Espanhol
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- Prova de 2012
- PUC - PR
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 90306DCB-4A

Las palabras que rellenan CORRECTAMENTE los huecos del último párrafo son, respectivamente:
Prova
58 questões da prova de 2012 de Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR), em Espanhol, Inglês, Física, Português e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

Read the comic strip and answer question:
Based on the comic strip, select the alternatives that are TRUE:
I. In the sentence “I heard you´re gonna be an artist...” “gonna” is the same as “going to”.
II. In the sentence “I heard you´re gonna be an artist...” “gonna” is the same as “want to”.
III. In the sentence “I wanna be an artist” “wanna” is the same as “going to”.
IV. In the sentence “I wanna be an artist” “wanna”
is the same as “want to”.
Will we ever grow replacement hands?
"Over the past few weeks on the BBC News websitewe have looked at the potential for bionic body partsand artificial organs to repair the human body. Now wetake a look at "growing-your-own".There is a pressing need. A shortage of availableorgans means many die on waiting lists and those thatget an organ must spend a lifetime onimmunosuppressant drugs to avoid rejection.
The idea is that using a patient's own stem cells togrow new body parts avoids the whole issue ofrejection as well as waiting for a donor.
Dr Anthony Atala, director of the Institute forRegenerative Medicine at the Wake Forest BaptistMedical Center in North Carolina, US, has madebreakthroughs in building bladders and urethras.
He breaks tissue-building into four levels ofcomplexity.
• Flat structures, such as the skin, are the simplest to engineer as they are generally made up of just the one type of cell.
• Tubes, such as blood vessels and urethras, which have two types of cells and act as a conduit. • Hollow non-tubular organs like the bladder and the stomach, which have more complex structures and functions.
• Solid organs, such as the kidney, heart and liver, are the most complex to engineer. They are exponentially more complex, have many different cell types, and more challenges in the blood supply.
"We've been able to implant the first three in humans. We don't have any examples yet of solid organs in humans because its much more complex," Dr Atala told the BBC.
Adapted from: http://www.bbc.co.uk/news/health-16679010 June 2012.
Analyze the following setence from the text:
“Solid organs, such as the kidney, heart and liver, are the most complex to engineer. They are exponentially more complex, have many different cell types, and more challenges in the blood supply.”
The expressions in bold print “the most complex” and “more complex” are examples of superlative and comparative structures. Select the alternatives that provide other examples of superlative and comparative sentences:
I. It has been selected as the best hospital in the state.
II. The treatment was highly expensive and extra medication was necessary.
III. The treatment is more effective on younger patients.
IV. Most of the time the effects of the medication are
hard to notice.
Will we ever grow replacement hands?
"Over the past few weeks on the BBC News websitewe have looked at the potential for bionic body partsand artificial organs to repair the human body. Now wetake a look at "growing-your-own".There is a pressing need. A shortage of availableorgans means many die on waiting lists and those thatget an organ must spend a lifetime onimmunosuppressant drugs to avoid rejection.
The idea is that using a patient's own stem cells togrow new body parts avoids the whole issue ofrejection as well as waiting for a donor.
Dr Anthony Atala, director of the Institute forRegenerative Medicine at the Wake Forest BaptistMedical Center in North Carolina, US, has madebreakthroughs in building bladders and urethras.
He breaks tissue-building into four levels ofcomplexity.
• Flat structures, such as the skin, are the simplest to engineer as they are generally made up of just the one type of cell.
• Tubes, such as blood vessels and urethras, which have two types of cells and act as a conduit. • Hollow non-tubular organs like the bladder and the stomach, which have more complex structures and functions.
• Solid organs, such as the kidney, heart and liver, are the most complex to engineer. They are exponentially more complex, have many different cell types, and more challenges in the blood supply.
"We've been able to implant the first three in humans. We don't have any examples yet of solid organs in humans because its much more complex," Dr Atala told the BBC.
Adapted from: http://www.bbc.co.uk/news/health-16679010 June 2012.
Based on the reading, select the alternatives that are CORRECT.
I. BBC news website is still showing programs on the potential for bionic body parts and artificial organs to repair the human body.
II. According to the BBC News article, there is a strong necessity for "growing-your-own" organs.
III. Many patients die on waiting lists due to disorganization and lack of donors.
IV. Dr. Atala has made important contributions in
building bladders and urethras.
Dispõe-se de dois fios paralelos muito longos, percorridos por correntes elétricas (i1 e i2) e separados por uma distância d.

Nessas condições, surge uma força F em cada fio.
A partir do exposto e desprezando os efeitos
gravitacionais, assinale a alternativa CORRETA:
Os infográficos, textos que combinam linguagem verbal com linguagem visual, vêm sendo largamente utilizados no meio jornalístico. O exemplar, a seguir está publicado em uma reportagem sobre antibióticos. Analise-o e indique a asserção INCORRETA a respeito desse gênero textual.

Leia o seguinte texto, adaptado da revista IstoÉ, que servirá de base para a próxima questão:
A vida depois do aborto
Solange Azevedo
A paulistana Camila Moreira Olímpio, 27 anos, deu pulos de alegria quando engravidou. Antes de completar três meses de gestação, sua casa já estava abarrotada de roupinhas de bebê. O enxoval era todo rosa porque ela nunca teve dúvidas de que a criança que carregava no ventre era uma menina. Até o nome estava escolhido: Stacy. Com o berço e o guarda-roupa instalados no quarto, Camila e o marido foram construindo sonhos. “Daí veio a desilusão. Fui fazer o ultrassom e o médico disse que o meu bebê não tinha calota craniana nem massa encefálica”, lamenta Camila. “Desci da maca e saí correndo do posto de saúde. Parei na beira da avenida. Ali, vi o meu castelo desabar.” Ela descobriu que a criança que tanto amava era mesmo uma menina. Mas constatou, também, que Stacy não sobreviveria porque sofria de uma grave má-formação fetal chamada anencefalia. Uma anomalia congênita irreversível e incompatível com a vida.
“E agora, o que eu faço?”, perguntou aos médicos. Eles explicaram que a gestação de um bebê anencefálico traria mais riscos que uma gravidez comum. Camila ficou dez dias enfurnada em casa. Não abria a janela, não tomava banho, não penteava o cabelo, não comia, não levantava da cama. “Entrei em depressão. Estar grávida e saber que não teria minha filha comigo estava me matando”, lembra. “Se eu não antecipasse o parto, perderia a chance de ter outro filho porque eu morreria junto.” Camila decidiu se valer de uma liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, que permitia que grávidas de anencéfalos fizessem aborto. Conseguiu realizar o procedimento no 5º mês de gestação. Ela foi uma das cerca de 60 beneficiadas entre 1º de julho e 20 de outubro de 2004, período em que a decisão provisória vigorou. Começava ali uma batalha jurídica entre grupos de defesa dos direitos humanos e entidades de cunho religioso – a qual se estende até hoje. “Obrigar uma mulher a passar meses, entre o diagnóstico e o parto, dormindo e acordando sabendo que não terá aquele filho, é impor a ela um imenso sofrimento inútil. Isso viola o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana”, afirma o advogado Luís Roberto Barroso, da CNTS. “É uma situação equiparável à tortura. Interromper ou não a gestação deve ser uma opção da mulher e de seu médico. O Estado, o Judiciário ou quem quer que seja não têm o direito de interferir nessa decisão.” Barroso fundamenta a ação em mais dois pilares. Primeiro, alega que a interrupção da gestação de um anencéfalo, tecnicamente, não pode ser considerada aborto porque o feto não é uma vida em potencial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o que define a morte é a falta de atividade cerebral e, como o anencéfalo não tem cérebro, ele seria um natimorto. Um dos argumentos dos grupos contrários é que, caso a gestação chegue aos nove meses, os órgãos do bebê podem ser doados. Mas nem a OMS nem o Conselho Federal de Medicina recomendam a doação porque esses órgãos também podem apresentar má-formação.
A outra tese de Barroso é a de que a lei brasileira permite o aborto em duas ocasiões: se a gravidez é resultado de estupro ou se há riscos para a mãe. “Interromper a gestação de um feto anencefálico é menos do que nas duas situações já previstas pelo Código Penal, pois tanto no caso de estupro quanto no de riscos para a mãe, o feto tem potencialidade de vida”, relata o advogado. “O nosso Código Penal não contempla a hipótese do feto inviável porque foi elaborado em 1940, quando o diagnóstico da anencefalia não era possível.” Paulo Fernando da Costa, vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, entidade que atua no combate ao aborto, contesta. “Não podemos condenar uma pessoa à morte. O aborto dos anencéfalos abre uma janela para a legalização completa do aborto”, afirma. Costa conta que a Associação fez um filme sobre Marcela de Jesus – uma menina do interior paulista, que morreu em agosto de 2008, com 1 ano e 8 meses. A história de Marcela se tornou uma das principais bandeiras de grupos religiosos na cruzada antiaborto. Porém, as explicações do vídeo podem ser contestadas pela medicina especializada em anencefalia, o que aumenta a discussão. “Marcela não era anencéfala. Tinha merocrania”, garante o geneticista Thomaz Gollop, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto. O médico explica que o que distingue esse quadro da anencefalia é a presença de um cérebro muito rudimentar – um pouco mais de massa encefálica, coberta por uma membrana. Isso faz com que o indivíduo sobreviva um pouco mais. Mas não faz com que tenha cérebro nem que interaja. “Quando a anencefalia é diagnosticada, não estamos discutindo a vida, mas a morte certa”, diz Gollop.
Camila Moreira afirma que, mesmo com a liminar de Marco Aurélio, batalhou para conseguir um hospital que aceitasse fazer o aborto. “Entrei em trabalho de parto no dia 18 de outubro. No dia 20, a liminar caiu”, lembra. “Foi um desespero. Algumas mulheres que estavam internadas foram mandadas de volta para casa. Se eu saísse de lá, grávida, não resistiria. Ia enlouquecer.” O casamento de Camila terminou um ano depois. Ela desistiu de tentar ser mãe depois de descobrir que é alérgica aos comprimidos de ácido fólico, uma vitamina do complexo B essencial para prevenir a má-formação fetal. “Tenho muito medo de passar por tudo de novo, por aquela desilusão”, diz.
“Minha filha nasceu viva. Morreu dez segundos depois. Eu não quis ver, preferi guardar a imagem que eu tinha dela na minha cabeça”. Camila leva uma vida pacata. Divide uma casa simples em Cotia, na Grande São Paulo, com duas amigas e os três filhos delas. Passa a maior parte do tempo trabalhando como demonstradora de café num supermercado.
O medo de que alguma coisa dê errada é comum às gestantes. Quando a mulher tem um passado traumático essa sensação é multiplicada. Foi assim com a paulista Érica Souza do Nascimento, 22 anos. Ela fez a antecipação do parto dias antes de Camila, na 17ª semana de gestação, no mesmo hospital. “Foi complicado emocionalmente. Imagina ter consciência de que seu filho vai nascer e morrer, e você não vai poder fazer nada”, diz Érica. “Não tive dúvidas de que interromper a gestação era a melhor opção. Não queria sentir o meu neném mexer e, depois, ter de enterrá-lo.” Durante um bom tempo, Érica não conseguia ver crianças. Doía. Machucava. “Isso só passou quando engravidei de novo”, conta Érica, aos prantos. “No ultrassom, eu e minha mãe estávamos apreensivas. A gente queria perguntar se a cabecinha do neném estava bem, mas não tivemos coragem. A gente esperou o laudo sair para ver o que estava escrito. Foi uma das melhores sensações que tive na vida.” Yasmin, uma menina de 5 anos toda serelepe, é a alegria dos pais. “Foi ela que me ajudou a esquecer”, garante Érica. “Minha filha é tudo na minha vida.”
Fonte: Revista IstoÉ, n. 2177, 29 de julho de 2011.
Analise os fragmentos dando atenção aos verbos selecionados para a introdução de discursos diretos no texto. Depois, assinale a alternativa que contém uma afirmação INCORRETA:
“Daí veio a desilusão. Fui fazer o ultrassom e o médico disse que o meu bebê não tinha calota craniana nem massa encefálica”, lamenta Camila.
“Entrei em depressão. Estar grávida e saber que não teria minha filha comigo estava me matando”, lembra (Camila).
“Tenho muito medo de passar por tudo de novo, por aquela desilusão”, diz (Camila Moreira).
“Isso só passou quando engravidei de novo”, conta Érica, aos prantos.
“Não podemos condenar uma pessoa à morte. O aborto dos anencéfalos abre uma janela para a legalização completa do aborto”, afirma (Paulo Fernando da Costa, vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família).
“Obrigar uma mulher a passar meses, entre o diagnóstico e o parto, dormindo e acordando sabendo que não terá aquele filho, é impor a ela um imenso sofrimento inútil. Isso viola o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana”, afirma o advogado Luís Roberto Barroso, da CNTS.
“Marcela não era anencéfala. Tinha merocrania”,
garante o geneticista Thomaz Gollop, professor da
Universidade de São Paulo e coordenador do Grupo
de Estudos sobre o Aborto.
Leia o trecho a seguir, retirado da obra Discurso sobre a origem da desigualdade entre os homens, de Rosseau.
“Enquanto os homens se contentaram com suas cabanas rústicas, enquanto se limitaram a costurar com espinhos ou com cerdas suas próprias roupas de peles, a enfeitar-se com plumas e conchas, a pintar o corpo com várias cores, a aperfeiçoar ou embelezar seus arcos e flechas, a cortar com pedras agudas algumas canoas de pescador ou alguns instrumentos grosseiros de música – em uma palavra: enquanto só se dedicavam a obras que um único homem podia criar e a artes que não solicitavam o concurso de várias mãos, viveram tão livres, sadios, bons e felizes quanto o poderiam ser por sua natureza, e continuaram a gozar entre si das doçuras de um comércio independente; mas, desde o instante em que um homem sentiu necessidade do socorro de outro, desde que se percebeu ser útil a um só contar com provisões para dois, desapareceu a igualdade, introduziu-se a propriedade, o trabalho tornou-se necessário e as vastas florestas transformaram-se em campos aprazíveis que se impôs regar com suor dos homens e nos quais logo se viu a escravidão e a miséria germinarem e crescerem.”
Sobre o processo de passagem dos homens de seu
Estado de Natureza para seu Estado Social
apresentado no texto indicado, assinale a alternativa
CORRETA.
, amarelo-alaranjado, da
origem ao sulfato de íon crômio (III), verde.
O efeito do hormônio auxina (AIA - ácido indol-acético) sobre as plantas é variável, depende da concentração. Em concentrações adequadas, poderá promover o crescimento das células, em concentrações elevadas, pode inibir o crescimento. A sensibilidade das células à auxina varia nas diferentes partes das plantas.
Observe o gráfico a seguir.

De acordo com os dados do gráfico, afirma-se:
O “PODER” DE UMA FOFOCA
Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu
vizinho era ladrão, que o rapaz acabou preso! Dias
depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto e processou o homem.
No tribunal, o velho diz ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal.
E o juiz responde:
- Escreva os comentários num papel, depois pique e
jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte
para ouvir a sentença.
O senhor obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de
papel que espalhou ontem - disse o juiz.
Responde o velho:
- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado
já não sei onde estão.
Responde o juiz:
- Da mesma maneira, um simples comentário pode
destruir a honra de um homem, a ponto de não
podermos consertar o mal. Se não se pode falar bem
de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.
O fofoqueiro da ilustração precisa, de uma forma
discreta, denegrir a imagem do seu concorrente
dentro do reduto de clientes nos níveis nacional e
internacional. É necessário que a fofoca atinja um
grupo de trezentas mil pessoas e, para ser discreto,
num período de 5 minutos, contou essa fofoca para
duas pessoas instruindo que cada uma dessas duas
pessoas levaria cinco minutos para contar a fofoca a
outras duas novas pessoas. Sucessivamente isso foi
feito. Considerando que, para todos se protegerem,
uma pessoa conta a fofoca apenas uma vez para
outras duas pessoas, em quanto tempo todo o reduto
de clientes saberá da fofoca? (Considerar 100,5 ≅
3 e 100,3 ≅ 2)
Numa certa cidade, a Companhia Elétrica responsável pelo fornecimento e supervisão da energia na cidade tem as seguintes regras de cobrança mensal dos seus usuários: para os primeiros 200 kWh consumidos, o preço de cada kWh é R$ 0,24; para os 300 kWh seguintes consumidos, o preço de cada kWh é R$ 0,36. O preço de cada kWh consumido acima de 500 kWh é R$ 0,72.
Dado a esse contexto, analise as afirmações abaixo e marque a alternativa CORRETA.
I. Se P é o valor em reais a ser pago pelo consumidor após um consumo de n kWh, e se n for igual a 250, P será igual a 90.
II. Se P é o valor em reais a ser pago pelo
consumidor após um consumo de n kWh, pode-se
dizer que P(n)= 
Se 200 < n ≤ 500, o valor máximo que poderá ser pago pelo consumidor será igual a R$ 156,00
É correto o que se afirma APENAS em:
