Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2017
- Universidade Estadual do Norte do Paraná
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: A36A4DBB-B1
Instituição
196 questões de Universidade Estadual do Norte do Paraná, de 2016 a 2018. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
A obra Quarto de Despejo de Carolina Maria de Jesus é escrita na forma de diário, que se inicia em 15 de julho de 1955 e termina em 1º de janeiro de 1960.
Sobre essa forma, assinale a alternativa correta.
Em relação à partícula “que” em “Eu estou fazendo uma coisa que amo” e “eu digo que estou no período fetal”, considere as afirmativas a seguir.
I. O primeiro “que” é um pronome relativo e retoma o termo “coisa”.
II. O segundo “que” é uma conjunção subordinativa substantiva objetiva direta.
III. O primeiro “que” inicia uma oração subordinada adverbial causal.
IV. O segundo “que” é um pronome relativo e retoma a forma verbal “estou”.
Assinale a alternativa correta.
Em relação aos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. Na oração “Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana”, a presença da preposição a deve-se à exigência feita pelo verbo.
II. Em “O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta”, não se emprega a crase porque o a é uma mera preposição.
III. Em “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante”, o conectivo “mas” estabelece uma relação de oposição com a ideia expressa anteriormente.
IV. Em “Então, os avós e pais construíam os brinquedos de forma artesanal” a partícula “então” estabelece uma relação de alternância.
Assinale a alternativa correta.
Leia a charge a seguir

A charge acima traz implícita uma máxima, ou seja, uma frase sentenciosa, concisa, de verdade comprovada, baseada na secular experiência do povo. Com base nesse pressuposto, assinale a alternativa que
melhor define esse princípio.
Leia o texto a seguir e responda às questões de 6 a 11.
Mais que farinha, água e sal
De ajudante de padaria ao título de melhor chef do Paraná. Uma história de determinação e simplicidade de quem viu no primeiro ofício sua maior paixão. Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa de muitos londrinenses à experiência e estudo. Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador da gastronomia paranaense trabalhando no ramo da panificação.
“Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30 e 12h00. De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, conta Bernardes. Dormia pouco, trabalhava e estudava muito. Com formação em gastronomia e tecnologia de alimentos e pós-graduação em gastronomia fina, continuou na área de panificação e confeitaria, paixão inexplicável.
O trabalho veio aos 10 anos. Filho mais velho de três irmãos, família humilde, era preciso que o menino aprendesse alguma função. Varrer o chão, lavar formas, carregar sacos, um olho no próprio trabalho e outro no padeiro. “Eu queria aprender, mas naquela época era difícil passarem as receitas até por medo de perder o emprego”, recorda.
Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito no processo. Observando, Bernardes foi guardando tudo na memória. “Um dia faltou o padeiro e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão. Ali eu agarrei a oportunidade com as duas mãos e deu certo. Aquele dia eu percebi que tinha futuro. Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, enfatiza. A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro, trabalhando junto com o mestre.
Casado e com uma filha de 4 anos, conta que na casa quem faz a comida é a mulher. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”, revela. Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses. “Você já comeu pão na padaria X ?”, ele pergunta. Também sabe onde há padarias modernizadas, administradas por fulano, que fez história no segmento na cidade e que agora está com loja nova. Sabe sobre os padeiros, aqueles que o ensinaram e aqueles a quem ensinou.
(Adaptado de: TAINE, L. Mais que farinha, água e sal. Londrina: Folha de Londrina. Folha Gente. 21 e 22 abr. 2018, p. 1.)
Leia o trecho a seguir.
“Um dia o padeiro faltou e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão”.
Com base no trecho, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o referente do pronome oblíquo
átono sublinhado.
Leia o texto a seguir e responda às questões de 6 a 11.
Mais que farinha, água e sal
De ajudante de padaria ao título de melhor chef do Paraná. Uma história de determinação e simplicidade de quem viu no primeiro ofício sua maior paixão. Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa de muitos londrinenses à experiência e estudo. Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador da gastronomia paranaense trabalhando no ramo da panificação.
“Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30 e 12h00. De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, conta Bernardes. Dormia pouco, trabalhava e estudava muito. Com formação em gastronomia e tecnologia de alimentos e pós-graduação em gastronomia fina, continuou na área de panificação e confeitaria, paixão inexplicável.
O trabalho veio aos 10 anos. Filho mais velho de três irmãos, família humilde, era preciso que o menino aprendesse alguma função. Varrer o chão, lavar formas, carregar sacos, um olho no próprio trabalho e outro no padeiro. “Eu queria aprender, mas naquela época era difícil passarem as receitas até por medo de perder o emprego”, recorda.
Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito no processo. Observando, Bernardes foi guardando tudo na memória. “Um dia faltou o padeiro e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão. Ali eu agarrei a oportunidade com as duas mãos e deu certo. Aquele dia eu percebi que tinha futuro. Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, enfatiza. A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro, trabalhando junto com o mestre.
Casado e com uma filha de 4 anos, conta que na casa quem faz a comida é a mulher. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”, revela. Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses. “Você já comeu pão na padaria X ?”, ele pergunta. Também sabe onde há padarias modernizadas, administradas por fulano, que fez história no segmento na cidade e que agora está com loja nova. Sabe sobre os padeiros, aqueles que o ensinaram e aqueles a quem ensinou.
(Adaptado de: TAINE, L. Mais que farinha, água e sal. Londrina: Folha de Londrina. Folha Gente. 21 e 22 abr. 2018, p. 1.)

(Disponível em: <coisasdamiroca.centerblog.net/6775-tirinha-adoramos-cestas-sestas-sextas-74>. Acesso em: 18 jul. 2017.)

(Disponível em: <coisasdamiroca.centerblog.net/6775-tirinha-adoramos-cestas-sestas-sextas-74>. Acesso em: 18 jul. 2017.)
Leia o texto a seguir.
Em 2017, comemora-se 500 anos da Reforma Protestante. Martin Lutero, padre e professor, em 31 de outubro de 1517, pregou na porta da igreja do castelo de Wittemberg (Alemanha) um pergaminho com 95 teses, escrito em latim e com fundamentos na Bíblia Cristã. Lutero tinha como objetivo suscitar discussão entre os acadêmicos acerca da venda do perdão de Deus, como se fosse mercadoria, através de cartas de indulgência. A Reforma Protestante teve um papel decisivo na maneira de pensar do homem moderno ocidental e no nascimento do próprio Estado moderno.
(PERRY, M. Civilização Ocidental: uma história concisa. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. p. 244-246.)
A partir dos conhecimentos sobre o nascimento do pensamento moderno e a Reforma Protestante, considere as afirmativas a seguir.
I. A Reforma Protestante destruiu a unidade religiosa da Europa, fortaleceu o poder das monarquias e estimulou o crescimento do Estado moderno secular.
II. A pretensão à autoridade temporal do Papa foi repudiada pelos membros da Reforma Protestante, o poder clerical enfraqueceu e se subordinou aos monarcas que passaram a construir Estados centralizados.
III. Lutero apregoava aos cristãos a insubordinação absoluta aos governantes, o que contribuiu diretamente para a ideia de liberdade tão característica do pensamento moderno.
IV. A Reforma Protestante contribuiu para a criação de uma ética dependente, no sentido de que cabe ao clérigo intermediar a relação com Deus, fornecendo segurança e certeza do que deve ou não ser tomado como regra da conduta.
Assinale a alternativa correta.
A figura a seguir mostra a diversidade de fontes de energia utilizadas no mundo contemporâneo.

Com base na figura e nos conhecimentos sobre fonte de energia, relacione as fontes de energia renováveis e não renováveis às suas formas de obtenção.
A) Fontes Não Renováveis.
B) Fontes Renováveis.
(1) Hidrelétrica. (I) De depósitos fósseis no fundo do mar ou em grandes profundidades continentais.
(2) Gás natural. (II) Da transformação química de grandes florestas soterradas.
(3) Biomassa. (III) Da energia liberada por uma queda d’água, que faz girar uma turbina.
(4) Carvão mineral. (IV) Da quebra de átomos de urânio.
(5) Marés. (V) Do aquecimento de placas de material semicondutor, como o silício.
(6) Petróleo. (VI) Da natureza, associado ou não ao petróleo.
(7) Energia nuclear. (VII) Das alterações de nível das marés, através de barragens ou através de turbinas submersas.
(8) Eólica. (VIII) Da decomposição de material orgânico.
(9) Solar. (IX) Dos movimentos dos ventos captados por pás de turbinas ligadas a geradores.Assinale a alternativa que contém a associação correta.

O esquema a seguir representa a glicólise simplificada.

A partir do esquema, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o saldo energético dessa etapa
da respiração aeróbica.