Questões do ENEM: Linguagens e Modernismo
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484 questões encontradas. Mostrando a página 9 de 25.
FE3C456F-EF Sobre Contos novos, de Mario de Andrade, é correto afirmar:FE33B9B4-EF Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosSobre Sagarana, de João Guimarães Rosa, é correto afirmar:FE25CF0B-EF Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosSobre o conto “A hora e vez de Augusto Matraga”, que integra Sagarana, de João Guimarães Rosa, é correto afirmar queEF28DCA1-EB Literatura
Escolas LiteráriasCentro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosAtravés da trajetória do narrador-personagem, Castelo, no conto “O homem que sabia javanês”, de Lima Barreto, revela-se uma crítica:D1C675DE-E9 Literatura
Escolas LiteráriasCentro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO acendedor de lampiões
Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
Este mesmo que vem infatigavelmente,
Parodiar o sol e associar-se à lua
Quando a sombra da noite enegrece o poente!
Um, dois, três lampiões, acende e continua
Outros mais a acender imperturbavelmente,
À medida que a noite aos poucos se acentua
E a palidez da lua apenas se pressente.
Triste ironia atroz que o senso humano irrita:
Ele que doira à noite e ilumina a cidade,
Talvez não tenha luz na choupana em que habita.
Tanta gente também nos outros insinua
Crenças, religiões, amor, felicidade,
Como este acendedor de lampiões da rua
(Jorge de Lima)
Sobre o romance “Fogo Morto”, de José Lins do Rego, é correto afirmar:D1BC880F-E9 Literatura
Escolas LiteráriasCentro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO acendedor de lampiões
Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
Este mesmo que vem infatigavelmente,
Parodiar o sol e associar-se à lua
Quando a sombra da noite enegrece o poente!
Um, dois, três lampiões, acende e continua
Outros mais a acender imperturbavelmente,
À medida que a noite aos poucos se acentua
E a palidez da lua apenas se pressente.
Triste ironia atroz que o senso humano irrita:
Ele que doira à noite e ilumina a cidade,
Talvez não tenha luz na choupana em que habita.
Tanta gente também nos outros insinua
Crenças, religiões, amor, felicidade,
Como este acendedor de lampiões da rua
(Jorge de Lima)
A respeito do poema de Jorge Lima “O acendedor de lampiões”, considere as seguintes afirmações:I. O poema se desenvolve a partir da oposição entre dois temas: a injustiça social, representada pela pobreza do acendedor de lampiões, e a falsidade de crenças e ideais propostos à sociedade.II. O poema apresenta um único tema, o da injustiça social, ao qual todas as imagens apresentadas ao longo do texto se subordinam.III. O poema se desenvolve a partir da comparação entre dois temas distintos, mas complementares: o da contraditória situação vivida pelo acendedor de lampiões, e o da falsidade de crenças e ideais propostos à sociedade.É CORRETO o que se afirma em:F8275B51-E3 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Pernambucana de Saúde · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 6Todos os anos, nas férias da escola, Conceição vinha passar uns meses com a avó (que a criara desde que lhe morrera a mãe), no Logradouro, a velha fazenda da família, perto de Quixadá. Ali tinha a moça o seu quarto, os seus livros, e, principalmente, o velho coração amigo de Mãe Nácia. (...)Conceição tinha vinte e dois anos e não falava em casar. As suas poucas tentativas de namoro tinham-se ido embora com os dezoito anos e o tempo de normalista; dizia alegremente que nascera solteirona. Ouvindo isso, a avó encolhia os ombros e sentenciava que mulher que não casa é um aleijão...
─ Esta menina tem umas ideias!
Estaria com razão a avó? Porque, de fato, Conceição talvez tivesse umas ideias; escrevia um livro sobre pedagogia, rabiscara dois sonetos, e às vezes lhe acontecia citar o Nordau ou o Renan da biblioteca do avô. Chegara até a se arriscar em leituras socialistas, e justamente dessas leituras é que lhe saíam as piores das tais ideias, estranhas e absurdas à avó. (...)QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. 54ª ed. São Paulo: Siciliano,1993, p. 9-10.(trecho adaptado)Considerando o Texto 6 bem como o contexto histórico e literário de sua produção, assinale a afirmativa correta.F81E4175-E3 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Pernambucana de Saúde · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 4
Como se sabe, os movimentos artísticos-literários surgem para se contrapor ou reagir a outros movimentos que os precedem ou lhes são contemporâneos. O Modernismo, por exemplo, propôs a ruptura com os padrões estéticos academicistas e, quando surgiu, centrou sua crítica demolidora, principalmente, sobre:2140EE3A-E3 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Pernambucana de Saúde · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 4
Evocação do Recife
Recife
Não a Veneza americana
Não a Mauritssatd dos armadores das Índias Ocidentais
Não o Recife dos Mascates
Nem mesmo o Recife que aprendi a amar depois ─
Recife das revoluções libertárias
Mas o Recife sem história nem literatura
Recife sem mais nada Recife da minha infância
(...)
Foi há muito tempo...A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
Vinha da boca do povo na língua errada do povo
Língua certa do povo
Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil
Ao passo que nós
O que fazemos
É macaquear
A sintaxe lusíadaManoel Bandeira. Evocação do Recife. (Excerto)
In: Libertinagem. Estrela da vida inteira. 20. ed.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p.133-136.O ciclo literário que ficou conhecido como “Romance de 30” surgiu em um momento de grande renovação na literatura brasileira e ficou marcado:
213DF08B-E3 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Pernambucana de Saúde · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 4
Evocação do Recife
Recife
Não a Veneza americana
Não a Mauritssatd dos armadores das Índias Ocidentais
Não o Recife dos Mascates
Nem mesmo o Recife que aprendi a amar depois ─
Recife das revoluções libertárias
Mas o Recife sem história nem literatura
Recife sem mais nada Recife da minha infância
(...)
Foi há muito tempo...A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
Vinha da boca do povo na língua errada do povo
Língua certa do povo
Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil
Ao passo que nós
O que fazemos
É macaquear
A sintaxe lusíadaManoel Bandeira. Evocação do Recife. (Excerto)
In: Libertinagem. Estrela da vida inteira. 20. ed.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p.133-136.O pernambucano Manoel Bandeira é um dos mais representativos poetas brasileiros quando se trata de mostrar os princípios e temas defendidos pelo Modernismo. Em “Evocação do Recife”, constata-se o seguinte tema ou princípio modernista:213A8D0E-E3 Literatura
ArcadismoFaculdade Pernambucana de Saúde · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 3
O problema da norma culta
O problema da norma culta – de que tanto se fala hoje no discurso da escola e da mídia – não se resolve pela insistência em corrigir pontualmente os erros de português.A norma culta, na função moderna que lhe atribui a sociedade urbanizada, massificada e alfabetizada, está diretamente correlacionada com a escolarização, com o letramento, com a superação do analfabetismo funcional.Nosso problema linguístico não é a regência desse ou daquele verbo; não é esta ou aquela concordância verbal; não são as regras de colocação dos pronomes oblíquos.
Nosso problema linguístico são 5 milhões de jovens entre 15 e 17 anos que estão fora da escola. Nosso problema são os elevados índices de evasão escolar. Nosso problema é termos ainda algo em torno de 12% de analfabetos na população adulta. Nosso problema é o tamanho do analfabetismo funcional, isto é, a quantidade daqueles que, embora frequentem ou tenham frequentado a escola, não conseguem ler e entender um texto medianamente complexo.
Os estudos sugerem que apenas 25% da população adulta brasileira, perto de 30 milhões de pessoas, conseguem ler e entender um texto medianamente complexo.
FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira.São Paulo: Parábola, 2008.p. 71-72.As obras artísticas são marcadas por seu tempo histórico e mostram, assim, os valores humanos, estéticos e estilísticos da arte de cada época. Tais características, entretanto, dificilmente serão inteiramente novas ou originais, ou por causa da interação (entre tempos e entre artistas) ou por reação ao novo, quando o artista revisita o passado para se opor ao presente. Acerca das relações entre estilos de época e entre autores e suas obras na literatura brasileira, analise as afirmativas a seguir.1) O Romantismo de Castro Alves, distante dos ideais libertários, retoma a retórica jesuítica, de feição barroca, dos sermões de Pe. Antônio Vieira.
2) O Parnasianismo pretendeu combater os temas próprios do Romantismo, calcado em referências clássicas e buscando a perfeição formal.
3) Os valores defendidos pelo Arcadismo foram retomados na linguagem fluida, mística e subjetiva do Simbolismo de Cruz e Sousa.
4) O modernista Graciliano Ramos buscou no Romantismo de José de Alencar as temáticas voltadas para o homem em sua relação com o meio.
5) Com “Macunaíma”, o modernista Mário de Andrade contrapõe-se ao herói indígena de Alencar, um modo de posicionar-se criticamente frente ao nacionalismo ufanista do Romantismo.Estão corretas, apenas:4B10C2D7-E3 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Católica de Pelotas · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão considere os textos 1, 2 e 3.
Texto 1
O Último PoemaManuel BandeiraAssim eu quereria o meu último poema.Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menosintencionaisQue fosse ardente como um soluço sem lágrimasQue tivesse a beleza das flores quase sem perfumeA pureza da chama em que se consomem os diamantesmais límpidosA paixão dos suicidas que se matam sem explicação.Disponível em:. <http://www.releituras.com/>Acesso em: 07 nov. 2016.
Texto 2
AMAR E SER AMADOCastro AlvesAmar e ser amado! Com que aneloCom quanto ardor este adorado sonhoAcalentei em meu delírio ardentePor essas doces noites de desvelo!Ser amado por ti, o teu alentoA bafejar-me a abrasadora frente!Em teus olhos mirar meu pensamento,Sentir em mim tu’alma, ter só vidaP’ra tão puro e celeste sentimentoVer nossas vidas quais dois mansos rios,Juntos, juntos perderem-se no oceano,Beijar teus lábios em delírio insanoNossas almas unidas, nosso alento,Confundido também, amante, amadoComo um anjo feliz... que pensamento!?Disponível em: .<https://www.pensador.com/frases/NTU2MTQw//> Acesso em: 07 nov. 2016.
Texto 3
LivreCruz e SousaLivre!Ser livre da matéria escrava,arrancar os grilhões que nos flagelame livre penetrar nos Dons que selam aalma e lhe emprestam toda a etérea lava.Livre da humana, da terrestre bavados corações daninhos que regelam,quando os nossos sentidos se rebelamcontra a Infâmia bifronte que deprava.Livre! bem livre para andar mais puro,mais junto à Natureza e mais segurodo seu Amor, de todas as justiças.Livre! para sentir a Natureza,para gozar, na universal Grandeza,Fecundas e arcangélicas preguiças.Disponível em:<https://poesiaspoemaseversos.com.br/cruz-e-sousa-poemas>. Acesso em: 07 nov. 2016.
Em “O Último Poema”, no texto 1, Manuel Bandeira concretiza, o que é denominado4B0DB274-E3 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Católica de Pelotas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão considere os textos 1, 2 e 3.
Texto 1
O Último PoemaManuel BandeiraAssim eu quereria o meu último poema.Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menosintencionaisQue fosse ardente como um soluço sem lágrimasQue tivesse a beleza das flores quase sem perfumeA pureza da chama em que se consomem os diamantesmais límpidosA paixão dos suicidas que se matam sem explicação.Disponível em:. <http://www.releituras.com/>Acesso em: 07 nov. 2016.
Texto 2
AMAR E SER AMADOCastro AlvesAmar e ser amado! Com que aneloCom quanto ardor este adorado sonhoAcalentei em meu delírio ardentePor essas doces noites de desvelo!Ser amado por ti, o teu alentoA bafejar-me a abrasadora frente!Em teus olhos mirar meu pensamento,Sentir em mim tu’alma, ter só vidaP’ra tão puro e celeste sentimentoVer nossas vidas quais dois mansos rios,Juntos, juntos perderem-se no oceano,Beijar teus lábios em delírio insanoNossas almas unidas, nosso alento,Confundido também, amante, amadoComo um anjo feliz... que pensamento!?Disponível em: .<https://www.pensador.com/frases/NTU2MTQw//> Acesso em: 07 nov. 2016.
Texto 3
LivreCruz e SousaLivre!Ser livre da matéria escrava,arrancar os grilhões que nos flagelame livre penetrar nos Dons que selam aalma e lhe emprestam toda a etérea lava.Livre da humana, da terrestre bavados corações daninhos que regelam,quando os nossos sentidos se rebelamcontra a Infâmia bifronte que deprava.Livre! bem livre para andar mais puro,mais junto à Natureza e mais segurodo seu Amor, de todas as justiças.Livre! para sentir a Natureza,para gozar, na universal Grandeza,Fecundas e arcangélicas preguiças.Disponível em:<https://poesiaspoemaseversos.com.br/cruz-e-sousa-poemas>. Acesso em: 07 nov. 2016.
Sobre o(s) texto(s) é correto afirmar que:4B096417-E3 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Católica de Pelotas · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão considere os textos 1, 2 e 3.
Texto 1
O Último PoemaManuel BandeiraAssim eu quereria o meu último poema.Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menosintencionaisQue fosse ardente como um soluço sem lágrimasQue tivesse a beleza das flores quase sem perfumeA pureza da chama em que se consomem os diamantesmais límpidosA paixão dos suicidas que se matam sem explicação.Disponível em:. <http://www.releituras.com/>Acesso em: 07 nov. 2016.
Texto 2
AMAR E SER AMADOCastro AlvesAmar e ser amado! Com que aneloCom quanto ardor este adorado sonhoAcalentei em meu delírio ardentePor essas doces noites de desvelo!Ser amado por ti, o teu alentoA bafejar-me a abrasadora frente!Em teus olhos mirar meu pensamento,Sentir em mim tu’alma, ter só vidaP’ra tão puro e celeste sentimentoVer nossas vidas quais dois mansos rios,Juntos, juntos perderem-se no oceano,Beijar teus lábios em delírio insanoNossas almas unidas, nosso alento,Confundido também, amante, amadoComo um anjo feliz... que pensamento!?Disponível em: .<https://www.pensador.com/frases/NTU2MTQw//> Acesso em: 07 nov. 2016.
Texto 3
LivreCruz e SousaLivre!Ser livre da matéria escrava,arrancar os grilhões que nos flagelame livre penetrar nos Dons que selam aalma e lhe emprestam toda a etérea lava.Livre da humana, da terrestre bavados corações daninhos que regelam,quando os nossos sentidos se rebelamcontra a Infâmia bifronte que deprava.Livre! bem livre para andar mais puro,mais junto à Natureza e mais segurodo seu Amor, de todas as justiças.Livre! para sentir a Natureza,para gozar, na universal Grandeza,Fecundas e arcangélicas preguiças.Disponível em:<https://poesiaspoemaseversos.com.br/cruz-e-sousa-poemas>. Acesso em: 07 nov. 2016.
Os textos de Manuel Bandeira, Castro Alves e Cruz e Sousa são, respectivamente, de quais períodos literários?9B1AD3C4-E0 Literatura
Escolas LiteráriasCentro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosIrene no céu
“Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
– Licença, meu branco!
E São Pedro, bonachão:
– Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.”
A respeito do romance “Terras do sem fim” de Jorge Amado, assinale a alternativa CORRETA:9B14EE24-E0 Literatura
Escolas LiteráriasCentro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosIrene no céu
“Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
– Licença, meu branco!
E São Pedro, bonachão:
– Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.”
“O escritor se apropria de narrativas simples e concede voz a personagens carentes de discurso próprio, que usam frases feitas, chavões, e lhes confere valor artístico. É um conto construído em verso, que busca reproduzir uma carta sentimental, cada verso é um clichê, o que revela a carência de discurso da personagem. As dificuldades discursivas aparecem na completa falta de pontuação, e são assumidas pela própria personagem nos dois últimos versos”. Assinale a alternativa que corresponde ao conto aludido.9B1128BD-E0 Literatura
Escolas LiteráriasCentro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosIrene no céu
“Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
– Licença, meu branco!
E São Pedro, bonachão:
– Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.”
Manuel Bandeira, poeta modernista, revela no texto acima uma das suas fortes características, a tendência em:452EB78D-DF Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosGeleia Geral, composta por Gilberto Gil e Torquato Neto, é uma canção bastante representativa da valorização do hibridismo proposta pelo movimento tropicalista nas artes nacionais. Nesse sentido, há na canção uma quantidade significativa de referências a elementos culturais eruditos e populares das mais variadas origens: literatura, música, cinema, carnaval, festividades religiosas, etc.
Nestas duas colunas, há três versos da canção e três obras a que esses versos fazem referência.
1- Minha terra é onde o sol é mais limpo
2- Pindorama, país do futuro
3- Salve o lindo pendão dos seus olhos
( ) Manifesto Antropófago, Oswald de Andrade
( ) Canção do Exílio, Gonçalves Dias
( ) Hino à Bandeira, Olavo Bilac
A sequência correta de preenchimento dos parêntesis, de cima para baixo, é:
F3D808FF-DD Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão01 Acreditei que se amasse de novo
02 esqueceria outros
03 pelo menos três ou quatro rostos que amei
04 Num delírio de arquivística
05 organizei a memória em alfabetos
06 como quem conta carneiros e amansa
07 no entanto flanco aberto não esqueço
08 e amo em ti os outros rostos
09 Qual tarde de maio.
10 Como um trunfo escondido na manga
11 carrego comigo tua última carta
12 cortada
13 uma cartada.
14 Não, amor, isto não é literaturaAna Cristina Cesar, “Contagem regressiva”
Assinale a alternativa correta sobre o fragmento do poema “Contagem regressiva”.2F92C36A-DB Literatura
Escolas LiteráriasEnsino Einstein · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
O trecho acima integra o conto O Burrinho Pedrês, da obra Sagarana, escrita por João Guimarães Rosa. Dele é correto afirmar que