Questões de Literatura do ENEM

Questões de Literatura, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

1.323 questões encontradas. Mostrando a página 40 de 67.

  • D92C96A7-A6

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    PINHÃO sai ao mesmo tempo que BENONA entra.

    BENONA: Eurico, Eudoro Vicente está lá fora e quer falar com você.

    EURICÃO: Benona, minha irmã, eu sei que ele está lá fora, mas não quero falar com ele.

    BENONA: Mas Eurico, nós lhe devemos certas atenções.

    EURICÃO: Você, que foi noiva dele. Eu, não!

    BENONA: Isso são coisas passadas.

    EURICÃO: Passadas para você, mas o prejuízo foi meu. Esperava que Eudoro, com todo aquele dinheiro, se tornasse meu cunhado. Era uma boca a menos e um patrimônio a mais. E o peste me traiu. Agora, parece que ouviu dizer que eu tenho um tesouro. E vem louco atrás dele, sedento, atacado de verdadeira hidrofobia. Vive farejando ouro, como um cachorro da molest'a, como um urubu, atrás do sangue dos outros. Mas ele está enganado. Santo Antônio há de proteger minha pobreza e minha devoção.

    SUASSUNA, A. O santo e a porca. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013 (fragmento).

    Nesse texto teatral, o emprego das expressões “o peste” e “cachorro da molesta” contribui para

    Escolha uma alternativa para a questão d92c96a7-a6
  • CE1DB232-29

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Outro traço importante da poesia de Álvares de Azevedo é o gosto pelo prosaísmo e o humor, que formam a vertente para nós mais moderna do Romantismo. A sua obra é a mais variada e complexa no quadro da nossa poesia romântica; mas a imagem tradicional de poeta sofredor e desesperado atrapalhou a reconhecer a importância de sua veia humorística.

    (Antonio Candido. “Prefácio”. In: Álvares de Azevedo. Melhores poemas, 2003. Adaptado.)

    A veia humorística ressaltada pelo crítico Antonio Candido na poesia de Álvares de Azevedo está bem exemplificada em:

    Escolha uma alternativa para a questão ce1db232-29
  • CE0B2F20-29

    Literatura

    Arcadismo
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Os autores deste movimento pregavam a simplicidade, quer nos temas de suas composições, quer como sistema de vida: aplaudindo os que, na Antiguidade e na Renascença, fugiam ao burburinho citadino para se isolar nas vilas, pregavam a “áurea mediocridade”, a dourada mediania existencial, transcorrida sem sobressaltos, sem paixões ou desejos. Regressar à Natureza, fundir-se nela, contemplar-lhe a quietude permanente, buscar as verdades que lhe são imanentes – em suma, perseguir a naturalidade como filosofia de vida.

    (Massaud Moisés. Dicionário de termos literários, 2004. Adaptado.)

    O comentário do crítico Massaud Moisés refere-se ao seguinte movimento literário:

    Escolha uma alternativa para a questão ce0b2f20-29
  • FD7DB658-06

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o conto a seguir e responda à questão.

    Preciosidade (para Mafalda)

    De manhã cedo era sempre a mesma coisa renovada: acordar. O que era vagaroso, desdobrado, vasto. Vastamente ela abria os olhos. Tinha quinze anos e não era bonita. Mas por dentro da magreza, a vastidão quase majestosa em que se movia como dentro de uma meditação. E dentro da nebulosidade algo precioso. Que não se espreguiçava, não se comprometia, não se contaminava. Que era intenso como uma joia. Ela acordava antes de todos, pois para ir à escola teria que pegar um ônibus e um bonde, o que lhe tomaria uma hora. O que lhe daria uma hora. De devaneio agudo como um crime. O vento da manhã violentando a janela e o rosto até que os lábios ficavam duros, gelados. Então ela sorria. Como se sorrir fosse em si um objetivo. Tudo isso aconteceria se tivesse a sorte de “ninguém olhar para ela”. Era uma manhã ainda mais fria e escura que as outras, ela estremeceu no suéter. A branca nebulosidade deixava o fim da rua invisível. Tudo estava algodoado, não se ouviu sequer o ruído de algum ônibus que passasse pela avenida. Foi andando para o imprevisível da rua. As casas dormiam nas portas fechadas. Os jardins endurecidos de frio. No ar escuro, mais que no céu, no meio da rua uma estrela. Uma grande estrela de gelo que não voltara ainda, incerta no ar, úmida, informe. Surpreendida no seu atraso, arredondava- -se na hesitação. Ela olhou a estrela próxima. Caminhava sozinha na cidade bombardeada. Não, ela não estava sozinha. Com os olhos franzidos pela incredulidade no fim longínquo de sua rua, de dentro do vapor, viu dois homens. Dois rapazes vindo. Olhou ao redor como se pudesse ter errado de rua ou de cidade. Mas errara os minutos: saíra de casa antes que a estrela e dois homens tivessem tempo de sumir. Seu coração se espantou. O que se seguiu foram quatro mãos difíceis, foram quatro mãos que não sabiam o que queriam, quatro mãos erradas de quem não tinha a vocação, quatro mãos que a tocaram tão inesperadamente que ela fez a coisa mais certa que poderia ter feito no mundo dos movimentos: ficou paralisada. Eles, cujo papel predeterminado era apenas o de passar junto do escuro de seu medo, e então o primeiro dos sete mistérios cairia; eles que representariam apenas o horizonte de um só passo aproximado, eles não compreenderam a função que tinham e, com a individualidade dos que têm medo, haviam atacado. Foi menos de uma fração de segundo na rua tranquila. Numa fração de segundo a tocaram como se a eles coubessem todos os sete mistérios. Que ela conservou todos, e mais larva se tornou, e mais sete anos de atraso. Quando foi molhar os cabelos diante do espelho, ela era tão feia. Ela possuía tão pouco, e eles haviam tocado. Ela era tão feia e preciosa. Estava pálida, os traços afinados. As mãos, umedecendo os cabelos, sujas de tinta ainda do dia anterior. “Preciso cuidar mais de mim”, pensou. Não sabia como. A verdade é que cada vez sabia menos como. A expressão do nariz era a de um focinho apontando na cerca. Voltou ao banco e ficou quieta, com um focinho. “Uma pessoa não é nada.” “Não”, retrucou-se em mole protesto, “não diga isso”, pensou com bondade e melancolia. “Uma pessoa é alguma coisa”, disse por gentileza. Mas no jantar a vida tomou um senso imediato e histérico:
    – Preciso de sapatos novos! Os meus fazem muito barulho, uma mulher não pode andar com salto de madeira, chama muita atenção! Ninguém me dá nada! Ninguém me dá nada! – e estava tão frenética e estertorada que ninguém teve coragem de lhe dizer que não os ganharia. Só disseram:
    – Você não é uma mulher e todo salto é de madeira. Até que, assim como uma pessoa engorda, ela deixou, sem saber por que processo, de ser preciosa. Há uma obscura lei que faz com que se proteja o ovo até que nasça o pinto, pássaro de fogo. E ela ganhou os sapatos novos.

    (LISPECTOR, C. Laços de Família. São Paulo: Rocco, 1998. p.95-108.)
    A respeito da autora e de sua obra, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão fd7db658-06
  • 6FCB4315-06

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNIFESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uma análise mais atenta do livro mostra que ele foi construído a partir da combinação de uma infinidade de textos preexistentes, elaborados pela tradição oral ou escrita, popular ou erudita, europeia ou brasileira. A originalidade estrutural deriva, deste modo, do fato de o livro não se basear na mímesis, isto é, na dependência constante que a arte estabelece entre o mundo objetivo e a ficção; mas em ligar-se quase sempre a outros mundos imaginários, a sistemas fechados de sinais, já regidos por significação autônoma. Esse processo, parasitário na aparência, é no entanto curiosamente inventivo; pois, em vez de recortar com neutralidade nos entrechos originais as partes de que necessita para reagrupá-las, intactas, numa ordem nova, atua quase sempre sobre cada fragmento, alterando-o em profundidade.

    (Gilda de Mello e Souza. O tupi e o alaúde, 1979. Adaptado.)

    Tal comentário aplica-se ao livro
    Escolha uma alternativa para a questão 6fcb4315-06
  • 6FC460EB-06

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNIFESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O Simbolismo é, antes de tudo, antipositivista, antinaturalista e anticientificista. Com esse movimento, nota-se o despontar de uma poesia nova, que ressuscitava o culto do vago em substituição ao culto da forma e do descritivo.

    (Massaud Moisés. A literatura portuguesa, 1994. Adaptado.)

    Considerando esta breve caracterização, assinale a alternativa em que se verifica o trecho de um poema simbolista.
    Escolha uma alternativa para a questão 6fc460eb-06
  • 6FBC6286-06

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNIFESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    O que primeiro chama a atenção do crítico na ficção deste escritor é a despreocupação com as modas dominantes e o aparente arcaísmo da técnica. Num momento em que Gustave Flaubert sistematizara a teoria do “romance que narra a si próprio”, apagando o narrador atrás da objetividade da narrativa; num momento em que Émile Zola preconizava o inventário maciço da realidade, observada nos menores detalhes, ele cultivou livremente o elíptico, o incompleto, o fragmentário, intervindo na narrativa com bisbilhotice saborosa.
    A sua técnica consiste essencialmente em sugerir as coisas mais tremendas da maneira mais cândida (como os ironistas do século XVIII); ou em estabelecer um contraste entre a normalidade social dos fatos e a sua anormalidade essencial; ou em sugerir, sob aparência do contrário, que o ato excepcional é normal, e anormal seria o ato corriqueiro. Aí está o motivo da sua modernidade, apesar do seu arcaísmo de superfície.

    (Antonio Candido. Vários escritos, 2004. Adaptado.)

    O comentário do crítico Antonio Candido refere-se ao escritor
    Escolha uma alternativa para a questão 6fbc6286-06
  • 6FA80CE3-06

    Literatura

    Arcadismo
    UNIFESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa na qual se pode detectar nos versos do poeta português Manuel Maria de Barbosa du Bocage (1765-1805) uma ruptura com a convenção arcádica do locus amoenus (“lugar aprazível”).
    Escolha uma alternativa para a questão 6fa80ce3-06
  • 6F8ECE61-06

    Literatura

    Estilística
    UNIFESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o soneto do poeta Luís Vaz de Camões (1525?-1580) para responder à questão.

    Sete anos de pastor Jacob servia
    Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    mas não servia ao pai, servia a ela,
    e a ela só por prêmio pretendia.

    Os dias, na esperança de um só dia,
    passava, contentando-se com vê-la;
    porém o pai, usando de cautela,
    em lugar de Raquel lhe dava Lia.

    Vendo o triste pastor que com enganos
    lhe fora assi negada a sua pastora,
    como se a não tivera merecida,

    começa de servir outros sete anos,
    dizendo: “Mais servira, se não fora
    para tão longo amor tão curta a vida”.

    (Luís Vaz de Camões. Sonetos, 2001.)
    Do ponto de vista formal, o tipo de verso e o esquema de rimas que caracterizam este soneto camoniano são, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 6f8ece61-06
  • 8C9ADC34-F8

    Literatura

    Arcadismo
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a pintura e leia o fragmento a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2015
    MEIRELLES, Victor. Batalha dos Guararapes. Disponível em:<https://www.museus.gov.br/tag/victor-meirelles/>. Acesso em: 24 mar. 2015.

    Vinha logo de guardas rodeado
    Fonte de crimes, militar tesouro,
    Por quem deixa no rego o curto arado
    O lavrador, que não conhece a glória;
    E vendendo a vil preço o sangue e a vida
    Move, e nem sabe por que move a guerra. 
    GAMA, Basílio. O Uraguai. In. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 43. ed. São Paulo: Cultrix, 2006. p. 67.

    Embora O Uraguai seja considerado a melhor realização épica do Arcadismo brasileiro, nota-se, na obra, uma quebra do modelo da epopeia clássica. Em termos de conteúdo, tanto no trecho quanto na pintura apresentados, essa quebra se evidencia
    Escolha uma alternativa para a questão 8c9adc34-f8
  • 0B4E5019-F0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o regionalismo, não é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b4e5019-f0
  • 0B4ADD3C-F0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre os trechos abaixo, marque a alternativa que apresenta a informação correta:


    "Quando o Nordeste tiver açudes para sanar sua falta de água, quando for mais alfabetizado, quando terminar essa semiescravidão em que o trabalhador vive, verás, Justino, tua terra florescer, dar frutos, as crianças felizes crescerem e se tornarem adultos conscientes de suas responsabilidades, como elos da nossa corrente humana." (MOTT, Odette de Barros; Justino, o retirante p. 134.)

    “E andavam para o Sul, metidos naquele sonho. Uma cidade grande, cheia de pessoas fortes Os meninos em escolas, aprendendo coisas difíceis e necessárias. Eles dois velhinhos, acabando-se como uns cachorros, inúteis, acabando-se como Baleia. Que iriam fazer? Retardaram-se temerosos. Chegariam a uma terra desconhecida e civilizada, ficariam presos nela. E o sertão continuaria a mandar gente para lá. O sertão mandaria para a cidade homens fortes, brutos, como Fabiano, Sinhá Vitória e os dois meninos." (Graciliano Ramos - Vidas secas, pág. 134)
    Escolha uma alternativa para a questão 0b4add3c-f0
  • 8D5E5462-EF

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os dois textos que seguem.

    TEXTO I

    Nas últimas décadas do século XIX, as pessoas consideradas loucas eram equiparadas aos indivíduos classificados como desordeiros, unindo-se ao grupo dos incômodos e perigosos, que deveriam ser postos longe da dita boa sociedade. A loucura adquiria ares de moléstia social.

    Fonte: SOUSA, Fábio Henrique Gonçalves. A loucura no século XIX: questão de saúde ou moléstia social? http://www.outrostempos.uema.br/curso/anaisampuh/anaisfabio.htm Acesso 17-09-2015.


    TEXTO II

    Na obra, O Alienista, Machado de Assis narra a história do Dr. Simão Bacamarte. Leia a paráfrase a seguir:

    Após conquistar respeito em sua carreira de médico na Europa e no Brasil, o Dr. Simão Bacamarte retorna à sua terra-natal, Itaguaí, para se dedicar ainda mais a sua profissão. Certo dia, o Dr. Bacamarte resolve se dedicar aos estudos da psiquiatria e constrói na cidade um manicômio chamado Casa Verde, para abrigar todos os loucos da cidade e região.

    Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/alienista-resumo-analise-conto-machado-assis-701990.shtml Adaptado. Acesso 17-09-2015


    Os textos referem-se ao contexto histórico do final do século XIX. A partir desse cenário e da obra de Machado de Assis, é possível afirmar que a sociedade dessa época
    Escolha uma alternativa para a questão 8d5e5462-ef
  • 8D57E8B5-EF

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Aqui jaz um grande poeta. / Nada deixou escrito. / Este silêncio, acredito, / são suas obras completas”. Autoepitáfio. Paulo Leminski.

    Pouco antes de morrer, em 1989, aos 44 anos, Leminski já se sabia, como poeta, um peixe fora d’água no panorama cultural brasileiro, um sobrevivente de uma época. Morreu cercado de um quase-silêncio, com uma aura de dinossauro porra-louca.

    Fonte: TRIGO, Luciano. Máquina de Escrever, um olhar crítico sobre literatura, cinema e artes plásticas. http://g1.globo.com/ platb/maquinadeescrever/2013/03/30/toda-poesia-mostra-a-forca-e-a-fraqueza-de-paulo-leminski/ Adaptado. Publicado em 30-03-2013. Acesso 17-09-2015.


    O autoepitáfio de Leminski, publicado na obra Toda Poesia, relaciona a sua produção com a (o):
    Escolha uma alternativa para a questão 8d57e8b5-ef
  • 0B21657A-E4

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Com base no conto “A nova Califórnia”, de Lima Barreto, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 0b21657a-e4
  • C47EB0C5-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    "A moça agitou então a fronte com uma vibração altiva: – Mas o senhor não me abandonou pelo amor de Adelaide e sim pelo seu dote, um mesquinho dote de trinta contos! [...] Desprezasse-me embora, mas não descesse da altura em que o havia colocado dentro da minha alma. Eu tinha um ídolo; o senhor abateu-o de seu pedestal, e atirou-o no pó. Essa degradação do homem a quem eu adorava, eis o seu crime." O excerto se refere à obra:
    Escolha uma alternativa para a questão c47eb0c5-e3
  • C47BAF6C-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Todas as afirmativas sobre o poema I-Juca Pirama de Gonçalves Dias, estão corretas, exceto:
    Escolha uma alternativa para a questão c47baf6c-e3
  • C477EF1A-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho abaixo.


    Em Terras do Sem-Fim, Jorge Amado narra as lutas que ocorreram ........ pelas terras da mata do Sequeiro Grande, fértil região próxima a ........: Horácio Silveira e seus seguidores disputaram, ........, com o clã Badaró.
    Escolha uma alternativa para a questão c477ef1a-e3