Diante das gôndolas das farmácias, o cartaz já avisa: “Falta repelente”. Para encontrar um
tubo ou um spray, não basta ter empenho e sorte na procura. É preciso ser rápido. Se o
estoque é abastecido pela manhã fica vazio por volta de meio-dia. As grandes redes de
drogarias abriram intermináveis listas de espera, que podem passar de duas semanas.
Nos locais onde o repelente é encontrado, há a limitação de três frascos por pessoa. O
único modo bem sucedido de frear o zika é ir às origens: o mosquito transmissor, o Aedes
aegypti. Por mais que sejam feitas campanhas de conscientização para eliminar os criadouros
do inseto a cada início de ano, os ovos sobrevivem por até dois anos. Então, o hábito das pessoas de acumular água
em recipientes em casa, em vasos de plantas, por exemplo, estimula, sim, o alastramento das doenças que ele
transmite. A principal esperança da comunidade cientifica é conseguir tornar a população imune às doenças que o
Aedes aegypti transmite. O maior passo foi dado quando a ANVISA aprovou uma vacina contra a dengue. Com
eficácia limitada a 66%, a imunização consegue diminuir os casos graves da doença, mas é ineficaz no combate ao
zika. (CUMINALE, 2015, p. 54-61).
Exames de imagem como ressonância magnética e tomografia computadorizada podem revelar a estrutura cerebral dos bebês
que nasceram com microcefalia. Imagens do cérebro desses bebês, em geral, mostram pequenos círculos brancos bem próximos
uns dos outros. Segundo neurologistas, os círculos brancos são sinais de calcificação, uma espécie de cicatriz que se forma
em áreas lesadas do cérebro por algum tipo de infecção.
Sabendo-se que a ressonância magnética, que revela o interior do corpo humano mapeando a posição de moléculas de água,
que existem em diferentes densidades, em variados tipos de tecido, induz um campo magnético no organismo, considerandose que o corpo humano é formado por 75% de água, é correto afirmar: