História
- América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanências
- Prova de 2011
- Universidade Estadual de Feira de Santana
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: A3EEDA3F-E3
Instituição
787 questões de Universidade Estadual de Feira de Santana, de 2009 a 2011. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
é, aproximadamente,Se os arcos α, β e γ, nessa ordem, formam uma progressão aritmética, então a expressão
é equivalente a

O triângulo QRN, na figura, foi obtido, girando-se o triângulo MNO em torno do ponto N.
Sabendo-se que
e, considerando-se P o ponto de intersecção
dos segmentos OR e QN, pode-se afirmar que o ângulo mede

O diagrama mostra a variação de temperatura de certa massa de uma substância em função do calor transferido.
Sabendo-se que o calor de fusão dessa substância é 50cal/g e que, a 0oC, ela se encontra
no estado sólido, é correto afirmar:

No processo Dow, de extração de magnésio, da água do mar, sob a forma de íons Mg2+(aq), representado pelo fluxograma, hidróxido de cálcio, Ca(OH)2(aq), é adicionado à água do mar, para que o Mg(OH)2(s) se precipite, permanecendo os íons Ca2+(aq) na fase aquosa. Após precipitação do cloreto de magnésio, MgCl2(s), produto final desse processo, esse sal é utilizado para produzir magnésio por eletrólise.
A partir da análise desse fluxograma e das informações do
texto, é correto afirmar:
I. CaC2(s) + N2(g)
CaNCN(s) + C(s)
II. CaNCN(s) + 5H2O(ℓ) → CaCO3(s) + 2NH4OH(aq)
Quando carbeto de cálcio, CaC2, é aquecido em um forno elétrico, na presença de nitrogênio atmosférico, a 1100ºC, dá origem à cianamida de cálcio, empregada largamente como fertilizante nitrogenado de ação lenta, pois leva alguns meses, no solo, para se hidrolisar de acordo com a equação química II. Como a cianamida de cálcio não é arrastada pelas chuvas, é um fertilizante melhor do que o nitrato de amônio, NH4NO3, e a ureia, CO(NH2)2.
Uma análise dessas informações permite afirmar:
I. NO(g) + 1/2 O2(g) → NO2(g) + 56.7kJ
II. 1/2 N2(g) + O2(g) → NO2(g) + 38,8Kj
III. 1/2 N2(g) + 1/2 O2(g) → NO(g)
De acordo com os estudos de Germain Henry Hess, professor da Universidade de São Petersburgo, no século XIX, a variação de entalpia em uma reação química depende apenas dos estados inicial e final de reagentes e de produtos da reação. A Lei de Hess contribuiu para o nascimento do princípio da conservação de energia.
A partir da aplicação da Lei de Hess, ao sistema de equações
termoquímicas I e II, é possível calcular a variação de entalpia
da reação representada pela equação química III.
Dessa forma, é correto afirmar:
2HI(g) v = k[H2] [I2]Ácido Halogenídrico Constante de ionização, Ka, a 25º C
HF (aq) 6,0.10-4
HC (aq) 1,0.107
HBr (aq) 1,0.109
HI (aq) 3,0.109
A tabela relaciona os valores da constante de ionização, Ka, dos ácidos halogenídricos.
A partir da análise dessa tabela, é correto afirmar: