Questões do ENEM 2018

Questões aplicadas na prova de 2018, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

2.168 questões encontradas. Mostrando a página 43 de 109.

  • F7A403DA-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho inicial do texto “O futuro da saúde”, de Cilene Pereira, para responder à questão.

        Eles começam a mudar tudo na saúde. Para citar algumas das transformações: tornam o diagnóstico preciso, ajudam a desenhar tratamentos para cada paciente, a levar o cuidado a regiões distantes e a encontrar remédios eficazes em tempo recorde. Na saúde, assim como em outras áreas da vida contemporânea, os robôs revolucionam. “Seu uso é um ponto de virada na medicina”, afirma o médico Gregg Meyer, do Massachusetts General Hospital, da Universidade Harvard (EUA), e um dos mais respeitados estudiosos do assunto. Na edição deste ano do Fórum de Inovação Médica Mundial, realizada recentemente em Boston, o tema foi um dos destaques, reunindo 1,5 mil pessoas só para debatê-lo.
        Robô é o nome palatável encontrado para definir os complexos sistemas de algoritmos que baseiam a inteligência artificial. Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões. Na saúde, as informações geradas no processo esclarecem ou confirmam suspeitas diagnósticas e indicam a resposta do paciente ao tratamento. Além dos ganhos médicos, reduzem os custos ao evitar gastos em terapias desnecessárias. 

    (https://istoe.com.br, 25.05.2018.) 

    Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que expressa adequadamente o sentido daquela que está sublinhada na passagem do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão f7a403da-d7
  • F79F7558-D7

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho inicial do texto “O futuro da saúde”, de Cilene Pereira, para responder à questão.

        Eles começam a mudar tudo na saúde. Para citar algumas das transformações: tornam o diagnóstico preciso, ajudam a desenhar tratamentos para cada paciente, a levar o cuidado a regiões distantes e a encontrar remédios eficazes em tempo recorde. Na saúde, assim como em outras áreas da vida contemporânea, os robôs revolucionam. “Seu uso é um ponto de virada na medicina”, afirma o médico Gregg Meyer, do Massachusetts General Hospital, da Universidade Harvard (EUA), e um dos mais respeitados estudiosos do assunto. Na edição deste ano do Fórum de Inovação Médica Mundial, realizada recentemente em Boston, o tema foi um dos destaques, reunindo 1,5 mil pessoas só para debatê-lo.
        Robô é o nome palatável encontrado para definir os complexos sistemas de algoritmos que baseiam a inteligência artificial. Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões. Na saúde, as informações geradas no processo esclarecem ou confirmam suspeitas diagnósticas e indicam a resposta do paciente ao tratamento. Além dos ganhos médicos, reduzem os custos ao evitar gastos em terapias desnecessárias. 

    (https://istoe.com.br, 25.05.2018.) 

    A frase que interpreta corretamente o texto e que está redigida com coesão, coerência e em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
    Escolha uma alternativa para a questão f79f7558-d7
  • F2035932-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018
    Disponível em: <https://cartoonstock.com>. Acesso em: mai. 2018.

    Considering the reduction of pandemic influenza transmission, this cartoon focus on
    Escolha uma alternativa para a questão f2035932-d7
  • F1FE066B-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        Can our technological connectedness trump the risks of our biological and geographic connectedness? That’s one reason Nathan Wolfe has pushed GVF (Globe Viral Forecasting) to pioneer what he calls digital epidemiology, which uses the resources of the Internet to make predictive sense of the viral chatter picked up in the field. He and his team are setting up a bioinformatics strategy that could mine data from Internet searches and social media to pinpoint new outbreaks as they dawn – and potentially predict which newly discovered viruses might pose real threats to humanity. That work is culminating in a project called Epidemic IQ that will, Wolfe hopes, provide the ability to predict new pandemics the way the CIA might predict a terrorist attack.
        Current global disease control efforts focus largely on attempting to stop pandemics after they have already emerged. This fire brigade approach, which generally involves drugs, vaccines, and behavioral change, has severe limitations. Just as we discovered in the 1960s that it is better to prevent heart attacks than try to treat them, we realize that it’s better to stop pandemics before they spread and that effort should increasingly be focused on viral forecasting and pandemic prevention.
        “We’re finally beginning to understand why pandemics happen instead of just reacting to them”, Wolfe says. What’s needed is a global effort to scale up that kind of proactive work to ensure that every hot spot has surveillance running for new pathogens in animals and in human beings and that it has its own GVF-type group to do the work. Viruses don’t respect borders – whether between nations or between species – and in a world where airlines act like bloodlines, global health is only as strong as its weakest link. We got lucky with the relatively weak swine-flu pandemic in 2009, but history tells us our luck won’t last. “We sit here dodging bullets left and right, assuming we have an invisible shield”, says Wolfe. “But you can’t dodge bullets forever.”

    WALSH, Bryan.Virus hunter. Disponível em: <content.time.com/time/subscriber/l>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
    The expression in bold in the sentence “But you can’t dodge bullets forever.” means that you can’t
    Escolha uma alternativa para a questão f1fe066b-d7
  • F1FAB55D-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
        Can our technological connectedness trump the risks of our biological and geographic connectedness? That’s one reason Nathan Wolfe has pushed GVF (Globe Viral Forecasting) to pioneer what he calls digital epidemiology, which uses the resources of the Internet to make predictive sense of the viral chatter picked up in the field. He and his team are setting up a bioinformatics strategy that could mine data from Internet searches and social media to pinpoint new outbreaks as they dawn – and potentially predict which newly discovered viruses might pose real threats to humanity. That work is culminating in a project called Epidemic IQ that will, Wolfe hopes, provide the ability to predict new pandemics the way the CIA might predict a terrorist attack.
        Current global disease control efforts focus largely on attempting to stop pandemics after they have already emerged. This fire brigade approach, which generally involves drugs, vaccines, and behavioral change, has severe limitations. Just as we discovered in the 1960s that it is better to prevent heart attacks than try to treat them, we realize that it’s better to stop pandemics before they spread and that effort should increasingly be focused on viral forecasting and pandemic prevention.
        “We’re finally beginning to understand why pandemics happen instead of just reacting to them”, Wolfe says. What’s needed is a global effort to scale up that kind of proactive work to ensure that every hot spot has surveillance running for new pathogens in animals and in human beings and that it has its own GVF-type group to do the work. Viruses don’t respect borders – whether between nations or between species – and in a world where airlines act like bloodlines, global health is only as strong as its weakest link. We got lucky with the relatively weak swine-flu pandemic in 2009, but history tells us our luck won’t last. “We sit here dodging bullets left and right, assuming we have an invisible shield”, says Wolfe. “But you can’t dodge bullets forever.”

    WALSH, Bryan.Virus hunter. Disponível em: <content.time.com/time/subscriber/l>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
    According to Wolfe, the most important thing to do when dealing with pandemics is to
    Escolha uma alternativa para a questão f1fab55d-d7
  • F1F6D860-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
        Can our technological connectedness trump the risks of our biological and geographic connectedness? That’s one reason Nathan Wolfe has pushed GVF (Globe Viral Forecasting) to pioneer what he calls digital epidemiology, which uses the resources of the Internet to make predictive sense of the viral chatter picked up in the field. He and his team are setting up a bioinformatics strategy that could mine data from Internet searches and social media to pinpoint new outbreaks as they dawn – and potentially predict which newly discovered viruses might pose real threats to humanity. That work is culminating in a project called Epidemic IQ that will, Wolfe hopes, provide the ability to predict new pandemics the way the CIA might predict a terrorist attack.
        Current global disease control efforts focus largely on attempting to stop pandemics after they have already emerged. This fire brigade approach, which generally involves drugs, vaccines, and behavioral change, has severe limitations. Just as we discovered in the 1960s that it is better to prevent heart attacks than try to treat them, we realize that it’s better to stop pandemics before they spread and that effort should increasingly be focused on viral forecasting and pandemic prevention.
        “We’re finally beginning to understand why pandemics happen instead of just reacting to them”, Wolfe says. What’s needed is a global effort to scale up that kind of proactive work to ensure that every hot spot has surveillance running for new pathogens in animals and in human beings and that it has its own GVF-type group to do the work. Viruses don’t respect borders – whether between nations or between species – and in a world where airlines act like bloodlines, global health is only as strong as its weakest link. We got lucky with the relatively weak swine-flu pandemic in 2009, but history tells us our luck won’t last. “We sit here dodging bullets left and right, assuming we have an invisible shield”, says Wolfe. “But you can’t dodge bullets forever.”

    WALSH, Bryan.Virus hunter. Disponível em: <content.time.com/time/subscriber/l>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
    The text says that, when dealing with pandemics nowadays, public health officials try to
    Escolha uma alternativa para a questão f1f6d860-d7
  • F1F380E9-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        Can our technological connectedness trump the risks of our biological and geographic connectedness? That’s one reason Nathan Wolfe has pushed GVF (Globe Viral Forecasting) to pioneer what he calls digital epidemiology, which uses the resources of the Internet to make predictive sense of the viral chatter picked up in the field. He and his team are setting up a bioinformatics strategy that could mine data from Internet searches and social media to pinpoint new outbreaks as they dawn – and potentially predict which newly discovered viruses might pose real threats to humanity. That work is culminating in a project called Epidemic IQ that will, Wolfe hopes, provide the ability to predict new pandemics the way the CIA might predict a terrorist attack.
        Current global disease control efforts focus largely on attempting to stop pandemics after they have already emerged. This fire brigade approach, which generally involves drugs, vaccines, and behavioral change, has severe limitations. Just as we discovered in the 1960s that it is better to prevent heart attacks than try to treat them, we realize that it’s better to stop pandemics before they spread and that effort should increasingly be focused on viral forecasting and pandemic prevention.
        “We’re finally beginning to understand why pandemics happen instead of just reacting to them”, Wolfe says. What’s needed is a global effort to scale up that kind of proactive work to ensure that every hot spot has surveillance running for new pathogens in animals and in human beings and that it has its own GVF-type group to do the work. Viruses don’t respect borders – whether between nations or between species – and in a world where airlines act like bloodlines, global health is only as strong as its weakest link. We got lucky with the relatively weak swine-flu pandemic in 2009, but history tells us our luck won’t last. “We sit here dodging bullets left and right, assuming we have an invisible shield”, says Wolfe. “But you can’t dodge bullets forever.”

    WALSH, Bryan.Virus hunter. Disponível em: <content.time.com/time/subscriber/l>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
    Fill in the parentheses with T (True) or F (False). Considering the strategy set up by Nathan Wolfe and his team to handle the problem of pandemics, it’s correct to say that they aim to

    ( ) ignore the next pandemics before it happens.
    ( ) make the most of the Internet resources so as to better deal with them.
    ( ) detect potential lethal viruses at their source.
    ( ) disregard any information gotten through social media.

    The correct sequence, from top to bottom, is
    Escolha uma alternativa para a questão f1f380e9-d7
  • F1EE0A3F-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        Com certeza você já deve ter se deparado com alguma mensagem polêmica nas redes sociais relacionada à área de saúde. Às vezes, por inocência ou falta de conhecimento, muitos contribuem para o compartilhamento desse tipo de conteúdo, o que dificulta o trabalho dos profissionais da área. Desde que um novo surto de febre amarela atingiu o Brasil, no primeiro semestre de 2017, pessoas de diversas localidades se dirigiram às unidades de saúde para se vacinar contra a doença. No entanto, diversas notícias de origem duvidosa, divulgadas principalmente no WhatsApp, geraram desconfiança e confundiram milhares de brasileiros.
         Segundo Igor Sacramento, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz, os boatos na área da saúde, principalmente relacionados às vacinações, são antigos no país. “Os boatos com relação à vacina, fazem parte da história da imunização no Brasil”. Ele cita os casos de vacinação contra a gripe para idosos, em 2000, e, mais recentemente, contra HPV, em 2014, e contra H1N1, em 2016, como exemplos de campanhas que também sofreram com as notícias falsas.
         A propagação de conteúdos enganosos avançou de forma significativa com a popularização de dispositivos eletrônicos e da internet, já que facilitou o acesso e aumentou o alcance dos conteúdos. “Essa é a grande transformação contemporânea da circulação de boatos. Antes, os boatos ocorriam, existiam, mas eram mais em comentários com a família, com amigos. Agora, eles têm uma outra dimensão por causa da internet”, afirma o pesquisador. Ele lembra que “A tendência é aumentar. Isso não cabe a nós o controle, não tem como. O que temos que fazer é entender a lógica. Vivemos num interativo comunicacional em que todo mundo está buscando estar conectado nas redes sociais, no Whatsapp”.
        Para Igor Sacramento, outros fatores contribuem para a presença e propagação dos boatos, como a própria cultura do povo brasileiro, além da falta de credibilidade das instituições. Para resolver esse problema, afirma que as instituições devem criar estratégias eficazes de comunicação com o público, principalmente por meio das redes sociais. “É necessário que se criem novas estratégias, que possam concorrer com esses boatos e utilizar cada vez mais as mídias sociais”.
         Sacramento defende que a principal forma de concorrer com os boatos é produzir conteúdos informativos que atraiam a atenção das pessoas. “Essa informação tem que ser qualificada. Então, nós, do ponto de vista de instituições de saúde, também temos que produzir informações para que as pessoas possam, ao pesquisar, nos encontrar também”. 

    Disponível em: <https://www.revistaencontro.com.br>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    O texto e a charge abordam a questão da vacinação no Brasil.

    Ao relacionar os dois textos, observa-se que a charge é
    Escolha uma alternativa para a questão f1ee0a3f-d7
  • F1E93051-D7

    Português

    Análise sintática
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        Com certeza você já deve ter se deparado com alguma mensagem polêmica nas redes sociais relacionada à área de saúde. Às vezes, por inocência ou falta de conhecimento, muitos contribuem para o compartilhamento desse tipo de conteúdo, o que dificulta o trabalho dos profissionais da área. Desde que um novo surto de febre amarela atingiu o Brasil, no primeiro semestre de 2017, pessoas de diversas localidades se dirigiram às unidades de saúde para se vacinar contra a doença. No entanto, diversas notícias de origem duvidosa, divulgadas principalmente no WhatsApp, geraram desconfiança e confundiram milhares de brasileiros.
         Segundo Igor Sacramento, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz, os boatos na área da saúde, principalmente relacionados às vacinações, são antigos no país. “Os boatos com relação à vacina, fazem parte da história da imunização no Brasil”. Ele cita os casos de vacinação contra a gripe para idosos, em 2000, e, mais recentemente, contra HPV, em 2014, e contra H1N1, em 2016, como exemplos de campanhas que também sofreram com as notícias falsas.
         A propagação de conteúdos enganosos avançou de forma significativa com a popularização de dispositivos eletrônicos e da internet, já que facilitou o acesso e aumentou o alcance dos conteúdos. “Essa é a grande transformação contemporânea da circulação de boatos. Antes, os boatos ocorriam, existiam, mas eram mais em comentários com a família, com amigos. Agora, eles têm uma outra dimensão por causa da internet”, afirma o pesquisador. Ele lembra que “A tendência é aumentar. Isso não cabe a nós o controle, não tem como. O que temos que fazer é entender a lógica. Vivemos num interativo comunicacional em que todo mundo está buscando estar conectado nas redes sociais, no Whatsapp”.
        Para Igor Sacramento, outros fatores contribuem para a presença e propagação dos boatos, como a própria cultura do povo brasileiro, além da falta de credibilidade das instituições. Para resolver esse problema, afirma que as instituições devem criar estratégias eficazes de comunicação com o público, principalmente por meio das redes sociais. “É necessário que se criem novas estratégias, que possam concorrer com esses boatos e utilizar cada vez mais as mídias sociais”.
         Sacramento defende que a principal forma de concorrer com os boatos é produzir conteúdos informativos que atraiam a atenção das pessoas. “Essa informação tem que ser qualificada. Então, nós, do ponto de vista de instituições de saúde, também temos que produzir informações para que as pessoas possam, ao pesquisar, nos encontrar também”. 

    Disponível em: <https://www.revistaencontro.com.br>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
    Considerando-se os aspectos coesivos que preservam a progressão das ideias do texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão f1e93051-d7
  • F1E5A0E9-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Depressão é uma doença crônica, recorrente, muitas vezes com alta concentração de casos na mesma família, que ocorre não só em adultos, mas também em crianças e adolescentes. O que caracteriza os quadros depressivos nessas faixas etárias é o estado de espírito persistentemente irritado, tristonho ou atormentado que compromete as relações familiares, as amizades e a performance escolar. A doença é recorrente, para quem já apresentou um episódio de depressão a probabilidade de ter o segundo em dois anos é de 40%, e de 72% em 5 anos.
    Em pelo menos 20% dos pacientes com depressão instalada na infância ou adolescência, existe o risco de surgirem distúrbios bipolares, nos quais fases de depressão se alternam com outras de mania, caracterizadas por euforia, agitação psicomotora, diminuição da necessidade de sono, ideias de grandeza e comportamentos de risco.
    Antes da puberdade, o risco de apresentar depressão é o mesmo para meninos ou meninas. Mais tarde, ele se torna duas vezes maior no sexo feminino. A prevalência da enfermidade é alta: depressão está presente em 1% das crianças e em 5% dos adolescentes.
    É muito difícil tratar depressão em adolescentes sem os pais estarem esclarecidos sobre a natureza da enfermidade, seus sintomas, causas, provável evolução e as opções medicamentosas.
    Como o abuso de drogas psicoativas e o suicídio são consequências possíveis de quadros depressivos, os familiares devem estar atentos e encaminhar os doentes a serviços especializados assim que surgirem os primeiros indícios de que esses problemas possam estar presentes.

    VARELA, Drauzio. Depressão na adolescência. Disponível em: <https://drauziovarella. uol.com.br/drauzio/depressao-na-adolescencia/>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.

    Considerando o texto, é correto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão f1e5a0e9-d7
  • F1E26002-D7

    Português

    Figuras de Linguagem
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018


    KAYSER. Charge. Disponível em: <http://praiadexangrila.com.br>. Acesso em: mai. 2018.


    As figuras de linguagem são recursos utilizados normalmente para tornar mais expressiva a mensagem transmitida, ampliando o significado de palavras, criando outros, enfim, sugerindo simbolismos.


    O humor da charge é revelado por meio da figura de linguagem indicada na alternativa 

    Escolha uma alternativa para a questão f1e26002-d7
  • F1DF0EE3-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Para discutir a questão da obesidade infantil faz-se estritamente necessário entender melhor como ocorre todo o processo de alimentação das crianças e de que forma as mudanças culturais e nutricionais, que aconteceram na sociedade puderam influenciar o significativo aumento da enfermidade no Brasil. É impossível retroceder no tempo e encontrar um corpo sem qualquer marca da cultura, pois nele existem sinais das práticas cotidianas e das representações sociais. Foram algumas décadas de avanços a respeito da consideração do corpo como instrumento de mudança e libertação na sociedade. Entretanto, no final do século XX foi criado o “corporeismo” nas sociedades ocidentais, pois o corpo foi redescoberto na arte, na política, na ciência e, inclusive, na mídia. Mais tarde, surgiu a necessidade que o corpo fosse estimulado pelo lado físico por meio do lazer e do esporte, seguido da necessidade de investigá-lo e relacioná-lo diretamente com a saúde, com o prolongamento da vida através da sua manutenção e do bem-estar de cada homem, mulher e criança.
    De forma complementar, o corpo é um processo resultante de combinações entre cultura, técnica e sociedade; é formado inclusive por regimes estabelecidos, que se configuram pelo modo de trabalho, de repouso e diversão, assim como é intoxicado ou transformado por tudo aquilo que se ingere e consome. Por essa questão, é importante entender também como a prática da alimentação foi construída diante da evolução da sociedade, pois o alimento é uma necessidade primária de sobrevivência e sempre foi fator determinante para o desenvolvimento das civilizações.

    CRUZ. Camila da Silva. Obesidade infantil: o contexto social em interface com a produção científica brasileira. Disponível em: <https://www.arca.fiocruz.br/>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.


    De acordo com o texto, a obesidade infantil é uma enfermidade que
    Escolha uma alternativa para a questão f1df0ee3-d7
  • F1DC19B7-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos


    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Disponível em: <http://manka.com.br/hsvp-promove-acao-de-conscientizacao-alusivaao-dia-nacional-da-doacao-de-orgaos/>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.



    A peça publicitária, em destaque, tem como objetivo

    Escolha uma alternativa para a questão f1dc19b7-d7
  • F1D8C611-D7

    Português

    Coesão e coerência
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        De acordo com dados do Ministério da Saúde, nos últimos anos ocorreu um aumento significativo no número de transplantes de órgãos em quase todos os estados brasileiros, situando o Brasil entre os países que mais realizam transplante no mundo, com um índice de captação anual de órgãos de, aproximadamente, seis doadores por milhão de habitantes.
         O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na substituição de um órgão ou tecido de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido saudável, de uma pessoa viva ou morta (doador). Além disso, requer uma avaliação completa do paciente e cuidados intensivos durante e depois da cirurgia, correspondendo, muitas vezes, à derradeira esperança de cura para pessoas com incapacidades orgânicas terminais e que não obtiveram sucesso com outros tratamentos.
         No entanto, o índice de captação anual de órgãos, no Brasil, ainda é insuficiente quando comparado ao de países mais desenvolvidos, que alcançam números superiores a 22 doadores por milhão. Esse entrave se encontra fortemente vinculado à desinformação do meio médico, e da população em geral, visto que muitos profissionais da área da saúde desconhecem a legislação vigente sobre doação e transplante de órgãos.
        O nascimento, a vida e a morte dos seres humanos são processos cada vez mais passíveis de intervenção pelo próprio homem. Todavia, ao mesmo tempo que a ciência traz essa possibilidade de intervenção, a ética vem para servir como elemento definidor no que diz respeito à necessidade de se interferir.
        Aliada a isto, encontra-se a polêmica que gira em torno desse tema na sociedade civil e científica. A ideia de prolongar a vida humana ou de minimizar o sofrimento das pessoas, oferecendo-lhes uma possível melhoria em sua qualidade de vida, é uma premissa que guia o comportamento dos profissionais da área da saúde que lidam com esses casos e aqueles que têm à sua volta pessoas com problemas que as impedem de usufruir normalmente da vida ou que determinam sua morte prematura. Assim, a questão da doação e do transplante de órgãos torna-se complexa na medida em que envolve aspectos éticos, religiosos e sociais com os quais aqueles que o defendem têm de se deparar, além das questões legais que envolvem o assunto. 

    MELO, Vanessa Costa de. et al. Doação e transplante de órgãos: aspectos éticos e legais. Disponível em: . Acesso em: mai. 2018. Adaptado. 


    A temática desenvolvida no texto estrutura-se em torno de elementos que promovem o encadeamento de ideias e a progressão do tema abordado.

    A esse respeito, identifica-se no texto que
    Escolha uma alternativa para a questão f1d8c611-d7
  • F1D54343-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        De acordo com dados do Ministério da Saúde, nos últimos anos ocorreu um aumento significativo no número de transplantes de órgãos em quase todos os estados brasileiros, situando o Brasil entre os países que mais realizam transplante no mundo, com um índice de captação anual de órgãos de, aproximadamente, seis doadores por milhão de habitantes.
         O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na substituição de um órgão ou tecido de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido saudável, de uma pessoa viva ou morta (doador). Além disso, requer uma avaliação completa do paciente e cuidados intensivos durante e depois da cirurgia, correspondendo, muitas vezes, à derradeira esperança de cura para pessoas com incapacidades orgânicas terminais e que não obtiveram sucesso com outros tratamentos.
         No entanto, o índice de captação anual de órgãos, no Brasil, ainda é insuficiente quando comparado ao de países mais desenvolvidos, que alcançam números superiores a 22 doadores por milhão. Esse entrave se encontra fortemente vinculado à desinformação do meio médico, e da população em geral, visto que muitos profissionais da área da saúde desconhecem a legislação vigente sobre doação e transplante de órgãos.
        O nascimento, a vida e a morte dos seres humanos são processos cada vez mais passíveis de intervenção pelo próprio homem. Todavia, ao mesmo tempo que a ciência traz essa possibilidade de intervenção, a ética vem para servir como elemento definidor no que diz respeito à necessidade de se interferir.
        Aliada a isto, encontra-se a polêmica que gira em torno desse tema na sociedade civil e científica. A ideia de prolongar a vida humana ou de minimizar o sofrimento das pessoas, oferecendo-lhes uma possível melhoria em sua qualidade de vida, é uma premissa que guia o comportamento dos profissionais da área da saúde que lidam com esses casos e aqueles que têm à sua volta pessoas com problemas que as impedem de usufruir normalmente da vida ou que determinam sua morte prematura. Assim, a questão da doação e do transplante de órgãos torna-se complexa na medida em que envolve aspectos éticos, religiosos e sociais com os quais aqueles que o defendem têm de se deparar, além das questões legais que envolvem o assunto. 

    MELO, Vanessa Costa de. et al. Doação e transplante de órgãos: aspectos éticos e legais. Disponível em: . Acesso em: mai. 2018. Adaptado. 


    De acordo com o texto, sobre a doção de órgãos é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão f1d54343-d7
  • D8EC2649-D6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Questão

        The aim of mindfulness is not quieting the mind, or attempting to achieve a state of eternal calm. The goal is simple: we’re aiming to pay attention to the present moment, without judgment. Easier said than done, we know. When we notice judgments arise during our practice, we can make a mental note of them, and let them pass. Return to observing the present moment as it is. That’s the practice. The work is to just keep doing it. Results will accrue.

    Disponível em:<https://www.mindful.org/what-is-mindfulness/> . Acesso em: abr. 2018. Adaptado.
    The suitable definition of the phrase “Easier said than done” is
    Escolha uma alternativa para a questão d8ec2649-d6
  • D8E63691-D6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Questão

        The aim of mindfulness is not quieting the mind, or attempting to achieve a state of eternal calm. The goal is simple: we’re aiming to pay attention to the present moment, without judgment. Easier said than done, we know. When we notice judgments arise during our practice, we can make a mental note of them, and let them pass. Return to observing the present moment as it is. That’s the practice. The work is to just keep doing it. Results will accrue.

    Disponível em:<https://www.mindful.org/what-is-mindfulness/> . Acesso em: abr. 2018. Adaptado.
    According to the text, mindfulness emphasizes that we should try to
    Escolha uma alternativa para a questão d8e63691-d6
  • D8E29692-D6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Questão

        Big U.S. tobacco companies are all developing e-cigarettes. The battery-powered gadgets feature a glowing tip and a heating element that turns liquid nicotine and flavorings into a cloud of vapor that users inhale. Some past research has suggested that using e-cigarettes may help smokers cut down on use of traditional tobacco products, or even transition entirely away from tobacco – an idea aggressively marketed by e-cigarette and tobacco companies.
         But a recent European study says that smokers who also use e-cigarettes may be half as likely to give up tobacco as smokers who never vape at all.
        Researchers analyzed data from a 2014 survey of more than 13,000 current or former smokers in the European Union. About 2,500 had tried vaping at least once; 46% of the participants were former smokers and 19% currently or previously used e-cigarettes. The study revealed that people smoked an average of about 14 cigarettes a day when they didn’t vape, and around 16 cigarettes a day when they did.
         “This is important because e-cigarettes are widely promoted as a smoking cessation tool”, said senior author Stanton Glantz of California, San Francisco. “And, while there is no question that some smokers do successfully quit with e-cigarettes, they keep many more people smoking”, he added.
         “Most adult smokers express a desire to quit, and many try and fail”, said Samir Soneji, a health policy researcher in New Hampshire. “E-cigarettes might seem like an appealing cessation tool because the devices in some ways mimic the smoking, but nicotine gum or patches may be more effective.”

    RAPAPORT, Lisa. Disponível em: <http://www.foxnews.com>. Acesso em: abr. 2018. Adaptado.
    About the role of e-cigarettes as a smoking cessation tool, the study has found out that e-cigarette users
    Escolha uma alternativa para a questão d8e29692-d6
  • D8DF6A52-D6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Questão

        Big U.S. tobacco companies are all developing e-cigarettes. The battery-powered gadgets feature a glowing tip and a heating element that turns liquid nicotine and flavorings into a cloud of vapor that users inhale. Some past research has suggested that using e-cigarettes may help smokers cut down on use of traditional tobacco products, or even transition entirely away from tobacco – an idea aggressively marketed by e-cigarette and tobacco companies.
         But a recent European study says that smokers who also use e-cigarettes may be half as likely to give up tobacco as smokers who never vape at all.
        Researchers analyzed data from a 2014 survey of more than 13,000 current or former smokers in the European Union. About 2,500 had tried vaping at least once; 46% of the participants were former smokers and 19% currently or previously used e-cigarettes. The study revealed that people smoked an average of about 14 cigarettes a day when they didn’t vape, and around 16 cigarettes a day when they did.
         “This is important because e-cigarettes are widely promoted as a smoking cessation tool”, said senior author Stanton Glantz of California, San Francisco. “And, while there is no question that some smokers do successfully quit with e-cigarettes, they keep many more people smoking”, he added.
         “Most adult smokers express a desire to quit, and many try and fail”, said Samir Soneji, a health policy researcher in New Hampshire. “E-cigarettes might seem like an appealing cessation tool because the devices in some ways mimic the smoking, but nicotine gum or patches may be more effective.”

    RAPAPORT, Lisa. Disponível em: <http://www.foxnews.com>. Acesso em: abr. 2018. Adaptado.
    Considering the recent European study about e-cigarettes, fill in the parentheses with T (True) or F (False).

    ( ) Over thirteen thousand people took part in the survey.
    ( ) All the participants had been cigarette smokers at some point.
    ( ) The smokers in the study used more cigarettes a day when they vaped.
    ( ) None of the participants had tried e-cigarettes before the survey.

    The correct sequence, from top to bottom, is
    Escolha uma alternativa para a questão d8df6a52-d6
  • D8DBC180-D6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Questão

        Big U.S. tobacco companies are all developing e-cigarettes. The battery-powered gadgets feature a glowing tip and a heating element that turns liquid nicotine and flavorings into a cloud of vapor that users inhale. Some past research has suggested that using e-cigarettes may help smokers cut down on use of traditional tobacco products, or even transition entirely away from tobacco – an idea aggressively marketed by e-cigarette and tobacco companies.
         But a recent European study says that smokers who also use e-cigarettes may be half as likely to give up tobacco as smokers who never vape at all.
        Researchers analyzed data from a 2014 survey of more than 13,000 current or former smokers in the European Union. About 2,500 had tried vaping at least once; 46% of the participants were former smokers and 19% currently or previously used e-cigarettes. The study revealed that people smoked an average of about 14 cigarettes a day when they didn’t vape, and around 16 cigarettes a day when they did.
         “This is important because e-cigarettes are widely promoted as a smoking cessation tool”, said senior author Stanton Glantz of California, San Francisco. “And, while there is no question that some smokers do successfully quit with e-cigarettes, they keep many more people smoking”, he added.
         “Most adult smokers express a desire to quit, and many try and fail”, said Samir Soneji, a health policy researcher in New Hampshire. “E-cigarettes might seem like an appealing cessation tool because the devices in some ways mimic the smoking, but nicotine gum or patches may be more effective.”

    RAPAPORT, Lisa. Disponível em: <http://www.foxnews.com>. Acesso em: abr. 2018. Adaptado.
    About e-cigarettes, it’s correct to say that they
    Escolha uma alternativa para a questão d8dbc180-d6