Questões do ENEM: Linguagens e Variação Linguística

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156 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 8.

  • DB73A7E0-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAL · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
    Os avanços das tecnologias da informação e comunicação denominadas neste contexto de contemporâneas vêm possibilitando novas compreensões sobre as possibilidades de ensinar e aprender, baseadas em recursos que ligam, conectam e produzem relações entre os sujeitos. Nesse sentido, a Educação a Distância (EaD) vem se tornando uma discussão fundamental para se refletir a educação numa sociedade cada vez mais interconectada por redes tecnológicas. Os desafios postos diante da EaD têm sido cada vez mais evidenciados e podem ser percebidos através da crescente abordagem do tema nos diferentes fóruns de discussão educacional.
    A EaD não é uma modalidade recente de educação. Ela é utilizada há muitos anos, no Brasil, com o apoio de tecnologias como o rádio e o material impresso. Contudo, passa por reformulações devido à emergência e utilização cada vez mais constante das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC).
    Graças às tecnologias que dão acesso, em qualquer lugar do globo, à informação e ao conhecimento em tempo real, dizer que se está na era da informação e do conhecimento, em uma sociedade em processo de mudança do puro capital para o conhecimento construído coletivamente, significa considerar que a produção do conhecimento propõe uma nova forma de organização social, bem como uma nova forma de pensar coletivo. Ou seja, a sociedade está caminhando para ser sustentada, proeminentemente, pela produção, pela transferência, uso e armazenamento de informação e de conhecimento de maneira mais aberta e colaborativa como propõe a teoria construtivista [...].
    ARAGÃO, Cláudia Regina Dantas. Educação a distância Contextualização da EaD1. Disponível em: . Acesso em: 10 jun. 2014.

    No texto, verifica-se que a autora utiliza
    Escolha uma alternativa para a questão db73a7e0-b6
  • 6C3F55F9-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    A palavra falada é um fenômeno natural; a palavra escrita é um fenômeno cultural. O homem natural pode viver perfeitamente sem ler nem escrever. Não o pode o homem a que chamamos civilizado: por isso, como disse, a palavra escrita é um fenômeno cultural, não da natureza mas da civilização, da qual a cultura é a essência e o esteio.

    Pertencendo, pois, a mundos (mentais) essencialmente diferentes, os dois tipos de palavra obedecem forçosamente a leis ou regras essencialmente diferentes. A palavra falada é um caso, por assim dizer, democrático. Ao falar, temos que obedecer à lei do maior número, sob pena de ou não sermos compreendidos ou sermos inutilmente ridículos. Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal. Se a maioria usa de uma construção gramatical errada, da mesma construção teremos que usar. Se a maioria caiu em usar estrangeirismos ou outras irregularidades verbais, assim temos que fazer. Os termos ou expressões que na linguagem escrita são justos, e até obrigatórios, tornam-se em estupidez e pedantaria, se deles fazemos uso no trato verbal. Tornam- -se até em má-criação, pois o preceito fundamental da civilidade é que nos conformemos o mais possível com as maneiras, os hábitos, e a educação da pessoa com quem falamos, ainda que nisso faltemos às boas maneiras ou à etiqueta, que são a cultura exterior.

    (Fernando Pessoa. A língua portuguesa, 1999. Adaptado.)

    De acordo com o autor, “ao falar, temos que obedecer à lei do maior número”. Atendendo a esse princípio, para o português oral contemporâneo, está adequado o enunciado:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c3f55f9-b1
  • 19EA4555-4B

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Disponível em: http://blog.planalto.gov.br. Acesso em: 29 fev. 2012.

    Anúncios publicitários geralmente fazem uso de elementos verbais e não verbais. Nessa peça publicitária, a imagem, que simula um manual, e o texto verbal, que faz uso de uma variedade de língua específica, combinados, pretendem
    Escolha uma alternativa para a questão 19ea4555-4b
  • F000E4E3-08

    Português

    Denotação e Conotação
    UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a charge abaixo e assinale a alternativa que contém assertivas verdadeiras.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    I - A charge apresenta linguagem coloquial.
    II - Em “Tô sabendo, mas ainda não deu pra morar não..." A palavra em destaque é empregada no sentido denotativo.
    III - A charge apresenta uma crítica à saúde, à educação e à habitação.
    Escolha uma alternativa para a questão f000e4e3-08
  • B87FA856-7C

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A forte presença de palavras indígenas e africanas e de termos trazidos pelos imigrantes a partir do século XIX é um dos traços que distinguem o português do Brasil e o português de Portugal. Mas, olhando para a história dos empréstimos que o português brasileiro recebeu de línguas europeias a partir do século XX, outra diferença também aparece: com a vinda ao Brasil da família real portuguesa (1808) e, particularmente, com a Independência, Portugal deixou de ser o intermediário obrigatório da assimilação desses empréstimos e, assim, Brasil e Portugal começaram a divergir, não só por terem sofrido influências diferentes, mas também pela maneira como reagiram a elas.

    ILARI, R.; BASSO, R. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006.

    Os empréstimos linguísticos, recebidos de diversas línguas, são importantes na constituição do português do Brasil porque
    Escolha uma alternativa para a questão b87fa856-7c
  • 98451ACD-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa na qual o enunciado expressa um nível de linguagem coloquial:
    Escolha uma alternativa para a questão 98451acd-e0
  • 4A3C50E5-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.


        No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

        Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

    [...]

        Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

        Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

    (Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

    No conjunto da obra de Mário de Andrade, destaca-se uma quase militância pelo uso, na literatura, de uma língua próxima àquela que se fala nas ruas. Um exemplo de aproximação com a oralidade do cotidiano pode ser encontrado na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a3c50e5-dc
  • 4A1F98B8-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Um olhar estrangeiro
    Vanessa Jurgenfeld


        Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
        Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
        Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
        Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
        Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
    (Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
    Apesar de voltado para a área das finanças, o texto acima foi publicado em um veículo destinado à vulgarização das informações sobre o mercado. Assim, é pertinente o uso de linguagem que se aproxime à oralidade. É possível encontrar esse tipo de estrutura em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a1f98b8-dc
  • 0F5185DD-4E

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2013Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    O cordelista por ele mesmo


    Aos doze anos eu era

    forte, esperto e nutrido.

    Vinha do Sítio de Piroca

    muito alegre e divertido

    vender cestos e balaios

    que eu mesmo havia tecido.

    Passava o dia na feira

    e à tarde regressava

    levando umas panelas

    que minha mãe comprava

    e bebendo água salgada

    nas cacimbas onde passava.

    BORGES, J. F. Dicionário dos sonhos e outras histórias de cordel. Porto Alegre: LP&M, 2003 (fragmento).


    Literatura de cordel é uma criação popular em verso, cuja linguagem privilegia, tematicamente, histórias de cunho regional, lendas, fatos ocorridos para firmar certas crenças e ações destacadas nas sociedades locais. A respeito do uso das formas variantes da linguagem no Brasil, o verso do fragmento que permite reconhecer uma região brasileira é

    Escolha uma alternativa para a questão 0f5185dd-4e
  • 591FD995-42

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Ao analisar o contexto e os termos do diálogo entre os personagens da tirinha, entende-se que a palavra
    Escolha uma alternativa para a questão 591fd995-42
  • F8CB45AE-96

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Futebol: “A rebeldia é que muda o mundo"

    Conheça a história de Afonsinho, o primeiro jogador do futebol brasileiro a derrotar a cartolagem e a conquistar o Passe Livre, há exatos 40 anos.

    Pelé estava se aposentando pra valer pela primeira vez, então com a camisa do Santos (porque depois voltaria a atuar pelo New York Cosmos, dos Estados Unidos), em 1972, quando foi questionado se, finalmente, sentia-se um homem livre. O Rei respondeu sem titubear:

    — Homem livre no futeboi só conheço um: o Afonsinho. Esíe sim pode dizer, usando as suas palavras, que deu o grito de independência ou morte. Ninguém mais O resto é conversa.

    Apesar de suas declarações serem motivo de chacota por parte da mídia futebolística e até dos torcedores brasileiros, o At leta do Século acertou. E provavelmente acertaria novamente hoje.

    Pela admiração por um de seus colegas de clube daquele ano. Pelo reconhecimento do caráter e personalidade de um dos jogadores mais contestadores do futebol nacional. E principalmente em razão da história de luta — e vitória — de Afonsinho sobre os cartolas.

    ANDREUGCI, R.
    Disponivef em: http://carosamigos.terra.com.br.
    Acesso em: 19 ago. 2011.
    O autor utiliza marcas linguísticas que dão ao texto um caráter informal. Uma dessas marcas é identificada em:

    Escolha uma alternativa para a questão f8cb45ae-96
  • 42070832-26

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-SP · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
                                   Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Assinale a alternativa em que há dois registros da linguagem informal.
    Escolha uma alternativa para a questão 42070832-26
  • 4C87F056-2B

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Contestado - Santa Catarina · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cujo texto contém marcas do português falado em áreas de contato com o espanhol no sul do Brasil.
    Escolha uma alternativa para a questão 4c87f056-2b
  • 41FDB655-EA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Luterana do Brasil · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão refere-se à tira abaixo, disponível no site: http://search.babylon.com/?s= img&babsrc=HP_ss&rlz=0&q=radicci+-+tiras+de+humor&start=24.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Qual é a linguagem predominante nos quadrinhos acima?
    Escolha uma alternativa para a questão 41fdb655-ea
  • 41DBC620-EA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Luterana do Brasil · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    A questão está baseada no fragmento do conto O Alienista, da Machado de Assis, disponível no site: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000231.pdf.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Assinale a alternativa correta quanto à linguagem predominante no texto acima.
    Escolha uma alternativa para a questão 41dbc620-ea
  • 02D73945-DB

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Machado de Assis, A mão e a luva
    Considere os seguintes traços de estilo:

    I. Evidência de metáforas na composição do discurso descritivo.
    II. Marca linguística que denuncia a presença do interlocutor no texto.
    III. Sinais explícitos de reflexão metalinguística, ou seja, discurso que tematiza o próprio fazer literário.

    No texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 02d73945-db
  • 43CC70B4-E4

    Português

    Denotação e Conotação
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                V - O samba

                À direita do terreiro, adumbra-se* na escuridão um maciço de construções, ao qual às vezes recortam no azul do céu os trêmulos vislumbres das labaredas fustigadas pelo vento.
                (...)
                É aí o quartel ou quadrado da fazenda, nome que tem um grande pátio cercado de senzalas, às vezes com alpendrada corrida em volta, e um ou dois portões que o fecham como praça d’armas.
                Em torno da fogueira, já esbarrondada pelo chão, que ela cobriu de brasido e cinzas, dançam os pretos o samba com um frenesi que toca o delírio. Não se descreve, nem se imagina esse desesperado saracoteio, no qual todo o corpo estremece, pula, sacode, gira, bamboleia, como se quisesse desgrudar- se.
                Tudo salta, até os crioulinhos que esperneiam no cangote das mães, ou se enrolam nas saias das aparigas. Os mais taludos viram cambalhotas e pincham à guisa de sapos em roda do terreiro. Um desses corta jaca no espinhaço do pai, negro fornido, que não sabendo mais como desconjuntar-se, atirou consigo ao chão e começou de rabanar como um peixe em seco. (...)


                                                                                                    José de Alencar, Til.

    (*) “adumbra-se” = delineia-se, esboça-se.
    Para adequar a linguagem ao assunto, o autor lança mão também de um léxico popular, como atestam todas as palavras listadas na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 43cc70b4-e4
  • D6412640-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Examine a tira.

    Imagem 011.jpg

    Bastante comum na fala coloquial, o modo de se empregar o pronome na fala da personagem – Maneiro encontrar tu! – também ocorre em:

    Escolha uma alternativa para a questão d6412640-fe
  • C3DC84A2-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-retificada-questao-102.jpg

    Um aspecto da composição estrutural que caracteriza o relato pessoal de A.P.S. como modalidade falada da língua é

    Escolha uma alternativa para a questão c3dc84a2-bf
  • CFA75972-59

    Português

    Interpretação de Textos
    UFTM · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 029.jpg



    Assinale a alternativa em que o pronome em destaque está empregado de acordo com o uso coloquial da língua.

    Escolha uma alternativa para a questão cfa75972-59