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Instituição

Questões: Universidade Estadual Paulista (UNESP) — com gabarito

1.933 questões de Universidade Estadual Paulista (UNESP), de 2010 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.933 questões
  • 14 provas

Resultados: 1.933 questões

Página 89 de 97

  • Matemática

    Matemática

    Diferentes tipos de nanomateriais são descobertos a cada dia, viabilizando produtos mais eficientes, leves, adequados e, principalmente, de baixo custo.

    São considerados nanomateriais aqueles cujas dimensões variam entre 1 e 100 nanômetros (nm), sendo que 1 nm equivale a 10–9 m, ou seja, um bilionésimo de metro.

    Uma das características dos nanomateriais refere-se à relação entre seu volume e sua área superficial total.

    Por exemplo, em uma esfera maciça de 1 cm de raio, a área superficial e o volume valem 4·π cm2 e (4/3)·π cm3, respectivamente. O conjunto de nanoesferas de 1 nm de raio, que possui o mesmo volume da esfera dada, tem a soma de suas áreas superficiais

    Escolha uma alternativa para a questão f12993e0-36
  • Matemática

    Matemática

    No vazamento de petróleo da empresa americana Chevron do último dia 7 de novembro, na bacia de Campos/RJ, a mancha de óleo na superfície do mar assumiu grandes dimensões e teve seu pico de área entre os dias 12 e 14 daquele mês. O vazamento levou dias para ser contido, pois o petróleo continuava a escapar por fissuras, como mostrado na foto.

    Imagem da questão de Matemática, UNESP 2012, Circunferências e Círculos

    Dados 1 dm3 = 1 L e π ≈ 3 e sabendo que a altura média da lâmina de óleo sobre as águas era de 0,003 mm e que 1 barril de petróleo cru contém 160 litros de óleo, o número aproximado de barris que vazaram no incidente foi

    Escolha uma alternativa para a questão f130e431-36
  • Matemática

    Matemática

    O artigo Uma estrada, muitas florestas relata parte do trabalho de reflorestamento necessário após a construção do trecho sul do Rodoanel da cidade de São Paulo.

    O engenheiro agrônomo Maycon de Oliveira mostra uma das árvores, um fumo-bravo, que ele e sua equipe plantaram em novembro de 2009. Nesse tempo, a árvore cresceu – está com quase 2,5 metros –, floresceu, frutificou e lançou sementes que germinaram e formaram descendentes [...] perto da árvore principal. O fumo-bravo [...] é uma espécie de árvore pioneira, que cresce rapidamente, fazendo sombra para as espécies de árvores de crescimento mais lento, mas de vida mais longa.

    (Pesquisa FAPESP, janeiro de 2012. Adaptado.)

    espécie da árvore fumo-bravo

    Imagem da questão de Matemática, UNESP 2012, Progressão Geométrica - PG

    Considerando que a referida árvore foi plantada em 1.º de novembro de 2009 com uma altura de 1 dm e que em 31 de outubro de 2011 sua altura era de 2,5 m e admitindo ainda que suas alturas, ao final de cada ano de plantio, nesta fase de crescimento, formem uma progressão geométrica, a razão deste crescimento, no período de dois anos, foi de

    Escolha uma alternativa para a questão f13678b1-36
  • Matemática

    Matemática

    No artigo “Desmatamento na Amazônia Brasileira: com que intensidade vem ocorrendo?”, o pesquisador Philip M. Fearnside, do INPA, sugere como modelo matemático para o cálculo da área de desmatamento a função D(t) = D(0) · ek·t , em que D(t) representa a área de desma- tamento no instante t, sendo t medido em anos desde o instante inicial, D(0) a área de desmatamento no instante inicial t = 0, e k a taxa média anual de desmatamento da região. Admitindo que tal modelo seja representativo da realidade, que a taxa média anual de desmatamento (k) da Amazônia seja 0,6% e usando a aproximação In2 ≅ 0,69 , o número de anos necessários para que a área de desmatamento da Amazônia dobre seu valor, a partir de um instante inicial prefixado, é aproximadamente
    Escolha uma alternativa para a questão f1a1ddc0-d6
  • Ciências Humanas

    História

    Imagem da questão de História, UNESP 2012, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)

    Ao caracterizar o funcionamento da democracia ateniense, no século V a.C., o texto afirma que

    Escolha uma alternativa para a questão f23c35ed-78
  • Matemática

    Matemática

    Analise as informações da tabela, que apresentam estimativas sobre três setores da economia brasileira.

                            Imagem da questão de Matemática, UNESP 2014, Análise de Tabelas e Gráficos

    Se as previsões econômicas para esse período estiverem corretas e admitindo que os salários são corrigidos anualmente pelo índice de inflação, no geral, o cidadão brasileiro terá seu salário cada vez ________corroído pela inflação; pagará cada vez _____tributos; e produzirá cada ano _______ para o crescimento do país.

    Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão f2a1fea3-d6
  • Ciências Humanas

    História

    Imagem da questão de História, UNESP 2012, História Geral

    A lepra e as demais doenças recorrentes durante a Idade Média

    Escolha uma alternativa para a questão f378c7f3-78
  • Matemática

    Matemática

    Em 09 de agosto de 1945, uma bomba atômica foi detonada sobre a cidade japonesa de Nagasaki. A bomba explodiu a 500 m de altura acima do ponto que ficaria conhecido como “marco zero”.

                            Figura 1 de 2 da questão de Matemática, UNESP 2014, Circunferências e Círculos

    No filme Wolverine Imortal, há uma sequência de imagens na qual o herói, acompanhado do militar japonês Yashida, se encontrava a 1 km do marco zero e a 50 m de um poço. No momento da explosão, os dois correm e se refugiam no poço, chegando nesse local no momento exato em que uma nuvem de poeira e material radioativo, provocada pela explosão, passa por eles.

    A figura a seguir mostra as posições do “marco zero”, da explosão da bomba, do poço e dos personagens do filme no momento da explosão da bomba.

                            Figura 2 de 2 da questão de Matemática, UNESP 2014, Circunferências e Círculos

    Se os ventos provocados pela explosão foram de 800 km/h e adotando a aproximação √5 ≅ 2,24 , os personagens correram até o poço, em linha reta, com uma velocidade média, em km/h, de aproximadamente
    Escolha uma alternativa para a questão f3a5085e-d6
  • Matemática

    Matemática

    Sabe-se que 1 é uma raiz de multiplicidade 3 da equação x5 – 3 · x4 + 4 · x3 – 4 · x2 + 3 · x – 1 = 0. As outras raízes dessa equação, no Conjunto Numérico dos Complexos, são
    Escolha uma alternativa para a questão f4a764e4-d6
  • Ciências Humanas

    História

    Instrução: Leia o texto para responder às questões de números 33 e 34.

    Imagem da questão de História, UNESP 2012, História do Brasil

    O texto destaca três elementos que o autor considera inexistentes entre os tupinambás, no final do século XVI. Esses três elementos podem ser associados, respectivamente,

    Escolha uma alternativa para a questão f4b531da-78
  • Matemática

    Matemática

    Em uma dissertação de mestrado, a autora investigou a possível influência do descarte de óleo de cozinha na água. Diariamente, o nível de oxigênio dissolvido na água de 4 aquários, que continham plantas aquáticas submersas, foi monitorado.

                            Figura 1 de 3 da questão de Matemática, UNESP 2014, Estatística

    Cada aquário continha diferentes composições do volume ocupado pela água e pelo óleo de cozinha, conforme consta na tabela.

                            Figura 2 de 3 da questão de Matemática, UNESP 2014, Estatística

    Como resultado da pesquisa, foi obtido o gráfico, que registra o nível de concentração de oxigênio dissolvido na água (C), em partes por milhão (ppm), ao longo dos oito dias de experimento (T).

                            Figura 3 de 3 da questão de Matemática, UNESP 2014, Estatística

    Tomando por base os dados e resultados apresentados, é correto afirmar que, no período e nas condições do experimento,
    Escolha uma alternativa para a questão f5ad1f70-d6
  • Ciências Humanas

    História

    Instrução: Leia o texto para responder às questões de números 33 e 34.

    Imagem da questão de História, UNESP 2012, História do Brasil

    Os comentários de Gabriel Soares de Souza expõem

    Escolha uma alternativa para a questão f5eef3bd-78
  • Matemática

    Matemática

    Para divulgar a venda de um galpão retangular de 5 000 m², uma imobiliária elaborou um anúncio em que constava a planta simplificada do galpão, em escala, conforme mostra a figura.

                            Imagem da questão de Matemática, UNESP 2014, Geometria Plana

    O maior lado do galpão mede, em metros,
    Escolha uma alternativa para a questão f6b0a262-d6
  • Matemática

    Matemática

    Uma loja de departamentos fez uma pesquisa de opinião com 1 000 consumidores, para monitorar a qualidade de atendimento de seus serviços. Um dos consumidores que opinaram foi sorteado para receber um prêmio pela participação na pesquisa.

    A tabela mostra os resultados percentuais registrados na pesquisa, de acordo com as diferentes categorias tabuladas.

                            Imagem da questão de Matemática, UNESP 2014, Aritmética e Problemas

    Se cada consumidor votou uma única vez, a probabilidade de o consumidor sorteado estar entre os que opinaram e ter votado na categoria péssimo é, aproximadamente,
    Escolha uma alternativa para a questão f7b7cef9-d6
  • Ciências Humanas

    História

    A Itália deseja a paz, mas não teme a guerra.
    A justiça sem a força é uma palavra sem sentido.
    Nós sonhamos com a Itália romana.


    Os três lemas acima foram amplamente divulgados durante o governo de Benito Mussolini (1922-1943) e revelam características centrais do fascismo italiano:

    Escolha uma alternativa para a questão fd5b607e-78
  • Linguagens

    Inglês

    Examine o cartum de Christopher Weyant, publicado em sua conta no Instagram em 16.08.2018.

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O recurso expressivo que contribui de maneira decisiva para a compreensão do cartum é
    Escolha uma alternativa para a questão fe3651c8-6a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do conto-prefácio “Hipotrélico”, que integra o livro Tutameia, de João Guimarães Rosa.


        Há o hipotrélico. O termo é novo, de impesquisada origem e ainda sem definição que lhe apanhe em todas as pétalas o significado. Sabe-se, só, que vem do bom português. Para a prática, tome-se hipotrélico querendo dizer: antipodático, sengraçante imprizido; ou, talvez, vice-dito: indivíduo pedante, importuno agudo, falto de respeito para com a opinião alheia. Sob mais que, tratando-se de palavra inventada, e, como adiante se verá, embirrando o hipotrélico em não tolerar neologismos, começa ele por se negar nominalmente a própria existência.
        Somos todos, neste ponto, um tento ou cento hipotrélicos? Salvo o excepto, um neologismo contunde, confunde, quase ofende. Perspica-nos a inércia que soneja em cada canto do espírito, e que se refestela com os bons hábitos estadados. Se é que um não se assuste: saia todo-o-mundo a empinar vocábulos seus, e aonde é que se vai dar com a língua tida e herdada? Assenta-nos bem à modéstia achar que o novo não valerá o velho; ajusta-se à melhor prudência relegar o progresso no passado. [...]
        Já outro, contudo, respeitável, é o caso — enfim — de “hipotrélico”, motivo e base desta fábula diversa, e que vem do bom português. O bom português, homem-de-bem e muitíssimo inteligente, mas que, quando ou quando, neologizava, segundo suas necessidades íntimas.
        Ora, pois, numa roda, dizia ele, de algum sicrano, terceiro, ausente:
         — E ele é muito hiputrélico...
        Ao que, o indesejável maçante, não se contendo, emitiu o veto:
        — Olhe, meu amigo, essa palavra não existe.
        Parou o bom português, a olhá-lo, seu tanto perplexo:
        — Como?!... Ora... Pois se eu a estou a dizer?
        — É. Mas não existe.
        Aí, o bom português, ainda meio enfigadado, mas no tom já feliz de descoberta, e apontando para o outro, peremptório:
        — O senhor também é hiputrélico...
        E ficou havendo.

    (Tutameia, 1979.)
    De acordo com o narrador, o hipotrélico revela, em relação à prática do neologismo, uma postura
    Escolha uma alternativa para a questão fe3e697a-6a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do conto-prefácio “Hipotrélico”, que integra o livro Tutameia, de João Guimarães Rosa.


        Há o hipotrélico. O termo é novo, de impesquisada origem e ainda sem definição que lhe apanhe em todas as pétalas o significado. Sabe-se, só, que vem do bom português. Para a prática, tome-se hipotrélico querendo dizer: antipodático, sengraçante imprizido; ou, talvez, vice-dito: indivíduo pedante, importuno agudo, falto de respeito para com a opinião alheia. Sob mais que, tratando-se de palavra inventada, e, como adiante se verá, embirrando o hipotrélico em não tolerar neologismos, começa ele por se negar nominalmente a própria existência.
        Somos todos, neste ponto, um tento ou cento hipotrélicos? Salvo o excepto, um neologismo contunde, confunde, quase ofende. Perspica-nos a inércia que soneja em cada canto do espírito, e que se refestela com os bons hábitos estadados. Se é que um não se assuste: saia todo-o-mundo a empinar vocábulos seus, e aonde é que se vai dar com a língua tida e herdada? Assenta-nos bem à modéstia achar que o novo não valerá o velho; ajusta-se à melhor prudência relegar o progresso no passado. [...]
        Já outro, contudo, respeitável, é o caso — enfim — de “hipotrélico”, motivo e base desta fábula diversa, e que vem do bom português. O bom português, homem-de-bem e muitíssimo inteligente, mas que, quando ou quando, neologizava, segundo suas necessidades íntimas.
        Ora, pois, numa roda, dizia ele, de algum sicrano, terceiro, ausente:
         — E ele é muito hiputrélico...
        Ao que, o indesejável maçante, não se contendo, emitiu o veto:
        — Olhe, meu amigo, essa palavra não existe.
        Parou o bom português, a olhá-lo, seu tanto perplexo:
        — Como?!... Ora... Pois se eu a estou a dizer?
        — É. Mas não existe.
        Aí, o bom português, ainda meio enfigadado, mas no tom já feliz de descoberta, e apontando para o outro, peremptório:
        — O senhor também é hiputrélico...
        E ficou havendo.

    (Tutameia, 1979.)
    Considerando que “sonejar” constitui um neologismo formado pelo radical “sono” e pelo sufixo “-ejar”, que exprime aspecto frequentativo, “a inércia que soneja em cada canto do espírito” (2o parágrafo) contribui, segundo o narrador, para
    Escolha uma alternativa para a questão fe433f9d-6a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do conto-prefácio “Hipotrélico”, que integra o livro Tutameia, de João Guimarães Rosa.


        Há o hipotrélico. O termo é novo, de impesquisada origem e ainda sem definição que lhe apanhe em todas as pétalas o significado. Sabe-se, só, que vem do bom português. Para a prática, tome-se hipotrélico querendo dizer: antipodático, sengraçante imprizido; ou, talvez, vice-dito: indivíduo pedante, importuno agudo, falto de respeito para com a opinião alheia. Sob mais que, tratando-se de palavra inventada, e, como adiante se verá, embirrando o hipotrélico em não tolerar neologismos, começa ele por se negar nominalmente a própria existência.
        Somos todos, neste ponto, um tento ou cento hipotrélicos? Salvo o excepto, um neologismo contunde, confunde, quase ofende. Perspica-nos a inércia que soneja em cada canto do espírito, e que se refestela com os bons hábitos estadados. Se é que um não se assuste: saia todo-o-mundo a empinar vocábulos seus, e aonde é que se vai dar com a língua tida e herdada? Assenta-nos bem à modéstia achar que o novo não valerá o velho; ajusta-se à melhor prudência relegar o progresso no passado. [...]
        Já outro, contudo, respeitável, é o caso — enfim — de “hipotrélico”, motivo e base desta fábula diversa, e que vem do bom português. O bom português, homem-de-bem e muitíssimo inteligente, mas que, quando ou quando, neologizava, segundo suas necessidades íntimas.
        Ora, pois, numa roda, dizia ele, de algum sicrano, terceiro, ausente:
         — E ele é muito hiputrélico...
        Ao que, o indesejável maçante, não se contendo, emitiu o veto:
        — Olhe, meu amigo, essa palavra não existe.
        Parou o bom português, a olhá-lo, seu tanto perplexo:
        — Como?!... Ora... Pois se eu a estou a dizer?
        — É. Mas não existe.
        Aí, o bom português, ainda meio enfigadado, mas no tom já feliz de descoberta, e apontando para o outro, peremptório:
        — O senhor também é hiputrélico...
        E ficou havendo.

    (Tutameia, 1979.)
    O efeito cômico do texto deriva, sobretudo, da ambiguidade da expressão
    Escolha uma alternativa para a questão fe48839c-6a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do conto-prefácio “Hipotrélico”, que integra o livro Tutameia, de João Guimarães Rosa.


        Há o hipotrélico. O termo é novo, de impesquisada origem e ainda sem definição que lhe apanhe em todas as pétalas o significado. Sabe-se, só, que vem do bom português. Para a prática, tome-se hipotrélico querendo dizer: antipodático, sengraçante imprizido; ou, talvez, vice-dito: indivíduo pedante, importuno agudo, falto de respeito para com a opinião alheia. Sob mais que, tratando-se de palavra inventada, e, como adiante se verá, embirrando o hipotrélico em não tolerar neologismos, começa ele por se negar nominalmente a própria existência.
        Somos todos, neste ponto, um tento ou cento hipotrélicos? Salvo o excepto, um neologismo contunde, confunde, quase ofende. Perspica-nos a inércia que soneja em cada canto do espírito, e que se refestela com os bons hábitos estadados. Se é que um não se assuste: saia todo-o-mundo a empinar vocábulos seus, e aonde é que se vai dar com a língua tida e herdada? Assenta-nos bem à modéstia achar que o novo não valerá o velho; ajusta-se à melhor prudência relegar o progresso no passado. [...]
        Já outro, contudo, respeitável, é o caso — enfim — de “hipotrélico”, motivo e base desta fábula diversa, e que vem do bom português. O bom português, homem-de-bem e muitíssimo inteligente, mas que, quando ou quando, neologizava, segundo suas necessidades íntimas.
        Ora, pois, numa roda, dizia ele, de algum sicrano, terceiro, ausente:
         — E ele é muito hiputrélico...
        Ao que, o indesejável maçante, não se contendo, emitiu o veto:
        — Olhe, meu amigo, essa palavra não existe.
        Parou o bom português, a olhá-lo, seu tanto perplexo:
        — Como?!... Ora... Pois se eu a estou a dizer?
        — É. Mas não existe.
        Aí, o bom português, ainda meio enfigadado, mas no tom já feliz de descoberta, e apontando para o outro, peremptório:
        — O senhor também é hiputrélico...
        E ficou havendo.

    (Tutameia, 1979.)
    “Aí, o bom português, ainda meio enfigadado, mas no tom já feliz de descoberta, e apontando para o outro, peremptório:

    — O senhor também é hiputrélico...” (11° e 12° parágrafos)

    Considerando o contexto, o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão fe4d91d5-6a