Questões do ENEM 2016

Questões aplicadas na prova de 2016, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

4.687 questões encontradas. Mostrando a página 65 de 235.

  • 08F7184E-DA

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o soneto“A uma dama dormindo junto a uma fonte”, do poeta barroco Gregório de Matos (1636-1696), para responder a questão.

    À margem de uma fonte, que corria, 
    Lira doce dos pássaros cantores 
    A bela ocasião das minhas dores 
    Dormindo estava ao despertar do dia.

    Mas como dorme Sílvia, não vestia 
    O céu seus horizontes de mil cores; 
    Dominava o silêncio entre as flores, 
    Calava o mar, e rio não se ouvia.

    Não dão o parabém à nova Aurora 
    Flores canoras, pássaros fragrantes, 
    Nem seu âmbar respira a rica Flora.

    Porém abrindo Sílvia os dois diamantes, 
    Tudo a Sílvia festeja, tudo adora 
    Aves cheirosas, flores ressonantes.

                                                                    (Poemas escolhidos, 2010.)
    Assinale a alternativa em que o trecho do soneto está reescrito em ordem direta, sem alteração do seu sentido original.
    Escolha uma alternativa para a questão 08f7184e-da
  • 08E8F545-DA

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de Raízes do Brasil, do historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), para responder à questão.

        A tentativa de implantação da cultura europeia em extenso território, dotado de condições naturais, se não adversas, largamente estranhas à sua tradição milenar, é, nas origens da sociedade brasileira, o fato dominante e mais rico em consequências. Trazendo de países distantes nossas formas de convívio, nossas instituições, nossas ideias, e timbrando em manter tudo isso em ambiente muitas vezes desfavorável e hostil, somos ainda hoje uns desterrados em nossa terra. Podemos construir obras excelentes, enriquecer nossa humanidade de aspectos novos e imprevistos, elevar à perfeição o tipo de civilização que representamos: o certo é que todo o fruto de nosso trabalho ou de nossa preguiça parece participar de um sistema de evolução próprio de outro clima e de outra paisagem.
        Assim, antes de perguntar até que ponto poderá alcançar bom êxito a tentativa, caberia averiguar até onde temos podido representar aquelas formas de convívio, instituições e ideias de que somos herdeiros.
        É significativa, em primeiro lugar, a circunstância de termos recebido a herança através de uma nação ibérica. A Espanha e Portugal são, com a Rússia e os países balcânicos (e em certo sentido também a Inglaterra), um dos territórios- -ponte pelos quais a Europa se comunica com os outros mundos. Assim, eles constituem uma zona fronteiriça, de transição, menos carregada, em alguns casos, desse europeísmo que, não obstante, mantêm como um patrimônio necessário.
        Foi a partir da época dos grandes descobrimentos marítimos que os dois países entraram mais decididamente no coro europeu. Esse ingresso tardio deveria repercutir intensamente em seus destinos, determinando muitos aspectos peculiares de sua história e de sua formação espiritual. Surgiu, assim, um tipo de sociedade que se desenvolveria, em alguns sentidos, quase à margem das congêneres europeias, e sem delas receber qualquer incitamento que já não trouxesse em germe.
        Quais os fundamentos em que assentam de preferência as formas de vida social nessa região indecisa entre a Europa e a África, que se estende dos Pireneus a Gibraltar? Como explicar muitas daquelas formas, sem recorrer a indicações mais ou menos vagas e que jamais nos conduziriam a uma estrita objetividade?
        Precisamente a comparação entre elas e as da Europa de além-Pireneus faz ressaltar uma característica bem peculiar à gente da península Ibérica, uma característica que ela está longe de partilhar, pelo menos na mesma intensidade, com qualquer de seus vizinhos do continente. É que nenhum desses vizinhos soube desenvolver a tal extremo essa cultura da personalidade, que parece constituir o traço mais decisivo na evolução da gente hispânica, desde tempos imemoriais. Pode dizer-se, realmente, que pela importância particular que atribuem ao valor próprio da pessoa humana, à autonomia de cada um dos homens em relação aos semelhantes no tempo e no espaço, devem os espanhóis e portugueses muito de sua originalidade nacional. [...]
        É dela que resulta largamente a singular tibieza das formas de organização, de todas as associações que impliquem solidariedade e ordenação entre esses povos. Em terra onde todos são barões não é possível acordo coletivo durável, a não ser por uma força exterior respeitável e temida.

    (Raízes do Brasil, 2000.)

    Em “É dela que resulta largamente a singular tibieza das formas de organização, de todas as associações que impliquem solidariedade e ordenação entre esses povos.” (7° parágrafo), o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por
    Escolha uma alternativa para a questão 08e8f545-da
  • 08E5D542-DA

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNIFESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de Raízes do Brasil, do historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), para responder à questão.

        A tentativa de implantação da cultura europeia em extenso território, dotado de condições naturais, se não adversas, largamente estranhas à sua tradição milenar, é, nas origens da sociedade brasileira, o fato dominante e mais rico em consequências. Trazendo de países distantes nossas formas de convívio, nossas instituições, nossas ideias, e timbrando em manter tudo isso em ambiente muitas vezes desfavorável e hostil, somos ainda hoje uns desterrados em nossa terra. Podemos construir obras excelentes, enriquecer nossa humanidade de aspectos novos e imprevistos, elevar à perfeição o tipo de civilização que representamos: o certo é que todo o fruto de nosso trabalho ou de nossa preguiça parece participar de um sistema de evolução próprio de outro clima e de outra paisagem.
        Assim, antes de perguntar até que ponto poderá alcançar bom êxito a tentativa, caberia averiguar até onde temos podido representar aquelas formas de convívio, instituições e ideias de que somos herdeiros.
        É significativa, em primeiro lugar, a circunstância de termos recebido a herança através de uma nação ibérica. A Espanha e Portugal são, com a Rússia e os países balcânicos (e em certo sentido também a Inglaterra), um dos territórios- -ponte pelos quais a Europa se comunica com os outros mundos. Assim, eles constituem uma zona fronteiriça, de transição, menos carregada, em alguns casos, desse europeísmo que, não obstante, mantêm como um patrimônio necessário.
        Foi a partir da época dos grandes descobrimentos marítimos que os dois países entraram mais decididamente no coro europeu. Esse ingresso tardio deveria repercutir intensamente em seus destinos, determinando muitos aspectos peculiares de sua história e de sua formação espiritual. Surgiu, assim, um tipo de sociedade que se desenvolveria, em alguns sentidos, quase à margem das congêneres europeias, e sem delas receber qualquer incitamento que já não trouxesse em germe.
        Quais os fundamentos em que assentam de preferência as formas de vida social nessa região indecisa entre a Europa e a África, que se estende dos Pireneus a Gibraltar? Como explicar muitas daquelas formas, sem recorrer a indicações mais ou menos vagas e que jamais nos conduziriam a uma estrita objetividade?
        Precisamente a comparação entre elas e as da Europa de além-Pireneus faz ressaltar uma característica bem peculiar à gente da península Ibérica, uma característica que ela está longe de partilhar, pelo menos na mesma intensidade, com qualquer de seus vizinhos do continente. É que nenhum desses vizinhos soube desenvolver a tal extremo essa cultura da personalidade, que parece constituir o traço mais decisivo na evolução da gente hispânica, desde tempos imemoriais. Pode dizer-se, realmente, que pela importância particular que atribuem ao valor próprio da pessoa humana, à autonomia de cada um dos homens em relação aos semelhantes no tempo e no espaço, devem os espanhóis e portugueses muito de sua originalidade nacional. [...]
        É dela que resulta largamente a singular tibieza das formas de organização, de todas as associações que impliquem solidariedade e ordenação entre esses povos. Em terra onde todos são barões não é possível acordo coletivo durável, a não ser por uma força exterior respeitável e temida.

    (Raízes do Brasil, 2000.)

    O Dicionário Houaiss de língua portuguesa define “elipse” como “supressão, num enunciado, de um termo que pode ser facilmente subentendido pelo contexto linguístico”. Verifica-se a ocorrência desse recurso em:
    Escolha uma alternativa para a questão 08e5d542-da
  • 08E272FE-DA

    Português

    Sintaxe
    UNIFESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de Raízes do Brasil, do historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), para responder à questão.

        A tentativa de implantação da cultura europeia em extenso território, dotado de condições naturais, se não adversas, largamente estranhas à sua tradição milenar, é, nas origens da sociedade brasileira, o fato dominante e mais rico em consequências. Trazendo de países distantes nossas formas de convívio, nossas instituições, nossas ideias, e timbrando em manter tudo isso em ambiente muitas vezes desfavorável e hostil, somos ainda hoje uns desterrados em nossa terra. Podemos construir obras excelentes, enriquecer nossa humanidade de aspectos novos e imprevistos, elevar à perfeição o tipo de civilização que representamos: o certo é que todo o fruto de nosso trabalho ou de nossa preguiça parece participar de um sistema de evolução próprio de outro clima e de outra paisagem.
        Assim, antes de perguntar até que ponto poderá alcançar bom êxito a tentativa, caberia averiguar até onde temos podido representar aquelas formas de convívio, instituições e ideias de que somos herdeiros.
        É significativa, em primeiro lugar, a circunstância de termos recebido a herança através de uma nação ibérica. A Espanha e Portugal são, com a Rússia e os países balcânicos (e em certo sentido também a Inglaterra), um dos territórios- -ponte pelos quais a Europa se comunica com os outros mundos. Assim, eles constituem uma zona fronteiriça, de transição, menos carregada, em alguns casos, desse europeísmo que, não obstante, mantêm como um patrimônio necessário.
        Foi a partir da época dos grandes descobrimentos marítimos que os dois países entraram mais decididamente no coro europeu. Esse ingresso tardio deveria repercutir intensamente em seus destinos, determinando muitos aspectos peculiares de sua história e de sua formação espiritual. Surgiu, assim, um tipo de sociedade que se desenvolveria, em alguns sentidos, quase à margem das congêneres europeias, e sem delas receber qualquer incitamento que já não trouxesse em germe.
        Quais os fundamentos em que assentam de preferência as formas de vida social nessa região indecisa entre a Europa e a África, que se estende dos Pireneus a Gibraltar? Como explicar muitas daquelas formas, sem recorrer a indicações mais ou menos vagas e que jamais nos conduziriam a uma estrita objetividade?
        Precisamente a comparação entre elas e as da Europa de além-Pireneus faz ressaltar uma característica bem peculiar à gente da península Ibérica, uma característica que ela está longe de partilhar, pelo menos na mesma intensidade, com qualquer de seus vizinhos do continente. É que nenhum desses vizinhos soube desenvolver a tal extremo essa cultura da personalidade, que parece constituir o traço mais decisivo na evolução da gente hispânica, desde tempos imemoriais. Pode dizer-se, realmente, que pela importância particular que atribuem ao valor próprio da pessoa humana, à autonomia de cada um dos homens em relação aos semelhantes no tempo e no espaço, devem os espanhóis e portugueses muito de sua originalidade nacional. [...]
        É dela que resulta largamente a singular tibieza das formas de organização, de todas as associações que impliquem solidariedade e ordenação entre esses povos. Em terra onde todos são barões não é possível acordo coletivo durável, a não ser por uma força exterior respeitável e temida.

    (Raízes do Brasil, 2000.)

    Em “Assim, eles constituem uma zona fronteiriça, de transição, menos carregada, em alguns casos, desse europeísmo que, não obstante, mantêm como um patrimônio necessário.” (3o parágrafo), a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, por
    Escolha uma alternativa para a questão 08e272fe-da
  • 08DB2851-DA

    Português

    Análise sintática
    UNIFESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de Raízes do Brasil, do historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), para responder à questão.

        A tentativa de implantação da cultura europeia em extenso território, dotado de condições naturais, se não adversas, largamente estranhas à sua tradição milenar, é, nas origens da sociedade brasileira, o fato dominante e mais rico em consequências. Trazendo de países distantes nossas formas de convívio, nossas instituições, nossas ideias, e timbrando em manter tudo isso em ambiente muitas vezes desfavorável e hostil, somos ainda hoje uns desterrados em nossa terra. Podemos construir obras excelentes, enriquecer nossa humanidade de aspectos novos e imprevistos, elevar à perfeição o tipo de civilização que representamos: o certo é que todo o fruto de nosso trabalho ou de nossa preguiça parece participar de um sistema de evolução próprio de outro clima e de outra paisagem.
        Assim, antes de perguntar até que ponto poderá alcançar bom êxito a tentativa, caberia averiguar até onde temos podido representar aquelas formas de convívio, instituições e ideias de que somos herdeiros.
        É significativa, em primeiro lugar, a circunstância de termos recebido a herança através de uma nação ibérica. A Espanha e Portugal são, com a Rússia e os países balcânicos (e em certo sentido também a Inglaterra), um dos territórios- -ponte pelos quais a Europa se comunica com os outros mundos. Assim, eles constituem uma zona fronteiriça, de transição, menos carregada, em alguns casos, desse europeísmo que, não obstante, mantêm como um patrimônio necessário.
        Foi a partir da época dos grandes descobrimentos marítimos que os dois países entraram mais decididamente no coro europeu. Esse ingresso tardio deveria repercutir intensamente em seus destinos, determinando muitos aspectos peculiares de sua história e de sua formação espiritual. Surgiu, assim, um tipo de sociedade que se desenvolveria, em alguns sentidos, quase à margem das congêneres europeias, e sem delas receber qualquer incitamento que já não trouxesse em germe.
        Quais os fundamentos em que assentam de preferência as formas de vida social nessa região indecisa entre a Europa e a África, que se estende dos Pireneus a Gibraltar? Como explicar muitas daquelas formas, sem recorrer a indicações mais ou menos vagas e que jamais nos conduziriam a uma estrita objetividade?
        Precisamente a comparação entre elas e as da Europa de além-Pireneus faz ressaltar uma característica bem peculiar à gente da península Ibérica, uma característica que ela está longe de partilhar, pelo menos na mesma intensidade, com qualquer de seus vizinhos do continente. É que nenhum desses vizinhos soube desenvolver a tal extremo essa cultura da personalidade, que parece constituir o traço mais decisivo na evolução da gente hispânica, desde tempos imemoriais. Pode dizer-se, realmente, que pela importância particular que atribuem ao valor próprio da pessoa humana, à autonomia de cada um dos homens em relação aos semelhantes no tempo e no espaço, devem os espanhóis e portugueses muito de sua originalidade nacional. [...]
        É dela que resulta largamente a singular tibieza das formas de organização, de todas as associações que impliquem solidariedade e ordenação entre esses povos. Em terra onde todos são barões não é possível acordo coletivo durável, a não ser por uma força exterior respeitável e temida.

    (Raízes do Brasil, 2000.)

    Em “Podemos [...] elevar à perfeição o tipo de civilização que representamos” (1° parágrafo), o termo em destaque exerce a mesma função sintática do trecho destacado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 08db2851-da
  • 08D82465-DA

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNIFESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de Raízes do Brasil, do historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), para responder à questão.

        A tentativa de implantação da cultura europeia em extenso território, dotado de condições naturais, se não adversas, largamente estranhas à sua tradição milenar, é, nas origens da sociedade brasileira, o fato dominante e mais rico em consequências. Trazendo de países distantes nossas formas de convívio, nossas instituições, nossas ideias, e timbrando em manter tudo isso em ambiente muitas vezes desfavorável e hostil, somos ainda hoje uns desterrados em nossa terra. Podemos construir obras excelentes, enriquecer nossa humanidade de aspectos novos e imprevistos, elevar à perfeição o tipo de civilização que representamos: o certo é que todo o fruto de nosso trabalho ou de nossa preguiça parece participar de um sistema de evolução próprio de outro clima e de outra paisagem.
        Assim, antes de perguntar até que ponto poderá alcançar bom êxito a tentativa, caberia averiguar até onde temos podido representar aquelas formas de convívio, instituições e ideias de que somos herdeiros.
        É significativa, em primeiro lugar, a circunstância de termos recebido a herança através de uma nação ibérica. A Espanha e Portugal são, com a Rússia e os países balcânicos (e em certo sentido também a Inglaterra), um dos territórios- -ponte pelos quais a Europa se comunica com os outros mundos. Assim, eles constituem uma zona fronteiriça, de transição, menos carregada, em alguns casos, desse europeísmo que, não obstante, mantêm como um patrimônio necessário.
        Foi a partir da época dos grandes descobrimentos marítimos que os dois países entraram mais decididamente no coro europeu. Esse ingresso tardio deveria repercutir intensamente em seus destinos, determinando muitos aspectos peculiares de sua história e de sua formação espiritual. Surgiu, assim, um tipo de sociedade que se desenvolveria, em alguns sentidos, quase à margem das congêneres europeias, e sem delas receber qualquer incitamento que já não trouxesse em germe.
        Quais os fundamentos em que assentam de preferência as formas de vida social nessa região indecisa entre a Europa e a África, que se estende dos Pireneus a Gibraltar? Como explicar muitas daquelas formas, sem recorrer a indicações mais ou menos vagas e que jamais nos conduziriam a uma estrita objetividade?
        Precisamente a comparação entre elas e as da Europa de além-Pireneus faz ressaltar uma característica bem peculiar à gente da península Ibérica, uma característica que ela está longe de partilhar, pelo menos na mesma intensidade, com qualquer de seus vizinhos do continente. É que nenhum desses vizinhos soube desenvolver a tal extremo essa cultura da personalidade, que parece constituir o traço mais decisivo na evolução da gente hispânica, desde tempos imemoriais. Pode dizer-se, realmente, que pela importância particular que atribuem ao valor próprio da pessoa humana, à autonomia de cada um dos homens em relação aos semelhantes no tempo e no espaço, devem os espanhóis e portugueses muito de sua originalidade nacional. [...]
        É dela que resulta largamente a singular tibieza das formas de organização, de todas as associações que impliquem solidariedade e ordenação entre esses povos. Em terra onde todos são barões não é possível acordo coletivo durável, a não ser por uma força exterior respeitável e temida.

    (Raízes do Brasil, 2000.)

    No primeiro parágrafo, o autor recorre a uma construção paradoxal em:
    Escolha uma alternativa para a questão 08d82465-da
  • 4BA2BC46-D9

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2016

    Disponível em:< http://www.elpais.com.uy/opinion/definiciones-enfoque-hernan-bonilla.html Acesso em: 28 ago. 2016.
    Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 4ba2bc46-d9
  • D0BAE267-D9

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.


    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2016

    El Libro de los Abrazos- Eduardo Galeano

    Considere as seguintes afirmações a respeito do conto de Eduardo Galeano.

    I - O conto trata da diversidade dos seres humanos.

    II - O conto trata dos perigos do fogo para o mundo.

    III - Cada foguinho corresponde a uma pessoa, que brilha de maneiras diferentes.


    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão d0bae267-d9
  • D0B7D7BA-D9

    Espanhol

    Artigos | Artículos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.


    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2016

    El Libro de los Abrazos- Eduardo Galeano

    Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas das linhas 04, 05, 06, 07 e 08 do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão d0b7d7ba-d9
  • 3D0E2F77-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2016

    Disponível em: https://www.gov.uk/government/news/impact-of-smartphones-on-behaviour-in-lessons-to-be-reviewed. Acesso em: 13 set. 2015


    A alternativa que NÃO apresenta uma paráfrase do mesmo problema mencionado em “the use of mobile phones and other devices in schools” (l. 02) é
    Escolha uma alternativa para a questão 3d0e2f77-d9
  • 3CE1F216-D9

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo. 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    CARRASCO, Walcyr. In: Revista Época, 25 ago. 2015. (adaptado)

    Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, a respeito dos tempos verbais utilizados no texto.

    ( ) Os verbos “Estou” (l. 01) e “trocam” (l. 02) estão conjugados no mesmo tempo e modo.

    ( ) Os verbos “andando” (l. 02), “jantando” (l. 09) e “rindo” (l. 13) enquadram-se na forma nominal conhecida como particípio.

    ( ) Os verbos “Ouve-se” (l. 09) e “Tornou-se” (l. 10) estão conjugados no modo subjuntivo.

    ( ) Todos os verbos do primeiro parágrafo estão conjugados no pretérito perfeito do indicativo, porque fazem referência a rotinas e hábitos do passado.


    A alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 3ce1f216-d9
  • 3CDDD43F-D9

    Português

    Advérbios
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo. 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    CARRASCO, Walcyr. In: Revista Época, 25 ago. 2015. (adaptado)

    Considere as afirmações abaixo referentes às substituições de nexos no texto.

    I - A substituição de “mas” (l. 06) pelo advérbio “destarte” preservaria o sentido e a correção estabelecidos na frase.

    II - A substituição de “Mas” (l. 15) pela expressão “De modo que” preservaria o sentido e a correção estabelecidos na frase.

    III - A substituição de “Porque” (l. 15) pela conjunção “Pois” preservaria o sentido e a correção estabelecidos na frase.


    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 3cddd43f-d9
  • 3CD9B495-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo. 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    CARRASCO, Walcyr. In: Revista Época, 25 ago. 2015. (adaptado)

    Considere as afirmações abaixo.

    I - As ocasiões descritas no restaurante Gero e em Madri são alvo de estranhamento por parte do autor.

    II - O autor manifesta sua indiferença em relação a situações que vivencia e/ou presencia em virtude do uso excessivo e por vezes descabido do WhatsApp.

    III - Para o autor, a tecnologia mostra-se essencialmente prejudicial às relações humanas.


    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 3cd9b495-d9
  • 3CD666CD-D9

    Geografia

    Noções Gerais de Urbanização
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    De acordo com o Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE), os aglomerados subnormais são definidos como
    Escolha uma alternativa para a questão 3cd666cd-d9
  • 3CD33929-D9

    Geografia

    Meio Ambiente na Geografia
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações sobre a contaminação atmosférica nos centros urbanos.

    ( ) A circulação atmosférica pode fazer com que a poluição seja levada até áreas distantes, causando prejuízos até mesmo nas áreas rurais.

    ( ) A poluição atmosférica é responsável pelo agravamento de doenças respiratórias, tais como bronquite, asma e pneumonia.

    ( ) O fenômeno da inversão térmica, comum em cidades de clima temperado, no verão, dificulta a dispersão do ar, o que mantém os níveis de poluição altos mesmo durante a noite.

    ( ) Dentre as atividades responsáveis pelo aumento da poluição do ar nas cidades, ressaltam-se as queimadas e as chuvas torrenciais.

    ( ) Fatores como o relevo, o clima, a arquitetura e a configuração das cidades influenciam na maior ou menor concentração de poluentes no ar.


    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 3cd33929-d9
  • 3CD015EE-D9

    Geografia

    Geografia Física
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considera-se recurso hídrico
    Escolha uma alternativa para a questão 3cd015ee-d9
  • 3CCC533C-D9

    Geografia

    Migrações
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe o gráfico.



    Disponível em: http://imigrantes.webflow.io/. Acesso em: 25 ago 2015.



    Assinale a alternativa INCORRETA. 

    Escolha uma alternativa para a questão 3ccc533c-d9
  • 3CC7FC4D-D9

    Geografia

    Industrialização
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia as afirmações abaixo, que se referem às características da industrialização brasileira.

    I- A modernização da economia, as novas relações de trabalho, o acúmulo de capital e as novas infraestruturas proporcionadas pela cultura da cana-de-açúcar, na região Nordeste do Brasil, foram os principais fatores que impulsionaram o desenvolvimento da indústria no país.

    II- A industrialização do Brasil conseguiu desenvolver todas as regiões do país, contribuindo para a redução das desigualdades econômicas e sociais entre elas.

    III- O desenvolvimento da indústria no Brasil contribuiu para o intenso processo de urbanização, principalmente nas regiões Sudeste e Sul.

    IV- A formação de metrópoles no Brasil está relacionada à concentração industrial em determinadas regiões, e também ao êxodo rural, resultante da modernização do campo.


    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 3cc7fc4d-d9
  • 3CC332FF-D9

    Conhecimentos Gerais

    Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Observe as imagens a seguir.

    Foto 1: Marcha com Deus pela Liberdade, realizada em 19 de março de 1964. 


    Disponível em: <http://marcillio.com/rio/hirepego.html> Acesso em: 19 set. 2015.


    Foto 2: Manifestação ocorrida em dia 15 de março de 2015.


    Disponível em: <http://www.viomundo.com.br/denuncias/elvinobohn-gass-aquele-cartaz-seria-apenas-uma-estupidez-naofosse-uma-vergonha-contra-o-brasil-e-sua-cultura.html> Acesso em: 19 set. 2015.


    Sobre as imagens, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3cc332ff-d9
  • 3CBFCD00-D9

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Quanto à importância da escravidão nas sociedades da Antiguidade Clássica, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 3cbfcd00-d9