Questões do ENEM: Linguagens e Morfologia - Pronomes
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357 questões encontradas. Mostrando a página 13 de 18.
C1E889E9-F9 De acordo com a norma padrão, na frase: As pessoas enviam mensagens editadas aos amigos, o termo em destaque pode ser substituído por:
C1C3B7BD-F9 Português
AdjetivosUniversidade Federal do Ceará · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosObserve os dois empregos da palavra certa no texto.I. “... as pessoas não se cansam umas das outras desde que mantenham certa distância entre si” (texto 02, linha 07).II.“A relação não é nem muito de perto, nem muito de longe. A distância certa.” (texto 02, linhas 11-12)Quanto à análise da palavra “certa” nesses dois empregos, é correto afirmar que:C188BE2E-F9 Português
Coesão e coerênciaUniversidade Federal do Ceará · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.
Com base no texto 2, responda à questão.
O termo “isso” (linha 27) faz referência:EF621E1D-EF Português
Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e HiatosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosO prazer e o risco de emprestar um livro
“Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.
Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel dotempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...] (adaptado).
VENTICINQUE, Danilo. Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-debemprestar-um-livrob.html>.
Acesso em: 5 abr. 2014
Analise as afirmações a seguir.I - O pronome “lo”, no segundo parágrafo, substitui a expressão “prazer de ler”, do mesmo parágrafo; o pronome “los”, no terceiro parágrafo, retoma a palavra “livros”, do mesmo parágrafo.II - Os vocábulos “compartilhá-los” e “perdê-los” recebem acento gráfico com base na mesma regra ortográfica; o mesmo ocorre com “empréstimo” e” vítima”.III - Se o vocábulo “leitura”, no segundo parágrafo, fosse substituído por “arte”, as condições para a ocorrência de crase seriam mantidas.Quais são corretas?C7B2EE82-E3 Português
Análise sintáticaCentro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia, atentamente, o Texto I para responder à questão.TEXTO IMas pensar positivo funciona?Funciona. Mas não como a maioria das pessoas gostaria. O pensamento positivo não vai engordar sua conta bancária do dia para a noite. Nem fará carros e diamantes orbitar ao seu redor. Porém, segundo várias pesquisas, uma atitude otimista pode influenciar muito a resistência do organismo às doenças. Uma comprovação disso veio da Universidade Harvard, nos EUA. Há 5 anos, um grupo de médicos da instituição descobriu que pensar positivamente pode fazer bem para os pulmões. Os pesquisadores avaliaram o estado de saúde de 670 homens na faixa dos 60 anos de idade. Também aplicaram testes de personalidade para identificar quem eram os otimistas e os pessimistas.Depois de 8 anos, constatou-se que a turma do bom humor tinha um sistema imunológico mais resistente a doenças pulmonares quando comparada ao grupo dos estressados. Até mesmo os fumantes otimistas apresentaram resultados melhores que os adeptos do tabagismo que eram, digamos, baixo-astral. O coração também bate melhor quando estamos com bom humor. Os pesquisadores do Instituto Delfland de Saúde Mental, na Holanda, monitoraram homens com idade entre 64 e 84 anos durante 15 anos. A incidência de enfartes e derrames foi menor entre os que tinham uma atitude positiva. Os otimistas apresentaram ainda 55% menos risco de ter doenças cardíacas. O que essas pesquisas revelam pode soar óbvio: pessoas com disposição para ver o lado positivo da vida tendem a cuidar mais da saúde, a praticar exercícios e se alimentar melhor.(Fonte: Revista Superinteressante, 2007).Do período em destaque “constatou-se que a turma do bom humor tinha um sistema imunológico mais resistente a doenças pulmonares” infere-se que:DF862515-E3 Português
Conjunções: Relação de causa e consequênciaUniversidade Católica de Pelotas · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
Em “... enquanto moça, possuidora de um bom...”(linha 62), a classe gramatical da palavra sublinhada é13D629F1-DE Português
Concordância verbal, Concordância nominalFGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão
Consideração do poema

Carlos Drummond de Andrade, A rosa do povo.
Considere as seguintes afirmações sobre diferentes elementos do texto:
I O verbo “rimarei”, empregado duas vezes no início do texto, pode ser entendido em seu sentido literal nas duas ocorrências.
II No verso “nem deslizar de lancha entre camélias” (2ª. estrofe), a palavra “deslizar” deve ser lida como substantivo e não como verbo.
III O pronome que ocorre na frase “se ainda as há” (3ª. estrofe), embora esteja no plural, relaciona-se, quanto ao sentido, com uma palavra no singular.
Está correto apenas o que se afirma em
EC843F07-B9 Português
Análise sintáticaUniversidade Virtual de São Paulo · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa que apresenta a junção correta das três orações abaixo, em um único período, empregando pronome relativo e conjunção.Trata-se de um homem. Esse homem tinha consciência de sua importância. Enfrentava muitos obstáculos.E21069F0-B8 Português
Colocação PronominalUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
(Guilherme de Almeida. In Acaso.)
Atente aos dois versos finais do poema e ao que se diz sobre eles.I. O verbo ir, no pretérito perfeito (foram), foi usado no interior do verso 13 (linha 89) e no início do verso 14 (linha 90), constituindo uma figura de linguagem que tem função textual: reforçar o sentido do verbo ir, sugerindo que os ideais do eu poético se foram de vez, sem possibilidade de retorno.II. O verbo ir (foram) vem acompanhado do pronome se, primeiro, em posição proclítica, depois, em posição enclítica. Esse pronome não tem função sintática, mas função textual. O pronome repetido é mais um recurso que reforça o desengano do sujeito lírico.III. Os dois diminutivos do texto – pequenino e barquinhos – indicam apenas dimensão. De fato, os braços de uma criança são realmente pequenos.Está correto o que se diz somente emCDE2DC02-B8 Português
Coesão e coerênciaUECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

Luís Nassif. Coluna Econômica.07/09/2013.
Considere os dois enunciados do último parágrafo e atente ao que se diz sobre eles.
I. O pronome “esse”, pelos ensinamentos da gramática normativa, aponta para o que vem antes dele (enquanto o “este” aponta para o que vem depois). No primeiro enunciado do último parágrafo – “Esse é o desafio atual da internet”, no entanto, o que deveria ter sido dito antes não foi explicitado linguisticamente.
II. Por inferência o leitor fica sabendo qual é o desafio da Internet: conservar-se como um território livre e neutro.
III. “em breve o grande sonho libertário da Internet terá o mesmo destino do telefone e do rádio.” Esse destino consiste em ser a Internet dominada por cartéis (acordos comerciais entre empresas com a finalidade de determinar os preços e limitar a concorrência) e, portanto, passar a ser um espaço privilegiado de liberdade.
Está correto o que se diz apenas em
DB895647-B6 Português
Colocação PronominalUFAL · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosPassam-se meses. Acaba-se o flagelo. Ei-lo de volta. Vence-o a saudade do sertão. Remigra. E torna feliz, revigorado, cantando; esquecido de infortúnios.
CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: M. Claret, 2002.
Analise as reescritas do trecho sublinhado e assinale aquela que não apresenta danos à norma culta da língua portuguesa.
6C70DA54-B1 Português
Coesão e coerênciaUNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosAnalise a capa de um folder de uma campanha de trânsito.

Explicitando-se os complementos dos verbos em “Eu cuido, eu respeito.”, obtém-se, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa:
226E3957-84 Português
Morfologia - PronomesUFAL · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos“Só posso ouvir a palavra se meus ruídos interiores forem silenciados. Só posso ouvir a verdade do outro se eu parar de tagarelar. Os que falam muito não ouvem. Sabem disso os poetas, esses seres de fala mínima. Eles falam, sim – para ouvir as vozes do silêncio”.
BRAGA, Rubem. Folha de São Paulo, 21 dez. 2004.
Dos termos sublinhados, qual não é considerado pronome?
5B6F305A-3C Português
Colocação PronominalFGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosPela tarde apareceu o Capitão Vitorino. Vinha numa burra velha, de chapéu de palha muito alvo, com a fita verde- amarela na lapela do paletó. O mestre José Amaro estava sentado na tenda, sem trabalhar. E quando viu o compadre alegrou-se. Agora as visitas de Vitorino faziam-lhe bem. Desde aquele dia em que vira o compadre sair com a filha para o Recife, fazendo tudo com tão boa vontade, que Vitorino não lhe era mais o homem infeliz, o pobre bobo, o sem-vergonha, o vagabundo que tanto lhe desagradava. Vitorino apeou-se para falar do ataque ao Pilar. Não era amigo de Quinca Napoleão, achava que aquele bicho vivia de roubar o povo, mas não aprovava o que o capitão fizera com a D. Inês.
– Meu compadre, uma mulher como a D. Inês é para ser respeitada.
– E o capitão desrespeitou a velha, compadre?
– Eu não estava lá. Mas me disseram que botou o rifle em cima dela, para fazer medo, para ver se D. Inês lhe dava a chave do cofre. Ela não deu. José Medeiros, que é homem, borrou-se todo quando lhe entrou um cangaceiro no estabelecimento. Me disseram que o safado chorava como bezerro desmamado. Este cachorro anda agora com o fogo da força da polícia fazendo o diabo com o povo.
(José Lins do Rego, Fogo Morto)
A colocação do pronome está adequada à situação comunicativa da narrativa literária, mas está em desacordo com a norma-padrão, na seguinte passagem do texto:5B5F8909-3C Português
Morfologia - PronomesFGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosRedundânciasTer medo da morteé coisa dos vivoso morto está livrede tudo o que é vidaTer apego ao mundoé coisa dos vivospara o morto não há(não houve)raios rios risosE ninguém vive a mortequer morto quer vivomera noção que existesó enquanto existo(Ferreira Gullar, Muitas vozes)Determinado pronome demonstrativo, “quando, no singular masculino, equivale a isto, isso, aquilo...”.
(Celso Cunha e Lindley Cintra, Nova Gramática do Português Contemporâneo)
FB4D9620-3B Português
Flexão verbal de número (singular, plural)USP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
Considere os seguintes comentários sobre diferentes elementos linguísticos presentes no texto:
I. Em “alcançou o capanga um casal de velhinhos” (L. 1-2), o contexto permite identificar qual é o sujeito, mesmo este estando posposto.
II. O verbo sublinhado no trecho “que seguiam diante dele o mesmo caminho” (L. 2-3) poderia estar no singular sem prejuízo para a correção gramatical.
III. No trecho “que destinavam eles uns cinquenta mil-réis” (L. 5), podeͲse apontar um uso informal do pronome pessoal reto “eles”, como na frase “Você tem visto eles por aí?”.
Está correto o que se afirma em
678E6DD8-36 Português
Conjunções: Relação de causa e consequênciaPUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto
Entre o espaço público e o privado01 Excluídos da sociedade, os moradores de rua02 ressignificam o único espaço que lhes foi permitido
03 ocupar, o espaço público, transformando-o em
04 seu “lugar”, um espaço privado. Espalhados pelos
05 ambientes coletivos da cidade, fazendo comida no
06 asfalto, arrumando suas camas, limpando as calçadas
07 como se estivessem dentro de uma casa: assim vivem
08 os moradores de rua. Ao andar pelas ruas de São
09 Paulo, vemos essas pessoas dormindo nas calçadas,
10 passando por situações constrangedoras, pedindo
11 esmolas para sobreviver. Essa é a realidade das
12 pessoas que fazem da rua sua casa e nela constroem
13 sua intimidade. Assim, a ideia de individualização que
14 está nas casas, na separação das coisas por cômodos
15 e quartos que servem para proteger a intimidade do
16 indivíduo, ganha outro sentido. O viver nas ruas, um
17 lugar aparentemente inabitável, tem sua própria lógica
18 de funcionamento, que vai além das possibilidades.
19 A relação que o homem estabelece com o
20 espaço que ocupa é uma das mais importantes para
21 sua sobrevivência. As mudanças de comportamento
22 social foram sempre precedidas de mudanças físicas
23 de local. Por mais que a rua não seja um local para
24 viver, já que se trata de um ambiente público, de
25 passagem e não de permanência, ela acaba sendo,
26 senão única, a mais viável opção. Alguns pensadores
27 já apontam que a habitação é um ponto base e
28 adquire uma importância para harmonizar a vida.
29 O pensador Norberto Elias comenta que “o quarto
30 de dormir tornou-se uma das áreas mais privadas
31 e íntimas da vida humana. Suas paredes visíveis
32 e invisíveis vedam os aspectos mais ‘privados’,
33 ‘íntimos’, irrepreensivelmente ‘animais’ da nossa
34 existência à vista de outras pessoas”.
35 O modo como essas pessoas constituem o único
36 espaço que lhes foi permitido indica que conseguiram
37 transformá-lo em “seu lugar”, que aproximaram, cada
38 um à sua maneira, dois mundos nos quais estamos
39 inseridos: o público e o privado.
RODRIGUES, Robson. Moradores de uma terra sem dono.
(fragmento adaptado) In: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/
ESSO/edicoes/32/artigo194186-4.asp.
Acesso em 21/8/2014.
Levando em conta o sentido original e a correção do texto, o trecho _________ pode ser substituído por _________.F8AD8434-08 Português
Flexão verbal de número (singular, plural)UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosObserve a charge abaixo e assinale a alternativa incorreta.
F0FAFDA4-08 Português
Colocação PronominalUniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para responder a questão.
Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro
Oswald de Andrade Leia o poema de Oswald de Andrade e assinale a alternativa incorreta.EE0D6567-08 Português
ArtigosUniCEUB · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosObserve o excerto e classifique morfologicamente as quatro palavras em destaque. A seguir assinale a alternativa que as apresenta na sequencia correta.
Os pesquisadores chegaram a essa conclusão após criarem um sistema computacional capaz de analisar o genoma de uma planta e dar informações sobre os metabólitos.