Trem-bala japonês tem conforto de avião e velocidade de carro de F1: O trem-bala funciona praticamente
de forma automática. Quando o maquinista precisa falar algo, basta tocar na tela.
Roberto Kovalick e Katsumi Suzuki, Tóquio (Bom Dia Brasil – 23/07/2010).
Você já deve ter ouvido falar que o Brasil quer o trem-bala para ligar o Rio de Janeiro a São Paulo. Quem pega o
trem no Japão, na França, na Inglaterra já sentiu a diferença. Não se ouve nada. É uma supermáquina.
A aparência e a velocidade deram origem ao apelido.
A eficiência e a pontualidade fizeram com que se
transformasse em um símbolo do Japão, o primeiro país a ter um trem-bala. Cinco décadas atrás, os japoneses
tinham um desafio semelhante ao do Brasil: organizar uma Olimpíada, a de 1964, e melhorar o tráfego entre as
duas principais cidades, Tóquio e Osaka, que ficam a 400 quilômetros uma da outra, mais ou menos a mesma
distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.
Hoje, o Shinkansen, como o trem-bala é chamado, liga todas as principais cidades do país, transportando 336
milhões de passageiros por ano, o triplo da população do Japão. E, quando atrasa, a média é de 18 segundos. Ou
seja, ninguém percebe.
O chefe da engenharia mostra como o trem consegue ser rápido e ao mesmo tempo confortável. Ele é todo lacrado,
como um avião, e as portas são fechadas sob pressão.
Durante o percurso de uma viagem de ônibus, o sistema de ar condicionado manifestou problemas de
funcionamento e foi desligado. Neste momento, a temperatura interna do ônibus T0 era 21º C e a temperatura
externa TE era 30º C. A função que descreve a temperatura (em graus Celsius) no interior do ônibus em função de
t, o tempo transcorrido, em horas, desde o desligamento do ar condicionado, é T(t) = (T0 - TE) . 10-0,25t + TE. O
tempo gasto, a partir do momento em que o ar condicionado foi desligado para que a temperatura no interior do
ônibus subisse 8º C é, aproximadamente:
Dados: log 3 = 0,48