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Prova

Prova de 2010: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás — questões com gabarito

86 questões da prova de 2010 de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás, em Química, História, Conhecimentos Gerais, Geografia e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 86 questões

Resultados: 86 questões

Página 3 de 5

  • Ciências da Natureza

    Química

    Dissolvendo-se uma determinada quantidade de soluto, não-volátil e não-iônico, em 500 ml de água, uma das alterações provocadas no solvente é:
    Escolha uma alternativa para a questão fa31b3f9-b6
  • Ciências da Natureza

    Química

    Há pouco mais de 100 anos, Ernest Rutherford descobriu que havia dois tipos de radiação, que chamou de α (Alfa) e β (Beta). Com relação a essas partículas, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão fa36ce8c-b6
  • Ciências Humanas

    História

    A palavra democracia foi, por diversas vezes, utilizada no debate eleitoral brasileiro de 2010. Os candidatos de diversos partidos políticos lhe conferiram tão diversas utilizações que, em alguns casos, acabaram por lhe tirar o significado. Uma das formas de compreender este conceito é retomar sua etimologia, seu significado na história humana e as reflexões filosóficas sobre ele

    A partir do exposto marque a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão fa3b5421-b6
  • Ciências Humanas

    História

    Imagem da questão de História, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, História Geral

    A CRIAÇÃO DE ADÃO DE MICHELANGELO (1475-1564)

    Disponível em: <www.naufrago-da-utopia.blogspot.com>

    Acesso em: 10 nov. 2010.


    “(...) Foi então que criaram o termo “Idade Média” para designar todos os séculos compreendidos entre a Antiguidade e o seu próprio tempo. Todos os domínios do saber começaram a experimentar um período singular de apogeu: arte e arquitetura, literatura e música, filosofia e ciência”.


    GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia: romance da história da filosofia. São Paulo: Companhia das Letras, 1985, p. 219.



    Observando a imagem e com base no texto marque a alternativa correta:

    Escolha uma alternativa para a questão fa3eec64-b6
  • Evolução e progresso são a crença na superioridade do presente em relação ao passado e do futuro em relação ao presente. Assim, os europeus civilizados seriam superiores aos africanos e aos índios, a física galilaico-newtoniana seria superior à aristotélica, a física quântica seria superior à de Galileu e à de Newton. (...) Essa ideia encontra-se presente também, por exemplo, na distinção entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Quando digo que um país é ou está desenvolvido, digo que sei que alcançou a finalidade à qual estava destinado desde que surgiu. Quando digo que um país é ou está subdesenvolvido, estou dizendo que a finalidade ainda não foi, mas deverá ser alcançada em algum momento do tempo”.


    CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo:
    Editora Ática, 2003, p. 222.

    Marque a alternativa que expressa corretamente a ideia central do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão fa42ab20-b6
  • Ciências Humanas

    História

    “Deus chama cada um para uma vocação particular cujo objetivo é a glorificação dele mesmo. O comerciante que busca o lucro, pelas qualidades que o sucesso econômico exige: o trabalho, a sobriedade, a ordem, responde também ao chamado de Deus, santificado de seu lado o mundo pelo esforço, e sua ação é santa”.

    CALVINO, João. In: MOUSNIER, Roland. História geral das civilizações. Os séculos XVI e XVII: os processos da civilização européia. São Paulo: Difel, 1973. tomo IV, v1,p.90.


    Com base no texto, marque a alternativa incorreta sobre a Reforma Protestante:
    Escolha uma alternativa para a questão fa472a3e-b6
  • Ciências Humanas

    História

    “A produção industrial americana caiu cerca de um terço entre 1929 e 1931, e a alemã mais ou menos o mesmo, mas essas são médias suavizadas. Dessa forma, nos EUA, a Westinghouse, grande empresa de eletricidade, perdeu dois terços de suas vendas entre 1929 e 1933, enquanto sua renda líquida caiu 75% em dois anos (Schatz, 1983, p. 60). Houve uma crise na produção básica, tanto de alimentos como de matérias-primas, porque os preços, não mais mantidos pela formação de estoques como antes, entraram em queda livre. O preço do chá e do trigo caiu dois terços, o da seda bruta três quartos”.


    HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos. O breve século XX - 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 96.


    Tomando como referência o texto de Eric Hobsbawm e o conhecimento histórico produzido sobre o período entre guerras, marque a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão fa52751e-b6
  • Ciências Humanas

    História

    “Entre meados da década de 1960 e meados de 1980, a América Latina, em especial a América do Sul, viveu um período histórico dominado por regimes militares. As consequências desse período são sentidas até hoje, não se tratando de algo superado”.


    COGGIOLA, Osvaldo. Governos militares na América Latina. A era das ditaduras Chile, Argentina e Brasil luta armada e repressão. São Paulo: Editora Contexto, 2001, p. 09.


    A partir do fragmento textual acima, marque o que for incorreto sobre as ditaduras militares na América Latina:

    Escolha uma alternativa para a questão fa562f05-b6
  • Utilizando seus conhecimentos em Ciências Humanas, identifique qual dos conceitos de Estado está expresso na charge.


    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Economia

    Escolha uma alternativa para a questão fa5a910d-b6
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Analise a charge abaixo.

    Imagem da questão de Geografia, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Impactos e soluções nos meios natural e rural


    O cerrado brasileiro já perdeu 48,2% da vegetação original. Hoje são desmatados cerca de 20 mil km² por ano, segundo os dados do Portal Oficial do Estado Brasileiro (2010). Sobre a interação dos elementos da paisagem natural e a relação homem/meio é incorreto afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão fa5e373d-b6
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Leia o trecho da música a seguir para responder à questão .

    Na cumeeira da serra Ororubá o velho profeta
    já dizia
    Uma nova era se abre com duas vibras
    trançadas
    Seca e sangue
    Seca e sangue

    Herdeiros do novo milênio
    Ninguém tem mais dúvidas
    O sertão vai virar mar
    E o mar sim
    Depois de encharcar as mais estreitas veredas
    Virará sertão

    Antôe tinha razão rebanho da fé

    A terra de todos a terra é de ninguém
    Pisarão na terra dele todos os seus
    E os documentos dos homens incrédulos
    Não resistirão a Sua ira

    Filhos do caldeirão
    Herdeiros do fim do mundo
    Queimai vossa história tão mal contada
    [...]
    E assim na derradeira lua
    branca
    Quando todos os rios
    virarem leite
    E as barrancas cuscuz de
    milho
    E as estrelas tocadeiras de
    viola
    Caírem uma por uma
    Os soldados do rei D.
    Sebastião
    Mostrarão o caminho
    Salve o povo Xucuru. (Profecia do Pajé Cauã).Cordel do Fogo
    Encantado.Composição: Lirinha; Clayton Barros. 
    Com relação ao ideário de uso da terra e a estrutura fundiária no Brasil, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão fa6163fb-b6
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Leia o trecho da música a seguir para responder à questão .

    Na cumeeira da serra Ororubá o velho profeta
    já dizia
    Uma nova era se abre com duas vibras
    trançadas
    Seca e sangue
    Seca e sangue

    Herdeiros do novo milênio
    Ninguém tem mais dúvidas
    O sertão vai virar mar
    E o mar sim
    Depois de encharcar as mais estreitas veredas
    Virará sertão

    Antôe tinha razão rebanho da fé

    A terra de todos a terra é de ninguém
    Pisarão na terra dele todos os seus
    E os documentos dos homens incrédulos
    Não resistirão a Sua ira

    Filhos do caldeirão
    Herdeiros do fim do mundo
    Queimai vossa história tão mal contada
    [...]
    E assim na derradeira lua
    branca
    Quando todos os rios
    virarem leite
    E as barrancas cuscuz de
    milho
    E as estrelas tocadeiras de
    viola
    Caírem uma por uma
    Os soldados do rei D.
    Sebastião
    Mostrarão o caminho
    Salve o povo Xucuru. (Profecia do Pajé Cauã).Cordel do Fogo
    Encantado.Composição: Lirinha; Clayton Barros. 
    A unidade do poema mencionado tem como objetivo:
    Escolha uma alternativa para a questão fa65d544-b6
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Sobre mapas e cartas geográficos seus elementos e classificações, assinale o que for incorreto:
    Escolha uma alternativa para a questão fa6a2ba7-b6
  • Conforme os dados do IBGE (2010) a População Economicamente Ativa foi de 22,3 milhões. Na comparação anual, houve alta no contingente da indústria extrativa, na transformação e distribuição de eletricidade, gás e água, nos serviços prestados, nos aluguéis, dentre outros.


    Analisando o trecho acima com os seus saberes é correto afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão fa733562-b6
  • Ciências Humanas

    Geografia

    As charges servem de referência para responder à questão.

     

    Figura 1 de 2 da questão de Geografia, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Noções Gerais de Urbanização

    Figura 2 de 2 da questão de Geografia, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Noções Gerais de Urbanização

    Comparando a charge 1 com o fenômeno da urbanização no mundo, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão fa782df4-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    O tema básico do texto, em torno do qual o autor organiza seus argumentos, pode ser expresso pelas seguintes proposições, exceto uma. Assinale-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 7b74fa65-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    No texto, o autor afirma que a imagem do novo trabalhador:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b79ccd0-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7b7fd2c8-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Interpretação de Textos
    Hitler vs. Chaplin
    “Hut Weber. É o chapéu”.
    (disponível em: designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)

    O texto 3 é criação de uma agência publicitária alemã para a chapelaria Hut Weber. Para divulgar o produto, a propaganda vale-se de:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b84c774-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Coesão e coerência
    Hitler vs. Chaplin
    “Hut Weber. É o chapéu”.

    (disponível em:
    designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)
    A expressão “É o chapéu”, na propaganda, tem o mesmo efeito de sentido que a expressão sublinhada em
    Escolha uma alternativa para a questão 7b88edb2-b6