Português
- Coesão e coerência
- Prova de 2016
- FGV
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 7122B594-B6
Prova
218 questões da prova de 2016 de Fundação Getulio Vargas (FGV), em Português, Química, Física, Inglês e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.



Leia o texto para responder a questão.
Economists Reduce Outlook for Brazil Inflation – Survey
By Rogerio Jelmayer – Dow Jones Business News

Shutterstock phot
Economists reduced their inflation estimate in Brazil for this year and next year, according to the central bank’s weekly survey of 100 economists published Monday. Economists now expect inflation, as measured by the consumer-price index, to be 7.25% this year, compared with last week’s estimate of 7.34%, the survey showed.
Economists estimate Brazil’s gross domestic product is
likely to contract 3.14% this year, compared with an expected
contraction of 3.15% in last week’s survey. Last year, Brazil’s
economy contracted 3.80%, according to the country’s
statistical bureau, IBGE. For 2017, economists reduced their
view of GDP growth to 1.30% from 1.36%.
(www.nasdaq.com. 26.06.2016. Adaptado)
In the title of the text, the word “outlook” meansLeia o texto para responder a questão.
Patience is needed for Brazil to come good again
Michael Hasenstab
Dr. Michael Hasenstab is executive
vice-president, portfolio manager
and chief investment officer of
Templeton Global Macro
The Olympic Games in Rio drew global interest to Brazil, but the country and the rest of South America has been in sharp focus for investors all year. They have flocked to the region as part of a broader migration into emerging market debt, following record low valuations and the hunt for yield in a low interest rate environment. While investors have been presented with a rarely seen buying opportunity in emerging markets like South America, it is a mistake to regard these countries as a homogenous group.
That leaves the challenge of working out which are the most attractive opportunities – some of our best known investments were not obvious choices.
We have devised a formula to help us evaluate the fundamental strength of different emerging market countries. It scores a country’s current and projected strength on five factors: how well it has learnt the lessons from past crises; the quality of its policy mix; the structural reform being undertaken to boost productivity; the level of domestic demand; and its ability to resist external shocks. The aim is to pick nations that are fundamentally strong but, for one reason or another, are out of favour with investors. It can take time for the market to catch up to reality. But if you are a long-term investor – and we are certainly in that camp – you have the luxury of being able to wait.
Brazil, for example, is known as a vulnerable market due to the commodities downturn, the ongoing corruption crisis and ensuing political turmoil, but our work suggests to us that it is poised for a potentially significant rebound in the long term. Its current score is low, but its projected future score tells a different story.
We believe the country has learnt the lessons from the most recent crisis, which brought home the importance of having a sustainable fiscal policy. It has already adopted a flexible exchange rate, has strong foreign exchange reserves and has limited short-term debt. This is also reflected in the country’s improving resilience to external shocks, with a reliance on commodities, at 60 per cent of exports, being the largest remaining negative.
It is perhaps no surprise, given Brazil’s deep recession and political instability, that there is much work required in terms of improving policy mix, making structural reforms and boosting domestic demand. However, there are signs things are being turned around, with monetary policy already being tightened aggressively to bring inflation expectations back under control, and the previously excessive levels of governmentsubsidised lending being cut. Once political stability returns, the government will be empowered to do even more.
Work on structural reform should accelerate too, as Brazil’s middle class has made it clear it wants greater transparency and an economic policy framework that can both boost living standards and improve the environment for businesses.
(www.ft.com. 01.09.2016. Adaptado)

Pautando-se em questões ambientais, é correto afirmar que
as áreas destacadas no mapa correspondem à ocorrência de

A operacionalização do Índice de Gini e sua expressão na
tabela manifestam

A segregação residencial é uma das mais fortes expressões da segregação espacial existente nos grandes centros urbanos do país, como no caso de São Paulo, tal como retratada nos mapas a seguir.

Com base no texto e nos mapas, é correto afirmar que a segregação residencial na cidade de São Paulo é
Which of the following probably best expresses the “puzzle” mentioned at the
end of paragraph 2?Na crise, viramos fantoches na rede
Quando um fato de grande repercussão social ocorre, o primeiro impacto é o congestionamento. Todos buscam se comunicar, gerando sobrecarga nas linhas de celular, tornando o acesso à internet móvel lento ou inexistente.
Logo a seguir vem a onda de incerteza e desinformação. No anseio da busca por notícias rápidas, começam a circular na rede vários dados falsos ou imprecisos, que são replicados massivamente. Estudos mostram que as informações falsas circulam três vezes mais que as corretas, publicadas depois. O dano é enorme.
A recomendação nesses casos é contraintuitiva: não replicar qualquer informação sem checá-la antes. Evitar o desejo de "participar" do acontecimento retuitando ou compartilhando informações vindas de fontes não confiáveis, por maior que seja o número de pessoas fazendo o mesmo. Nesses momentos de grande comoção e agitação, extremistas com agendas políticas deletérias aproveitam para fazer circular suas mensagens. Esse é um dos principais efeitos desejados pelo terrorismo contemporâneo: criar uma situação de grande agitação na internet e pegar carona nela para disseminar sua mensagem.
Situações como essas transformam as pessoas em veículos. Viramos agentes de disseminação ampla de mensagens pré-fabricadas, produzidas intencionalmente por algumas poucas fontes que sabem exatamente o que estão fazendo.
O objetivo não é o debate, mas mera ocupação de espaço. São teses e antíteses incapazes de produzir qualquer síntese. Não passam de narrativas pré-concebidas com o objetivo de ocupar espaço.
Ronaldo Lemos, Folha de S. Paulo, 28/03/2016. Adaptado.
A frase “tornando o acesso à internet móvel lento ou inexistente” ganha em clareza e precisão se for assim reescrita:Na crise, viramos fantoches na rede
Quando um fato de grande repercussão social ocorre, o primeiro impacto é o congestionamento. Todos buscam se comunicar, gerando sobrecarga nas linhas de celular, tornando o acesso à internet móvel lento ou inexistente.
Logo a seguir vem a onda de incerteza e desinformação. No anseio da busca por notícias rápidas, começam a circular na rede vários dados falsos ou imprecisos, que são replicados massivamente. Estudos mostram que as informações falsas circulam três vezes mais que as corretas, publicadas depois. O dano é enorme.
A recomendação nesses casos é contraintuitiva: não replicar qualquer informação sem checá-la antes. Evitar o desejo de "participar" do acontecimento retuitando ou compartilhando informações vindas de fontes não confiáveis, por maior que seja o número de pessoas fazendo o mesmo. Nesses momentos de grande comoção e agitação, extremistas com agendas políticas deletérias aproveitam para fazer circular suas mensagens. Esse é um dos principais efeitos desejados pelo terrorismo contemporâneo: criar uma situação de grande agitação na internet e pegar carona nela para disseminar sua mensagem.
Situações como essas transformam as pessoas em veículos. Viramos agentes de disseminação ampla de mensagens pré-fabricadas, produzidas intencionalmente por algumas poucas fontes que sabem exatamente o que estão fazendo.
O objetivo não é o debate, mas mera ocupação de espaço. São teses e antíteses incapazes de produzir qualquer síntese. Não passam de narrativas pré-concebidas com o objetivo de ocupar espaço.
Ronaldo Lemos, Folha de S. Paulo, 28/03/2016. Adaptado.
Considerados no contexto, os termos sublinhados nos trechos “com agendas políticas deletérias” e “mera ocupação de espaço” podem ser substituídos, sem prejuízo do sentido, por: