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Prova

Prova de 2025: Universidade Estadual Paulista (UNESP) — questões com gabarito

173 questões da prova de 2025 de Universidade Estadual Paulista (UNESP), em Português, Matemática, Biologia, Química e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 173 questões
  • 12 matérias

Resultados: 53 questões

Página 3 de 3

  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o início do ensaio “Bom dia, senhor Courbet!” do crítico de arte Jorge Coli (1947- ).



    Gustave Courbet (1819-1877) e sua obra revelam uma relação intrincada entre aquilo que é subjetivo e aquilo que é coletivo; entre aquilo que é biografia individual e aquilo que é pintura propriamente dita. Não se trata de uma obra, à primeira vista, sedutora. Ao contrário, ela elimina o fascínio mais imediato — o fascínio das belas cores, por exemplo; o fascínio dos temas, torturados ou felizes. Contraditória com o modo de ser do artista — que era truculento, tagarela, escandaloso, barulhento —, essa obra é grave e silenciosa. Ela exige recolhimento, meditação, ela exige a frequentação persistente, ela exige o olhar prolongado. Os quadros de Courbet dão a impressão de conterem elementos destinados a afugentar o olhar superficial e mesmo, algumas vezes, a horrorizá-lo.

    Mas essa obra e seu autor, de modo cúmplice, promoveram o desgarramento dos vínculos que submetiam os artistas a valores que estavam constituídos fora deles. Até Courbet, os artistas dependiam de um universo ético que estavam encarregados de veicular — por exemplo, Jacques-Louis David (1748-1825) celebra a Revolução Francesa, ou celebra o Império napoleônico; Eugène Delacroix (1798-1863) tratará de temas que envolvem a liberdade política. O que nós assistimos com a arte de Courbet é ao seu afastamento desses critérios externos que possuem valores já constituídos, e ao estabelecimento, para o artista, de um lugar que é independente e que lhe é próprio: este lugar é o da marginalidade. Courbet circunscreve pela primeira vez o campo da marginalidade, e o define como um território de eleição, um território privilegiado em relação ao dos outros homens.

    O artista marginal é aquele que não deve mais nada nem ao mundo, nem a ninguém — a não ser a si próprio. Ao mesmo tempo independente e consciente da elevação de sua tarefa artística, é obrigado, para manter-se à altura de si mesmo, a estabelecer os seus próprios valores. Isto é, ele é obrigado a construir uma ética para si.


    (https://artepensamento.ims.com.br, 1992. Adaptado.)



    “O que nós assistimos com a arte de Courbet é ao seu afastamento desses critérios externos que possuem valores já constituídos, e ao estabelecimento, para o artista, de um lugar que é independente e que lhe é próprio: este lugar é o da marginalidade. Courbet circunscreve pela primeira vez o campo da marginalidade, e o define como um território de eleição, um território privilegiado em relação ao dos outros homens.” (2o parágrafo)


    Os termos sublinhados referem-se, respectivamente, a

    Escolha uma alternativa para a questão afd90441-00
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o início do ensaio “Bom dia, senhor Courbet!” do crítico de arte Jorge Coli (1947- ).



    Gustave Courbet (1819-1877) e sua obra revelam uma relação intrincada entre aquilo que é subjetivo e aquilo que é coletivo; entre aquilo que é biografia individual e aquilo que é pintura propriamente dita. Não se trata de uma obra, à primeira vista, sedutora. Ao contrário, ela elimina o fascínio mais imediato — o fascínio das belas cores, por exemplo; o fascínio dos temas, torturados ou felizes. Contraditória com o modo de ser do artista — que era truculento, tagarela, escandaloso, barulhento —, essa obra é grave e silenciosa. Ela exige recolhimento, meditação, ela exige a frequentação persistente, ela exige o olhar prolongado. Os quadros de Courbet dão a impressão de conterem elementos destinados a afugentar o olhar superficial e mesmo, algumas vezes, a horrorizá-lo.

    Mas essa obra e seu autor, de modo cúmplice, promoveram o desgarramento dos vínculos que submetiam os artistas a valores que estavam constituídos fora deles. Até Courbet, os artistas dependiam de um universo ético que estavam encarregados de veicular — por exemplo, Jacques-Louis David (1748-1825) celebra a Revolução Francesa, ou celebra o Império napoleônico; Eugène Delacroix (1798-1863) tratará de temas que envolvem a liberdade política. O que nós assistimos com a arte de Courbet é ao seu afastamento desses critérios externos que possuem valores já constituídos, e ao estabelecimento, para o artista, de um lugar que é independente e que lhe é próprio: este lugar é o da marginalidade. Courbet circunscreve pela primeira vez o campo da marginalidade, e o define como um território de eleição, um território privilegiado em relação ao dos outros homens.

    O artista marginal é aquele que não deve mais nada nem ao mundo, nem a ninguém — a não ser a si próprio. Ao mesmo tempo independente e consciente da elevação de sua tarefa artística, é obrigado, para manter-se à altura de si mesmo, a estabelecer os seus próprios valores. Isto é, ele é obrigado a construir uma ética para si.


    (https://artepensamento.ims.com.br, 1992. Adaptado.)



    Caracteriza-se por uma menor impessoalidade o seguinte trecho do ensaio:


    Escolha uma alternativa para a questão afcf37e8-00
  • Linguagens

    Português

    Examine o post publicado pela comunidade “The Language Nerds” em sua conta no Facebook em 01.09.2019.

    Imagem da questão de Português, UNESP 2025, Interpretação de Textos

    Estereótipo é uma generalização simplificada e preconcebi da, que reduz a complexidade de indivíduos a características padronizadas, com base em ideias repetidas sobre determinado grupo. O post explora o estereótipo de que

    Escolha uma alternativa para a questão afc85e72-00
  • Linguagens

    Português

    Para responder a questão, leia o primeiro poema da seção intitulada “Homenagem a Ricardo Reis”, da poeta portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004), publicado originalmente em 1972 no livro Dual.


    Não creias, Lídia, que nenhum estio1
    Por nós perdido possa regressar
                        Oferecendo a flor
                        Que adiamos colher.


    Cada dia te é dado uma só vez
    E no redondo círculo da noite
                        Não existe piedade
                        Para aquele que hesita.


    Mais tarde será tarde e já é tarde.
    O tempo apaga tudo menos esse
                        Longo indelével rasto2
                        Que o não-vivido deixa.


    Não creias na demora em que te medes.
    Jamais se detém Kronos3 cujo passo
                        Vai sempre mais à frente
                        Do que o teu próprio passo.


    (Sophia de Mello Breyner Andresen. Coral e outros poemas, 2018.)


    1 estio: verão.
    2 rasto: rastro.
    3Kronos: do grego khrónos, “tempo”. Na mitologia grega, titã do tempo.
    Com a intenção de obter maior expressividade, o eu lírico lança mão de uma construção pleonástica no seguinte verso:

    Escolha uma alternativa para a questão afc5936e-00
  • Linguagens

    Português

    Para responder a questão, leia o primeiro poema da seção intitulada “Homenagem a Ricardo Reis”, da poeta portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004), publicado originalmente em 1972 no livro Dual.


    Não creias, Lídia, que nenhum estio1
    Por nós perdido possa regressar
                        Oferecendo a flor
                        Que adiamos colher.


    Cada dia te é dado uma só vez
    E no redondo círculo da noite
                        Não existe piedade
                        Para aquele que hesita.


    Mais tarde será tarde e já é tarde.
    O tempo apaga tudo menos esse
                        Longo indelével rasto2
                        Que o não-vivido deixa.


    Não creias na demora em que te medes.
    Jamais se detém Kronos3 cujo passo
                        Vai sempre mais à frente
                        Do que o teu próprio passo.


    (Sophia de Mello Breyner Andresen. Coral e outros poemas, 2018.)


    1 estio: verão.
    2 rasto: rastro.
    3Kronos: do grego khrónos, “tempo”. Na mitologia grega, titã do tempo.
    “O tempo apaga tudo menos esse
                        Longo indelével rasto
                        Que o não-vivido deixa.” (3a estrofe)


    Depreende-se desses versos que

    Escolha uma alternativa para a questão afbe19c7-00
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia um trecho do romance ilustrado As aventuras de Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, de Angelo Agostini (1843-1910) e Cândido Aragonez de Faria (1849-1911), publicado original mente entre 30 de janeiro de 1869 e 12 de outubro de 1872. O Dia do Quadrinho Nacional é celebrado em 30 de janeiro em razão justamente da data de publicação do primeiro capítulo desse romance ilustrado.


    Nhô1 Quim, jovem de vinte anos, filho único de gente rica porém honrada, namorara-se de sinhá Rosa, moça virtuosa, mas que... de louça nem um pires. O velho Quim, tendo só em vista a felicidade do pequeno, entende que mulher sem dinheiro é asneira; e por isso em lugar de mandar o filho plantar batatas, (o que seria muito proveitoso na roça), resolve-o a dar um passeio à Corte para distraí-lo.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNESP 2025, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNESP 2025, Interpretação de Textos




    (Angelo Agostini e Cândido Aragonez de Faria. As aventuras do Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, 2024. Adaptado.)


    1nhô: tratamento reverente dispensado originalmente aos brancos, especialmente aos patrões ou proprietários, pelos escravizados.

    2ruço: pelo castanho-claro.

    3selim: sela para montaria.

    4ratão: indivíduo excêntrico, extravagante.

    5caiporismo: estado, condição ou qualidade de quem é caipora, infeliz ou azarado em tudo ou quase tudo que faz ou que lhe sucede.

    Depreende-se do início do romance ilustrado que a viagem de Nhô Quim à Corte se deve

    Escolha uma alternativa para a questão afaa67f1-00
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir:


        A proclamação da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822, não produziu efeitos imediatos em províncias como Bahia e Grão‑Pará. Ao contrário, a opressão dos militares portugueses aumentou e foi preciso abrir guerra para expulsá‑los do país.

        Portugal, contudo, não contava com a resistência baiana à qual se juntou a participação das mulheres. Sóror Joana Angélica, Maria Quitéria e Maria Felipa foram verdadeiras protagonistas nas lutas bélicas e diplomáticas transcorridas na nação emergente.

        Em 26 de julho de 2018, Maria Felipa foi declarada “Heroína da Pátria Brasileira” pela Lei Federal n° 13.697, juntamente com a Sóror Joana Angélica de Jesus, Maria Quitéria e também a imperatriz Maria Leopoldina.


    (https://ensinarhistoria.com.br/as-heroinas-baianas-da-independencia-do-brasil/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues. Acesso em 30.09.2025. Adaptado)


    O texto revela que
    Escolha uma alternativa para a questão d32e4962-11
  • Linguagens

    Português

    Analise o meme criado a partir de uma imagem da obra Memorable deeds and sayings, produzida em Paris por volta de 1413.

    Imagem da questão de Português, UNESP 2025, Interpretação de Textos

    (www.medievalmemes.org)

    O meme mostra uma roda da fortuna, sendo girada pela senhora Fortuna, e expõe uma característica da mentalidade do Período Medieval:

    Escolha uma alternativa para a questão afffcf8e-00
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o início do ensaio “Bom dia, senhor Courbet!” do crítico de arte Jorge Coli (1947- ).



    Gustave Courbet (1819-1877) e sua obra revelam uma relação intrincada entre aquilo que é subjetivo e aquilo que é coletivo; entre aquilo que é biografia individual e aquilo que é pintura propriamente dita. Não se trata de uma obra, à primeira vista, sedutora. Ao contrário, ela elimina o fascínio mais imediato — o fascínio das belas cores, por exemplo; o fascínio dos temas, torturados ou felizes. Contraditória com o modo de ser do artista — que era truculento, tagarela, escandaloso, barulhento —, essa obra é grave e silenciosa. Ela exige recolhimento, meditação, ela exige a frequentação persistente, ela exige o olhar prolongado. Os quadros de Courbet dão a impressão de conterem elementos destinados a afugentar o olhar superficial e mesmo, algumas vezes, a horrorizá-lo.

    Mas essa obra e seu autor, de modo cúmplice, promoveram o desgarramento dos vínculos que submetiam os artistas a valores que estavam constituídos fora deles. Até Courbet, os artistas dependiam de um universo ético que estavam encarregados de veicular — por exemplo, Jacques-Louis David (1748-1825) celebra a Revolução Francesa, ou celebra o Império napoleônico; Eugène Delacroix (1798-1863) tratará de temas que envolvem a liberdade política. O que nós assistimos com a arte de Courbet é ao seu afastamento desses critérios externos que possuem valores já constituídos, e ao estabelecimento, para o artista, de um lugar que é independente e que lhe é próprio: este lugar é o da marginalidade. Courbet circunscreve pela primeira vez o campo da marginalidade, e o define como um território de eleição, um território privilegiado em relação ao dos outros homens.

    O artista marginal é aquele que não deve mais nada nem ao mundo, nem a ninguém — a não ser a si próprio. Ao mesmo tempo independente e consciente da elevação de sua tarefa artística, é obrigado, para manter-se à altura de si mesmo, a estabelecer os seus próprios valores. Isto é, ele é obrigado a construir uma ética para si.


    (https://artepensamento.ims.com.br, 1992. Adaptado.)



    De acordo com Jorge Coli, a obra de Courbet, em contradição com o modo de ser do artista, caracteriza-se



    Escolha uma alternativa para a questão afcb9c0d-00
  • Linguagens

    Português

    Examine a tirinha da cartunista Laerte, publicada em sua conta @laerteminotaura no Instagram em 29.12.2022.

    Imagem da questão de Português, UNESP 2025, Interpretação de Textos

    Na construção do sentido de sua tirinha, Laerte explora basicamente


    Escolha uma alternativa para a questão afb89541-00
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia um trecho do romance ilustrado As aventuras de Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, de Angelo Agostini (1843-1910) e Cândido Aragonez de Faria (1849-1911), publicado original mente entre 30 de janeiro de 1869 e 12 de outubro de 1872. O Dia do Quadrinho Nacional é celebrado em 30 de janeiro em razão justamente da data de publicação do primeiro capítulo desse romance ilustrado.


    Nhô1 Quim, jovem de vinte anos, filho único de gente rica porém honrada, namorara-se de sinhá Rosa, moça virtuosa, mas que... de louça nem um pires. O velho Quim, tendo só em vista a felicidade do pequeno, entende que mulher sem dinheiro é asneira; e por isso em lugar de mandar o filho plantar batatas, (o que seria muito proveitoso na roça), resolve-o a dar um passeio à Corte para distraí-lo.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNESP 2025, Sintaxe

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNESP 2025, Sintaxe




    (Angelo Agostini e Cândido Aragonez de Faria. As aventuras do Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, 2024. Adaptado.)


    1nhô: tratamento reverente dispensado originalmente aos brancos, especialmente aos patrões ou proprietários, pelos escravizados.

    2ruço: pelo castanho-claro.

    3selim: sela para montaria.

    4ratão: indivíduo excêntrico, extravagante.

    5caiporismo: estado, condição ou qualidade de quem é caipora, infeliz ou azarado em tudo ou quase tudo que faz ou que lhe sucede.

    “Encostando-se à vidraça do Grande Mágico, Nhô Quim sentiu uma coisa!...”


    Em relação à oração que a sucede, a oração sublinhada expressa ideia de

    Escolha uma alternativa para a questão afb5e200-00
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia um trecho do romance ilustrado As aventuras de Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, de Angelo Agostini (1843-1910) e Cândido Aragonez de Faria (1849-1911), publicado original mente entre 30 de janeiro de 1869 e 12 de outubro de 1872. O Dia do Quadrinho Nacional é celebrado em 30 de janeiro em razão justamente da data de publicação do primeiro capítulo desse romance ilustrado.


    Nhô1 Quim, jovem de vinte anos, filho único de gente rica porém honrada, namorara-se de sinhá Rosa, moça virtuosa, mas que... de louça nem um pires. O velho Quim, tendo só em vista a felicidade do pequeno, entende que mulher sem dinheiro é asneira; e por isso em lugar de mandar o filho plantar batatas, (o que seria muito proveitoso na roça), resolve-o a dar um passeio à Corte para distraí-lo.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNESP 2025, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNESP 2025, Interpretação de Textos




    (Angelo Agostini e Cândido Aragonez de Faria. As aventuras do Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, 2024. Adaptado.)


    1nhô: tratamento reverente dispensado originalmente aos brancos, especialmente aos patrões ou proprietários, pelos escravizados.

    2ruço: pelo castanho-claro.

    3selim: sela para montaria.

    4ratão: indivíduo excêntrico, extravagante.

    5caiporismo: estado, condição ou qualidade de quem é caipora, infeliz ou azarado em tudo ou quase tudo que faz ou que lhe sucede.

    Com finalidade humorística, o narrador explora abertamente a contraposição do sentido figurado e do sentido literal de uma expressão no trecho:

    Escolha uma alternativa para a questão afade15b-00
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir:

        A proclamação da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822, não produziu efeitos imediatos em províncias como Bahia e Grão‑Pará. Ao contrário, a opressão dos militares portugueses aumentou e foi preciso abrir guerra para expulsá‑los do país.
        Portugal, contudo, não contava com a resistência baiana à qual se juntou a participação das mulheres. Sóror Joana Angélica, Maria Quitéria e Maria Felipa foram verdadeiras protagonistas nas lutas bélicas e diplomáticas transcorridas na nação emergente.
        Em 26 de julho de 2018, Maria Felipa foi declarada “Heroína da Pátria Brasileira” pela Lei Federal no 13.697, juntamente com a Sóror Joana Angélica de Jesus, Maria Quitéria e também a imperatriz Maria Leopoldina.

    (https://ensinarhistoria.com.br/as-heroinas-baianas-da-independencia-do-brasil/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues. Acesso em 30.09.2025. Adaptado)

    O texto revela que
    Escolha uma alternativa para a questão c8f1e207-00