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Instituição

Questões: Universidade Católica de Pelotas — com gabarito

601 questões de Universidade Católica de Pelotas, de 2004 a 2018. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 601 questões
  • 15 provas

Resultados: 136 questões

Página 4 de 7

  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2008, Interpretação de texto | Reading comprehension

    NÃO é uma das preocupações em relação à Copa Mundial de 2014
    Escolha uma alternativa para a questão c4c8521c-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2008, Interpretação de texto | Reading comprehension

    É correto afirmar que a América Latina
    Escolha uma alternativa para a questão c4c45f80-e1
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre João Simões Lopes Neto e sua obra, analise as afirmações seguintes como FALSAS (F) ou VERDADEIRAS (V).

    I. Não podemos estudar a obra de Simões Lopes Neto sem nos reportarmos à questão do regionalismo, utilizado essencialmente em sua linguagem e que apresenta traços marcantes de uma proposta de educação voltada para a solidariedade, entre outras virtudes.
    II. Podemos afirmar que ele foi um grande coletor de lendas e casos do imaginário gaúcho.
    III. o aspecto primordial de sua obra é a exploração dos conflitos vivenciados pelo gaúcho, que são situações, na verdade, experimentadas por todos os homens e, nesse sentido, Simões Lopes Neto torna-se universal.

    A opção correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão c4342b5d-e1
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale a única opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c4315fe2-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 

    V 

        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    A função sintática da expressão sublinhada em “E a dor prostrara a todos naquela casa...” (parte III, linha 2) é
    Escolha uma alternativa para a questão c4270fdf-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 

    V 

        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    Leia as afirmativas a seguir e assinale a opção correta.

    I. O texto transmite ao leitor uma sensação de rancor e ojeriza.
    II. O texto possui sete partes e, na última, fala da superstição dos escravos.
    III. O poema conta o passamento de Angelina.
    Escolha uma alternativa para a questão c41fd241-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2007, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Conforme o texto, NÃO é correto dizer que o Museu da Língua Portuguesa
    Escolha uma alternativa para a questão df02f5ce-e1
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre Machado de Assis e sua obra, analise as afirmações seguintes como FALSAS (F) ou VERDADEIRAS (V).

    ( ) Ao Machado conformista da década de 70, contrapõe-se, nos anos 80, um intelectual irônico, pessimista e crítico.
    ( ) Um dos temas máximos da obra de Machado de Assis da sua segunda fase foi a crítica à hipocrisia social.
    ( ) Machado de Assis evidenciou os princípios da estética naturalista em seus versos.

    A opção correta é
    Escolha uma alternativa para a questão de6879ad-e1
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Análise sintática

    Figura 2 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Análise sintáticaFigura 3 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Análise sintática

    Figura 4 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Análise sintática



    LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.


    A função sintática da palavra sublinhada em Uma notícia que dói! (v..40) é
    Escolha uma alternativa para a questão de5b049c-e1
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Morfologia - Pronomes

    Figura 2 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Morfologia - PronomesFigura 3 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Morfologia - Pronomes

    Figura 4 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Morfologia - Pronomes



    LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.


    Em "No alvo seio a embebeu" (v.91), a classe gramatical do termo sublinhado é
    Escolha uma alternativa para a questão de54ba7e-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto e responda as perguntas:


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2006, Falso Cognatos | False Cognates

    A palavra actually (linha 29) é um falso cognato que quer dizer realmente, na verdade. Também é falso cognato a palavra
    Escolha uma alternativa para a questão f5fcba3d-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto e responda as perguntas:


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2006, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Em relação a Carol Raymond, é correto dizer que ela
    Escolha uma alternativa para a questão f5f9f3a1-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto e responda as perguntas:


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2006, Interpretação de texto | Reading comprehension

    A afirmação correta em relação ao texto é
    Escolha uma alternativa para a questão f5f40986-e1
  • Linguagens

    Português

    DR. FLORISMAL

         Florismal!... Para Eugênio, aquele nome tinha um secreto encanto. Florismal aparecia quase todas as noites, chegava muito calmo, fumando o seu charuto de tostão e ia logo sentando na cadeira de balanço. Era um homem baixo, de cabelos ralos, quase calvo. No rosto gorducho e redondo, a barba forte era sempre uma sombra azulada, mesmo quando ele se escanhoava. Os dentes eram maus e miúdos. Florismal tinha uma voz macia e uma certa dignidade de estadista. Era um espírito conciliador e gabava-se de ter muita lábia. Nasci para advogado dizia. Se eu tivesse tido mais um pouco de juízo quando moço ... Calava-se, entortava a cabeça, batia a cinza do charuto e ficava em atitude sonhadora. Decerto a ver mentalmente o seu passado, os seus erros e uma carreira perdida. Ou então pensava apenas no efeito que aquelas palavras e aquela postura podiam estar produzindo nos interlocutores. A verdade era que amigos e conhecidos de Florismal sempre o chamavam para dar sentenças, e resolver questões. Diziase que o homenzinho arranjava causas para advogados sem clientela e ganhava com isso gordas comissões. Muito figurão tirava o chapéu ao cumprimentá-lo na rua. Florismal fazia até discursos políticos. Por isso tudo, os amigos lhe chamavam Dr. Florismal. A princípio, diziam doutor com uma pontinha de ironia. Florismal aceitava o título sorrindo, entre lisonjeado e divertido. Acabou ficando mesmo Dr. Florismal. Com o tempo, os amigos que gostavam dele esqueceram que aquilo era uma brincadeira e acabaram acreditando no título.

    VERÍSSIMO, Érico. Olhai os lírios do campo. Rio de Janeiro:
    Editora José Aguilar, 1966

    Marque a ÚNICA alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f55e1022-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2005, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Somente uma das alternativas abaixo não é correta de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 00a717c8-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2004, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O texto apresenta algumas sugestões para as empresas melhorarem seus serviços. Dentre as sugestões, NÃO está a opção relacionada a
    Escolha uma alternativa para a questão bd1d5f4a-e1
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2004, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O texto afirma que o maior risco que as empresas estão correndo é em relação a
    Escolha uma alternativa para a questão bd16acd7-e1
  • Linguagens

    Literatura

    Escritor não muito dado a fotografias e entrevistas, Dalton Trevisan expõe as vicissitudes dos seres humanos, em seus contos, há mais de 30 anos, tendo, como pano de fundo, a cidade de Curitiba. Destacam-se em suas narrativas:
    Escolha uma alternativa para a questão bc5db59a-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o texto a seguir. 


    JEITOS DE AMAR


        No livro Prosa reunida, de Adélia Prado, encontrei uma frase singela e verdadeira ao extremo. Uma personagem põe-se _________ lembrar da mãe, que era danada de braba, porém esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha para que ela fosse bonita pra escola. Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
        É comovente porque é algo que _________ gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços _________ vezes são provas mais de desejo que de amor, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Mas _________ diversos outros amores podendo ser demonstrados com toques mais sutis.
        Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Uma amiga tingindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas. Quanto jeito que há de amar.
           Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: Lembrei de você. É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas. Quanto jeito que há de amar.
        Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias. Quanto jeito que há de amar
        Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir. Quanto jeito que há de amar.

        Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, discos, brinquedos, brincar: quanto jeito que há.


    MEDEIROS, Martha. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003.


    Observe atentamente as afirmações abaixo:

    I As vírgulas colocadas antes e depois da expressão de Adélia Prado poderiam ser substituídas por parênteses, sem alteração de sentido.
    II Os dois-pontos, colocados antes da palavra cafunés, poderiam ser substituídos por um travessão, sem alteração do sentido.
    III As vírgulas colocadas depois de flores compradas e margaridas são usadas pela mesma razão.
    Escolha uma alternativa para a questão bc5aa5bd-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o texto a seguir. 


    JEITOS DE AMAR


        No livro Prosa reunida, de Adélia Prado, encontrei uma frase singela e verdadeira ao extremo. Uma personagem põe-se _________ lembrar da mãe, que era danada de braba, porém esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha para que ela fosse bonita pra escola. Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
        É comovente porque é algo que _________ gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços _________ vezes são provas mais de desejo que de amor, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Mas _________ diversos outros amores podendo ser demonstrados com toques mais sutis.
        Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Uma amiga tingindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas. Quanto jeito que há de amar.
           Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: Lembrei de você. É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas. Quanto jeito que há de amar.
        Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias. Quanto jeito que há de amar
        Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir. Quanto jeito que há de amar.

        Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, discos, brinquedos, brincar: quanto jeito que há.


    MEDEIROS, Martha. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003.


    No que diz respeito à sentença "Lembrei de você", é correto afirmar sobre a regência do verbo LEMBRAR:

    I - A regência verbal está corretamente empregada, do ponto de vista da gramática tradicional.
    II - Para ser considerada gramaticalmente correta, deveria ser modificada para Lembrei você.
    III - Para ser considerada gramaticalmente correta, deveria ser modificada para "Lembrei-me de você".
    Escolha uma alternativa para a questão bc534ceb-e1