Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2017
- Universidade do Estado da Bahia
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: C5C0A528-B2
TEXTO:


AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 175-176.
Prova
152 questões da prova de 2017 de Universidade do Estado da Bahia, em Português, Literatura, Geografia, Conhecimentos Gerais. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
TEXTO:


AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 175-176.
TEXTO:


AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 175-176.
TEXTO:


ADONIAS FILHO. O largo de branco. O Largo da Palma. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. p. 31-32 e 46-47.
TEXTO:


ADONIAS FILHO. O largo de branco. O Largo da Palma. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. p. 31-32 e 46-47.
TEXTO:

AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro Dágua. São
Paulo, Companhia das Letras, 2008. p. 91-92.
TEXTO:

AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro Dágua. São
Paulo, Companhia das Letras, 2008. p. 91-92.
TEXTO:
O FIM DO EMPREGO
O futuro do trabalho no mundo globalizado



TEXTO:
O FIM DO EMPREGO
O futuro do trabalho no mundo globalizado



TEXTO:
O FIM DO EMPREGO
O futuro do trabalho no mundo globalizado



TEXTO:
O FIM DO EMPREGO
O futuro do trabalho no mundo globalizado



TEXTO:
O FIM DO EMPREGO
O futuro do trabalho no mundo globalizado



TEXTO:
O FIM DO EMPREGO
O futuro do trabalho no mundo globalizado



Considerando os conhecimentos sobre a Região Nordeste brasileira, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.
( ) O Nordeste reúne os mais baixos IDH do país, com altas taxas de mortalidade infantil e de analfabetismo.
( ) A Bahia é o maior e mais populoso estado nordestino, tendo a maior parte de seu território situada na região do sertão.
( ) Essa região é a maior produtora de petróleo do país, com jazidas localizadas na plataforma continental do Estado da Bahia.
( ) A principal atividade econômica do Agreste, nos trechos mais secos, é a agricultura irrigada de frutas tropicais voltada para a exportação.
( ) O Meio-Norte corresponde a uma faixa de transição entre o Sertão semiárido e a Amazônia, sua vegetação natural inclui, em sua maioria, babaçus e carnaúbas.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
Desde o final da Segunda Guerra Mundial, o Oriente Médio transformou-se em uma das regiões mais instáveis do mundo. Sobre os conflitos nessa região, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.
( ) O território do Líbano viveu uma guerra civil provocada pela disputa de poder entre grupos religiosos do país.
( ) A guerra do Irã-Iraque resultou de disputas políticas e territoriais entre esses dois países, tendo-se iniciado com a invasão do Iraque no território iraniano.
( ) A escassez de água é um problema grave nessa região, pois gera conflitos entre países, como é o caso de Israel, do Líbano, da Síria e da Jordânia, que disputam o domínio da bacia do rio Jordão.
( ) A Guerra do Golfo iniciou-se com a invasão do Kuwait por curdos xiitas, na tentativa de aumentar o preço do petróleo na região.
( ) Os principais motivos do conflito entre israelenses e palestinos são as diferenças culturais e a disputa de terras.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
A primeira vez que se discutiu a necessidade de haver um código que organizasse os direitos civis no Brasil ocorreu em 1824. Naquele ano, o imperador D. Pedro I impôs uma Constituição que afirmava que “organizar-se-á quanto antes um Código Civil e Criminal, fundado nas sólidas bases da justiça e da equidade”. Uma das curiosidades dessa disposição era o fato de prever a elaboração de regras sobre os interesses do Estado e os da sociedade num único código. Pensava-se que, desta forma, uns não prevaleceriam sobre os outros.
(DIMENSTEIN, Gilberto; GIANSANTI. 2017. p. 28).
A primeira vez que se discutiu a necessidade de haver um código que organizasse os direitos civis no Brasil ocorreu em 1824. Naquele ano, o imperador D. Pedro I impôs uma Constituição que afirmava que “organizar-se-á quanto antes um Código Civil e Criminal, fundado nas sólidas bases da justiça e da equidade”. Uma das curiosidades dessa disposição era o fato de prever a elaboração de regras sobre os interesses do Estado e os da sociedade num único código. Pensava-se que, desta forma, uns não prevaleceriam sobre os outros.
(DIMENSTEIN, Gilberto; GIANSANTI. 2017. p. 28).

A partir da análise do gráfico, aliada aos conhecimentos acerca
da dinâmica demográfica mundial e brasileira, é correto
afirmar:
Para diversos setores da sociedade, um dos principais responsáveis pelas desigualdades sociais no Brasil é a concentração de terras nas mãos de poucos indivíduos. Os números fortalecem ainda mais essa tese: segundo o Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), apenas 1% das propriedades agrárias é considerada grande, com mais de mil hectares. No entanto, essas poucas propriedades somam 45,1% de toda a área, ou seja, poucas pessoas são donas de enormes extensões de territoriais. Mas por que o Brasil possui essa característica agrária tão perniciosa e desumana? A resposta está ligada à forma como a elite brasileira vem conduzindo a política agrária no país nos últimos 500 anos.
(DIMENSTEIN, Gilberto; GIANSANTI. 2017. p. 84).