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Instituição

Questões: Universidade Estadual Paulista (UNESP) — com gabarito

1.933 questões de Universidade Estadual Paulista (UNESP), de 2010 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.933 questões
  • 14 provas

Resultados: 688 questões

Página 30 de 35

  • Linguagens

    Literatura

    De fato, este romance constitui um dos poucos romances cômicos do romantismo nacional, afastando-se dos traços idealizantes que caracterizam boa parte das obras “sérias” dos autores de então. O modo pelo qual este romance pinta a sociedade, representado-a a partir de um ângulo abertamente cômico e satírico, também era relativamente novo nas letras brasileiras do século XIX.

    (Mamede Mustafa Jarouche. “Galhofa sem melancolia”, 2003. Adaptado.)


    O comentário refere-se ao romance

    Escolha uma alternativa para a questão 3345d8f5-1b
  • Linguagens

    Inglês

                                 Imagem da questão de Inglês, UNESP 2017, Preposições | Prepositions

          It is essential to promote social inclusion by providing spaces for people of all socio-economic backgrounds to use and enjoy. Quality public spaces such as libraries and parks can supplement housing as study and recreational spaces for the urban poor.

          There is a need to ensure that there is an equitable distribution of public spaces within cities. Through the provision of quality public spaces in cities can reduce the economic and social segregation that is prevalent in many developed and developing cities. By ensuring the distribution, coverage and quality of public spaces, it is possible to directly influence the dynamics of urban density, to combine uses and to promote the social mixture of cities’ inhabitants.

          Rights and duties of all the public space stakeholders should be clearly defined. Public spaces are public assets as a public space is by definition a place where all citizens are legitimate to be and discrimination should be tackled there. Public space has the capacity to gather people and break down social barriers. Protecting the inclusiveness of public space is a key prerequisite for the right to the city and an important asset to foster tolerance, conviviality and dialogue.

          Public spaces in slums are only used to enable people to move. There is a lack of public space both in quantity and quality, leading to high residential density, high crime rates, lack of public facilities such as toilets or water, difficulties to practice outdoor sports and other recreational activities among others.

                                                                                                        (www.learning.uclg.org)

    No trecho do terceiro parágrafo “as a public space is by definition”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão c607fa4f-3b
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia a crônica “Seu ‘Afredo’”, de Vinicius de Moraes (1913-1980), publicada originalmente em setembro de 1953.

          Seu Afredo (ele sempre subtraía o “l” do nome, ao se apresentar com uma ligeira curvatura: “Afredo Paiva, um seu criado...”) tornou-se inesquecível à minha infância porque tratava-se muito mais de um linguista que de um encerador. Como encerador, não ia muito lá das pernas. Lembro-me que, sempre depois de seu trabalho, minha mãe ficava passeando pela sala com uma flanelinha debaixo de cada pé, para melhorar o lustro. Mas, como linguista, cultor do vernáculo¹e aplicador de sutilezas gramaticais, seu Afredo estava sozinho.

          Tratava-se de um mulato quarentão, ultrarrespeitador, mas em quem a preocupação linguística perturbava às vezes a colocação pronominal. Um dia, numa fila de ônibus, minha mãe ficou ligeiramente ressabiada2 quando seu Afredo, casualmente de passagem, parou junto a ela e perguntou-lhe à queima-roupa, na segunda do singular:

          – Onde vais assim tão elegante?

          Nós lhe dávamos uma bruta corda. Ele falava horas a fio, no ritmo do trabalho, fazendo os mais deliciosos pedantismos que já me foi dado ouvir. Uma vez, minha mãe, em meio à lide3 caseira, queixou-se do fatigante ramerrão4 do trabalho doméstico. Seu Afredo virou-se para ela e disse:

          – Dona Lídia, o que a senhora precisa fazer é ir a um médico e tomar a sua quilometragem. Diz que é muito bão.

          De outra feita, minha tia Graziela, recém-chegada de fora, cantarolava ao piano enquanto seu Afredo, acocorado perto dela, esfregava cera no soalho. Seu Afredo nunca tinha visto minha tia mais gorda. Pois bem: chegou-se a ela e perguntou-lhe:

          – Cantas? Minha tia, meio surpresa, respondeu com um riso amarelo:

          – É, canto às vezes, de brincadeira...

          Mas, um tanto formalizada, foi queixar-se a minha mãe, que lhe explicou o temperamento do nosso encerador:

           – Não, ele é assim mesmo. Isso não é falta de respeito, não. É excesso de... gramática.

          Conta ela que seu Afredo, mal viu minha tia sair, chegou-se a ela com ar disfarçado e falou:

          – Olhe aqui, dona Lídia, não leve a mal, mas essa menina, sua irmã, se ela pensa que pode cantar no rádio com essa voz, ‘tá redondamente enganada. Nem em programa de calouro!

          E, a seguir, ponderou:

          – Agora, piano é diferente. Pianista ela é!

          E acrescentou:

          – Eximinista pianista!

                                                                               (Para uma menina com uma flor, 2009.)


    1 vernáculo: a língua própria de um país; língua nacional.

    2 ressabiado: desconfiado.

    3 lide: trabalho penoso, labuta.

    4 ramerrão: rotina.

    Observa-se no texto um desvio quanto às normas gramaticais referentes à colocação pronominal em:
    Escolha uma alternativa para a questão c5d3a0f9-3b
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia a crônica “Seu ‘Afredo’”, de Vinicius de Moraes (1913-1980), publicada originalmente em setembro de 1953.

          Seu Afredo (ele sempre subtraía o “l” do nome, ao se apresentar com uma ligeira curvatura: “Afredo Paiva, um seu criado...”) tornou-se inesquecível à minha infância porque tratava-se muito mais de um linguista que de um encerador. Como encerador, não ia muito lá das pernas. Lembro-me que, sempre depois de seu trabalho, minha mãe ficava passeando pela sala com uma flanelinha debaixo de cada pé, para melhorar o lustro. Mas, como linguista, cultor do vernáculo¹e aplicador de sutilezas gramaticais, seu Afredo estava sozinho.

          Tratava-se de um mulato quarentão, ultrarrespeitador, mas em quem a preocupação linguística perturbava às vezes a colocação pronominal. Um dia, numa fila de ônibus, minha mãe ficou ligeiramente ressabiada2 quando seu Afredo, casualmente de passagem, parou junto a ela e perguntou-lhe à queima-roupa, na segunda do singular:

          – Onde vais assim tão elegante?

          Nós lhe dávamos uma bruta corda. Ele falava horas a fio, no ritmo do trabalho, fazendo os mais deliciosos pedantismos que já me foi dado ouvir. Uma vez, minha mãe, em meio à lide3 caseira, queixou-se do fatigante ramerrão4 do trabalho doméstico. Seu Afredo virou-se para ela e disse:

          – Dona Lídia, o que a senhora precisa fazer é ir a um médico e tomar a sua quilometragem. Diz que é muito bão.

          De outra feita, minha tia Graziela, recém-chegada de fora, cantarolava ao piano enquanto seu Afredo, acocorado perto dela, esfregava cera no soalho. Seu Afredo nunca tinha visto minha tia mais gorda. Pois bem: chegou-se a ela e perguntou-lhe:

          – Cantas? Minha tia, meio surpresa, respondeu com um riso amarelo:

          – É, canto às vezes, de brincadeira...

          Mas, um tanto formalizada, foi queixar-se a minha mãe, que lhe explicou o temperamento do nosso encerador:

           – Não, ele é assim mesmo. Isso não é falta de respeito, não. É excesso de... gramática.

          Conta ela que seu Afredo, mal viu minha tia sair, chegou-se a ela com ar disfarçado e falou:

          – Olhe aqui, dona Lídia, não leve a mal, mas essa menina, sua irmã, se ela pensa que pode cantar no rádio com essa voz, ‘tá redondamente enganada. Nem em programa de calouro!

          E, a seguir, ponderou:

          – Agora, piano é diferente. Pianista ela é!

          E acrescentou:

          – Eximinista pianista!

                                                                               (Para uma menina com uma flor, 2009.)


    1 vernáculo: a língua própria de um país; língua nacional.

    2 ressabiado: desconfiado.

    3 lide: trabalho penoso, labuta.

    4 ramerrão: rotina.

    “[Seu Afredo] perguntou-lhe à queima-roupa, na segunda do singular:

    – Onde vais assim tão elegante?” (2° parágrafo/3° parágrafo)

    Ao se adaptar este trecho para o discurso indireto, o verbo “vais” assume a seguinte forma:

    Escolha uma alternativa para a questão c5d0a44b-3b
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    Português

    Leia o soneto XLVI, de Cláudio Manuel da Costa (1729-1789), para responder a questão.
    Não vês, Lise, brincar esse menino
    Com aquela avezinha? Estende o braço,
    Deixa-a fugir, mas apertando o laço,
    A condena outra vez ao seu destino.

    Nessa mesma figura, eu imagino,
    Tens minha liberdade, pois ao passo
    Que cuido que estou livre do embaraço,
    Então me prende mais meu desatino.

    Em um contínuo giro o pensamento
    Tanto a precipitar-me se encaminha,
    Que não vejo onde pare o meu tormento.

    Mas fora menos mal esta ânsia minha,
    Se me faltasse a mim o entendimento,
    Como falta a razão a esta avezinha.

    (Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
    No soneto, o menino e a avezinha, mencionados na primeira estrofe, são comparados, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 1a759949-30
  • Linguagens

    Português

    Leia o soneto XLVI, de Cláudio Manuel da Costa (1729-1789), para responder a questão.
    Não vês, Lise, brincar esse menino
    Com aquela avezinha? Estende o braço,
    Deixa-a fugir, mas apertando o laço,
    A condena outra vez ao seu destino.

    Nessa mesma figura, eu imagino,
    Tens minha liberdade, pois ao passo
    Que cuido que estou livre do embaraço,
    Então me prende mais meu desatino.

    Em um contínuo giro o pensamento
    Tanto a precipitar-me se encaminha,
    Que não vejo onde pare o meu tormento.

    Mas fora menos mal esta ânsia minha,
    Se me faltasse a mim o entendimento,
    Como falta a razão a esta avezinha.

    (Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
    O tom predominante no soneto é de
    Escolha uma alternativa para a questão 1a72b33b-30
  • Linguagens

    Português

    Para responder a questão, leia o excerto de Auto da Barca do Inferno do escritor português Gil Vicente (1465?-1536?). A peça prefigura o destino das almas que chegam a um braço de mar onde se encontram duas barcas (embarcações): uma destinada ao Paraíso, comandada pelo anjo, e outra destinada ao Inferno, comandada pelo diabo.

     Vem um Frade com uma Moça pela mão […]; e ele
    mesmo fazendo a baixa1  começou a dançar, dizendo
    Frade: Tai-rai-rai-ra-rã ta-ri-ri-rã;
                Tai-rai-rai-ra-rã ta-ri-ri-rã;
                Tã-tã-ta-ri-rim-rim-rã, huha!
    Diabo: Que é isso, padre? Quem vai lá?
    Frade: Deo gratias2 ! Sou cortesão.
    Diabo: Danças também o tordião3 ?
    Frade: Por que não? Vê como sei.
    Diabo: Pois entrai, eu tangerei4
                e faremos um serão.
                E essa dama, porventura?
    Frade: Por minha a tenho eu,
                e sempre a tive de meu.
    Diabo: Fizeste bem, que é lindura!
                Não vos punham lá censura
                no vosso convento santo?
    Frade: E eles fazem outro tanto!
    Diabo: Que preciosa clausura5!
    Entrai, padre reverendo!
    Frade: Para onde levais gente?
    Diabo: Para aquele fogo ardente
                que não temestes vivendo.
    Frade: Juro a Deus que não te entendo!
                E este hábito6não me val7?
    Diabo: Gentil padre mundanal8
                a Belzebu vos encomendo!
    Frade: Corpo de Deus consagrado!
                Pela fé de Jesus Cristo,
                que eu não posso entender isto!
                Eu hei de ser condenado?
                Um padre tão namorado
                e tanto dado à virtude?
                Assim Deus me dê saúde,
                que eu estou maravilhado!
    Diabo: Não façamos mais detença9
                embarcai e partiremos;
                tomareis um par de remos.
    Frade: Não ficou isso na avença10.
    Diabo: Pois dada está já a sentença!
    Frade: Por Deus! Essa seria ela?
                Não vai em tal caravela
                minha senhora Florença?
                Como? Por ser namorado
                e folgar c’uma mulher?
                Se há um frade de perder,
                com tanto salmo rezado?!
    Diabo: Ora estás bem arranjado!
    Frade: Mas estás tu bem servido.
    Diabo: Devoto padre e marido,
                haveis de ser cá pingado11…

    (Auto da Barca do Inferno, 2007.)

     1 baixa: dança popular no século XVI.
    2 Deo gratias: graças a Deus.
    3 tordião: outra dança popular no século XVI.
    4 tanger: fazer soar um instrumento.
    5 clausura: convento.
    6 hábito: traje religioso.
    7 val: vale.
    8 mundanal: mundano.
    9 detença: demora.
    10 avença: acordo.
    11 ser pingado: ser pingado com gotas de gordura fervendo (segundo o imaginário popular, processo de tortura que ocorreria no inferno)
    Assinale a alternativa cuja máxima está em conformidade com o excerto e com a proposta do teatro de Gil Vicente.
    Escolha uma alternativa para a questão 1a6f9ebc-30
  • Linguagens

    Inglês

    Oxfam study finds richest 1% is likely to control half of global wealth by 2016
    By Patricia Cohen
    January 19, 2015
    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2015, Tradução | Translation
    The richest 1 percent is likely to control more than half of the globe’s total wealth by next year, the anti-poverty charity Oxfam reported in a study released on Monday. The warning about deepening global inequality comes just as the world’s business elite prepare to meet this week at the annual World Economic Forum in Davos, Switzerland.
    The 80 wealthiest people in the world altogether own $1.9 trillion, the report found, nearly the same amount shared by the 3.5 billion people who occupy the bottom half of the world’s income scale. (Last year, it took 85 billionaires to equal that figure.) And the richest 1 percent of the population controls nearly half of the world’s total wealth, a share that is also increasing.
    The type of inequality that currently characterizes the world’s economies is unlike anything seen in recent years, the report explained. “Between 2002 and 2010 the total wealth of the poorest half of the world in current U.S. dollars had been increasing more or less at the same rate as that of billionaires,” it said. “However since 2010, it has been decreasing over that time.”
    Winnie Byanyima, the charity’s executive director, noted in a statement that more than a billion people lived on less than $1.25 a day. “Do we really want to live in a world where the 1 percent own more than the rest of us combined?” Ms. Byanyima said. “The scale of global inequality is quite simply staggering.”
    Investors with interests in finance, insurance and health saw the biggest windfalls, Oxfam said. Using data from Forbes magazine’s list of billionaires, it said those listed as having interests in the pharmaceutical and health care industries saw their net worth jump by 47 percent. The charity credited those individuals’ rapidly growing fortunes in part to multimillion-dollar lobbying campaigns to protect and enhance their interests.
    (www.nytimes.com. Adaptado.)
    No contexto do último parágrafo, o sentido do termo “windfalls” em “Investors with interests in finance, insurance and health saw the biggest windfalls” equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão 450b2c09-3c
  • Linguagens

    Inglês

    Oxfam study finds richest 1% is likely to control half of global wealth by 2016
    By Patricia Cohen
    January 19, 2015
    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension
    The richest 1 percent is likely to control more than half of the globe’s total wealth by next year, the anti-poverty charity Oxfam reported in a study released on Monday. The warning about deepening global inequality comes just as the world’s business elite prepare to meet this week at the annual World Economic Forum in Davos, Switzerland.
    The 80 wealthiest people in the world altogether own $1.9 trillion, the report found, nearly the same amount shared by the 3.5 billion people who occupy the bottom half of the world’s income scale. (Last year, it took 85 billionaires to equal that figure.) And the richest 1 percent of the population controls nearly half of the world’s total wealth, a share that is also increasing.
    The type of inequality that currently characterizes the world’s economies is unlike anything seen in recent years, the report explained. “Between 2002 and 2010 the total wealth of the poorest half of the world in current U.S. dollars had been increasing more or less at the same rate as that of billionaires,” it said. “However since 2010, it has been decreasing over that time.”
    Winnie Byanyima, the charity’s executive director, noted in a statement that more than a billion people lived on less than $1.25 a day. “Do we really want to live in a world where the 1 percent own more than the rest of us combined?” Ms. Byanyima said. “The scale of global inequality is quite simply staggering.”
    Investors with interests in finance, insurance and health saw the biggest windfalls, Oxfam said. Using data from Forbes magazine’s list of billionaires, it said those listed as having interests in the pharmaceutical and health care industries saw their net worth jump by 47 percent. The charity credited those individuals’ rapidly growing fortunes in part to multimillion-dollar lobbying campaigns to protect and enhance their interests.
    (www.nytimes.com. Adaptado.)
    De acordo com o terceiro parágrafo do texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 45028d41-3c
  • Linguagens

    Inglês

    Oxfam study finds richest 1% is likely to control half of global wealth by 2016
    By Patricia Cohen
    January 19, 2015
    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension
    The richest 1 percent is likely to control more than half of the globe’s total wealth by next year, the anti-poverty charity Oxfam reported in a study released on Monday. The warning about deepening global inequality comes just as the world’s business elite prepare to meet this week at the annual World Economic Forum in Davos, Switzerland.
    The 80 wealthiest people in the world altogether own $1.9 trillion, the report found, nearly the same amount shared by the 3.5 billion people who occupy the bottom half of the world’s income scale. (Last year, it took 85 billionaires to equal that figure.) And the richest 1 percent of the population controls nearly half of the world’s total wealth, a share that is also increasing.
    The type of inequality that currently characterizes the world’s economies is unlike anything seen in recent years, the report explained. “Between 2002 and 2010 the total wealth of the poorest half of the world in current U.S. dollars had been increasing more or less at the same rate as that of billionaires,” it said. “However since 2010, it has been decreasing over that time.”
    Winnie Byanyima, the charity’s executive director, noted in a statement that more than a billion people lived on less than $1.25 a day. “Do we really want to live in a world where the 1 percent own more than the rest of us combined?” Ms. Byanyima said. “The scale of global inequality is quite simply staggering.”
    Investors with interests in finance, insurance and health saw the biggest windfalls, Oxfam said. Using data from Forbes magazine’s list of billionaires, it said those listed as having interests in the pharmaceutical and health care industries saw their net worth jump by 47 percent. The charity credited those individuals’ rapidly growing fortunes in part to multimillion-dollar lobbying campaigns to protect and enhance their interests.
    (www.nytimes.com. Adaptado.)
    No trecho do segundo parágrafo “Last year, it took 85 billionaires to equal that figure.”, “that figure” refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 44ff7c58-3c
  • Linguagens

    Inglês

    Oxfam study finds richest 1% is likely to control half of global wealth by 2016
    By Patricia Cohen
    January 19, 2015
    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension
    The richest 1 percent is likely to control more than half of the globe’s total wealth by next year, the anti-poverty charity Oxfam reported in a study released on Monday. The warning about deepening global inequality comes just as the world’s business elite prepare to meet this week at the annual World Economic Forum in Davos, Switzerland.
    The 80 wealthiest people in the world altogether own $1.9 trillion, the report found, nearly the same amount shared by the 3.5 billion people who occupy the bottom half of the world’s income scale. (Last year, it took 85 billionaires to equal that figure.) And the richest 1 percent of the population controls nearly half of the world’s total wealth, a share that is also increasing.
    The type of inequality that currently characterizes the world’s economies is unlike anything seen in recent years, the report explained. “Between 2002 and 2010 the total wealth of the poorest half of the world in current U.S. dollars had been increasing more or less at the same rate as that of billionaires,” it said. “However since 2010, it has been decreasing over that time.”
    Winnie Byanyima, the charity’s executive director, noted in a statement that more than a billion people lived on less than $1.25 a day. “Do we really want to live in a world where the 1 percent own more than the rest of us combined?” Ms. Byanyima said. “The scale of global inequality is quite simply staggering.”
    Investors with interests in finance, insurance and health saw the biggest windfalls, Oxfam said. Using data from Forbes magazine’s list of billionaires, it said those listed as having interests in the pharmaceutical and health care industries saw their net worth jump by 47 percent. The charity credited those individuals’ rapidly growing fortunes in part to multimillion-dollar lobbying campaigns to protect and enhance their interests.
    (www.nytimes.com. Adaptado.)
    According to the information presented in the second paragraph,
    Escolha uma alternativa para a questão 44fcbdca-3c
  • Linguagens

    Português

    Cena V – JORGE, MADALENA E MARIA
    JORGE – Ora seja Deus nesta casa!
    (Maria beija-lhe o escapulário1 e depois a mão; Madalena somente o escapulário.)
    MADALENA – Sejais bem-vindo, meu irmão!
    MARIA – Boas tardes, tio Jorge!
    JORGE – Minha senhora mana! A bênção de Deus te cubra, filha! Também estou desassossegado como vós, mana Madalena: mas não vos aflijais, espero que não há de ser nada. É certo que tive umas notícias de Lisboa...
    MADALENA (assustada) – Pois que é, que foi?
    JORGE – Nada, não vos assusteis; mas é bom que estejais prevenida, por isso vo-lo digo. Os governadores querem sair da cidade... é um capricho verdadeiro... Depois de aturarem metidos ali dentro toda a força da peste, agora que ela está, se pode dizer, acabada, que são raríssimos os casos, é que por força querem mudar de ares.
    MADALENA – Pois coitados!...
    MARIA – Coitado do povo! Que mais valem as vidas deles? Em pestes e desgraças assim, eu entendia, se governasse, que o serviço de Deus e do rei me mandava ficar, até a última, onde a miséria fosse mais e o perigo maior, para atender com remédio e amparo aos necessitados. Pois, rei não quer dizer pai comum de todos?
    JORGE – A minha donzela Teodora! Assim é, filha, mas o mundo é doutro modo: que lhe faremos?
    MARIA – Emendá-lo.
    JORGE (para Madalena, baixo) – Sabeis que mais? Tenho medo desta criança.
    MADALENA (do mesmo modo) – Também eu.
    JORGE (alto) – Mas enfim, resolveram sair: e sabereis mais que, para corte e “buen retiro” dos nossos cinco reis, os senhores governadores de Portugal por D. Filipe de Castela, que Deus guarde, foi escolhida esta nossa boa vila de Almada, que o deveu à fama de suas águas sadias, ares lavados e graciosa vista.
    MADALENA – Deixá-los vir.
    JORGE – Assim é: que remédio! Mas ouvi o resto. O nosso pobre Convento de São Paulo tem de hospedar o senhor arcebispo D. Miguel de Castro, presidente do governo. Bom prelado é ele; e, se não fosse que nos tira do humilde sossego de nossa vida, por vir como senhor e príncipe secular... o mais, paciência. Pior é o vosso caso...
    MADALENA – O meu!
    JORGE – O vosso e de Manuel de Sousa: porque os outros quatro governadores – e aqui está o que me mandaram dizer em muito segredo de Lisboa – dizem que querem vir para esta casa, e pôr aqui aposentadoria2 .
    MARIA (com vivacidade) – Fechamos-lhes as portas. Metemos a nossa gente dentro – o terço3 de meu pai tem mais de seiscentos homens – e defendemo-nos. Pois não é uma tirania?... E há de ser bonito!... Tomara eu ver seja o que for que se pareça com uma batalha! 
    JORGE – Louquinha!
    MADALENA – Mas que mal fizemos nós ao conde de Sabugal e aos outros governadores, para nos fazerem esse desacato? Não há por aí outras casas; e eles não sabem que nesta há senhoras, uma família... e que estou eu aqui?... (Teatro, vol. 3, 1844.)
    1 escapulário: faixa de tecido que frades e freiras de certas ordens religiosas cristãs usam pendente sobre o peito.
    2 pôr aposentadoria: ficar, morar.
    3 terço: corpo de tropas dos exércitos português e espanhol dos séculos XVI e XVII.
    “Nada, não vos assusteis; mas é bom que estejais prevenida, por isso vo-lo digo.”
    Em relação à forma verbal “digo”, os pronomes oblíquos átonos “vo-lo” atuam, respectivamente, como
    Escolha uma alternativa para a questão 44ee719f-3c
  • Linguagens

    Inglês

                                                          GM wheat no more

                                     pest-resistant than ordinary crops, trial shows

    GM wheat designed to repel aphids is no more effective at repelling the bugs than standard varieties a major field trial has revealed

                                                   Imagem da questão de Inglês, UNESP 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Ian Sample

    June 25, 2015

          A major field trial of GM wheat that is designed to repel aphids (small insects) has found the crop is no better protected against the pests than conventional wheat. The results come from two years of trials that compared aphid attacks on standard wheat plants with those suffered by a GM version modified to release a natural aphid repellent.

          Scientists created the GM wheat strain in the hope that it would deter aphids, which devour the crops and can leave them with infections. They modified the wheat to produce a natural pheromone which aphids release when under attack from predators. The “aphid alarm” makes the bugs flee to safety. Aphids are not the only organisms that release the odour though. More than 400 plants have evolved to secrete the same substance, called E-betafarnesene, or EBF, including peppermint. The chemical doubles up as an attractant for some insects that kill aphids, such as parasitic wasps.

          Prior to the field trial, lab tests at Rothamsted found that the pheromone worked as a highly-effective aphid repellent. The work bolstered researchers’ hopes that the trial would demonstrate the crop’s resilience against aphids in the wild. An aphid-resistant wheat crop could have huge benefits for farmers and the environment because the plants would no longer need to be sprayed with insecticides.

          “The disappointing thing is that when we tested it in the field, we didn’t find any significant reduction in aphid settlement in the test plots,” said Toby Bruce, who worked on the trial. Details of the trial are published in the journal Scientific Reports.

                                                                                                       (www.theguardian.com. Adaptado.)

    The field tests with the GM wheat proved ineffective because
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                                        Genetically modified foods

          Genetically modified (GM) foods are foods derived from organisms whose genetic material (DNA) has been modified in a way that does not occur naturally, e.g. through the introduction of a gene from a different organism. Currently available GM foods stem mostly from plants, but in the future foods derived from GM microorganisms or GM animals are likely to be introduced on the market. Most existing genetically modified crops have been developed to improve yield, through the introduction of resistance to plant diseases or of increased tolerance of herbicides.

          In the future, genetic modification could be aimed at altering the nutrient content of food, reducing its allergenic potential, or improving the efficiency of food production systems. All GM foods should be assessed before being allowed on the market. FAO/WHO Codex guidelines exist for risk analysis of GM food.

                                                                                                                                        (www.who.int)

    De acordo com o texto, uma das vantagens dos produtos agrícolas geneticamente modificados existentes é que esses produtos
    Escolha uma alternativa para a questão 48ecc4df-a4
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                                        Genetically modified foods

          Genetically modified (GM) foods are foods derived from organisms whose genetic material (DNA) has been modified in a way that does not occur naturally, e.g. through the introduction of a gene from a different organism. Currently available GM foods stem mostly from plants, but in the future foods derived from GM microorganisms or GM animals are likely to be introduced on the market. Most existing genetically modified crops have been developed to improve yield, through the introduction of resistance to plant diseases or of increased tolerance of herbicides.

          In the future, genetic modification could be aimed at altering the nutrient content of food, reducing its allergenic potential, or improving the efficiency of food production systems. All GM foods should be assessed before being allowed on the market. FAO/WHO Codex guidelines exist for risk analysis of GM food.

                                                                                                                                        (www.who.int)

    According to the text, genetically modified foods
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    Inglês

    Examine o cartum.

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The cartoon means that

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    Português

    A questão abordam um poema do português Eugênio de Castro (1869-1944).


    Imagem da questão de Português, UNESP 2015, Interpretação de Textos

    “Alegrai, como dois netinhos, o viver / Da minha alma, velha avó entrevadinha." 

    Considerados em seu contexto, tais versos


    Escolha uma alternativa para a questão 48c193b1-a4
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    Português

    A questão focalizam um trecho do Código de Defesa do Consumidor (Lei n° 8.078 de 11 de setembro de 1990).

          Art. 6° São direitos básicos do consumidor:

          I – a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;

          II – a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;

          III – a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;

          IV – a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;

          V – a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;

          VI – a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;

          VII – o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;

          VIII – a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;

          IX – a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.

          Art. 7° Os direitos previstos neste código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito, analogia, costumes e equidade.

          Parágrafo único. Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.

                                                                                                                             (www.planalto.gov.br)

    Nos trechos “asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade das contratações” (inciso II) e “assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados” (inciso VII), a análise das concordâncias dos adjetivos em destaque permite afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 488969ac-a4
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    Português

    A questão toma por base uma crônica de Luís Fernando Veríssimo.

                                                     A invasão

          A divisão ciência/humanismo se reflete na maneira como as pessoas, hoje, encaram o computador. Resiste-se ao computador, e a toda a cultura cibernética, como uma forma de ser fiel ao livro e à palavra impressa. Mas o computador não eliminará o papel. Ao contrário do que se pensava há alguns anos, o computador não salvará as florestas. Aumentou o uso do papel em todo o mundo, e não apenas porque a cada novidade eletrônica lançada no mercado corresponde um manual de instrução, sem falar numa embalagem de papelão e num embrulho para presente. O computador estimula as pessoas a escreverem e imprimirem o que escrevem. Como hoje qualquer um pode ser seu próprio editor, paginador e ilustrador sem largar o mouse, a tentação de passar sua obra para o papel é quase irresistível.

          Desconfio que o que salvará o livro será o supérfluo, o que não tem nada a ver com conteúdo ou conveniência. Até que lancem computadores com cheiro sintetizado, nada substituirá o cheiro de papel e tinta nas suas duas categorias inimitáveis, livro novo e livro velho. E nenhuma coleção de gravações ornamentará uma sala com o calor e a dignidade de uma estante de livros. A tudo que falta ao admirável mundo da informática, da cibernética, do virtual e do instantâneo acrescente-se isso: falta lombada. No fim, o livro deverá sua sobrevida à decoração de interiores.

                                                                                                     (O Estado de S.Paulo, 31.05.2015.)

    Em “falta lombada” (2° parágrafo), o cronista se utiliza, estilisticamente, de uma figura de linguagem que
    Escolha uma alternativa para a questão 486e3f5f-a4
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    Inglês

    Leia o texto para responder à  questão.


                                                 Urban Development – Solid Waste Management


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

       Ask a mayor of a developing country city about his or her most pressing problems, and solid waste management generally will be high on the list. For many cities, solid waste management is their single largest budget item and largest employer.

       It is also a critical matter of public health, environmental quality, quality of life, and economic development. A city that cannot effectively manage its waste is rarely able to manage more complex services such as health, education or transportation. And no one wants to live in a city surrounded by garbage.

       As the world urbanizes, the situation is becoming more acute. More people mean more garbage, especially in fastgrowing cities where the bulk of waste is generated. We estimate that cities currently generate roughly 1.3 billion tonnes of solid waste per year; with current urbanization trends, this figure will grow to 2.2 billion tonnes per year by 2025 – an increase of 70 percent.

       Managing waste will also become more expensive. Expenditures that today total $205 billion will grow to $375 billion. The cost impacts will be most severe in low income countries already struggling to meet basic social and infrastructure needs, particularly for their poorest residents.

           Because it is such a major issue, waste management also represents a great opportunity for cities. Managed well, solid waste management practices can reduce greenhouse gas emission levels in a city, including short-lived climate pollutants that are far more potent than carbon dioxide. A city's ability to keep solid waste out of drainage ditches can also influence whether a neighborhood floods after a heavy storm.

                                                                                                                             (www.worldbank.org. Adaptado.)

    De acordo com o texto, quando há uma boa gestão de resíduos sólidos,
    Escolha uma alternativa para a questão 99568723-35