como instrumento de propaganda, também foi amplamente utilizado; a censura à produção artística, uma constante, era realizada pelo DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda).


    Imagem da questão de História, Faculdade Cásper Líbero 2013, Era Vargas – 1930-1954
    Fonte da imagem: http://www.flickr.com/ photos/28742271@N06/2680067492/sizes/z/ in/photostream/ Acessado em 25-09-2013


    Com base em seus conhecimentos a respeito do Estado Novo e na análise da imagem, podemos concluir que o governo, nesse período, assumia um caráter
    Escolha uma alternativa para a questão cff3560c-ed
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Eugênio Neves é um ilustrador brasileiro, gaúcho de Porto Alegre. Sua obra é marcada por críticas sociais contundentes. É dele a charge a seguir:


    Imagem da questão de Geografia, Faculdade Cásper Líbero 2013, Urbanização

    Fonte:http://poavive.files.wordpress.com/2011/01/charge_ eugenio_catador.jpg Acessado em 14-09-2013


    A análise da imagem permite concluir que, para Eugênio Neves:

    Escolha uma alternativa para a questão cfdfcb94-ed
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Muitas regras, poucos direitos

    Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
    Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
    Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
    Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
    O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
    Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
    Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
    Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  
    Assinale a opção em cuja frase a forma destacada tenha o mesmo sentido de “espoliar”, conforme empregado em “Desinstitucionalizar tal possibilidade de escolha seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas”:
    Escolha uma alternativa para a questão cfd9ec39-ed
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Muitas regras, poucos direitos

    Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
    Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
    Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
    Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
    O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
    Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
    Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
    Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  
    Quanto ao gênero do texto, trata-se de:
    Escolha uma alternativa para a questão cfceec1a-ed
  • Ciências da Natureza

    Química

    O poder calorífico do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), cuja combustão é praticamente completa, é cerca de 48 000 kJ/kg. Considere que a composição desse gás seja de 50% em massa de butano e 50% em massa de propano e que a entalpia de combustão completa do butano seja ΔH = – 3 000 kJ/mol. Com base nessas informações, pode-se estimar que a entalpia de combustão completa do propano, em kJ/mol, seja próxima de
    Escolha uma alternativa para a questão 25b89788-e9
  • Ciências da Natureza

    Química

    As cascas de ovos são constituídas principalmente por carbonato de cálcio. Quando postas em contato com soluções ácidas, como o vinagre, ocorre reação química que produz gás carbônico. Sabendo que o volume molar de gás nas CATP (Condições Ambiente de Temperatura e Pressão) é igual a 25 L/mol, calcula-se que, para cada grama de carbonato de cálcio que reage completamente, forma-se um volume, em L, de gás carbônico, medido nessas condições, igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 25b54483-e9
  • Matemática

    Matemática

    Sabe-se que x + 3, 4x + 2 e 6x + 3 são, nessa ordem, três termos consecutivos de uma Progressão Geométrica crescente e constituem as medidas dos lados de um triângulo escaleno. A medida do perímetro desse triângulo é, em u.c., igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 2593b4f1-e9