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58.062 questões encontradas. Mostrando a página 2130 de 2904.
598FF3AD-42 No campo político, “o capitalismo transformado em sentido neoliberal minou as bases da democracia liberal representativa” e ocorre “ampla submissão da sociedade civil e do Estado à economia”, [...]. O processo de globalização é na essência um ataque às conquistas democráticas do século 19 e, sobretudo, do século 20. O objetivo exitoso da “grande contraofensiva neoliberal” era criar um sistema político-econômico livre de “interferências democráticas”.Disponível em: http://www.cartacapital.com.br. Acesso em: 09/12/2013 (adaptado).O texto defende um argumento bastante presente nas críticas ao neoliberalismo. Ele se baseia no fato do neoliberalismo5987584A-42 História
História GeralUFAL · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
O "Renascimento" é marcado pela redescoberta e revalorização das referências culturais da antiguidade clássica, que nortearam as mudanças deste período em direção a um ideal humanista e naturalista. O Homem Vitruviano encarna esses ideais de humanismo e classicismo, sendo considerado uma das mais importantes obras de
5982DFFD-42 Matemática
Estudo da RetaUFAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosO objetivo da Geometria Analítica (GA) é estudar entes geométricos, como retas e circunferências, por meio de métodos algébricos que envolvem equações e fórmulas. Por exemplo, a GA estuda uma reta por meio de sua equação, que é uma igualdade do tipo ax + by + c = 0, com a, b e c sendo números reais.
Dadas as afirmativas acerca do estudo analítico de retas.
I. As retas 2x + y – 3 = 0 e 4x + 2y – 1 = 0 são paralelas.
II. As retas x + 3y = 0 e 3x – y = 0 são perpendiculares.
III. A reta 2x – y + 4 = 0 não contém a origem dos eixos cartesianos.
Verifica-se que está(ão) correta(s)
597EA830-42 Matemática
Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e InequaçõesUFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosSe A, B e C são três conjuntos não vazios, f é uma função de A em B e g é uma função de B em C, a função composta das funções g e f é a função de A em C, representada por g o f, definida por (g o f)(x) = g(f(x)). Considere as funções de ℝ em ℝ definidas por f(x) = 2x – 1 e g(x) = x² – 1.A função composta das funções g e f é a função5979A057-42 Matemática
Geometria EspacialUFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosUm peso de papel, de madeira maciça, tem a forma de um prisma triangular regular de aresta da base igual a 4 cm e altura igual 10 cm. Adote √3 1,7.Quantos centímetros quadrados de película, aproximadamente, são necessários para revestir todo o peso de papel?596EB7DD-42 Matemática
Análise Combinatória em MatemáticaUFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritospalíndromo
pa.lín.dro.moadj+sm (pálin+dromo) Diz-se de verso ou frase que tem o mesmo sentido da esquerda para a direita ou ao contrário.
Disponível em: http://michaelis.uol.com.br. Acesso em: 13 nov. 2013 (adaptado).
Naturalmente, o conceito pode ser estendido para números inteiros: um número inteiro é palíndromo se ele é o mesmo lido da esquerda para a direita ou ao contrário. Por exemplo, 212 353 212 é palíndromo.
Quantos são os números palíndromos de cinco algarismos que possuem três algarismos distintos?
596AC1C3-42 Matemática
Geometria PlanaUFAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosA área coberta para apoio da piscina da casa do Sr. Agnelo foi projetada no fundo do terreno na forma de um triângulo retângulo de catetos AB = 12 m e AC = 5 m e hipotenusa BC = 13 m, como mostra a figura, desenhada sem escala.

Insatisfeito com a área disponível, o proprietário pediu ao arquiteto que, mantida a forma original, duplicasse o menor ângulo do triângulo, de modo que a área correspondesse ao triângulo BAD.
Se precisar, lembre que sen 2x = 2 . sen x . cos x, cos 2x = cos2 x – sen2 x.
Qual o aumento aproximado no menor cateto que atende à solicitação do Sr. Agnelo?
59670BAC-42 Matemática
Raciocínio LógicoUFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosO acesso aos terminais eletrônicos do banco em que o senhor e a senhora Euler têm conta conjunta é feito através de um código de acesso que consiste de um conjunto de três pares de letras que devem ser informados numa ordem pré-estabelecida. Como as letras do seu código eram todas anteriores à letra J, o casal associou algarismos a elas e memorizou seu código pelos números formados por cada par de algarismos. Por exemplo, se o código do casal fosse AB BA DC, ele teria sido memorizado pelos números 12, 21 e 43.
Certo dia, a senhora Euler recebeu um telefonema do seu esposo solicitando o código, uma vez que ele havia esquecido. Senhora Euler, precavida, enviou a seguinte mensagem: a soma dos três é igual a 84; o primeiro é o triplo do segundo; o segundo é a metade do terceiro.
O segundo par de letras do código de acesso do casal é594C9C64-42 Português
PontuaçãoUFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Os sinais de pontuação são marcações gráficas que servem para compor a coesão e a coerência textual. No enunciado da jovem garota, o ponto e vírgula foi empregado, uma vez que este sinal de pontuação indica
59410809-42 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)UFAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
O enunciado do cartaz acima traz as formas verbais no imperativo afirmativo. Como ficaria o mesmo enunciado, ao mudar o tempo verbal para o imperativo negativo?
593D0E01-42 Português
MorfologiaUFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
O romano da gravura parece estar em dúvida do valor do numeral romano MCDV cuja transcrição para o numeral cardinal é:
5938774A-42 Português
Figuras de LinguagemUFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Verifica-se na fala do cliente do banco a figura de linguagem
5933C01B-42 Português
Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosBICHO-CARPINTEIROHá mais de um século a expressão “ter (ou estar com) bicho-carpinteiro” significa “ser muito inquieto, não parar no lugar”. Faz pouco tempo, porém, os reformadores da fraseologia começaram a espalhar a seguinte tese fraudulenta: “O certo é ter bicho no corpo inteiro”. Errado. O dislate parte assumidamente da ignorância de um fato básico da língua: o de que existe uma criatura chamada bicho-carpinteiro. Segundo o Houaiss, ele é o nome popular e genérico de “diversas espécies de besouro, especialmente das famílias dos buprestídeos e cerambicídeos, que durante o estágio larvar brocam troncos e cascas de árvores”. Como se vê, a ideia da velha expressão é propor uma metáfora: a de que, como as árvores sob a casca, a pessoa irrequieta tem sob a pele as larvas desses insetos a se remexer constantemente, fazendo cócegas e não a deixando sossegada.Sobre palavras. Revista Veja. Edição 2.347/ Ano 46/ Nº 46. 13 nov. 2013.A impessoalidade que ocorre na forma verbal da oração “Há mais de um século [...]” é também percebida em592CD1F3-42 Português
Morfologia - PronomesUFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosOs canadenses descobriram que até nas universidades prolifera um tipo de leitor: o que lê bem e não entende. Estudo com 400 alunos da Universidade de Alberta mostrou um déficit de compreensão não detectado em 5% de toda a população. São pessoas que, quando investem numa leitura, esquecem o significado específico de uma passagem.Revista Língua Portuguesa. Ano 7. Nº 78. Abril de 2012 (fragmento).Os elementos linguísticos destacados no fragmento são, respectivamente,5926B813-42 Português
Interpretação de TextosUFAL · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
Ajude a personagem a conhecer o significado da palavra “recíproco”. Marque a alternativa cujo vocábulo corresponde ao termo “recíproco”.
591FD995-42 Português
Interpretação de TextosUFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Ao analisar o contexto e os termos do diálogo entre os personagens da tirinha, entende-se que a palavra
D525E9AA-96 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCEDERJ · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosWhy I took up the cello in my 60s
Michelle Hanson
Learning to play a musical instrument at any point in life is good for the brain. Who cares if I sound like a 'sick cow'?

It's exciting to know that I have done something right and rewarding – taking up the cello in my 60s. A new study from St. Andrew's University proves it. Taking up a musical instrument, even late in life, is good for the brain, and “can slow, stop, or even reverse, age or illness-related decline in mental functions". Hurrah!
My efforts have been rewarded, because starting the cello was a bit of a struggle, physically and mentally. Back then, my mother was alive, and rather critical: “You sound like a sick cow," she would cry out in a tormented way, but I persisted, joined an orchestra, and now here I am, with a bigger frontal cortex area than I might have otherwise had, and able to “adjust my behaviour more effectively in conflict-rich situations".
The more you practise the better, suggests the research. Good. It will spur me on, sick cow or not. Because I desperately need to keep my brain in order. Don't we all, if we're going to live to over 100? Last week I went for a walk with an old friend of mine and her dog. She is 92 and browned off.
“How are you?" I asked. “Fed up. I want to die." This was my mother's primary aim once she hit 96. “What do you want for your birthday?" we would ask. “To be dead!", she would say. No wonder. What else did life offer? At least my old friend could walk about. My mother could hardly walk, talk or eat.
If only they had played a musical instrument. You can do it sitting down, on your own, with friends, cheer yourself up, be in control, or wildly emotional. I cannot recommend it highly enough.
Fonte: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2013/sep/ 30/why-i-took-up-cello-in-60s
Glossário
took up: aprendi; struggle: luta/muito esforço; spur me on: encorajar/estimular; browned off: sem entusiasmo
Entre os adjetivos abaixo, retirados do texto, marque aquele que expressa o modo com que a autora avalia sua experiência de tocar o violoncelo:D51FFEF8-96 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCEDERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosWhy I took up the cello in my 60s
Michelle Hanson
Learning to play a musical instrument at any point in life is good for the brain. Who cares if I sound like a 'sick cow'?

It's exciting to know that I have done something right and rewarding – taking up the cello in my 60s. A new study from St. Andrew's University proves it. Taking up a musical instrument, even late in life, is good for the brain, and “can slow, stop, or even reverse, age or illness-related decline in mental functions". Hurrah!
My efforts have been rewarded, because starting the cello was a bit of a struggle, physically and mentally. Back then, my mother was alive, and rather critical: “You sound like a sick cow," she would cry out in a tormented way, but I persisted, joined an orchestra, and now here I am, with a bigger frontal cortex area than I might have otherwise had, and able to “adjust my behaviour more effectively in conflict-rich situations".
The more you practise the better, suggests the research. Good. It will spur me on, sick cow or not. Because I desperately need to keep my brain in order. Don't we all, if we're going to live to over 100? Last week I went for a walk with an old friend of mine and her dog. She is 92 and browned off.
“How are you?" I asked. “Fed up. I want to die." This was my mother's primary aim once she hit 96. “What do you want for your birthday?" we would ask. “To be dead!", she would say. No wonder. What else did life offer? At least my old friend could walk about. My mother could hardly walk, talk or eat.
If only they had played a musical instrument. You can do it sitting down, on your own, with friends, cheer yourself up, be in control, or wildly emotional. I cannot recommend it highly enough.
Fonte: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2013/sep/ 30/why-i-took-up-cello-in-60s
Glossário
took up: aprendi; struggle: luta/muito esforço; spur me on: encorajar/estimular; browned off: sem entusiasmo
O pronome “they" em “If only they had played a musical instrument" (parágrafo 5) se refereD5157BFA-96 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCEDERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosWhy I took up the cello in my 60s
Michelle Hanson
Learning to play a musical instrument at any point in life is good for the brain. Who cares if I sound like a 'sick cow'?

It's exciting to know that I have done something right and rewarding – taking up the cello in my 60s. A new study from St. Andrew's University proves it. Taking up a musical instrument, even late in life, is good for the brain, and “can slow, stop, or even reverse, age or illness-related decline in mental functions". Hurrah!
My efforts have been rewarded, because starting the cello was a bit of a struggle, physically and mentally. Back then, my mother was alive, and rather critical: “You sound like a sick cow," she would cry out in a tormented way, but I persisted, joined an orchestra, and now here I am, with a bigger frontal cortex area than I might have otherwise had, and able to “adjust my behaviour more effectively in conflict-rich situations".
The more you practise the better, suggests the research. Good. It will spur me on, sick cow or not. Because I desperately need to keep my brain in order. Don't we all, if we're going to live to over 100? Last week I went for a walk with an old friend of mine and her dog. She is 92 and browned off.
“How are you?" I asked. “Fed up. I want to die." This was my mother's primary aim once she hit 96. “What do you want for your birthday?" we would ask. “To be dead!", she would say. No wonder. What else did life offer? At least my old friend could walk about. My mother could hardly walk, talk or eat.
If only they had played a musical instrument. You can do it sitting down, on your own, with friends, cheer yourself up, be in control, or wildly emotional. I cannot recommend it highly enough.
Fonte: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2013/sep/ 30/why-i-took-up-cello-in-60s
Glossário
took up: aprendi; struggle: luta/muito esforço; spur me on: encorajar/estimular; browned off: sem entusiasmo
The author's mother's attitude concerning her taking up the cello was:D50FCF08-96 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCEDERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosWhy I took up the cello in my 60s
Michelle Hanson
Learning to play a musical instrument at any point in life is good for the brain. Who cares if I sound like a 'sick cow'?

It's exciting to know that I have done something right and rewarding – taking up the cello in my 60s. A new study from St. Andrew's University proves it. Taking up a musical instrument, even late in life, is good for the brain, and “can slow, stop, or even reverse, age or illness-related decline in mental functions". Hurrah!
My efforts have been rewarded, because starting the cello was a bit of a struggle, physically and mentally. Back then, my mother was alive, and rather critical: “You sound like a sick cow," she would cry out in a tormented way, but I persisted, joined an orchestra, and now here I am, with a bigger frontal cortex area than I might have otherwise had, and able to “adjust my behaviour more effectively in conflict-rich situations".
The more you practise the better, suggests the research. Good. It will spur me on, sick cow or not. Because I desperately need to keep my brain in order. Don't we all, if we're going to live to over 100? Last week I went for a walk with an old friend of mine and her dog. She is 92 and browned off.
“How are you?" I asked. “Fed up. I want to die." This was my mother's primary aim once she hit 96. “What do you want for your birthday?" we would ask. “To be dead!", she would say. No wonder. What else did life offer? At least my old friend could walk about. My mother could hardly walk, talk or eat.
If only they had played a musical instrument. You can do it sitting down, on your own, with friends, cheer yourself up, be in control, or wildly emotional. I cannot recommend it highly enough.
Fonte: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2013/sep/ 30/why-i-took-up-cello-in-60s
Glossário
took up: aprendi; struggle: luta/muito esforço; spur me on: encorajar/estimular; browned off: sem entusiasmo
Research carried out at St. Andrews University has shown that learning how to play a musical instrument can: