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Instituição

Questões: Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) — com gabarito

188 questões de Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), de 2016 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 188 questões
  • 3 provas

Resultados: 188 questões

Página 9 de 10

  • Linguagens

    Inglês

    How does Hurricane Harvey compare with Katrina? Here’s what we know

    Although it is still unfolding, Harvey, now a tropical storm, evokes comparisons to Hurricane Katrina in 2005. Here’s a quick rundown of what we know about similarities and differences between the two.

        • The Cities
    Katrina: Before the storm, New Orleans was a small city of about 455,000 people that lay in large part below sea level, ostensibly protected by a system of levee walls. Its population never fully recovered from the evacuation and destruction and remains below 400,000.
    Harvey: Houston is a sprawling, car-dependent, low-lying but not below sea level city. It has a population of more than two million people, with a system of bayous and waterways to manage flooding.

       • The Storms
    Katrina: It made landfall near the Louisiana/Mississippi border on Aug. 29, 2005, as a Category 3 storm and measured 350 miles across. However, the relatively low classification, was deceptive because Katrina produced the highest storm surge ever recorded in the U.S.
    Harvey: It made landfall in Rockport, Tex., on Friday as a Category 4 storm, measuring 200 miles across, but was quickly downgraded. As of Monday, it was expected to linger for days, causing the National Weather Service to warn, “This event is unprecedented and all impacts are unknown.”

         • Deaths and Damage
    Katrina: One of the deadliest hurricanes ever to strike the U.S., Katrina was responsible for 1,833 deaths, and some bodies were untouched for days. The storm inflicted more than $100 billion in damage, with most of it caused by wind, storm surge and the failure of the levees. Harvey: Local officials have reported at least 10 deaths in Texas since the storm began, but heavy rains and flooding are expected to continue at least through Friday. Most of the damage could be caused by flooding. As for the economy, the Gulf region’s capacity as an oil and gas does not appear to have been seriously compromised.

      • Assistance
    Katrina: The storm displaced over a million people and damaged or destroyed 275,000 homes. Almost a million households received individual assistance from the Federal Emergency Management Agency.
    Harvey: We don’t know yet how many people will be forced out of their homes. But the vast majority of homes in Harvey’s path are not insured against flooding, according to figures from the National Flood Insurance Program. It is estimated that 450,000 people were likely to seek federal aid. 
    Fonte: adaptado de < https://www.nytimes.com/2017/08/28/us/hurricane-katrina-harvey.html>

    Mark the INCORRECT alternative, according to the text.
    Escolha uma alternativa para a questão edde8e1b-af
  • Linguagens

    Inglês

    How does Hurricane Harvey compare with Katrina? Here’s what we know

    Although it is still unfolding, Harvey, now a tropical storm, evokes comparisons to Hurricane Katrina in 2005. Here’s a quick rundown of what we know about similarities and differences between the two.

        • The Cities
    Katrina: Before the storm, New Orleans was a small city of about 455,000 people that lay in large part below sea level, ostensibly protected by a system of levee walls. Its population never fully recovered from the evacuation and destruction and remains below 400,000.
    Harvey: Houston is a sprawling, car-dependent, low-lying but not below sea level city. It has a population of more than two million people, with a system of bayous and waterways to manage flooding.

       • The Storms
    Katrina: It made landfall near the Louisiana/Mississippi border on Aug. 29, 2005, as a Category 3 storm and measured 350 miles across. However, the relatively low classification, was deceptive because Katrina produced the highest storm surge ever recorded in the U.S.
    Harvey: It made landfall in Rockport, Tex., on Friday as a Category 4 storm, measuring 200 miles across, but was quickly downgraded. As of Monday, it was expected to linger for days, causing the National Weather Service to warn, “This event is unprecedented and all impacts are unknown.”

         • Deaths and Damage
    Katrina: One of the deadliest hurricanes ever to strike the U.S., Katrina was responsible for 1,833 deaths, and some bodies were untouched for days. The storm inflicted more than $100 billion in damage, with most of it caused by wind, storm surge and the failure of the levees. Harvey: Local officials have reported at least 10 deaths in Texas since the storm began, but heavy rains and flooding are expected to continue at least through Friday. Most of the damage could be caused by flooding. As for the economy, the Gulf region’s capacity as an oil and gas does not appear to have been seriously compromised.

      • Assistance
    Katrina: The storm displaced over a million people and damaged or destroyed 275,000 homes. Almost a million households received individual assistance from the Federal Emergency Management Agency.
    Harvey: We don’t know yet how many people will be forced out of their homes. But the vast majority of homes in Harvey’s path are not insured against flooding, according to figures from the National Flood Insurance Program. It is estimated that 450,000 people were likely to seek federal aid. 
    Fonte: adaptado de < https://www.nytimes.com/2017/08/28/us/hurricane-katrina-harvey.html>

    Considerando o texto, assinale a alternativa que melhor traduz o trecho: Houston is a sprawling, car-dependent, low-lying but not below sea level city
    Escolha uma alternativa para a questão eddb3020-af
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    No Brasil, existem eleições periódicas para prefeitos, vereadores, governadores, deputados estaduais, presidente, deputados federais e senadores. A esse respeito, é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão f436829e-af
  • Matemática

    Matemática

    Duas retas y = ax e y = bx + c , com a,b e c constantes reais, encontram-se no ponto (3,2). Sabe-se ainda que b = −3a. Assim, é CORRETO afirmar que as equações das retas são
    Escolha uma alternativa para a questão f3f1b239-af
  • Ciências Humanas

    História

    “Infelicidade! Nossos cidadãos encarcerados nesses locais,
    Servem para cimentar esse alojamento odioso;
    Com as próprias mãos eles erguem, nos ferros aviltados,
    Essa morada do orgulho e da tirania.
    Mas, creia-me, no momento em que eles virem seus vingadores
    Eles mesmos destruirão essa assustadora obra,
    Instrumento de sua vergonha e de sua escravidão”


    Com esses dizeres, um “americano” do Peru conclama seu povo à libertação da escravidão na peça dramática Alzira, [...], escrita por Voltaire em 1736. O texto é piedoso com a sorte dos escravos do Novo Mundo, demonstra simpatia por sua revolta e saúda a possibilidade de uma reconciliação final baseada na liberdade coletiva.
    Em 1766, o francês Joseph Mosneron assistiu à representação dessa obra a bordo do navio [francês][...]. Comoveu-se com os versos que ouviu, apesar de a princesa Alzira, a heroína que dá nome ao romance, ser representada por um vigoroso marinheiro com ares de Hércules. Enquanto o pontilhão servia de palco [improvisado] para os atores, nos porões embaixo dele aglomeravam-se centenas de seres humanos capturados na África. Eles estavam sendo transportados, justamente, para o Caribe.
    Como explicar essa esquizofrenia? Como é possível que Mosneron tenha se abalado com a peça e não com os personagens reais que a inspiraram? Suponho que o próprio texto de Alzira contribui para isso, ao evocar a escravidão apenas dos “americanos”, e omitir qualquer menção ao tráfico transatlântico de africanos, em pleno apogeu quando Voltaire escreveu a peça. [...].
    O século das Luzes, que assistiu à insurreição da filosofia contra o monarquismo, o absolutismo e a Igreja, foi também o ápice da expansão desse comércio absurdo. A França enviou, no total, 1,1 milhão de escravos para as colônias [...] antes da proibição definitiva do tráfico, em 1831. A abolição seria instituída em territórios franceses apenas em 1848.
    Na verdade, esse tipo de negócio já era quase clandestino desde 3 de julho de 1315, quando um édito de Luís X baniu a possibilidade de escravidão em todo o reino. Porém, no século XV, a demanda por mão-de-obra aumentou nas colônias e fez-se necessário tomar certas atitudes. A solução inicial foi explorar as populações locais, exterminadas com rapidez. Recorreu-se, então, aos “alistados” brancos, homens geralmente forçados ao exílio que assinavam contratos válidos por três anos e eram tratados nas mesmas condições que os negros. Um panfleto anônimo, ‘Sobre a necessidade de se adotar a escravidão na França’, expressa a visão da época: era preciso ‘colocar pobres e indigentes para trabalhar’. Menosprezos racial e de classe não são incompatíveis [com a França iluminista]? [...]

    GRESH, Alain. Escravidão à francesa. Le Monde Diplomatique. 1 abril 2008. Disponível em: http://diplomatique.org.br/escravidao-a-francesa/ Acesso em: 10 ago. 2017. [Adaptado]



    A partir das considerações indicadas na matéria, as quais apontam a influência histórica dos pensadores iluministas e da participação francesa nos debates sobre liberdade e cidadania, é CORRETO afirmar.  
    Escolha uma alternativa para a questão f3bc6f35-af
  • O cenário mundial atual e os pleitos eleitorais têm apresentado inúmeras interfaces referentes ao posicionamento a temas como refugiados e migrantes, construção de muros, meio ambiente, religião, dentre outros. Observa-se nos meios de comunicação a presença de manchetes como:

    • A onda de xenofobia chega a um novo marco: a Suíça (Fonte 1);
    • Pequenos de novo: fora do Acordo de Paris, Trump espera reerguer os Estados Unidos à base de fumaça. E o mundo que se vire (Fonte 2);
    • Sérvia, um mundo de muros – Hungria, as barreiras que nos dividem. Na porta da Europa, tentar entrar é ciclo de perpétua incerteza. Política anti-imigrantes de premiê-húngaro deixa no limbo, no mato e na neve milhares de retirantes e refugiados vindos da África, Ásia e Oriente Médio (Fonte 3);
    • Angela Merkel and Emmanuel Marcron Unite Behind Paris Accord – Ângela Merkel e Emmanuel Macron em unidade pelo Acordo de Paris (Fonte 4);


    Fontes:
    1 – site de Exame – 14/08/2017, 17h46 – publicado em 14/08/2017, 12h36, por EXAME Hoje http://exame.abril.com.br/mundo/a-onda-de-xenofobia-chega-a-um-novo-marco-a-suica/
    2 – site de Piauí – 02/06/2017, 18h21, por Bernardo Esteves, http://piaui.folha.uol.com.br/pequenos-de-novo/
    3 – site de Folha – 07/08/2017, 02h00, por Patrícia Campos Mello e Lalo de Almeida. http://arte.folha.uol.com.br/mundo/2017/um-mundo-de-muros/servia/persistencia/
    4 – site do The New York Times – 02/06/2017, por Alison Smale. https://www.nytimes.com/2017/06/02/world/europe/paris-agreement-merkel-trump-macron.html

    Sobre as manchetes e a atual conjuntura do mundo contemporâneo, assinale a alternativa INCORRETA.  
    Escolha uma alternativa para a questão f3a65ce0-af
  • Ciências da Natureza

    Física

    Considere as seguintes assertivas sobre calor e temperatura:

    I – Calor de transformação de uma substância é a energia total cedida ou absorvida por uma substância na forma de calor durante uma transformação de fase;
    II – Calor é a energia transferida entre sistemas em decorrência da existência de diferença de temperatura entre eles;
    III – Temperatura de um sistema é a medida da quantidade de calor contida nesse sistema;
    IV – De acordo com a Lei Zero da Termodinâmica, se um sistema C está em equilíbrio térmico com um sistema A e com um sistema B, os sistemas A e B transferiram energia para o sistema C na forma de Calor.

    É CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão f37b82a0-af
  • Ciências da Natureza

    Física

    Uma pessoa usa uma chave de boca para apertar um parafuso, conforme a figura abaixo. A distância do centro do parafuso até a extremidade do cabo da chave de boca é de 30 cm e a força F, vertical, aplicada a 5 cm da extremidade do cabo da chave, possui intensidade F = 20 N. Assinale a alternativa CORRETA.
    Imagem da questão de Física, UNIOESTE 2017, Dinâmica
    Escolha uma alternativa para a questão f368e4c9-af
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Considere os seguintes excertos:

    “Dionísio já havia sido afugentado do palco trágico e o fora através do poder demoníaco que falava pela boca de Eurípedes. Também Eurípedes foi, em certo sentido, apenas máscara: a divindade, que falava por sua boca, não era Dionísio, tampouco Apolo, porém um demônio de recentíssimo nascimento, chamado Sócrates”. Nietzsche, F. O Nascimento da Tragédia ou Helenismo e Pessimismo. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. “O Nascimento da tragédia tem dois objetivos principais: a crítica da racionalidade conceitual instaurada na filosofia por Sócrates e Platão; a apresentação da arte trágica, expressão das pulsões artísticas dionisíaca e apolínea, como alternativa à racionalidade”. Machado, R. “Arte e filosofia no Zaratustra de Nietzsche” In: Novaes, A. (org.) Artepensamento. São Paulo. Companhia das Letras, 1994.

    Os trechos acima aludem diretamente à crítica nietzschiana referente à atitude estética que
    Escolha uma alternativa para a questão f35bdc62-af
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    O filósofo alemão Immanuel Kant formulou, na Crítica da Razão Pura, uma divisão do conhecimento e acesso da razão aos fenômenos. Fenômenos não são coisas; eles nomeiam aquilo que podemos conhecer das coisas, através das formas da sensibilidade (Espaço e Tempo) e das categorias do entendimento (tais como Substância, Relação, Necessidade etc.). Assim, Kant afirma que o conhecimento humano é finito (limitado por suas formas e categorias). Como poderia haver, então, algum conhecimento universalmente válido? Ele afirma que tal conhecimento se formula num “juízo sintético a priori”. Juízos são afirmações; o adjetivo “sintéticos” significa que essas afirmações reúnem conceitos diferentes; “a priori”, por sua vez, indica aquilo que é obtido sem acesso à experiência dos fenômenos, antes deles e para que os fenômenos possam ser reunidos em um conhecimento que tenha unidade e sentido.

    Com base nisso, indique a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão f35701fc-af
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    O Aquecimento Global do Planeta é um fenômeno de ampla discussão e preocupação na sociedade. Um dos grandes destaques do ano de 2017 foi a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, tratado que visa fortalecer a resposta global à ameaça de mudanças climáticas. Este acordo internacional foi assinado durante a 21ª Conferência das Partes (COP21), inicialmente por 195 países, e estabelece que todas as nações signatárias devem elaborar metas para diminuir as emissões globais de gases que provocam o efeito estufa.
    Assim, de acordo com o exposto, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão f32bf8de-af
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale a alternativa INCORRETA, tendo em vista as citações dos contos de Machado de Assis e o que se declara a respeito.
    Escolha uma alternativa para a questão 58e40e0b-af
  • Linguagens

    Literatura

    Instrução: para responder a questão, leia o texto abaixo.

    De ficção e realidade: diálogo possível

    – Literatura é fuga do real, cara! Veja o Brasil que temos: propina, tráfico de influência, delações, politicalha, trapaças...  
    – Quem disse que a Literatura não tem os pés fincados na realidade? Para o momento brasileiro, valem os versos: “Começa o mundo enfim pela ignorância,/ e tem qualquer dos bens por natureza”.
    – Que bens? A rifa das licitações? O propinoduto?  
    – É isso mesmo, cara! Diferente do fantasma romântico, parece que o dinheiro virou uma “febre que nunca descansa,/ O delírio que te há de matar!...”. 
     – O que nós temos é uma safra de corruptos e corrompidos.
    – Verdade! Sujeito assim safado mereceria “ser das gentes o espectro execrado”. O tal “Ouro branco! Ouro preto! Ouro podre” corrompeu muito político. “De cada ribeirão trepidante e de cada recosto/ de montanha, o metal rolou na cascalhada/ Para o fausto d’El-Rei”. Que vergonha!
    – É! Mas, certamente, esse não é o “Ouro nativo que na ganga impura/ A bruta mina entre os cascalhos vela...”.
    – Sei lá! O que mais nos reserva a Lava-Jato?
    – Veja só, cara! Ouvindo os noticiários, tenho a impressão que o assalto do vampiro tem mais equidade: “
    – Cê vem com a gente. É uma loja. Nós roubamos e dividimos o dinheiro. Em partes iguais”
    – Então, ainda há o que cantar neste país?
    – Claro! Vai o legado das Olimpíadas e das Paralimpíadas: “Entre o laboratório de erros/ e o labirinto de surpresas,/ canta o conhecimento do limite,/ a madura experiência a brotar da rota esperança”.  
    Assinale a alternativa INCORRETA, considerando os poemas originais de onde os versos foram extraídos.
    Escolha uma alternativa para a questão 58e00b1a-af
  • Linguagens

    Inglês

    O texto a seguir se refere a questão.


    Challenges concerning multiculturalism in Canada

       The official Canadian policy of multiculturalism has been updated twice since its introduction in 1971. It was originally created as a policy based on the logic of ethnicity, modified to deal with racism and amended to include freedom of religion. In 1988 the Canadian Multiculturalism Act was passed. 

       Canada is considered a nation of immigrants such that cultural diversity is often presented as the essence of national identity. However, it is difficult to negotiate social and political policy when trying to speak for such a varied populace. Two very real challenges that Canada faces in regard to multiculturalism are the clash of cultures and the socioeconomic position of immigrants.

        An example of clash of cultures is the one between English and French-Canada. The province of Quebec has always asserted a distinct identity and an inclination towards separatism from the rest of the country. In 1995, there was a referendum in the province of Quebec concerning separation in which 49% of the voting population voted “yes” and 51% voted “no”. The clash between French and English-Canada is primarily a cultural clash with Quebec concerned with preserving its own history, language and values; fearing these things are apt to become lost within English-Canada. Since the referendum, tensions have cooled a bit and Canada’s national administration has increased their efforts to accommodate Quebec identity within a Canadian identity.

         Another challenge of multiculturalism is the socioeconomic position of immigrants. Diversity is supported by governmental policy but Canada is still a society where racist interactions and poor-bashing are severely detrimental to minorities (especially recent arrivals). There are many barriers to equal integration, especially in education, housing and employment. For example, in the workforce it is very difficult to get a job when the potential employer feels you are not speaking “proper” English or you do not have any Canadian work experience on your resumé. This often leads to overqualified people in full-time minimum wage positions with little or no benefits and no access, time or funds for language classes or other training programs. These sorts of circumstances lead to isolation, alienation, poverty and unsafe environments where a new immigrant does not feel safe to report or act against harassment or abuse.

    Source: Adapted from http://globalcitizens.pbworks.com/w/page/9036226/Challenges%20Concerning%20Multiculturalism%20in%20Canada.


    Mark the CORRECT alternative.
    Escolha uma alternativa para a questão 58da6147-af
  • Linguagens

    Inglês

    O texto a seguir se refere a questão.


    Challenges concerning multiculturalism in Canada

       The official Canadian policy of multiculturalism has been updated twice since its introduction in 1971. It was originally created as a policy based on the logic of ethnicity, modified to deal with racism and amended to include freedom of religion. In 1988 the Canadian Multiculturalism Act was passed. 

       Canada is considered a nation of immigrants such that cultural diversity is often presented as the essence of national identity. However, it is difficult to negotiate social and political policy when trying to speak for such a varied populace. Two very real challenges that Canada faces in regard to multiculturalism are the clash of cultures and the socioeconomic position of immigrants.

        An example of clash of cultures is the one between English and French-Canada. The province of Quebec has always asserted a distinct identity and an inclination towards separatism from the rest of the country. In 1995, there was a referendum in the province of Quebec concerning separation in which 49% of the voting population voted “yes” and 51% voted “no”. The clash between French and English-Canada is primarily a cultural clash with Quebec concerned with preserving its own history, language and values; fearing these things are apt to become lost within English-Canada. Since the referendum, tensions have cooled a bit and Canada’s national administration has increased their efforts to accommodate Quebec identity within a Canadian identity.

         Another challenge of multiculturalism is the socioeconomic position of immigrants. Diversity is supported by governmental policy but Canada is still a society where racist interactions and poor-bashing are severely detrimental to minorities (especially recent arrivals). There are many barriers to equal integration, especially in education, housing and employment. For example, in the workforce it is very difficult to get a job when the potential employer feels you are not speaking “proper” English or you do not have any Canadian work experience on your resumé. This often leads to overqualified people in full-time minimum wage positions with little or no benefits and no access, time or funds for language classes or other training programs. These sorts of circumstances lead to isolation, alienation, poverty and unsafe environments where a new immigrant does not feel safe to report or act against harassment or abuse.

    Source: Adapted from http://globalcitizens.pbworks.com/w/page/9036226/Challenges%20Concerning%20Multiculturalism%20in%20Canada.


    Assinale a alternativa que contém a ideia central do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 58d379fa-af
  • Linguagens

    Português

    PALAVRAS CARREGAM RECORTES DO MUNDO

         Um termo pode revelar mais de quem o usa do que daquilo que deveria nomear. É por essas e por outras que nunca se pode tratar a língua como uma ciência exata.
        Aquele que, para alguns, é teimoso ou obsessivo, para outros, pode ser apenas determinado; o que é enfadonho para uns é meticuloso para outros; o irresponsável de uns pode ser o ousado de outros; o que uns chamam de pessimismo outros chamam de realismo. Impeachment ou golpe, eis uma questão do momento (vale lembrar que o que houve em 1964 no Brasil, embora seja comumente chamado de golpe militar, ainda tem quem o chame de revolução).
        Como vemos, as palavras carregam uma espécie de recorte da realidade, portanto, a escolha de cada uma delas revela o modo como a pessoa vê o mundo.
       Não faz muito tempo, era comum usarem a expressão “de cor” em referência a pessoas negras. Tratar uma característica natural de uma pessoa (como a cor de sua pele) com um eufemismo faz parecer que a característica é, de alguma forma, um traço negativo, algo a ser disfarçado. Em geral, quem usava “de cor” no lugar de “negro” o fazia em tom de cochicho, quase como se pedisse ao interlocutor permissão para dizer um palavrão. 

       POLITICAMENTE CORRETO
        Nos Estados Unidos da América, a palavra “nigger” é que é pejorativa, altamente ofensiva. Por lá, usam-se os termos “afro-american” e “afrodescendant”, fruto de ações afirmativas. No Brasil, o termo “afrodescendente” aparece sobretudo em traduções do inglês, mas, salvo engano, não é um termo disseminado entre os falantes.
        Entre as ações afirmativas, que visam a dar voz às minorias, está o estímulo ao emprego de termos chamados de politicamente corretos, uma forma de introduzir um recorte livre de preconceitos arraigados. O uso dessas palavras é, portanto, parte de um processo de reeducação.
         As pessoas que têm algum tipo de deficiência física ou intelectual costumam ser chamadas de “portadores de necessidades especiais”. Embora essa expressão, que tenta abranger num só grupo pessoas com quaisquer tipos de deficiência, seja usada como politicamente correta, aqueles que ela procura nomear pensam de modo diverso, pois repelem o termo “portador”. Vejamos por quê.
          Uma consulta ao verbete “portador” do dicionário “Houaiss” traz-nos, entre vários outros significados, estes dois: que ou aquele que apresenta certa característica diferencial [vagas para (pessoas) portadoras de deficiência].
    1.   infectologia – que ou aquele que se encontra infectado por germes de doença [são (crianças) portadoras de malária].
        Já que se buscam formas politicamente corretas (ou afirmativas) de denominar pessoas com deficiência, seria melhor escolher um termo que não servisse também a algo negativo, associado à ideia de doença, sobretudo porque ainda é comum na sociedade a ideia (falsa!) de que a deficiência é uma doença.
       O termo “especial”, usado não só na locução “necessidades especiais” como também na alusão a certas síndromes (fulano tem um filho especial), substituiu o antigo “excepcional”, relativo à ideia de “exceção”, que aparece definido no “Houaiss”, entre outras acepções, assim:
       1. diz-se de ou indivíduo que tem deficiência mental [baixo QI (quociente de inteligência)], física [deformação do corpo] ou sensorial [cegueira, surdez etc.]
       “Especial”, naturalmente, é um termo mais adequado, pois substitui a ideia de exceção pela de especificidade. Como sabemos, no entanto, “especial” carrega fortemente a noção de superioridade (excelente, fora de série, capaz de evocar coisas boas, aquilo que tem vantagens extras etc.), o que pode fazer parecer que se está empregando um eufemismo. O emprego de “necessidades específicas” talvez fosse mais adequado.
        “Específico”, todavia, não resolve o emprego genérico pretendido por quem diz ter um “filho especial” (não se diria “específico” nesse caso, em que se faz alusão, geralmente, a alguma síndrome). Não é difícil perceber que estamos num terreno delicado, portanto sujeitos a errar na tentativa de acertar. 

    UM NOVO OLHAR, UMA NOVA ATITUDE

         Certamente mais importante que os termos é a atitude que os acompanha. Embora seja bem-intencionado (e importante), o vocabulário politicamente correto, por si só, não basta. É preciso reeducar o olhar a fim de ver o outro como outra possibilidade, outra condição, outro modo de estar no mundo. Isso significa não ver o outro filtrado pelo déficit, pelo sinal negativo, mas apenas como diferente, se tanto.
        Não poderia aqui deixar de indicar a leitura do comovente texto de Gregório Duvivier, publicado na Folha, em que, em seu habitual estilo descontraído, trata dessa questão com muita sensibilidade. 

       “MALACABADO”
          Menos ainda poderia deixar de citar todos os textos do blog Assim Como Você, de Jairo Marques, colunista da Folha, que, há vários anos, vem trabalhando nesse processo de reeducação do olhar das pessoas.
        Jairo, ora provocador em sua linguagem, ora comovente em suas descrições, mas, sobretudo destemido, porque não teme mostrar suas emoções, acaba de publicar seu primeiro livro.
        Desde o título, “Malacabado”, o autor desafia o esforço da linguagem politicamente correta. Não quer, no entanto, dizer que esse empenho não seja válido. Ao dizer “malacabado”, engolindo o hífen da palavra e dando a ela um tom jocoso, Jairo provoca o leitor (eu sei que é assim que você me vê). Paraplégico desde os seis meses de idade, em decorrência da poliomielite, o autor vai narrando histórias de sua vida, que fazem chorar, mas também fazem rir ou, mais que isso, fazem refletir.
       Quem estiver em São Paulo na próxima terça-feira, 28 de junho, poderá, a partir das 18h30, trocar um dedo de prosa com o Jairo Marques, que lançará o seu “Malacabado” na Livraria Martins Fontes, da avenida Paulista (a loja fica no número 509).
    (por Thaís Nicoleti, Folha de São Paulo, 22 de junho de 2016).
    Segundo o texto, marque a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 58bcd7ae-af
  • Linguagens

    Português

    PALAVRAS CARREGAM RECORTES DO MUNDO

         Um termo pode revelar mais de quem o usa do que daquilo que deveria nomear. É por essas e por outras que nunca se pode tratar a língua como uma ciência exata.
        Aquele que, para alguns, é teimoso ou obsessivo, para outros, pode ser apenas determinado; o que é enfadonho para uns é meticuloso para outros; o irresponsável de uns pode ser o ousado de outros; o que uns chamam de pessimismo outros chamam de realismo. Impeachment ou golpe, eis uma questão do momento (vale lembrar que o que houve em 1964 no Brasil, embora seja comumente chamado de golpe militar, ainda tem quem o chame de revolução).
        Como vemos, as palavras carregam uma espécie de recorte da realidade, portanto, a escolha de cada uma delas revela o modo como a pessoa vê o mundo.
       Não faz muito tempo, era comum usarem a expressão “de cor” em referência a pessoas negras. Tratar uma característica natural de uma pessoa (como a cor de sua pele) com um eufemismo faz parecer que a característica é, de alguma forma, um traço negativo, algo a ser disfarçado. Em geral, quem usava “de cor” no lugar de “negro” o fazia em tom de cochicho, quase como se pedisse ao interlocutor permissão para dizer um palavrão. 

       POLITICAMENTE CORRETO
        Nos Estados Unidos da América, a palavra “nigger” é que é pejorativa, altamente ofensiva. Por lá, usam-se os termos “afro-american” e “afrodescendant”, fruto de ações afirmativas. No Brasil, o termo “afrodescendente” aparece sobretudo em traduções do inglês, mas, salvo engano, não é um termo disseminado entre os falantes.
        Entre as ações afirmativas, que visam a dar voz às minorias, está o estímulo ao emprego de termos chamados de politicamente corretos, uma forma de introduzir um recorte livre de preconceitos arraigados. O uso dessas palavras é, portanto, parte de um processo de reeducação.
         As pessoas que têm algum tipo de deficiência física ou intelectual costumam ser chamadas de “portadores de necessidades especiais”. Embora essa expressão, que tenta abranger num só grupo pessoas com quaisquer tipos de deficiência, seja usada como politicamente correta, aqueles que ela procura nomear pensam de modo diverso, pois repelem o termo “portador”. Vejamos por quê.
          Uma consulta ao verbete “portador” do dicionário “Houaiss” traz-nos, entre vários outros significados, estes dois: que ou aquele que apresenta certa característica diferencial [vagas para (pessoas) portadoras de deficiência].
    1.   infectologia – que ou aquele que se encontra infectado por germes de doença [são (crianças) portadoras de malária].
        Já que se buscam formas politicamente corretas (ou afirmativas) de denominar pessoas com deficiência, seria melhor escolher um termo que não servisse também a algo negativo, associado à ideia de doença, sobretudo porque ainda é comum na sociedade a ideia (falsa!) de que a deficiência é uma doença.
       O termo “especial”, usado não só na locução “necessidades especiais” como também na alusão a certas síndromes (fulano tem um filho especial), substituiu o antigo “excepcional”, relativo à ideia de “exceção”, que aparece definido no “Houaiss”, entre outras acepções, assim:
       1. diz-se de ou indivíduo que tem deficiência mental [baixo QI (quociente de inteligência)], física [deformação do corpo] ou sensorial [cegueira, surdez etc.]
       “Especial”, naturalmente, é um termo mais adequado, pois substitui a ideia de exceção pela de especificidade. Como sabemos, no entanto, “especial” carrega fortemente a noção de superioridade (excelente, fora de série, capaz de evocar coisas boas, aquilo que tem vantagens extras etc.), o que pode fazer parecer que se está empregando um eufemismo. O emprego de “necessidades específicas” talvez fosse mais adequado.
        “Específico”, todavia, não resolve o emprego genérico pretendido por quem diz ter um “filho especial” (não se diria “específico” nesse caso, em que se faz alusão, geralmente, a alguma síndrome). Não é difícil perceber que estamos num terreno delicado, portanto sujeitos a errar na tentativa de acertar. 

    UM NOVO OLHAR, UMA NOVA ATITUDE

         Certamente mais importante que os termos é a atitude que os acompanha. Embora seja bem-intencionado (e importante), o vocabulário politicamente correto, por si só, não basta. É preciso reeducar o olhar a fim de ver o outro como outra possibilidade, outra condição, outro modo de estar no mundo. Isso significa não ver o outro filtrado pelo déficit, pelo sinal negativo, mas apenas como diferente, se tanto.
        Não poderia aqui deixar de indicar a leitura do comovente texto de Gregório Duvivier, publicado na Folha, em que, em seu habitual estilo descontraído, trata dessa questão com muita sensibilidade. 

       “MALACABADO”
          Menos ainda poderia deixar de citar todos os textos do blog Assim Como Você, de Jairo Marques, colunista da Folha, que, há vários anos, vem trabalhando nesse processo de reeducação do olhar das pessoas.
        Jairo, ora provocador em sua linguagem, ora comovente em suas descrições, mas, sobretudo destemido, porque não teme mostrar suas emoções, acaba de publicar seu primeiro livro.
        Desde o título, “Malacabado”, o autor desafia o esforço da linguagem politicamente correta. Não quer, no entanto, dizer que esse empenho não seja válido. Ao dizer “malacabado”, engolindo o hífen da palavra e dando a ela um tom jocoso, Jairo provoca o leitor (eu sei que é assim que você me vê). Paraplégico desde os seis meses de idade, em decorrência da poliomielite, o autor vai narrando histórias de sua vida, que fazem chorar, mas também fazem rir ou, mais que isso, fazem refletir.
       Quem estiver em São Paulo na próxima terça-feira, 28 de junho, poderá, a partir das 18h30, trocar um dedo de prosa com o Jairo Marques, que lançará o seu “Malacabado” na Livraria Martins Fontes, da avenida Paulista (a loja fica no número 509).
    (por Thaís Nicoleti, Folha de São Paulo, 22 de junho de 2016).
    Qual dos pares abaixo, segundo o texto, NÃO indica modos opositivos de conceber o mundo?
    Escolha uma alternativa para a questão 58ab738c-af
  • Ciências da Natureza

    Química

    O ácido hipúrico, cuja fórmula estrutural está representada abaixo, é um bioindicador da exposição do trabalhador ao tolueno - um solvente aromático muito utilizado em tintas e colas. A biossíntese do ácido hipúrico no organismo ocorre pela reação do tolueno com o aminoácido glicina e, no laboratório, ele pode ser obtido pela reação do cloreto de benzoíla com a glicina em meio alcalino.


    Imagem da questão de Química, UNIOESTE 2016, Principais Funções Orgânicas: Funções Nitrogenadas: Amina, Amida, Nitrila, Isonitrila e Nitro Composto.


    Na estrutura do ácido hipúrico, além do grupo ácido carboxílico, pode-se identificar a função oxigenada

    Escolha uma alternativa para a questão f3b37b50-af
  • Ciências da Natureza

    Química

    A espectrofotometria na região do ultravioleta-visível (UV-vis) é uma técnica muito útil na determinação quantitativa, pois existe uma relação linear, dada pela Lei de Beer, entre a concentração de um analito (c) e a absorbância do mesmo (A). Esta relação é dada pela expressão matemática A = ε.b.c, onde ε é uma constante denominada absortividade molar, b é o caminho óptico, em cm, e c a concentração em mol L-1 .

    De uma amostra, retirou-se uma alíquota de 1 mL, que foi diluída a 100 mL. Desta solução, retirou-se uma alíquota cuja absorbância lida no equipamento foi de 0,4. Determine a concentração da amostra inicial, em mol L-1, considerando-se que o caminho óptico foi de 1 cm e ε = 4 x 104 L cm mol-1 .

    Escolha uma alternativa para a questão f3a7aa51-af
  • Matemática

    Matemática

    A tabela a seguir apresenta o número de casos notificados ou prováveis de dengue, chikungunya e Zika vírus, registrados nos estados do Sul do Brasil até a semana 23 do ano de 2016, conforme boletim epidemiológico do Ministério da Saúde.


    Estado Dengue Zika Chikungunya

    Paraná 71114 1935 1459

    Santa Catarina 5344 360 324

    Rio Grande do Sul 3961 97 233


    Escolheu-se aleatoriamente um paciente do Sul do Brasil registrado como um caso (notificado ou provável) de uma dessas doenças. Com relação ao paciente supracitado, de acordo com a tabela acima, assinale a afirmação que é INCORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão f37a20f0-af