Questões do ENEM 2019

Questões aplicadas na prova de 2019, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.980 questões encontradas. Mostrando a página 54 de 99.

  • 181DF0E6-E6

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A respeito do Romance “Dôra, Doralina” de Rachel de Queiroz, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 181df0e6-e6
  • 1819D107-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    O vício da tecnologia


        Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
        Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
        A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
        Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
        Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
        O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
        O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
        No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
    DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
    De acordo com o ordenamento das ideias no texto 3, observa-se que, depois de explicar a função da dopamina no cérebro, o texto se refere à ideia de que:
    Escolha uma alternativa para a questão 1819d107-e6
  • 1812B1D6-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    O vício da tecnologia


        Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
        Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
        A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
        Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
        Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
        O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
        O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
        No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
    DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
    De acordo com o texto 3, o “vício tecnológico” pode ser explicado por:
    Escolha uma alternativa para a questão 1812b1d6-e6
  • 180C9A50-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

        Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
        Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
        Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
        A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
    Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
    De acordo com o texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 180c9a50-e6
  • 18055F06-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

        Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
        Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
        Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
        A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
    Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
    Dentre as considerações a seguir, acerca do vocábulo AMBIVERTIDO contido no texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 18055f06-e6
  • 18016A63-E6

    Português

    Pontuação
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    População está envelhecendo? Imigrantes podem ser a solução, segundo o FMI

        Numa época em que a imigração provoca debates candentes e reações violentas em muitas partes do mundo, o FMI lança um alerta sobre o envelhecimento populacional nos países avançados.
        No seu relatório econômico global divulgado nesta semana constam as estimações demográficas da ONU indicando que a população local vai se reduzir em boa parte dos países desenvolvidos.
        Desde logo, daqui a algumas décadas, a mão de obra ativa terá que sustentar o dobro dos idosos que existem atualmente nesses países, cortando 3% de sua produção econômica por volta de 2050.
        Vem então a advertência do relatório: se mais pessoas não forem integradas à população economicamente ativa, o aumento proporcional de idosos poderá reduzir o crescimento dos países avançados. Na circunstância, o FMI afirma que a imigração “pode contribuir para ganhos de longo prazo no crescimento e na produtividade” econômica.
        No momento em que Donald Trump freia a imigração legal e reprime mais duramente as entradas ilegais nos Estados Unidos, que as eleições na Itália levaram ao poder uma maioria de parlamentares hostis aos imigrantes e que a Hungria, no último domingo (8), reelegeu pela terceira vez o xenófobo Viktor Orban como seu primeiro-ministro, o FMI não hesita em avançar sua conclusão pró-imigracionista: “é preciso repensar as políticas migratórias para dinamizar a mão de obra disponível nas economias avançadas... políticas mais restritivas [à imigração] exacerbariam de maneira significativa o efeito negativo do envelhecimento da população”.
        O Brasil não é citado no relatório do FMI. Mas o país se encontra numa situação similar à dos países desenvolvidos citados acima, com a exceção do Japão onde o envelhecimento populacional é muito mais patente. Resta que os brasileiros estão seguindo a mesma rota de envelhecimento em razão do efeito convergente do aumento da esperança de vida e da queda da taxa de natalidade. A questão imigratória também está na ordem do dia em nosso país.
        Como lembrou recentemente na Folha de S. Paulo Leonardo Monasterio, pesquisador do IPEA, o Brasil tem uma proporção bastante baixa de imigrantes.
        O país chegou a ter 5,1% de imigrantes no seio de sua população em 1920. Atualmente este percentual é de 0,9%. Na Argentina a proporção de imigrantes no conjunto da população alcança 6% e nos Estados Unidos, 14%. Como foi apontado neste mesmo espaço, a população do país continuará subindo até 2050, para começar a cair em seguida, segundo o Censo Mundial para o século XXI realizado em 2012 e 2015 pela ONU.
        Se nada mudar, em 2085 estaremos com uma população similar a de hoje: 208 milhões de habitantes. Na ausência de uma política imigracionista, acumularemos os dois inconvenientes descritos acima: seremos velhos e pobres.
    Disponível em https://noticias.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/luiz-felipe-alencastro/2018/04/11/fmi-faz-alertasobreenvelhecimento-populacional-e-imigracao.htm
    Em “Na Argentina a proporção de imigrantes no conjunto da população alcança 6% e nos Estados Unidos, 14%”. (linha 25 do texto 1), a vírgula foi empregada para:
    Escolha uma alternativa para a questão 18016a63-e6
  • 17FDECCD-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Text 1


    Put Working Memory to Work in Learning


        Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
        There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
        Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
        Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
        Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
        Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
    Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
    Para o autor do texto 1 , no Brasil, a(s) causa(s) do envelhecimento da população é/são:
    Escolha uma alternativa para a questão 17fdeccd-e6
  • 17F66412-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 1


    Put Working Memory to Work in Learning


        Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
        There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
        Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
        Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
        Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
        Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
    Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
    De acordo com o texto 1, a imigração pode solucionar os problemas gerados pelo envelhecimento da população porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 17f66412-e6
  • 258452B1-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    faculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise os pronomes presentes nas seguintes sentenças:

    I. Is this book your?

    II. James gave me those books. I really liked it.

    III. Patty gave her brother a cassette and he gave she a video.

    IV. It’s your decision, not ours.

    V. I like this house but her windows are broken.

    Escolha a alternativa que contenha a resposta correta:

    Escolha uma alternativa para a questão 258452b1-e6
  • 2580C4A4-E6

    Inglês

    Pronomes interrogativos | Question words
    faculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Complete as perguntas abaixo com o pronome interrogativo adequado:

    I. _____ was this house built? In 1980.
    II. ______ hit you? Martha’s brother hit me.
    III. __________ do you study English? Twice a week.
    IV. __________ sisters do you have? Two. Their names are Paola and Marianne.
    V. __________ is your school? Only 2 Km.

    Assinale a alternativa com a seqüência correta de respostas:
    Escolha uma alternativa para a questão 2580c4a4-e6
  • 257DB5B8-E6

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    faculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Analise os tempos verbais nas frases seguintes:

    ( )I. Ann was sat in an armchair watching television.
    ( )II. The police stops me on my way last night.
    ( )III. I’m hungry. I’m wanting something to eat.
    ( )IV. You’re always watched TV. You should do something more active.
    ( )V. Rice don’t grow in cold climates.

    Assinale a alternativa correta:

    Escolha uma alternativa para a questão 257db5b8-e6
  • 257AE4FB-E6

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    faculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, faculdade independente do Nordeste 2019, Adjetivos | Adjectives

    Identifique a classe gramatical das palavras que estão em negrito no texto:

    I- “factory”   II- “employs”   III- “watches”   IV- “profit”   V- “revolutionary”


    Marque a alternativa que possui a seqüência correta das respostas:
    Escolha uma alternativa para a questão 257ae4fb-e6
  • 25760977-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    faculdade independente do Nordeste · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    GRANT, David , McLARTY, Robert. Business basics. Oxford University Press, 1995



    Verifique se as sentenças são verdadeiras ou falsas de acordo com o texto:

    ( )I. Swatch and Omega are sister companies.

    ( )II. The company sells 35,000 Swatch watches a year.

    ( )III. The Swatch factory never closes.

    ( )IV. The price of a Swatch watch is the same as in 1983. V. The head office of the company is in Granges.


    Assinale a alternativa que contém a seqüência correta das respostas:

    Escolha uma alternativa para a questão 25760977-e6
  • 24DC5786-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    faculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 3 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de TextosFigura 2 de 3 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de Textos

    A moral da estória poderia ser substituída pelo provérbio:
    Escolha uma alternativa para a questão 24dc5786-e6
  • 24D8ABED-E6

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    faculdade independente do Nordeste · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Funções morfossintáticas da palavra QUE

    Há correlação entre a função sintática do que (v.8) e a do termo transcrito em:
    Escolha uma alternativa para a questão 24d8abed-e6
  • 24D18CCE-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    faculdade independente do Nordeste · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de Textos

    ( )I - Com o passar do tempo, o sujeito poético perdeu o movimento das mãos.
    ( )II - A beleza é um dom fugaz.
    ( )III - O espelho representa simbolicamente a constatação inevitável da morte.
    ( )IV - Desde que nasce, o ser humano passa por um desgaste físico e psicológico.

    Refletindo sobre o poema, identifique as afirmativas verdadeiras
    Escolha uma alternativa para a questão 24d18cce-e6
  • 24CDB70C-E6

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    faculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                                Come, meu filho

                                            Figura 1 de 2 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Funções morfossintáticas da palavra QUE

                                                Figura 2 de 2 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Funções morfossintáticas da palavra QUE

    No fragmento:
    “ - Se diz assim.” (1.25)
    o Se tem valor de:
    Escolha uma alternativa para a questão 24cdb70c-e6