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Instituição

Questões: Universidade Católica de Pelotas — com gabarito

601 questões de Universidade Católica de Pelotas, de 2004 a 2018. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 601 questões
  • 15 provas

Resultados: 136 questões

Página 4 de 7

  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2015, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2015, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    Em “... e tínhamos ido ao lançamento do livro de um amigo no Leblon...” (linhas 42 - 43), o tempo verbal é
    Escolha uma alternativa para a questão bb2f9111-e2
  • Linguagens

    Literatura

    Para o teste seguinte, analise as afirmativas e assinale a opção correta.

    I. Ora afirmando a superioridade do EU sobre o mundo, ora a do mundo sobre o EU, ora escavando os seus próprios abismos pessoais, ora investigando a visão objetiva, Carlos Drummond de Andrade fará dessa dualidade a marca de um poesia tanto lírica, expressando o sujeito, como social e metafísica, delimitando os objetos.

    II. Olavo Bilac tratou do amor a partir de dois ângulos distintos: um platônico e outro sensual.

    III.Se escreveu folhetins para sobreviver, foi na literatura de denúncia social que Aluísio Azevedo encontrou as condições para o desenvolvimento de uma obra adulta.
    Escolha uma alternativa para a questão bb33639c-e2
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale a única opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bb37d6e2-e2
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre Mário Quintana e sua obra, analise as afirmações seguintes como falsas (F) ou verdadeiras (V).

    I. Vindo de um mundo destruído em sua grandeza, Mário constrói, a princípio, uma poesia eminentemente crepuscular, percorrida por uma constante amargura e articulada em torno da morte e da tristeza das coisas.

    II. O poeta também escreve poemas curtos em prosa. Lembram epigramas, pois são apresentados em prosa, mas com dimensão e densidade poéticas e, por isso, necessariamente curtos e geralmente irônicos.

    III.A manutenção de uma lírica tradicional é contrabalançada por uma linguagem de absoluta simplicidade, como se em Quintana houvesse a fusão do subjetivismo crepuscular, de origem simbolista, com o estilo coloquial da poesia moderna.

    A sequência correta é
    Escolha uma alternativa para a questão bb3babd5-e2
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o texto a seguir. 


    JEITOS DE AMAR


        No livro Prosa reunida, de Adélia Prado, encontrei uma frase singela e verdadeira ao extremo. Uma personagem põe-se _________ lembrar da mãe, que era danada de braba, porém esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha para que ela fosse bonita pra escola. Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
        É comovente porque é algo que _________ gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços _________ vezes são provas mais de desejo que de amor, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Mas _________ diversos outros amores podendo ser demonstrados com toques mais sutis.
        Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Uma amiga tingindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas. Quanto jeito que há de amar.
           Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: Lembrei de você. É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas. Quanto jeito que há de amar.
        Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias. Quanto jeito que há de amar
        Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir. Quanto jeito que há de amar.

        Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, discos, brinquedos, brincar: quanto jeito que há.


    MEDEIROS, Martha. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003.


    A seqüência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
    Escolha uma alternativa para a questão bc4a95c8-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o texto a seguir. 


    JEITOS DE AMAR


        No livro Prosa reunida, de Adélia Prado, encontrei uma frase singela e verdadeira ao extremo. Uma personagem põe-se _________ lembrar da mãe, que era danada de braba, porém esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha para que ela fosse bonita pra escola. Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
        É comovente porque é algo que _________ gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços _________ vezes são provas mais de desejo que de amor, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Mas _________ diversos outros amores podendo ser demonstrados com toques mais sutis.
        Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Uma amiga tingindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas. Quanto jeito que há de amar.
           Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: Lembrei de você. É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas. Quanto jeito que há de amar.
        Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias. Quanto jeito que há de amar
        Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir. Quanto jeito que há de amar.

        Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, discos, brinquedos, brincar: quanto jeito que há.


    MEDEIROS, Martha. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003.


    Caso passássemos a sentença "É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas" para o plural, teríamos alterações em:
    Escolha uma alternativa para a questão bc501ac7-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o texto a seguir. 


    JEITOS DE AMAR


        No livro Prosa reunida, de Adélia Prado, encontrei uma frase singela e verdadeira ao extremo. Uma personagem põe-se _________ lembrar da mãe, que era danada de braba, porém esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha para que ela fosse bonita pra escola. Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
        É comovente porque é algo que _________ gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços _________ vezes são provas mais de desejo que de amor, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Mas _________ diversos outros amores podendo ser demonstrados com toques mais sutis.
        Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Uma amiga tingindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas. Quanto jeito que há de amar.
           Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: Lembrei de você. É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas. Quanto jeito que há de amar.
        Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias. Quanto jeito que há de amar
        Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir. Quanto jeito que há de amar.

        Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, discos, brinquedos, brincar: quanto jeito que há.


    MEDEIROS, Martha. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003.


    No que diz respeito à sentença "Lembrei de você", é correto afirmar sobre a regência do verbo LEMBRAR:

    I - A regência verbal está corretamente empregada, do ponto de vista da gramática tradicional.
    II - Para ser considerada gramaticalmente correta, deveria ser modificada para Lembrei você.
    III - Para ser considerada gramaticalmente correta, deveria ser modificada para "Lembrei-me de você".
    Escolha uma alternativa para a questão bc534ceb-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o texto a seguir. 


    JEITOS DE AMAR


        No livro Prosa reunida, de Adélia Prado, encontrei uma frase singela e verdadeira ao extremo. Uma personagem põe-se _________ lembrar da mãe, que era danada de braba, porém esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha para que ela fosse bonita pra escola. Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
        É comovente porque é algo que _________ gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços _________ vezes são provas mais de desejo que de amor, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Mas _________ diversos outros amores podendo ser demonstrados com toques mais sutis.
        Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Uma amiga tingindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas. Quanto jeito que há de amar.
           Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: Lembrei de você. É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas. Quanto jeito que há de amar.
        Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias. Quanto jeito que há de amar
        Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir. Quanto jeito que há de amar.

        Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, discos, brinquedos, brincar: quanto jeito que há.


    MEDEIROS, Martha. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003.


    Observe os pares de palavras acentuadas que foram retirados do texto. Em qual das alternativas elas NÃO são acentuadas pela mesma razão?
    Escolha uma alternativa para a questão bc56a322-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o texto a seguir. 


    JEITOS DE AMAR


        No livro Prosa reunida, de Adélia Prado, encontrei uma frase singela e verdadeira ao extremo. Uma personagem põe-se _________ lembrar da mãe, que era danada de braba, porém esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha para que ela fosse bonita pra escola. Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
        É comovente porque é algo que _________ gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços _________ vezes são provas mais de desejo que de amor, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Mas _________ diversos outros amores podendo ser demonstrados com toques mais sutis.
        Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Uma amiga tingindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas. Quanto jeito que há de amar.
           Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: Lembrei de você. É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas. Quanto jeito que há de amar.
        Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias. Quanto jeito que há de amar
        Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir. Quanto jeito que há de amar.

        Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, discos, brinquedos, brincar: quanto jeito que há.


    MEDEIROS, Martha. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003.


    Observe atentamente as afirmações abaixo:

    I As vírgulas colocadas antes e depois da expressão de Adélia Prado poderiam ser substituídas por parênteses, sem alteração de sentido.
    II Os dois-pontos, colocados antes da palavra cafunés, poderiam ser substituídos por um travessão, sem alteração do sentido.
    III As vírgulas colocadas depois de flores compradas e margaridas são usadas pela mesma razão.
    Escolha uma alternativa para a questão bc5aa5bd-e1
  • Linguagens

    Literatura

    Escritor não muito dado a fotografias e entrevistas, Dalton Trevisan expõe as vicissitudes dos seres humanos, em seus contos, há mais de 30 anos, tendo, como pano de fundo, a cidade de Curitiba. Destacam-se em suas narrativas:
    Escolha uma alternativa para a questão bc5db59a-e1
  • Linguagens

    Literatura

    A respeito do conhecido escritor pelotense, João Simões Lopes Neto, só NÃO é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão bc629bdb-e1
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre a obra Machadiana só NÃO é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão bc68d2c6-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2004, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O texto afirma que o maior risco que as empresas estão correndo é em relação a
    Escolha uma alternativa para a questão bd16acd7-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2004, Interpretação de texto | Reading comprehension

    A partir da metáfora existente na sentença "Although service interruptions infuriate clients, many firms just keep their fingers crossed" (linhas 19 e 20), podemos inferir que as empresas
    Escolha uma alternativa para a questão bd1a2f49-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2004, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O texto apresenta algumas sugestões para as empresas melhorarem seus serviços. Dentre as sugestões, NÃO está a opção relacionada a
    Escolha uma alternativa para a questão bd1d5f4a-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2004, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Na sentença "It´s like putting an extra lock on the front door while the back one´s wide open" (linhas 03 e 04) ONE refere-se à palavra
    Escolha uma alternativa para a questão bd210f59-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2009, Interpretação de Textos

    Na linha 23, a palavra “basbaques” só NÃO pode ser entendida como
    Escolha uma alternativa para a questão be48d547-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2009, Interpretação de Textos

    Leia as afirmativas a seguir e assinale a opção correta.

    I. O narrador afirma que as distâncias não são grandes, o ser humano é que é pequeno.
    II. O autor nos impele a protestar contra o assombro e o terror da tecnologia.
    III . O texto nos diz que o bacteriologista é um astrônomo às avessas, porque não é um basbaque.
    Escolha uma alternativa para a questão be4da14c-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2009, Funções morfossintáticas da palavra QUE

    Em “... confesso QUE nunca cheguei a me impressionar...” (linhas 12-13), a classe gramatical do termo sublinhado é
    Escolha uma alternativa para a questão be51ae3e-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2009, Análise sintática

    A oração “... que a moça do rótulo segurava entre os dedos um pote de Cymbeline...” ( linhas 5-6 ) pode ser classificada sintaticamente como
    Escolha uma alternativa para a questão be55f433-e1