Questões do ENEM: Ciências Humanas e Revolução Intelectual do século XVIII: Iluminismo
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53F2D0CA-FC Sendo os homens por natureza todos livres, iguais e independentes, ninguém pode ser expulso da sua propriedade e submetido ao poder político de outrem sem dar consentimento.LOCKE, J. Segundo tratado sobre o governo. São Paulo: Abril, 1978.Os ideais demonstrados no texto foram princípios defendidos na Europa pelos5CD606B7-FA História
História GeralPUC - RJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosCom 72.000 verbetes, distribuídos em 17 volumes, a Enciclopédia, ou Dicionário razoado das ciências e dos ofícios (1751- 1772), editada por Denis Diderot e Jean le Rond d’Alembert, é considerada o texto mais representativo do movimento iluminista francês. Em relação à Enciclopédia e ao Iluminismo francês, analise as afirmações abaixo:I - Considerando como conhecimento válido apenas aquele baseado na Revelação bíblica, a Enciclopédia incluía a maior parte das doutrinas ortodoxas da Igreja.II - Entre as diferentes formas de conhecimento, a Enciclopédia dava enorme destaque àquelas vinculadas à prática, como as artes e os ofícios, em conformidade com a crença iluminista na capacidade da técnica em dominar a natureza em prol da melhoria da condição humana.III - A Enciclopédia apresenta uma visão otimista da história como um contínuo progresso material e moral da espécie humana e dos clérigos como os principais agentes desse progresso.IV - Ao buscar compilar todo o conhecimento humano útil numa obra acessível, a Enciclopédia mostrava-se fi el à convicção iluminista de que a instrução seria capaz de libertar os homens da superstição, do fanatismo e da violência, tornando-os melhores e mais virtuosos.Estão corretas APENAS as afirmações
F61422CA-E3 História
História GeralUniversidade Católica de Pelotas · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos“É uma verdade eterna: qualquer pessoa que tenha o poder, tende a abusar dele. Para que não haja abuso, é preciso organizar as coisas de maneira que o poder seja contido pelo poder”.Montesquieu, O espírito das LeisO iluminista Montesquieu, ao criticar a ausência de limites claros que caracterizava o governo dos reis absolutistas europeus, acabou por ser fundamental na estruturação da tripartição de poderes. Defendia o nobre francês que a democracia poderia ser medida pela capacidade de convivência harmônica e independente entre os três poderes. No Brasil, porém, a convivência entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário nem sempre foi harmônica. É um exemplo de ingerência de um poder sobre os demais:3C57E2CD-DA História
Construção do Estado Liberal: Revolução FrancesaFaculdade Campo Real · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosDo movimento iluminista à Revolução Francesa, a pedagogia sai do campo filosófico para entrar no campo político, rompe com a vertente elitista de alguns enciclopedistas e deixa de ser concebida como privilégio do indivíduo, passando a ser entendida como direito do ser humano.(Sonia Marrach. Outras histórias da educação. São Paulo: UNESP, 2009. p. 39. Adaptado.)A mudança de perspectiva mencionada no texto fundamentou a concepção que associa:8E4D3D17-D5 História
História GeralCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosO movimento Iluminista, que teve seu auge na Europa do século XVIII, contou, entre seus principais pensadores, com Jean-Jacque Rousseau, cuja obra mais conhecida intitula-se:E1C1B7D6-B4 História
História GeralUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosO Iluminismo foi um movimento intelectual que eclodiu na França, no século XVIII, e englobou filosofia, ciências, política, arte e direito. Muitos pensadores, tais como John Locke, Voltaire e Adam Smith, colaboraram para o eixo básico desse movimento, isto é, a contraposição entre razão e fé. Um dos objetivos centrais do movimento foi transformar a sociedade inserindo a razão na base da educação, das tradições e das esferas do exercício do poder político. A partir do exposto, considere as afirmativas abaixo e assinale C para as corretas e I para as incorretas:
( ) O pensador inglês John Locke (1632-1704) defendeu que a população teria o direito de depor um governante, caso ele rompesse o contrato estabelecido com a sociedade.
( ) O filósofo francês Voltaire (1694-1778) postulou a liberdade de expressão dos indivíduos, no entanto, fez ressalvas, caso o discurso propagado fosse em favor da propriedade privada.
( ) O pensador Adam Smith (1723-1790), considerado “pai da ciência econômica”, esclareceu que a única fonte de riqueza é o trabalho, pois, a partir do aumento da produtividade, todos os envolvidos enriqueceriam.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
FEFEF531-1B História
História GeralUNESPAR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos“Esclarecimento [Iluminismo] é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo [...] A preguiça e a covardia são as causas pelas quais uma tão grande parte dos homens [...] continuem [...] de bom grado menores durante toda a vida. São também as causas que explicam por que é tão fácil que os outros se constituam em tutores deles. É tão cômodo ser menor [...] Que, porém, um público se esclareça a si mesmo é perfeitamente possível; mais que isso, se lhe for dada a liberdade, é quase inevitável. Pois, encontrar-se-ão sempre alguns indivíduos capazes de pensamento próprio, até entre os tutores estabelecidos da grande massa, que, depois de terem sacudido de si mesmos o jugo da menoridade, espalharão em redor de si o espírito de uma avaliação racional do próprio valor e da vocação de cada homem em pensar por si mesmo.”
KANT, Immanuel. Que é esclarecimento? Disponível em: coral.ufsm.br/ gpforma/2senafe/PDF/b47.pdf. Acessado em 02/09/2018.
O trecho acima foi extraído do artigo Que é o Esclarecimento?, publicado em 1783 pelo filósofo prussiano Immanuel Kant. Neste texto, Kant apresentou uma explicação sobre o que caracterizava o Iluminismo. A partir do excerto citado, o Iluminismo pode ser compreendido como:
493B87EB-F9 História
História GeralUNIVILLE Universidade · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosNo rastro dos movimentos influenciados pela ideologia Iluminista e até pela independência dos Estados Unidos da América, no século XVIII, acentuaram-se os movimentos pela ruptura da América espanhola com a Metrópole, na primeira metade do século XIX. Nesse contexto é correto afirmar, exceto:
Nesse contexto é correto afirmar, exceto:
F4BA1383-D9 História
História GeralUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos“Os escravos tudo perdem sob seus grilhões, até o desejo de escapar deles. (...) A força fez os primeiros escravos, sua covardia os perpetuou”.Fonte: ROUSSEAU, J.J. Do contrato social. São Paulo: Abril Cultural, 1999. p. 57.No trecho acima, o filósofo iluminista, Jean-Jacques Rousseau, toma posição sobre um tema muito debatido nos círculos intelectuais do seu tempo, a escravidão. Sua reflexão esclarece que:98821D65-D5 História
História GeralCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos“Liberdade é o poder de fazer tudo aquilo que as leis permitem.” (Montesquieu).Autor da obra ‘Do Espírito das Leis’, Montesquieu fez parte do grupo de intelectuais, com bases filosóficas fixadas no Iluminismo, reconhecido por02D99D27-D5 História
História GeralCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosA burguesia conseguiu sua dominação com a ajuda das ideias iluministas. Elas foram decisivas para que a burguesia controlasse o poder. Os iluministas:F74C813D-B2 História
História GeralIF-PE · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 18
O Iluminismo representa a saída dos seres humanos de uma tutela que estes mesmos se impuseram a si. Tutelados são aqueles que se encontram incapazes de fazer uso da própria razão independentemente da direção de outrem. É-se culpado da própria tutela quando esta resulta não de uma deficiência do entendimento, mas da falta de resolução e coragem para fazer uso do entendimento independentemente da direção de outrem. Tem coragem para uso da própria razão! – Esse é o lema do Iluminismo (...).
KANT, I. “Resposta à pergunta: O que é o ‘Esclarecimento’?”. In: Textos seletos. Petrópolis: Vozes, 1974, p. 100-117.
A partir da interpretação do texto e de seus conhecimentos sobre o Iluminismo (Esclarecimento), é CORRETO afirmar queEABE5904-AF História
História GeralUFRGS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia as seguintes afirmações a respeito da história ocidental moderna.
I - A consolidação da monarquia francesa, no século XVI, foi marcada pela conquista de territórios coloniais na África e pela completa pacificação dos conflitos religiosos no país.
II - A Europa também foi palco de querelas intelectuais sobre literatura e ciência, como a chamada “Batalha dos livros”, que opôs, de um lado, letrados defensores do predomínio da antiguidade clássica e, de outro, partidários da superioridade moderna.
III- O domínio de Felipe II, na península Ibérica, caracterizou um contexto de ampla liberdade de consciência, tornando os reinos de Portugal, Castela e Aragão redutos privilegiados para protestantes e judeus que fugiam da perseguição inquisitorial dos Países Baixos.
Quais estão corretas?
F3BC6F35-AF História
História GeralUNIOESTE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos“Infelicidade! Nossos cidadãos encarcerados nesses locais,Servem para cimentar esse alojamento odioso;Com as próprias mãos eles erguem, nos ferros aviltados,Essa morada do orgulho e da tirania.Mas, creia-me, no momento em que eles virem seus vingadoresEles mesmos destruirão essa assustadora obra,Instrumento de sua vergonha e de sua escravidão”Com esses dizeres, um “americano” do Peru conclama seu povo à libertação da escravidão na peça dramática Alzira, [...], escrita por Voltaire em 1736. O texto é piedoso com a sorte dos escravos do Novo Mundo, demonstra simpatia por sua revolta e saúda a possibilidade de uma reconciliação final baseada na liberdade coletiva.Em 1766, o francês Joseph Mosneron assistiu à representação dessa obra a bordo do navio [francês][...]. Comoveu-se com os versos que ouviu, apesar de a princesa Alzira, a heroína que dá nome ao romance, ser representada por um vigoroso marinheiro com ares de Hércules. Enquanto o pontilhão servia de palco [improvisado] para os atores, nos porões embaixo dele aglomeravam-se centenas de seres humanos capturados na África. Eles estavam sendo transportados, justamente, para o Caribe.Como explicar essa esquizofrenia? Como é possível que Mosneron tenha se abalado com a peça e não com os personagens reais que a inspiraram? Suponho que o próprio texto de Alzira contribui para isso, ao evocar a escravidão apenas dos “americanos”, e omitir qualquer menção ao tráfico transatlântico de africanos, em pleno apogeu quando Voltaire escreveu a peça. [...].O século das Luzes, que assistiu à insurreição da filosofia contra o monarquismo, o absolutismo e a Igreja, foi também o ápice da expansão desse comércio absurdo. A França enviou, no total, 1,1 milhão de escravos para as colônias [...] antes da proibição definitiva do tráfico, em 1831. A abolição seria instituída em territórios franceses apenas em 1848.Na verdade, esse tipo de negócio já era quase clandestino desde 3 de julho de 1315, quando um édito de Luís X baniu a possibilidade de escravidão em todo o reino. Porém, no século XV, a demanda por mão-de-obra aumentou nas colônias e fez-se necessário tomar certas atitudes. A solução inicial foi explorar as populações locais, exterminadas com rapidez. Recorreu-se, então, aos “alistados” brancos, homens geralmente forçados ao exílio que assinavam contratos válidos por três anos e eram tratados nas mesmas condições que os negros. Um panfleto anônimo, ‘Sobre a necessidade de se adotar a escravidão na França’, expressa a visão da época: era preciso ‘colocar pobres e indigentes para trabalhar’. Menosprezos racial e de classe não são incompatíveis [com a França iluminista]? [...]GRESH, Alain. Escravidão à francesa. Le Monde Diplomatique. 1 abril 2008. Disponível em: http://diplomatique.org.br/escravidao-a-francesa/ Acesso em: 10 ago. 2017. [Adaptado]A partir das considerações indicadas na matéria, as quais apontam a influência histórica dos pensadores iluministas e da participação francesa nos debates sobre liberdade e cidadania, é CORRETO afirmar.5073DB1A-F7 História
História GeralUNEMAT · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosO iluminismo foi um movimento cujo principal objetivo era o deslocamento do homem do seu lugar de uma suposta ignorância, a partir do emprego da ciência e da racionalidade para a explicação das relações entre a natureza, a vida e a sociedade.Assim, a ilustração, movimento ocorrido durante o século XVIII, trouxe uma nova forma de pensar, em que a razão aliada à ciência passam a ser os instrumentos de elucidação da vida. Dentre os grandes iluministas pode-se destacar René Descartes, o qual desenvolveu o método matemático que leva seu nome, mas também criou um ponto de vista sobre o mundo.Desta forma desenvolvemos o pensamento moderno sobre o homem e a natureza, em que estes aparecem:A9035428-FD História
História GeralUNICENTRO · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosAs ações trabalhistas estão em primeiro lugar no ranking dos processos em trâmite no Brasil, que somam mais de 71 milhões. E mesmo com uma estrutura judiciária que custa R$ 70 bilhões por ano, apenas 14% das ações costumam ser resolvidas. “As demais seguem sem solução, congestionadas”. [...] Além de não atender minimamente aos interesses do País, principalmente do setor produtivo, a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) [...] cria ameaças sérias a empresas dos mais diversos portes e atividades. (BRASIL TEVE... 2016).O poder judiciário surgiu a partir das lutas sociais, no contexto da passagem do sistema feudal para o sistema capitalista, e teve como um dos principais teóricosDEDC223A-DE História
História GeralUniversidade Federal de Santa Maria · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosEverdade que nas democracias o povo parece fazer o que quer; mas liberdade política não consiste nisso. [...] A liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem; e se um cidadão pudesse fazer o que elas proíbem, ele não teria mais liberdade, porque os outros também teriam esse poder”. “Fonte: MONTESQUIEU. . O espírito das leis In: WEFFORT, Francisco (Org.). Os clássicos da política. São Paulo: Ática, 1989.O trecho do francês Montesquieu, um dos expoentes do movimento iluminista, relaciona-se a princípios norteadores de uma sociedade
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História GeralCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosNo bojo dos movimentos culturais desenvolvidos na Europa, no século XIX, foram construídos novos saberes no campo da História, destacando-se:AE2EC033-CB História
História GeralIF-PR · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosNo século XVIII, para os iluministas, uma sociedade não alcançaria a liberdade e a justiça por meio do poder excessivo de seu governante. Esses filósofos contestavam qualquer poder absoluto e arbitrário, principalmente o poder divino dos reis, crença vigente durante a maior parte da Idade Moderna. Nesse cenário, Charles Louis de Secondt, Barão de Montesquieu defendeu a separação do poder em três campos de atuação, a saber:39914ED7-C2 História
História GeralPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.Os homens reunidos em sociedade (relevem-me este tom meio pedante) estão virtual e tacitamente obrigados a obedecer às leis formuladas por eles mesmos para a conveniência comum. Há, porém, leis que eles não impuseram, que acharam feitas, que precederam as sociedades, e que se hão de cumprir não por uma determinação de jurisprudência humana, mas por uma necessidade divina e eterna. Entre essas, e antes de todas, figura a da luta pela vida (...)(ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de janeiro: Nova Aguilar, 1986, p. 432)
Durante o Iluminismo (séculos XVII e XVIII), vários filósofos e cientistas questionaram a visão de que a sociedade era resultado de uma ordenação divina e que deveria se guiar pelas leis da Igreja. Podemos encontrar, nesse período, a formulação