Questões do ENEM 2011
Questões aplicadas na prova de 2011, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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1.313 questões encontradas. Mostrando a página 25 de 66.
499F12BC-B4 THE IMPORTANCE OF ENGLISHEnglish is not the most widely spoken language in the world in terms of the number of native speakers – there are many more Chinese speakers than native English speakers – but Chinese is spoken little outside Chinese communities, so English is the most widespread language in the world. It is difficult to estimate exactly how many English speakers there are, but according to one estimate there are more than 350,000,000 native speakers and more than 400,000,000 speakers as a second language (a language used in everyday life, even though it is not the native language) or foreign language (a language studied but not used much in everyday life).However, even these numbers do not really indicate how important English is as a world language, because less than fifteen per cent of the world population uses English. The importance of English is not just in how many people speak I but in what it is used for. English is the major language of news and information in the world. It is the language of business and government even in some countries where it is a minority language. It is the language of maritime communication and international air traffic control. American popular culture – primarily movies and music – carries the English throughout the world. (…) (p. 6).De acordo com o texto apresentado, podemos dizer que:The Internet TESl Journal, v. II, n. 4, April 1996.In English for All, Eliana/Maria Clara/Neuza, V. 1, Saraiva, São Paulo, 2010. p. 6.499A6F5D-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
Fonte: http://opcaodeescolha.blogspot.com/2011/05/criacao-do-homem-criacao-simbolisa-o.html. Acesso em: 24 set. 2011.
Na obra acima “A criação do homem” (1511) de Michelangelo Buonarroti (1475 – 1564), detalhe da pintura do teto da Capela Sistina no Vaticano, o artista utiliza elementos formais para explicitar o ideal antropocentrista do Renascimento, no qual o homem é tão importante quanto Deus. Para isto, ele:
49965DED-B4 Português
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de TextoIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTodas as cores que vemos são criadas a partir de combinações de cores básicas. O modelo de cor pigmento permite aos pintores criarem qualquer tipo de cor a partir da mistura das cores primárias:499219D6-B4 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEIF-TM · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
TEXTO II – Paradigma planetárioA globalização comporta um fenômeno mais profundo que o econômico-financeiro. Implica a inauguração de uma nova fase da história da Terra e da humanidade. O filósofo das ciências Thomas Kuhn e o físico quântico Fritjof Capra, para entendê-lo, introduziram no debate a questão da mudança de paradigma. Sim, estamos mudando de paradigma civilizacional. Com isso, queremos dizer: está nascendo outro tipo de percepção da realidade, com novos valores, novos sonhos, nova forma de organizar os conhecimentos, novo tipo de relação social, nova forma de dialogar com a natureza, novo modo de experimentar a Última Realidade e nova maneira de entender o ser humano no conjunto dos seres.Esse paradigma nascente nos obriga a operar progressivas travessias: importa passar da parte para o todo, do simples para o complexo, do local para o global, do nacional para o planetário, do planetário para o cósmico e do cósmico para o mistério e do mistério para Deus. A Terra não é simplesmente a adição do físico, do vital, do mental e do espiritual. Ela encerra todas essas dimensões articuladas entre si, formando um sistema complexo. Isso nos permite perceber que todos somos interdependentes. O destino comum foi globalizado. Agora ou cuidamos da humanidade e do planeta Terra ou não teremos mais futuro algum. Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais; podíamos usar da água como quiséssemos, sem consciência de sua extrema escassez; podíamos ter filhos quantos desejássemos, sem temer a superpopulação; podíamos fazer guerras sem medo de uma catástrofe completa para a biosfera e para o futuro da espécie humana. Não nos é mais permitido pensar e viver como antes. Temos de mudar como condição de nossa sobrevivência na biosfera.Para a consolidação desse novo paradigma é importante superar o fundamentalismo da cultura ocidental, hoje mundializada, que pretende deter a única visão das coisas, válida para todos. A realidade, no entanto, desborda de todas as representações, pois está cheia de infindas virtualidades que podem se realizar sob outras formas, não ocidentais.O efeito final será uma Terra multicivilizacional, colorida por todo tipo de culturas, de modos de produção, de símbolos e de caminhos espirituais, todos eles acolhidos como legítima expressão do humano, com direito de cidadania na grande confederação das tribos e dos povos da Terra.As palavras iluminadas do ex-presidente da República Checa Vaclav Havel nos desafiam: “A tarefa política central nos próximos anos será a criação de um novo modelo de coexistência entre as diversas culturas, povos, etnias e religiões, formando uma só civilização interconectada”.Adaptado de Leonardo Boff – Disponível em:< http://jbonline.terra.com.br/> Acesso em: 8 out. 2011.
Na frase “Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais”, a palavra grifada expressa uma ideia de:498DBA8A-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
TEXTO II – Paradigma planetárioA globalização comporta um fenômeno mais profundo que o econômico-financeiro. Implica a inauguração de uma nova fase da história da Terra e da humanidade. O filósofo das ciências Thomas Kuhn e o físico quântico Fritjof Capra, para entendê-lo, introduziram no debate a questão da mudança de paradigma. Sim, estamos mudando de paradigma civilizacional. Com isso, queremos dizer: está nascendo outro tipo de percepção da realidade, com novos valores, novos sonhos, nova forma de organizar os conhecimentos, novo tipo de relação social, nova forma de dialogar com a natureza, novo modo de experimentar a Última Realidade e nova maneira de entender o ser humano no conjunto dos seres.Esse paradigma nascente nos obriga a operar progressivas travessias: importa passar da parte para o todo, do simples para o complexo, do local para o global, do nacional para o planetário, do planetário para o cósmico e do cósmico para o mistério e do mistério para Deus. A Terra não é simplesmente a adição do físico, do vital, do mental e do espiritual. Ela encerra todas essas dimensões articuladas entre si, formando um sistema complexo. Isso nos permite perceber que todos somos interdependentes. O destino comum foi globalizado. Agora ou cuidamos da humanidade e do planeta Terra ou não teremos mais futuro algum. Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais; podíamos usar da água como quiséssemos, sem consciência de sua extrema escassez; podíamos ter filhos quantos desejássemos, sem temer a superpopulação; podíamos fazer guerras sem medo de uma catástrofe completa para a biosfera e para o futuro da espécie humana. Não nos é mais permitido pensar e viver como antes. Temos de mudar como condição de nossa sobrevivência na biosfera.Para a consolidação desse novo paradigma é importante superar o fundamentalismo da cultura ocidental, hoje mundializada, que pretende deter a única visão das coisas, válida para todos. A realidade, no entanto, desborda de todas as representações, pois está cheia de infindas virtualidades que podem se realizar sob outras formas, não ocidentais.O efeito final será uma Terra multicivilizacional, colorida por todo tipo de culturas, de modos de produção, de símbolos e de caminhos espirituais, todos eles acolhidos como legítima expressão do humano, com direito de cidadania na grande confederação das tribos e dos povos da Terra.As palavras iluminadas do ex-presidente da República Checa Vaclav Havel nos desafiam: “A tarefa política central nos próximos anos será a criação de um novo modelo de coexistência entre as diversas culturas, povos, etnias e religiões, formando uma só civilização interconectada”.O novo paradigma tematizado no texto II evidencia:Adaptado de Leonardo Boff – Disponível em:< http://jbonline.terra.com.br/> Acesso em: 8 out. 2011.
49897892-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
TEXTO II – Paradigma planetárioA globalização comporta um fenômeno mais profundo que o econômico-financeiro. Implica a inauguração de uma nova fase da história da Terra e da humanidade. O filósofo das ciências Thomas Kuhn e o físico quântico Fritjof Capra, para entendê-lo, introduziram no debate a questão da mudança de paradigma. Sim, estamos mudando de paradigma civilizacional. Com isso, queremos dizer: está nascendo outro tipo de percepção da realidade, com novos valores, novos sonhos, nova forma de organizar os conhecimentos, novo tipo de relação social, nova forma de dialogar com a natureza, novo modo de experimentar a Última Realidade e nova maneira de entender o ser humano no conjunto dos seres.Esse paradigma nascente nos obriga a operar progressivas travessias: importa passar da parte para o todo, do simples para o complexo, do local para o global, do nacional para o planetário, do planetário para o cósmico e do cósmico para o mistério e do mistério para Deus. A Terra não é simplesmente a adição do físico, do vital, do mental e do espiritual. Ela encerra todas essas dimensões articuladas entre si, formando um sistema complexo. Isso nos permite perceber que todos somos interdependentes. O destino comum foi globalizado. Agora ou cuidamos da humanidade e do planeta Terra ou não teremos mais futuro algum. Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais; podíamos usar da água como quiséssemos, sem consciência de sua extrema escassez; podíamos ter filhos quantos desejássemos, sem temer a superpopulação; podíamos fazer guerras sem medo de uma catástrofe completa para a biosfera e para o futuro da espécie humana. Não nos é mais permitido pensar e viver como antes. Temos de mudar como condição de nossa sobrevivência na biosfera.Para a consolidação desse novo paradigma é importante superar o fundamentalismo da cultura ocidental, hoje mundializada, que pretende deter a única visão das coisas, válida para todos. A realidade, no entanto, desborda de todas as representações, pois está cheia de infindas virtualidades que podem se realizar sob outras formas, não ocidentais.O efeito final será uma Terra multicivilizacional, colorida por todo tipo de culturas, de modos de produção, de símbolos e de caminhos espirituais, todos eles acolhidos como legítima expressão do humano, com direito de cidadania na grande confederação das tribos e dos povos da Terra.As palavras iluminadas do ex-presidente da República Checa Vaclav Havel nos desafiam: “A tarefa política central nos próximos anos será a criação de um novo modelo de coexistência entre as diversas culturas, povos, etnias e religiões, formando uma só civilização interconectada”.Adaptado de Leonardo Boff – Disponível em:< http://jbonline.terra.com.br/> Acesso em: 8 out. 2011.
Com base no texto I e em seus conhecimentos sobre globalização e meio ambiente, analise as afirmativas a seguir.
I - A globalização estimulou os países a se desenvolverem sem se preocupar com as gerações futuras.
II - A figura nos mostra a falta de preparo dos países em relação ao desenvolvimento, visto que cada um só se preocupa com seu próprio crescimento, questão própria da globalização.
III - A questão agrícola não é preponderante sobre a devastação ambiental seja nos países desenvolvidos como naqueles em desenvolvimento.
IV - O homem, como ser racional, percebe na questão socioambiental a resolução dos problemas ambientais, decorrente do saber científico globalizado imposto aos países desenvolvidos.
Estão corretas apenas as afirmativas:
4985BAE1-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I
“A questão ambiental também vem assumindo novos contornos com o processo de globalização econômica. Constata-se um duplo movimento: por um lado, a dissolução das fronteiras políticas ao desenvolvimento do capitalismo (mercado global e desregulamentado) e, por outro, a emergência de “novas” fronteiras ecológicas e ambientais que não podem ser desconsideradas em longo prazo, por este modo de produção. Esta situação lança desafios à questão democrática, particularmente no caso brasileiro, país profundamente marcado por uma cultura política autoritária, que impediu a sedimentação de uma experiência democrática e o exercício da cidadania de forma plena.” (REIS, 2005)
Disponível em <http://www.contemporanea.uerj.br/pdf/ed_04/contemporanea_n04_15_HeloizaBeatriz.pdf>Acesoem: 1 out. 2011.
TEXTO II

Em relação aos textos, pode-se afirmar que:
49806D79-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosAnalisando a charge de Millôr e a linguagem subliminar, pode-se afirmar que:

Disponível em< http://www.uol.com.br/millor> Acesso em: 1 out. 2011.
497B5043-B4 Português
Figuras de LinguagemIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosA respeito da obra “Os espiões”, de Luis Fernando Veríssimo, assinale com verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmação a seguir.( ) O foco narrativo é em terceira pessoa e o narrador é um bêbado, fracassado e frustrado com sua condição de editor.( ) Pode-se considerar a obra uma paródia da história da Mitologia Grega sobre Minotauro e Ariadne.( ) A trama é repleta de metáforas formada a partir da trama de Teseu e Ariadne ao contrário.( ) Na referida obra o pai de Ariadne conheceu o pintor De Chirico, que desenvolveu o tema Ariadne baseado na leitura de Nietzsche.( ) Marcito, autor do livro “Astrologia e Amor”, foi o espião maior na obra para desvendar a história de Ariadne e salvá-la do labirinto em que se encontrava com seu Teseu.A alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo, é:
49773BFC-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
Morte e Vida Severina – Chico Buarque
Esta cova em que estás, com palmos medida
É a conta menor que tiraste em vida
É de bom tamanho, nem largo, nem fundo
É a parte que te cabe deste latifúndio
Não é cova grande, é cova medida
É a terra que querias ver dividida
É uma cova grande pra teu pouco defunto
Mas estarás mais ancho que estavas no mundo
É uma cova grande pra teu defunto parco
Porém mais que no mundo, te sentirás largo
É uma cova grande pra tua carne pouca
Mas à terra dada não se abre a boca
É a conta menor que tiraste em vida
É a parte que te cabe deste latifúndio
(É a terra que querias ver dividida)
Estarás mais ancho que estavas no mundo
Mas à terra dada não se abre a boca
Comparando painel de Cândido Portinari e a música baseada no fragmento do livro de João Cabral de Melo Neto, pode-se concluir que:
4973CE61-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento do livro Morte e Vida Severina, e responda o que se pede.E não há melhor respostaque o espetáculo da vida:vê-la desfiar seu fio,que também se chama vida,ver a fábrica que ela mesma,teimosamente, se fabrica,vê-la brotar como há poucoem nova vida explodida;mesmo quando é assim pequenaa explosão, como a ocorrida;mesmo quando é uma explosãocomo a de há pouco, franzina;mesmo quando é a explosãode uma vida severina.Tendo o contexto em que ocorre o Auto pernambucano, de João Cabral de Melo Neto, o significado da palavra severina utilizada no último verso é:
49702EEE-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosOs comentários abaixo se referem ao livro Capitães da Areia, obra modernista pertencente aos romances de 30.I- Pode-se dizer que o título dado ao romance de Jorge Amado possui sentido metafórico, visto que os capitães são da areia em que o quartel-general é em um trapiche.II- O foco narrativo no romance é visto através de um narrador que se configura como um autêntico demiurgo que conhece todos os acontecimentos na sua trama profunda e todos os pormenores da trama.III- A história é construída coletivamente tendo, como pano de fundo, o bando de menores abandonados à sorte nos orfanatos da cidade de Salvador.IV- O tempo é cronológico, pois há nítida ordenação dos acontecimentos, numa sequência rigorosa de passado e presente. O narrador utiliza-se de um jogo entre o verbo no presente do indicativo e no pretérito perfeito para demarcar as dimensões temporais ocorridas na trama.V- O livro é dividido em duas partes: “Sob a lua, num velho trapiche abandonado” e “Noite da Grande Paz, da Grande Paz dos teus olhos” intercalado por depoimentos e reportagens sobre os meninos abandonados.A análise das afirmativas nos permite afirmar corretamente que:4967D9F1-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosCapitães da Areia pertence à primeira fase da obra de Jorge Amado, mas o cenário escolhido é o urbano. Atente para os nomes dos personagens do livro colocados na coluna esquerda e relacione-os com os comentários da coluna à direita.1. Professor2. Volta Seca3. João Grande4. Pirulito5. Pedro Bala( ) “É um caboclo forte (mistura de branco com índio), proveniente do sertão, tem em comum com ele a ânsia de vingança, originária de uma infância sem amor.”( ) “Magro e muito alto, uma cara seca, meio amarelada, os olhos encovados e fundos, a boca rasgada e pouco risonha, é muito religioso e tem como sonho transformar-se num sacerdote.”( ) “Era muito mais ativo, sabia planejar os trabalhos, sabia tratar com os outros, trazia nos olhos e na voz a autoridade de chefe.”( ) “Aquele saber, aquela vocação para contar histórias, fizera-o respeitado entre os Capitães da areia, se bem fosse franzino, magro e triste.”
( ) “É valente, generoso, mas se diferencia de seu líder porque é mais forte e não tem o sentido da liderança.”
15E87FE0-B4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
SCHULZ. Peanuts. Speak up. São Paulo: Peixes, 2006. p. 49.
In the 4th picture Charlie Brown is15D8F439-B4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO:Japanese garbage island moves towards US
LOBEL, Mark. Disponível em:<www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2011/04/110411_witn_floating_debris_page.shtml>. Acesso em: 4 jun. 2010.Fill in the parentheses with T (True) or F (False).It’s stated in the text:( ) A negligible amount of rubbish has been produced by the Japanese earthquake and tsunami disasters.( ) The island of debris is expected to reach the west coast of America in about three years.( ) The American Navy thinks that the island of floating objects is not powerful enough to affect large boats.( ) The most dangerous island of debris is over a hundred kilometers long.According to the text, the correct sequence, from top to bottom, is
15C12C14-B4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO:TEXTO: Germany to invest in more electric cars
EVANS, Stephen. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2011/05/110518_witn_electric_cars_page.shtml>. Acesso em: 2 jun. 2011.There are _________electric vehicles registered on German roads at present.According to the text, the alternative that suitably completes this sentence is
159D69E4-B4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO:

OXENDEN, Clive; LATHAM-KOENIG, Christina American English File, MultiPack 4A, 2010. p.51
Mr. Green did not resist the burglar because he156946EB-B4 Português
Análise sintáticaUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO:
O equívoco de uma nova lei de imprensa


SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em: <http://interessenacional.uol.com.br/artigos-integra.asp?cd_artigo=41>. Acesso em: maio 2011. Adaptado.
Tem valor restritivo a expressão presente na alternativa1566134C-B4 Português
Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)Universidade Estadual de Feira de Santana · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO:
O equívoco de uma nova lei de imprensa


SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em: <http://interessenacional.uol.com.br/artigos-integra.asp?cd_artigo=41>. Acesso em: maio 2011. Adaptado.
Sobre os recursos linguísticos que compõem o primeiro parágrafo do texto, está correto o que se afirma em
9198A77A-B4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO:BlackBerry announces iPad rival29 September 2010
GREGORY, Mark. BlackBerry announces iPad rival. Disponível em:<www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2010/09/100929_with_blackberry_page.shtml>.Acesso em: 2 dez. 2010.“the kind of people who already buy Blackberry phones.” (l. 8)The pronoun “who”, in this sentence, can be correctly replaced by