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Instituição

Questões: Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) — com gabarito

155 questões de Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), todas de 2009. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 155 questões
  • 1 prova

Resultados: 155 questões

Página 8 de 8

  • “A pátria é uma enorme e excellente garoupa: os ministros de estado, a quem ella está confiada, e que sabem tudo muito, dividem toda a nação em um grupo, sequito e multidão: o grupo é formado por elles mesmos e por seus compadres, e se chama, -nós-, o séqüito um pouco mais numeroso se compõe dos seus afilhados, e se chama –vós-, e a multidão, que comprehende uma cousa chamada opposição, é o resto do povo e se denomina -elles -: ora agora aqui vai a teoria do EU: os ministros repartem a garoupa em algumas postas grandes, e em muitas mais pequenas, e dizem eloqüentemente: as postas grandes são para nós, as mais pequenas são para vós e finalmente jogam no meio da rua as espinhas que são para elles”


    (Joaquim Manoel de Macedo. A carteira de meu tio. Rio de Janeiro: Garnier, 1880.p.2-4).


    Tomando a literatura de Joaquim Manoel de Macedo como um documento representativo das relações entre os letrados românticos e a invenção histórica da nacionalidade brasileira, é correto afirmar que:


    I – “Nós”, “vós” e “elles”, conforme interpreta Macedo, é uma construção identitária representativa da nação brasileira no século XIX.

    II – A pátria é representada por Macedo como uma iguaria repartida para vários grupos sociais, como os Ministros de Estado (nós) e o povo (vós).

    III – A literatura de Macedo fazia um exercício de educação, ainda que informal, da sociedade e dos súditos do Império.

    IV - A cultura política brasileira é destacada por Macedo através da solidariedade dos políticos e do triunfo dos competentes, conforme expressa o texto “as postas grandes são para nós, as mais pequenas são para vós”.


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão a32fae86-e4
  • Ciências da Natureza

    Química

    Uma empresa produtora de biodiesel, que utiliza o processo de transesterificação mencionado na questão anterior, trabalha com o seguinte esquema produtivo:

    Imagem da questão de Química, UFCG 2009, Cinética Química Com base no esquema ao lado, qual é a quantidade de álcool que poderá ser recuperada em 16 horas de produção, tomando por base que a recuperação seja total?
    Escolha uma alternativa para a questão 6fa80f35-c2
  • Ciências da Natureza

    Física

    Figura 1 de 2 da questão de Física, UFCG 2009, Física Moderna

    Um carro viajando com velocidade constante comparável à da luz possui uma fonte de luz no seu interior a igual distância dos detectores 1 e 2 localizados em suas extremidades como mostra a figura.

    Figura 2 de 2 da questão de Física, UFCG 2009, Física Moderna

    Num dado instante a fonte emite um pulso de luz. Os observadores inerciais A e B, encontram-se no carro e na superfície da Terra, respectivamente. De acordo com a Teoria Especial da Relatividade, pode-se afirmar, EXCETO, que
    Escolha uma alternativa para a questão ba9e230e-e5
  • Ciências da Natureza

    Física

    Imagem da questão de Física, UFCG 2009, Física Moderna

    O decaimento alfa é um fenômeno intrigante. George Gamow propôs em 1928 uma teoria para explicá-lo. Ele sugeriu um modelo em que o núcleo do átomo fosse análogo a uma caixa confinando uma partícula alfa. Suas paredes exigiriam uma energia mínima de 25 MeV para que a partícula, com energia muito inferior, da ordem de 4 a 9 MeV, pudesse escapar. O desenvolvimento do modelo só se tornou possível com o emprego da abordagem da Física Quântica. O modelo sugerido NÃO poderia contemplar a seguinte afirmativa:
    Escolha uma alternativa para a questão ba989b70-e5
  • Ciências da Natureza

    Física

    Imagem da questão de Física, UFCG 2009, Física Moderna

    Nuvens de hidrogênio em nossa galáxia, emitindo radiação eletromagnética na faixa de comprimento de onda de 21cm, são observadas através de radiotelescópios. A energia de ionização do átomo de hidrogênio é 13,6 eV. A partir dessas informações pode-se concluir, EXCETO, que

    Escolha uma alternativa para a questão ba954a8f-e5
  • Ciências da Natureza

    Física

    Figura 1 de 2 da questão de Física, UFCG 2009, Física Moderna

    O dêuteron é um sistema constituído por duas partículas: um próton e um nêutron, ou seja, um núcleo isótopo do hidrogênio. A energia potencial (V) do sistema em função da distância entre as partículas (r), devida a dois modelos para o potencial do sistema, está mostrada na figura. A curva traço-ponto considera um modelo denominado poço quadrado e a curva tracejada representa outro modelo onde se considerou experimentos de colisão em que se estabeleceram uma região relacionada com fenômenos de repulsão e outra com fenômenos de atração. No gráfico, a linha pontilhada mostra a energia do sistema.

    Figura 2 de 2 da questão de Física, UFCG 2009, Física Moderna

    Considerando-se os conceitos físicos e analisando-se o gráfico, pode-se dizer, EXCETO, que
    Escolha uma alternativa para a questão ba91fa7e-e5
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações sobre os personagens do romance Boca do inferno, de Ana Miranda. Em seguida, marque a alternativa correta.

    I) Os personagens são claramente divididos pelo narrador entre heróis (Bernardo Ravasco e Padre Antônio Vieira) e anti-heróis (Antônio de Souza e o Alcaide-mor).
    II) Maria Berco, seduzida pelo dinheiro, assassina o marido e acaba sendo presa e condenada à forca.
    III) Padre Antônio Vieira, já fisicamente debilitado, não consegue evitar os desmandos do governador nem que todas as pessoas fossem julgadas pelo irmão do Alcaidemor.
    IV) Gregório de Matos é retratado como um poeta satírico, boêmio, mordaz e instável quanto aos seus sentimentos amorosos.

    A sequência correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão ba695756-e5
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale como C (correta) ou E (errada) as afirmações sobre o eu lírico do poema “Terra de Santa Cruz”, de Adélia Prado, e a personagem Romana da peça Eles não usam Black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri.


    I) Ambas as mulheres são corajosas, extremamente religiosas e, cada qual a seu modo, conscientes da fragilidade humana.

    II) Elas estão inseridas em um ambiente permeado de conflitos sociais e psicológicos, em que a figura masculina ainda é quem dita as regras.

    III) Romana, esposa de Otávio, é uma mulher batalhadora que enfrenta, com muita determinação, a difícil vida no morro.

    IV) O eu lírico do poema foge do estereótipo da figura da avó, trazendo à tona desejos e anseios femininos que, muitas vezes, são reprimidos na sociedade.

    Escolha uma alternativa para a questão ba605c6a-e5
  • Linguagens

    Literatura

    Marque a alternativa que traz as afirmações corretas acerca de “Terra de Santa Cruz”, poema que dá título à obra de Adélia Prado:


    Nas minhas bodas de ouro, esganada como os netos,

    vou comer os doces.

    Não terei a serenidade dos retratos

    de mulheres que pouco falaram ou comeram.

    Porque o frade se matou

    no pequeno bosque fora do seu convento.

    De outras vezes já disse: não haverá consolo. E houve:

    música, poema, passeatas.

    O amor tem ritmos que não são de tristeza:

    forma de ondas, ímpeto, água corrente.

    E agora? Que digo ao homem, ao trem, ao menino que me espera,

    à jabuticabeira em flores, temporã?

    Contemplar o impossível enlouquece.

    Sou uma tênia no epigastro de Deus:

    E agora? E agora? E agora?

    Onde estavam o guardião, o ecônomo, o porteiro,

    a fraternidade onde estava quando saíste,

    ó desgraçado moço da minha pátria,

    ao encontro desta árvore?

    Meu inimigo sou eu. Os torturadores todos enlouquecem ao fim,

    comem excrementos, odeiam seus próprios gestos obscenos,

    os regimes iníquos apodrecem.

    Quando andavas em círculos, a alma dividida,

    o que fazia, santa e pecadora, a nossa Mãe Igreja?

    Promovia tômbolas, é certo, benzia edifícios novos,

    mas também te gerava, quem ousará negar, a ti

    e a outros santos que deixam as bíblias marcadas:

    “Na verdade carregamos em nós mesmos nossa sentença de morte”.

    “Amai vossos inimigos.”


    O que disse: “Quem crer viverá para sempre”, este também

    balouçou do madeiro como fruto de escárnio.

    Nada, nada que é humano é grandioso.

    Me interrompe da porta a mocinha boçal. Quer mudas

    [de trepadeira.

    Meus cabelos levantam-se. Como um torturador eu piso

    [e arranco

    a muda, os olhos, as entranhas da intrusa

    e não sendo melhor que Jó choro meus desatinos.

    Sempre há quem pergunte a Judas qual a melhor árvore:

    os loucos lúcidos, os santos loucos,

    aqueles a quem mais foi dado, os quase sublimes.

    Minha maior grandeza é perguntar: haverá consolo?

    Num dedal cabem minha fé, minha vida e meu medo

    [maior que é viajar de ônibus.

    A tentação me tenta e eu fico quase alegre.

    É bom pedir socorro ao Senhor Deus dos Exércitos,

    ao nosso Deus que é uma galinha grande.

    Nos põe debaixo da asa e nos esquenta.

    Antes, nos deixa desvalidos na chuva,

    pra que aprendamos a ter confiança n’Ele

    E não em nós.


    (p. 87-89)


    I) Do ponto de vista formal, o poema é construído por versos livres e brancos, sem divisão estrófica e reflete ora sobre coisas do cotidiano ora sobre temas mais complexos.

    II) Apesar de escrito no século XX, o poema apresenta traços marcantes do Barroco brasileiro ao trazer o humano totalmente subjugado e temente às leis de Deus, consciente de sua fragilidade e de sua natureza pecadora.

    III) O eu lírico utiliza passagens e personagens bíblicas como forma de convencer o seu interlocutor a se voltar para a Igreja e, consequentemente, para Deus.

    IV) O título do poema bem como o seu próprio conteúdo sugere que o eu lírico tem uma vivência religiosa, de identidade cristãcatólica, traço marcante no livro de Adélia Prado.


    Assinale a alternativa correta:

    Escolha uma alternativa para a questão ba5c548c-e5
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, UFCG 2009, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Figura 2 de 2 da questão de Espanhol, UFCG 2009, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    No quinto parágrafo do texto, temos o uso de elementos que marcam discursos. Detendo-nos ao trecho em questão e aos recursos que apontam os discursos, podemos dizer que

    Escolha uma alternativa para a questão eba9c2a5-e5
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, UFCG 2009, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Figura 2 de 2 da questão de Espanhol, UFCG 2009, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Em relação ao problema tratado no texto e suas consequências, podemos afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão eba55c28-e5
  • Linguagens

    Espanhol

    TEXTO I

    Sida: una bomba de tiempo en los pueblos indígenas

    Por Rodrigo Soberanes
    Lunes, 06 de julio de 2009

        No es lo mismo luchar contra el Sida en los indígenas que en el resto de la población. Este sector requiere de métodos y estrategias distintas a las que comúnmente nos llegan a través de los medios masivos de comunicación y se prevé que de seguir así, dentro de 10 años podría haber consecuencias catastróficas.     Según expertos en la materia, se requieren políticas públicas focalizadas a cada región que tomen en cuenta los variadísimos elementos culturales que hay en México.
        Amaranta Gómez, activista zapoteca, miembro de la comunidad "Muxhé" de Juchitán (mote que se le da a la comunidad gay en Oaxaca), asegura que "la comunidad indígena es más vulnerable que el resto" y ni siquiera hay un registro del número de infectados, así lo ha reconocido el Programa Nacional de Sida en México.     Notablemente informada sobre cifras, conceptos, políticas, leyes, etc. Amaranta también conoce los recovecos por los cuales las comunidades indígenas se hacen susceptibles a recibir el virus. No así las autoridades:
        "Saben que hay una problemática grande pero no saben cómo abordarla. Se está postergando una situación que va a ser incontrolable los próximos cinco o diez años. En diez años, si no se crean estrategias con pertinencia cultural, va a haber un avance significativo en términos de casos de indígenas con VIH Sida", advirtió.
        No existen palabras en zapoteco para enseñarles a los indígenas zapotecas que el virus del Sida afecta el sistema inmunológico, por ejemplo, también hay conflictos morales para referirse al semen, uno de los principales conductores de la enfermedad, de ahí que "se pretende tener pertenencia cultural para las propias comunidades".
        "Decir semen en zapoteco es muy grosero. En zapoteco se utiliza a la semilla de vida para decir semen. Lo tienes que adecuar al contexto, por ejemplo, en zapoteco decimos gole pero es muy agresivo incluso para los hombres porque está vinculado al atole, es como vulgar, entonces ¿cómo hacer entender que ahí, en ese líquido vive el VIH? ¿Cómo abordar el tema de la sexualidad cuando eso ni siquiera se discute?".
        Los mitos que existían al inicio de la pandemia, sobre el contagio (que se puede curar, que se transmite con un beso o comiendo en el mismo plato que un enfermo) persisten entre los taraumaras, que además piensan equivocadamente que la enfermedad es exclusiva de los homosexuales, a quienes ellos nombran ouiqui, oropeque u oropechi.
        Un gran problema es el idioma. En las campañas de prevención que lanzan las autoridades y los diversos organismos que se dedican a ello, no son traducibles al taraumara: "están en esa fase de desconocimiento. No hay información porque aunque hay consejos nacionales y estatales que atienden el Sida, la mayoría de los programas de prevención y de difusión los hacen en idioma español".
        Incluso cuando algunas campañas emiten mensajes en Arámburi o Taraumara, hay otro problema: "estamos hablando de una población que tiene unos índices de analfabetismo del 94 por ciento. Cualquier tríptico o poster que pongas no llega a la gente". De ahí la necesidad de innovar, por ejemplo, en su caso y en la medida de sus posibilidades, gravó un casette informativo que reprodujo y distribuyó entre sus conocidos.
        En los pueblos indígenas nos hemos dado cuenta de que no hay políticas públicas de salud que atiendan a los grupos indígenas. Los métodos de recolección de información dejan mucho que desear. Todos los indicadores de salud que hay en Chihuahua no incluyen el rubro de grupo étnico".

    http://www.e-consulta.com/veracruz/index.php?option=com_content&task=view&id=858&Itemid=28. Texto Adaptado.Acesso de 06/07/2009.

    Ao dizer “No así las autoridades”, o autor parece afirmar que as autoridades

    Escolha uma alternativa para a questão eb9acf05-e5
  • Linguagens

    Espanhol

    TEXTO I

    Sida: una bomba de tiempo en los pueblos indígenas

    Por Rodrigo Soberanes
    Lunes, 06 de julio de 2009

        No es lo mismo luchar contra el Sida en los indígenas que en el resto de la población. Este sector requiere de métodos y estrategias distintas a las que comúnmente nos llegan a través de los medios masivos de comunicación y se prevé que de seguir así, dentro de 10 años podría haber consecuencias catastróficas.     Según expertos en la materia, se requieren políticas públicas focalizadas a cada región que tomen en cuenta los variadísimos elementos culturales que hay en México.
        Amaranta Gómez, activista zapoteca, miembro de la comunidad "Muxhé" de Juchitán (mote que se le da a la comunidad gay en Oaxaca), asegura que "la comunidad indígena es más vulnerable que el resto" y ni siquiera hay un registro del número de infectados, así lo ha reconocido el Programa Nacional de Sida en México.     Notablemente informada sobre cifras, conceptos, políticas, leyes, etc. Amaranta también conoce los recovecos por los cuales las comunidades indígenas se hacen susceptibles a recibir el virus. No así las autoridades:
        "Saben que hay una problemática grande pero no saben cómo abordarla. Se está postergando una situación que va a ser incontrolable los próximos cinco o diez años. En diez años, si no se crean estrategias con pertinencia cultural, va a haber un avance significativo en términos de casos de indígenas con VIH Sida", advirtió.
        No existen palabras en zapoteco para enseñarles a los indígenas zapotecas que el virus del Sida afecta el sistema inmunológico, por ejemplo, también hay conflictos morales para referirse al semen, uno de los principales conductores de la enfermedad, de ahí que "se pretende tener pertenencia cultural para las propias comunidades".
        "Decir semen en zapoteco es muy grosero. En zapoteco se utiliza a la semilla de vida para decir semen. Lo tienes que adecuar al contexto, por ejemplo, en zapoteco decimos gole pero es muy agresivo incluso para los hombres porque está vinculado al atole, es como vulgar, entonces ¿cómo hacer entender que ahí, en ese líquido vive el VIH? ¿Cómo abordar el tema de la sexualidad cuando eso ni siquiera se discute?".
        Los mitos que existían al inicio de la pandemia, sobre el contagio (que se puede curar, que se transmite con un beso o comiendo en el mismo plato que un enfermo) persisten entre los taraumaras, que además piensan equivocadamente que la enfermedad es exclusiva de los homosexuales, a quienes ellos nombran ouiqui, oropeque u oropechi.
        Un gran problema es el idioma. En las campañas de prevención que lanzan las autoridades y los diversos organismos que se dedican a ello, no son traducibles al taraumara: "están en esa fase de desconocimiento. No hay información porque aunque hay consejos nacionales y estatales que atienden el Sida, la mayoría de los programas de prevención y de difusión los hacen en idioma español".
        Incluso cuando algunas campañas emiten mensajes en Arámburi o Taraumara, hay otro problema: "estamos hablando de una población que tiene unos índices de analfabetismo del 94 por ciento. Cualquier tríptico o poster que pongas no llega a la gente". De ahí la necesidad de innovar, por ejemplo, en su caso y en la medida de sus posibilidades, gravó un casette informativo que reprodujo y distribuyó entre sus conocidos.
        En los pueblos indígenas nos hemos dado cuenta de que no hay políticas públicas de salud que atiendan a los grupos indígenas. Los métodos de recolección de información dejan mucho que desear. Todos los indicadores de salud que hay en Chihuahua no incluyen el rubro de grupo étnico".

    http://www.e-consulta.com/veracruz/index.php?option=com_content&task=view&id=858&Itemid=28. Texto Adaptado.Acesso de 06/07/2009.

    Analisando os elementos de coesão empregados no texto, pode-se afirmar que


    I) o pronome le (3§) faz referência a “Muxhé” (3§).

    II) o relativo quienes (8§) apresenta como antecedente los homosexuales (8§).

    III) a forma neutra ello (9§) remete a taraumara (9§)

    IV) semanticamente, pero (5§), de ahí que (6§) e aunque (9§) são equivalentes.


    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão eb96d5ed-e5
  • Linguagens

    Espanhol

    TEXTO I

    Sida: una bomba de tiempo en los pueblos indígenas

    Por Rodrigo Soberanes
    Lunes, 06 de julio de 2009

        No es lo mismo luchar contra el Sida en los indígenas que en el resto de la población. Este sector requiere de métodos y estrategias distintas a las que comúnmente nos llegan a través de los medios masivos de comunicación y se prevé que de seguir así, dentro de 10 años podría haber consecuencias catastróficas.     Según expertos en la materia, se requieren políticas públicas focalizadas a cada región que tomen en cuenta los variadísimos elementos culturales que hay en México.
        Amaranta Gómez, activista zapoteca, miembro de la comunidad "Muxhé" de Juchitán (mote que se le da a la comunidad gay en Oaxaca), asegura que "la comunidad indígena es más vulnerable que el resto" y ni siquiera hay un registro del número de infectados, así lo ha reconocido el Programa Nacional de Sida en México.     Notablemente informada sobre cifras, conceptos, políticas, leyes, etc. Amaranta también conoce los recovecos por los cuales las comunidades indígenas se hacen susceptibles a recibir el virus. No así las autoridades:
        "Saben que hay una problemática grande pero no saben cómo abordarla. Se está postergando una situación que va a ser incontrolable los próximos cinco o diez años. En diez años, si no se crean estrategias con pertinencia cultural, va a haber un avance significativo en términos de casos de indígenas con VIH Sida", advirtió.
        No existen palabras en zapoteco para enseñarles a los indígenas zapotecas que el virus del Sida afecta el sistema inmunológico, por ejemplo, también hay conflictos morales para referirse al semen, uno de los principales conductores de la enfermedad, de ahí que "se pretende tener pertenencia cultural para las propias comunidades".
        "Decir semen en zapoteco es muy grosero. En zapoteco se utiliza a la semilla de vida para decir semen. Lo tienes que adecuar al contexto, por ejemplo, en zapoteco decimos gole pero es muy agresivo incluso para los hombres porque está vinculado al atole, es como vulgar, entonces ¿cómo hacer entender que ahí, en ese líquido vive el VIH? ¿Cómo abordar el tema de la sexualidad cuando eso ni siquiera se discute?".
        Los mitos que existían al inicio de la pandemia, sobre el contagio (que se puede curar, que se transmite con un beso o comiendo en el mismo plato que un enfermo) persisten entre los taraumaras, que además piensan equivocadamente que la enfermedad es exclusiva de los homosexuales, a quienes ellos nombran ouiqui, oropeque u oropechi.
        Un gran problema es el idioma. En las campañas de prevención que lanzan las autoridades y los diversos organismos que se dedican a ello, no son traducibles al taraumara: "están en esa fase de desconocimiento. No hay información porque aunque hay consejos nacionales y estatales que atienden el Sida, la mayoría de los programas de prevención y de difusión los hacen en idioma español".
        Incluso cuando algunas campañas emiten mensajes en Arámburi o Taraumara, hay otro problema: "estamos hablando de una población que tiene unos índices de analfabetismo del 94 por ciento. Cualquier tríptico o poster que pongas no llega a la gente". De ahí la necesidad de innovar, por ejemplo, en su caso y en la medida de sus posibilidades, gravó un casette informativo que reprodujo y distribuyó entre sus conocidos.
        En los pueblos indígenas nos hemos dado cuenta de que no hay políticas públicas de salud que atiendan a los grupos indígenas. Los métodos de recolección de información dejan mucho que desear. Todos los indicadores de salud que hay en Chihuahua no incluyen el rubro de grupo étnico".

    http://www.e-consulta.com/veracruz/index.php?option=com_content&task=view&id=858&Itemid=28. Texto Adaptado.Acesso de 06/07/2009.
    Julgue verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações que seguem.

    ( ) A diversidade cultural existente no México é um fator que dificulta a resolução do problema mencionado nestas populações.
    ( ) Outro fator que dificulta a conscientização do problema é de caráter linguístico, já que a população indígena não domina o idioma em que as campanhas são veiculadas.
    ( ) As campanhas realizadas por meio do texto escrito se tornam ineficazes para grande parte da população indígena.
    ( ) Algumas crenças sobre os modos de se contrair a doença ainda fazem parte do pensamento de alguns indígenas.

    A sequência correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão eb909cbc-e5
  • Linguagens

    Espanhol

    TEXTO I

    Sida: una bomba de tiempo en los pueblos indígenas

    Por Rodrigo Soberanes
    Lunes, 06 de julio de 2009

        No es lo mismo luchar contra el Sida en los indígenas que en el resto de la población. Este sector requiere de métodos y estrategias distintas a las que comúnmente nos llegan a través de los medios masivos de comunicación y se prevé que de seguir así, dentro de 10 años podría haber consecuencias catastróficas.     Según expertos en la materia, se requieren políticas públicas focalizadas a cada región que tomen en cuenta los variadísimos elementos culturales que hay en México.
        Amaranta Gómez, activista zapoteca, miembro de la comunidad "Muxhé" de Juchitán (mote que se le da a la comunidad gay en Oaxaca), asegura que "la comunidad indígena es más vulnerable que el resto" y ni siquiera hay un registro del número de infectados, así lo ha reconocido el Programa Nacional de Sida en México.     Notablemente informada sobre cifras, conceptos, políticas, leyes, etc. Amaranta también conoce los recovecos por los cuales las comunidades indígenas se hacen susceptibles a recibir el virus. No así las autoridades:
        "Saben que hay una problemática grande pero no saben cómo abordarla. Se está postergando una situación que va a ser incontrolable los próximos cinco o diez años. En diez años, si no se crean estrategias con pertinencia cultural, va a haber un avance significativo en términos de casos de indígenas con VIH Sida", advirtió.
        No existen palabras en zapoteco para enseñarles a los indígenas zapotecas que el virus del Sida afecta el sistema inmunológico, por ejemplo, también hay conflictos morales para referirse al semen, uno de los principales conductores de la enfermedad, de ahí que "se pretende tener pertenencia cultural para las propias comunidades".
        "Decir semen en zapoteco es muy grosero. En zapoteco se utiliza a la semilla de vida para decir semen. Lo tienes que adecuar al contexto, por ejemplo, en zapoteco decimos gole pero es muy agresivo incluso para los hombres porque está vinculado al atole, es como vulgar, entonces ¿cómo hacer entender que ahí, en ese líquido vive el VIH? ¿Cómo abordar el tema de la sexualidad cuando eso ni siquiera se discute?".
        Los mitos que existían al inicio de la pandemia, sobre el contagio (que se puede curar, que se transmite con un beso o comiendo en el mismo plato que un enfermo) persisten entre los taraumaras, que además piensan equivocadamente que la enfermedad es exclusiva de los homosexuales, a quienes ellos nombran ouiqui, oropeque u oropechi.
        Un gran problema es el idioma. En las campañas de prevención que lanzan las autoridades y los diversos organismos que se dedican a ello, no son traducibles al taraumara: "están en esa fase de desconocimiento. No hay información porque aunque hay consejos nacionales y estatales que atienden el Sida, la mayoría de los programas de prevención y de difusión los hacen en idioma español".
        Incluso cuando algunas campañas emiten mensajes en Arámburi o Taraumara, hay otro problema: "estamos hablando de una población que tiene unos índices de analfabetismo del 94 por ciento. Cualquier tríptico o poster que pongas no llega a la gente". De ahí la necesidad de innovar, por ejemplo, en su caso y en la medida de sus posibilidades, gravó un casette informativo que reprodujo y distribuyó entre sus conocidos.
        En los pueblos indígenas nos hemos dado cuenta de que no hay políticas públicas de salud que atiendan a los grupos indígenas. Los métodos de recolección de información dejan mucho que desear. Todos los indicadores de salud que hay en Chihuahua no incluyen el rubro de grupo étnico".

    http://www.e-consulta.com/veracruz/index.php?option=com_content&task=view&id=858&Itemid=28. Texto Adaptado.Acesso de 06/07/2009.

    Uma vez lido o texto em sua totalidade, podemos dizer que o objetivo do autor foi provavelmente

    Escolha uma alternativa para a questão eb8d6a89-e5