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58.062 questões encontradas. Mostrando a página 2045 de 2904.

  • FCE36DCD-AB

    História

    História Geral
    UFG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir:

    Napoleão voltara, e nenhuma notícia jamais deixara os governos da Europa tão apreensivos. Milhares de europeus seguiram avidamente esse rematado autocrata, acreditando que ele espalharia os ideais da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. Mais surpreendente era que o próprio Napoleão ainda acreditava ser um apóstolo da Revolução.

    WEIR, William. 50 batalhas que mudaram o mundo. São Paulo: M. Books, 2003. p. 320-321. (Adaptado).

    Ao retorno de Napoleão, após cerca de cem dias nos quais governou a França precariamente, seguiu-se a batalha de Waterloo, travada entre os franceses simpatizantes do Imperador e uma coalização formada por britânicos e prussianos. Estava em jogo no campo de batalha
    Escolha uma alternativa para a questão fce36dcd-ab
  • FB684D77-AB

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Alexandre encerrou os conflitos entre Oriente e Ocidente ao aniquilar o império dos persas, ao conquistar todo o território situado entre o deserto africano e a Índia, ao afirmar a supremacia da civilização grega sobre a cultura declinante dos povos asiáticos. Enfim, ao gerar o helenismo.

    DROYSEN, J. G. Alexandre: o grande. Rio de Janeiro: Contraponto, 2010. p. 37. (Adaptado).

    Ao cunhar o termo helenismo, a citação sintetiza um processo histórico associado
    Escolha uma alternativa para a questão fb684d77-ab
  • FA1C872A-AB

    Geografia

    Geografia Física
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    No Brasil, a ação do homem, no tocante à devastação da vegetação natural primitiva, iniciou-se com a colonização e é marcante [...] em grande parte do território nacional. A região Norte ainda mantém parte significativa de sua vegetação primitiva conservada, mas algumas áreas, como Rondônia, oeste de Tocantins e sul do Pará [...] são motivos de preocupação. [...]

    CALDEIRON, S. S. (Coord.). Recursos naturais e meio ambiente: uma visão do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE. 1992. p. 60. (Adaptado).

    Partindo da leitura do texto apresentado e do conhecimento da distribuição da vegetação primitiva no Brasil, predominam na região citada, as vegetações do tipo
    Escolha uma alternativa para a questão fa1c872a-ab
  • F751DD28-AB

    Geografia

    Geografia Física
    UFG · 2014Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Uma das soluções adequadas para se evitar a contaminação dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos, em áreas urbanas, é a coleta e a
    Escolha uma alternativa para a questão f751dd28-ab
  • F5F000EC-AB

    Geografia

    Geografia Física
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A precipitação pluvial é parte importante do ciclo hidrológico, participando da esculturação da superfície, constituindo-se também em fonte essencial de água doce no planeta. Um tipo específico de precipitação pluvial configura-se em chuvas de longa duração, com intensidades que variam de baixas a médias, as quais podem ser advindas do encontro entre massas de ar frio e de ar quente, por vezes causando episódios de inundação em algumas regiões do Brasil. Essas precipitações referem-se às chuvas
    Escolha uma alternativa para a questão f5f000ec-ab
  • F456FF68-AB

    Geografia

    Cartografia
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os mapas inseridos como figuras em textos de publicações digitais podem ser ampliados ou reduzidos durante a leitura desses textos. As dimensões lineares presentes nessa representação são quantificadas, quanto às suas respectivas dimensões reais, por meio da escala gráfica, pois tal mapa,
    Escolha uma alternativa para a questão f456ff68-ab
  • F1AD2A09-AB

    Geografia

    Geografia Física
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O relevo da superfície terrestre é formado por processos associados à dinâmica geológica externa e interna. Associados ao relevo, encontram-se expostos rochas e solos. Constituem exemplo da atuação da dinâmica geológica interna os processos
    Escolha uma alternativa para a questão f1ad2a09-ab
  • F0659714-AB

    Geografia

    Integração Regional
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Analise a figura a seguir, que representa o antigo território da Capitania de Goyaz.

    Imagem da questão de Geografia, UFG 2014, Integração Regional Comparando os limites territoriais da Capitania, representada na figura, com os limites atuais do estado de Goiás, estabelecidos em 1988, verifica-se que foram cedidos os seguintes territórios:
    Escolha uma alternativa para a questão f0659714-ab
  • EF14DB50-AB

    Geografia

    Industrialização
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Geografia, UFG 2014, Industrialização Com base nos dados da tabela de intenção de investi- mentos para Goiás em atividades industriais e de serviços, verifica-se que,no estado, há três tipos gerais de indústrias, cujas participações nos investimentos serão cerca de
    Escolha uma alternativa para a questão ef14db50-ab
  • ED1F0B26-AB

    Geografia

    Geografia Física
    UFG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Analise a figura a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, UFG 2014, Geografia Física A figura representa o ponto de vista a partir dos polos sul do Sol e da Terra (o eixo de rotação da Terra está inclinado). A partir da posição ocupada pela Terra no ponto A e do sentido do movimento em torno do Sol, o ponto
    Escolha uma alternativa para a questão ed1f0b26-ab
  • E468C671-AB

    Geografia

    Geografia Física
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Geografia, UFG 2014, Geografia Física A partir da comparação e de análise dos dois mapas, verifica-se que as relações na Faixa Centro são de
    Escolha uma alternativa para a questão e468c671-ab
  • D41FF49E-AB

    Matemática

    Geometria Plana
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A figura a seguir apresenta a configuração de um terreno pentagonal ABCDE, cujo perímetro mede 28 metros.

    Imagem da questão de Matemática, UFG 2014, Geometria Plana A área do terreno e o lado do triângulo ABE medem, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão d41ff49e-ab
  • D2DA5B50-AB

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    No enunciado “Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade”, faz-se uso do recurso:
    Escolha uma alternativa para a questão d2da5b50-ab
  • D16BF95C-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    A conclusão do texto é realizada com base na ideia de que
    Escolha uma alternativa para a questão d16bf95c-ab
  • CC5AD796-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    Relendo o terceiro parágrafo, como um todo, percebe- se que nele os argumentos apontam para a construção da imagem de um sujeito
    Escolha uma alternativa para a questão cc5ad796-ab
  • C3EF39E4-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    As ideias desenvolvidas ao longo do texto procuram
    Escolha uma alternativa para a questão c3ef39e4-ab
  • C052DBF1-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Interpretação de Textos

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    No enunciado “Cosplay pode ser coisa de nerd, mas é um luxo”, o uso do termo “mas” instaura uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão c052dbf1-ab
  • BF0ADF08-AB

    Português

    Gêneros Textuais
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Gêneros Textuais

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    O Texto 2 explora um recurso comum ao gênero discursivo a que ele pertence, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão bf0adf08-ab