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Questões de Linguagens do ENEM
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- LinguagensWhat you do first thing in the morning could put you well on your way if you get it right, according to the mountains of advice and research into how our bodies wake up. Here’s a roundup of the best advice on how to spend your first few hours of every day:Don’t drink coffeeOur bodies naturally produce a hormone called cortisol, which makes us feel more awake. But the caffeine in coffee can interfere with our body’s cortisol production, and over time this can lead us to become more dependent on caffeine and produce less cortisol naturally — so save it until after around 10 a.m.Don’t stay in bedExercise is always part of the answer when the question is about being healthier/happier/more productive. But more specifically, pre-breakfast exercise can have its own benefits. A study in Belgium found that exercising before breakfast can help you lose weight by burning more fat than you would later on in the day....but do eat cakeSaving the best until last: eat cake: a study of 193 obese adults found that eating cookies or chocolate as part of breakfast stems craving sweet foods later on in the day. In other words, incorporating cake into your morning routine can actually make you healthier for the rest of the day. It’s science; don’t question it.Disponível em: www.indy100.com.Acesso em: nov. 2016 (adaptado).No trecho “stems craving sweet foods”, o termo “stems” significa
- Linguagens
Português
- Análise sintática
- Prova de 2010
- UESPI
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: C402A1D3-B5
TEXTO 2
A revolução digital
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.
Caderno Brasil, p. 2).
Buscando o sentido do fragmento: “Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido”, podemos perceber um caso de: - Linguagens
Inglês
When we think of deadly poisons, most of our minds will jump instantly to arsenic. George III of England, Napoleon Bonaparte and the Gaungxu Emperor of China are all thought to have died from its effects — either from a deliberate assassination or accidental exposure. Just 200 milligrams — around the weight of a raindrop — is enough to kill someone within two hours. The first sign is a metallic taste in your mouth, followed by vomiting and seizures, and death. It sounds horrific — but arsenic is positively innocuous compared to other substances.Consider tetrodotoxin (TTX), a poison found in puffer fish and blue-ringed octopuses that leaves you paralysed as your body goes through some agonising reactions. “Your lips and tongue will begin to burn, your mouth will erupt with saliva and you’ll get very sweaty,” Dominic Burgess from BritLab explains. “You’ll no longer be able to speak, swallow, seizures will begin and your body will slowly shut down — all while you are completely lucid but unable to move.” Death comes after six hours of symptoms and there is no antidote.Often these poisons are alarmingly close to home. One lethal chemical — cardiac glycoside digoxin — can be found in a common garden flower, while the deadliest can be seen in many hospitals; just 2 kg would be enough to wipe out the whole of the human race.Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: out. 2016 (adaptado).O objetivo do texto apresentado é - Linguagens
Português
- Coesão e coerência
- Prova de 2010
- UESPI
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: C405DFF3-B5
TEXTO 2
A revolução digital
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.
Caderno Brasil, p. 2).
Os dois segmentos a seguir formariam, coerentemente, um só segmento se fossem unidos pela seguinte expressão conectora:
1) A Internet é, por assim dizer, um livro interativo.
2) Plugados à rede, somos, autores e leitores.
- Linguagens
Inglês
The editor-in-chief of one of the world’s most prestigious medical journals has said doctors and medical professionals should engage in protests to address climate change. Richard Horton of The Lancet said that engaging in these protests is part of the duty of a doctor. He said that the General Medical Council (GMC) should be fully supportive of health professionals who engage in climate protests based on its own guidelines on the duties of a doctor. His statement comes after multiple health organizations have taken action on climate change in the United Kingdom.Disponível em: www.scientificamerican.com.Acesso em: out. 2019 (adaptado).O objetivo do texto anterior é - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2010
- UESPI
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: C4096D74-B5
TEXTO 2
A revolução digital
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.
Caderno Brasil, p. 2).
Analise o segmento: “O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro”. Nesse trecho, é evidente o propósito do autor de reforçar sua argumentação: - Linguagens
Inglês
“Isn’t Nancy through in the kitchen yet?” Mother said. “It seems to me that she has had plenty of time to have finished the dishes.”“Let Quentin go and see,” Father said. “Go and see if Nancy is through, Quentin. Tell her she can go on home.”I went to the kitchen. Nancy was through. The dishes were put away and the fire was out. Nancy was sitting in a chair, close to the cold stove. She looked at me.“Mother wants to know if you are through,” I said.“Yes,” Nancy said. She looked at me. “I done finished.” She looked at me.“What is it?” I said. “What is it?”“I ain’t nothing but a nigger,” Nancy said. “It ain’t none of it my fault.”FAULKNER, W. That evening sun. A rose for Emily and other stories. Nova York: Random House Inc., 1931 (adaptado).As marcas linguísticas presentes nas falas ‘I done finished.’ e ‘It ain’t none of it my fault.’ da personagem Nancy revelam - Linguagens
Português
A imagem anterior faz uma crítica ao uso dos sistemas de comunicação e informação. Qual das seguintes passagens também constitui uma crítica ao uso dos sistemas de comunicação e informação? - Linguagens
Português
- Concordância verbal, Concordância nominal
- Prova de 2010
- UESPI
- Dificuldade: Muito difícil
- Código da questão: C40CFF27-B5
TEXTO 2
A revolução digital
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.
Caderno Brasil, p. 2).
Analisando a concordância verbal no seguinte fragmento: “Saem as árvores”, pode-se afirmar que:1) o verbo poderia estar no singular: o sujeito vem posposto ao verbo.2) nesse caso, a concordância é facultativa: o período é simples.3) o verbo está corretamente flexionado: trata-se de um sujeito plural.Está(ão) correta(s): - Linguagens
Português
Na charge apresentada anteriormente, os pais repreendem o filho por acharem que ele usa excessivamente o computador para bater papo. Embora o menino discorde dos pais, há um elemento principal na charge que deixa claro que eles têm razão. Esse elemento é - Linguagens
Português
- Concordância verbal, Concordância nominal
- Prova de 2010
- UESPI
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: C4104B9C-B5
TEXTO 2
A revolução digital
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.
Caderno Brasil, p. 2).
Em: “as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências”, o uso do verbo ‘haver’:1) está correto, pois, nesse caso, ‘haver’ é verbo auxiliar do verbo principal.2) é facultativo: singular ou plural; trata-se de uma crônica literária.3) deveria estar no singular: o verbo ‘haver’ é sempre impessoal.Está(ão) correta(s): - Linguagens
Português
Agora podia-se distinguir que o trêmulo dos finais dos versos era um começo de soluço reprimido, mas a cantora repetia e procurava dar-lhes a mais doce e viva expressão como se falasse a alguém invisível que estivesse ao seu lado, de olhos fitos nela com ternura, profundos e compreensivos, sem que pudesse falar outra linguagem a não ser a do seu olhar, sem poder tocá-la com as mãos muito frias, presas ao peito para poder melhor resistir à tentação. Todo o corpo frágil da senhora estremecia, teso e ao mesmo tempo febril, e acompanhava com graça os braços e as mãos, que corriam com os dedos muito altos o teclado, e arrancavam notas cristalinas das cordas já frouxas e gastas. Fazia cantar toda a sala em suave meio-tom, como se fosse grande caixa de ressonância de enorme instrumento e sua voz trinada também se incorporava em um só todo sonoro, de doçura e velhice.Mas afinal a música cessou. Sinhá Rola chorava agora com simplicidade e lassidão e curvara-se sobre o encosto em forma de lira da banqueta onde estava sentada para se abandonar à dor misteriosa que a vencia toda. Celestina contemplou-a assim por muito tempo com os olhos velados de lágrimas, rememorou todas as tristezas passadas de sua vida tão monótona e humilde e viu em espírito o seu futuro apagado, eternamente votado à dependência e à obscuridade, todo feito de sacrifícios inúteis e devotamentos que ninguém compreenderia. Também ela, dentro de poucos anos, tornar-se-ia uma velha fraca e ridícula e o seu choro deveria ser qualquer coisa fora da moda, de antiquado e absurdo como aquele que tinha diante de si.PENNA, Cornélio. A menina morta. Curitiba: RM Editores, 2010, p. 131-2.No trecho anterior, do romance A Menina Morta, do escritor brasileiro Cornélio Penna, cuja primeira edição foi publicada em 1954, as situações descritas em cada um dos parágrafos, apesar de distintas, são comparáveis porque - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2011
- PUC - RJ
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: C4143DD5-25
In paragraph 2, “any other way of packaging information” (lines 11-12) means. - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2015
- PUC - SP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: C414411A-AB
O problema mencionado, no segundo parágrafo, diz respeito - Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2010
- UESPI
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: C4145964-B5
Após a independência econômica e política faltava ao Brasil a independência cultural. Foi com essa vontade de construir uma literatura autenticamente brasileira e absolutamente diversa da portuguesa e europeia, que o nosso Romantismo estabeleceu seus parâmetros estéticos e ideológicos. Sobre o romance Iracema, de José de Alencar, aponte a alternativa correta: - Linguagens
Português
Vários estudos científicos têm comprovado que a meditação favorece a capacidade de aprendizagem e concentração, além de favorecer a percepção das próprias emoções e ajudar a lidar com elas. A prática usada há centenas de anos favorece a sensação de bem-estar e tem se mostrado uma poderosa ferramenta no combate de depressão, ansiedade, hiperatividade, dor crônica, inflamações e até mesmo no combate ao envelhecimento das células.Em São Paulo, crianças e jovens aprendem técnicas de respiração e concentração em aulas, palestras, workshops e treinamentos oferecidos por voluntários da Fundação Lama Gangchen para a Cultura de Paz. Os ganhos são visíveis: maior capacidade de concentração e facilidade de aprendizagem. Chama a atenção dos voluntários a dificuldade que as crianças e os adolescentes têm para simplesmente relaxar.LEAL, Gláucia. Meditação para usar na escola.Disponível em: http://www2.uol.com.br. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).Dalai Lama, famoso líder religioso budista, diz que, se ensinarmos a meditação a cada criança de oito anos, eliminaremos a violência em apenas uma geração. Somente por essa razão valeria a pena tentar a prática. Mas por que a meditação é tão potente?O primeiro e imediato efeito da meditação nas crianças é acalmá-las, tranquilizá-las. As crianças, assim como os adultos, quando estão calmas, podem focar sua atenção no que quer que seja. Uma vez que a calma chega, o seguinte passo é o enfoque da atenção naquilo que se deseja. Isso pode ser, por exemplo, controlar uma emoção, fazer um exercício, ouvir uma explicação, dizer “não” a algo que possa ser perigoso.Efetivamente, a meditação ajuda a “alongar” o “músculo” da atenção, e, desse modo, a pessoa fica mais consciente do que acontece dentro e fora dela mesma; do que deseja e do que não deseja; do que sente e do que não sente. E, também, do que desejam, sentem ou fazem os outros.Benefícios da meditação para as crianças. Disponível em: http://br.guiainfantil.com. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).Ao tratar de meditação como uma prática benéfica, os textos anteriores - Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2010
- UESPI
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: C4183C3D-B5
Ainda sobre Iracema, de José de Alencar, assinale a alternativa incorreta. - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2011
- PUC - RS
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: C418B701-2D

No poema “Retrato falante”, de Cecília Meireles, percebe-se
I. a retomada de um tema fantástico, que é a representação do sujeito através da sombra, do reflexo, da fotografia ou do sósia.
II. um Eu poético sugerindo que o retrato falante é tão raro quanto a felicidade.
III. um retrato que, de modo coercitivo, impele o Eu poético a ter uma experiência triste.
A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são: - Linguagens
Português
O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao inferno: os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno. Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com mancha, já com forças roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco, estes sem temor nem perigo: os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam. Diógenes que tudo via com mais aguda vista que os outros homens viu que uma grande tropa de varas e ministros da justiça levava a enforcar uns ladrões e começou a bradar: lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos... Quantas vezes se viu em Roma a enforcar o ladrão por ter roubado um carneiro, e no mesmo dia ser levado em triunfo, um cônsul, ou ditador por ter roubado uma província?... De Seronato disse com discreta contraposição Sidônio Apolinário: Nom cessat simul furta, vel punire, vel facere. Seronato está sempre ocupado em duas coisas: em castigar furtos, e em os fazer. Isto não era zelo de justiça, senão inveja. Queria tirar os ladrões do mundo para roubar ele só! Declarando assim por palavras não minhas, senão de muito bons autores, quão honrados e autorizados sejam os ladrões de que falo, estes são os que disse, e digo levam consigo os reis ao inferno.VIEIRA, Antônio. O sermão do bom ladrão. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).Padre Antônio Vieira, clérigo jesuíta de origem portuguesa que viveu no Brasil no século XVII, proferiu inúmeros sermões que articulavam questões teológicas e políticas. Em O Sermão do Bom Ladrão — apresentado em 1655, em Lisboa —, para convencer sua audiência do ponto de vista defendido sobre a classe política, Vieira adota como estratégia - Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2010
- UESPI
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: C41C7C22-B5
Sobre Iracema, também se pode afirmar o seguinte.