Questões do ENEM: Linguagens e Parnasianismo

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

61 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 4.

  • BB33639C-E2

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Para o teste seguinte, analise as afirmativas e assinale a opção correta.

    I. Ora afirmando a superioridade do EU sobre o mundo, ora a do mundo sobre o EU, ora escavando os seus próprios abismos pessoais, ora investigando a visão objetiva, Carlos Drummond de Andrade fará dessa dualidade a marca de um poesia tanto lírica, expressando o sujeito, como social e metafísica, delimitando os objetos.

    II. Olavo Bilac tratou do amor a partir de dois ângulos distintos: um platônico e outro sensual.

    III.Se escreveu folhetins para sobreviver, foi na literatura de denúncia social que Aluísio Azevedo encontrou as condições para o desenvolvimento de uma obra adulta.
    Escolha uma alternativa para a questão bb33639c-e2
  • 1D0B1EC0-E0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um dos aspectos que faz com que a poesia simbolista se contraponha frontalmente ao Parnasianismo é:
    Escolha uma alternativa para a questão 1d0b1ec0-e0
  • CEC28019-B5

    Literatura

    Arcadismo
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2014
    A linguagem orgânica, cientificista, com termos advindos da química, causou estranhamento na crítica da época. O estilo de Augusto dos Anjos não se enquadrou nem mesmo dentro das escolas às quais ele era contemporâneo, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão cec28019-b5
  • 76361793-06

    Literatura

    Escolas Literárias
    UniCEUB · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Relacione as obras abaixo às respectivas escolas literárias. A seguir, assinale a alternativa que as apresenta na sequência correta.

    ( ) VASO CHINÊS

    Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
    Casualmente, uma vez, de um perfumado
    Contador sobre o mármore luzidio,
    Entre um leque e o começo de um bordado
    .
    ..."

    ( ) ODE AO BURGUÊS

    “Eu insulto o burguês! O burguês-níquel,
    o burguês-burguês!
    A digestão bem-feita de São Paulo!
    O homem-curva! O homem-nádegas!
    O homem que sendo francês, brasileiro, italiano,
    é sempre um cauteloso pouco-a-pouco!
    ..."


    ( ) SE EU MORRESSE AMANHÃ

    “Se eu morresse amanhã, viria ao menos
    Fechar meus olhos minha triste irmã;
    Minha mãe de saudades morreria
    Se eu morresse amanhã!
    ..."

    1 - Romantismo
    2 - Modernismo
    3 - Parnasianismo
    Escolha uma alternativa para a questão 76361793-06
  • AA2D6178-7C

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Psicologia de um vencido

    Eu, filho do carbono e do amoníaco,
    Monstro de escuridão e rutilância,
    Sofro, desde a epigênesis da infância,
    A influência má dos signos do zodíaco.

    Profundíssimamente hipocondríaco,
    Este ambiente me causa repugnância...
    Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
    Que se escapa da boca de um cardíaco.

    Já o verme — este operário das ruínas —
    Que o sangue podre das carnificinas
    Come, e à vida em geral declara guerra,

    Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
    E há de deixar-me apenas os cabelos,
    Na frialdade inorgânica da terra!


    ANJOS, A. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.

    A poesia de Augusto dos Anjos revela aspectos de uma literatura de transição designada como pré-modernista. Com relação à poética e à abordagem temática presentes no soneto, identificam-se marcas dessa literatura de transição, como
    Escolha uma alternativa para a questão aa2d6178-7c
  • 98586F79-E0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    As opções abaixo apresentam opiniões de alguns críticos sobre diferentes escolas literárias. Marque aquela que NÃO se relaciona ao comentário.
    Escolha uma alternativa para a questão 98586f79-e0
  • E2479EDD-96

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Mal secreto

          Se a cólera que espuma, a dor que mora
         N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
         Tudo o que punge, tudo o que devora
         O coração, no rosto se estampasse;
         Se se pudesse, o espírito que chora,
         Ver através da máscara da face,
         Quanta gente, talvez, que inveja agora
         Nos causa, então piedade nos causasse!
         Quanta gente que ri, talvez, consigo
         Guarda um atroz, recôndito inimigo,
         Como invisível chaga cancerosa!
         Quanta gente que ri, talvez existe,
         Cuja ventura única consiste
         Em parecer aos outros venturosa!

    CORREIA. R In: PATRIOTA, M. Para compreender Raimundo Correia. Brasilia: AFhambra, 1995.

    Coerente com a proposta parnasiana de cuidado formal e racionalidade na condução temática, o soneto de Raimundo Correia reflete sobre a forma como as emoções do indivíduo são julgadas em sociedade. Na concepção do eu lírico, esse julgamento revela que
    Escolha uma alternativa para a questão e2479edd-96
  • 6643E1BA-64

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNEAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Pelas características descritas no texto abaixo de Abdala Junior, o poema "A Carolina", abaixo transcrito, deve ser atribuído a que poeta e a que movimento literário?

    A Carolina

    Querida, ao pé do leito derradeiro

    Em que descansas dessa longa vida,

    Aqui venho e virei, pobre querida,

    Trazer-te o coração do companheiro.

    Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro

    Que, a despeito de toda a humana lida,

    Fez a nossa existência apetecida

    E num recanto pôs um mundo inteiro.

    Trago-te flores, - restos arrancados

    Da terra que nos viu passar unidos

    E ora mortos nos deixa e separados.

    Que eu, se tenho nos olhos malferidos

    Pensamentos de vida formulados,

    São pensamentos idos e vividos.


    (Dedicatória de Relíquias da casa velha).



    “Quem inicia o estudo da poética brasileira das últimas décadas do século XIX vê-se diante da pretensa ‘impassibilidade’ do Parnasianismo. Para o registro da realidade, o poeta não poderia ser subjetivo, evidenciando seus sentimentos. Ele deveria limitar- se a descrever situações "neutramente", sem se envolver com elas. Essa pretensa "impassibilidade", entretanto, não existiu. Nem seria possível, pois o poeta só pode construir o poema selecionando situações, palavras imagens, a partir de sua própria perspectiva. A subjetividade é inerente às ações humanas. [...] As transformações técnicas e os movimentos sociais do século XIX não poderiam conformar-se ao exaurido sentimentalismo ultrarromântico. Castro Alves e outros românticos deram os primeiros passos na direção da objetividade, trajetória a ser continuada pelos poetas [...] que defendiam uma poesia ‘científica’, que associasse o lirismo do poeta ao realismo da representação objetiva”. (Benjamim Abdla Junior – Luz realista, forma parnasiana, estética decadentista adaptação).
    Escolha uma alternativa para a questão 6643e1ba-64
  • 63749BA1-64

    Literatura

    Barroco
    UNEAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Podemos até, antecipando-nos à leitura do soneto, anunciar o princípio de construção de que se serviu "o autor" no texto que vamos estudar: a extensão sintagmática das frases do poema, o léxico escolhido, o tom e sonoridades têm a medida – exata! – da profundidade da emoção experimentada pelo eu-lírico, numa estreita e regular correspondência (perdoem-nos mais uma vez o uso da palavra suspeita). Esse é, não percamos de vista, o fundamento que subjaz à organização do poema” (Roberto Sarmento Lima – O círculo e a palavra constantes do poema lírico).


    Soneto IV de Via-Láctea

    Como a floresta secular, sombria,

    Virgem do passo humano e do machado,

    Onde apenas, horrendo, ecoa o brado

    Do tigre, cuja agreste ramaria.

    Não atravessa nunca a luz do dia,

    Assim também, da luz do amor privado,

    Tinhas o coração ermo e fechado,

    Como a floresta secular, sombria...

    Hoje, entre os ramos, a canção sonora

    Soltam festivamente os passarinhos.

    Tinge o cimo das árvores a aurora...

    Palpitam flores, estremecem ninhos...

    E o sol do amor, que não entrava outrora,

    Entra dourando a areia dos caminhos.



    Pelas características apresentadas no texto e pelas encontradas no poema acima (rimas raras, preferência pelo rigor formal do soneto, medição das ideias, dentre outras), podemos afirmar que Roberto Sarmento Lima refere-se ao poeta ____________, ligado ao movimento denominado _______________, respectivamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 63749ba1-64
  • 5C9E470F-64

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNEAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    “A leitura deste conto nos permite ver uma experiência radical da modernidade brasileira: uma autora que representa o cotidiano mais simples, aparentemente prosaico, através de imagens poéticas que o adensam e iluminam, mostrando faces inusitadas. A primeira parte da narrativa, do ponto de vista da evolução do enredo, é simples; trata-se de um passeio de bonde de uma dona de casa saciada e aparentemente equilibrada, com um começo, meio e fim constituindo o que poderíamos chamar de trama tradicional. Os filhos crescem sem sobressaltos, o marido a protege, tudo dentro dos papéis esperados pelo mundo da cultura. Mas esta é apenas a parte inicial do conto, a camada superficial que será bruscamente dilacerada na segunda parte do texto; este procedimento [...] de mostrar um mundo coeso, aparentemente linear, para nele introduzir a ruptura e a contradição, constituem [...] uma metáfora da visibilidade do universo humano, construída em graus diverso, por olhares e possibilidades diferenciadas. [...] A outra bela imagem do texto – a do saco de tricô – lembra-nos a figura de Penélope, mas com um encaminhamento moderno: diferentemente da personagem que controla seus fios, montando-os e remontando-os, Ana é surpreendida pela parada brusca do bonde que faz desatarem, metaforicamente, seu tricô e seu ordenamento do mundo. Pela escrita dessa autora, podemos observar que seus escritos funcionam como esse saco de tricô, que se desata, surpreendendo a aparente tranquilidade da personagem, do leitor e da narrativa” (Vera Romariz – Só ou bem acompanhado? Reflexões sobre a literatura e a cultura). Pela caracterização que Vera Romariz faz da obra e da autora, podemos perceber que se trata de __________, ligada ao movimento ________.

    Qual opção completa corretamente as lacunas acima?
    Escolha uma alternativa para a questão 5c9e470f-64
  • 5E9DCF19-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a única alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5e9dcf19-e1
  • 720BFE14-E0

    Literatura

    Barroco
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Muitos escritores preocuparam-se em defender um ideário artístico que servisse de orientação para outros companheiros. Podemos dizer, grosso modo, que esses ideários assemelham-se a manuais. Pensando nisso, leia os versos a seguir, em que o autor defende a liberdade estética na criação da poesia, e identifique o período literário a que esses versos pertencem.

    (...) Não acho mais graça nenhuma nisso da gente submeter comoções a um leito de Procusto(1) para que obtenham, em ritmo convencional, número convencional de sílabas. Já, primeiro livro, usei indiferentemente, sem obrigação de retorno periódico, os diversos metros pares. Agora liberto-me também desse preconceito.


    (...) Marinetti (2) foi grande quando redescobriu o poder sugestivo, associativo, simbólico, universal, musical da palavra em liberdade. Aliás: velha como Adão. Marinetti errou: fez dela sistema. É apenas auxiliar poderosíssimo. Uso palavras em liberdade.


    (...) (1) Na mitologia grega, Procusto era um bandido que tinha, em sua casa, uma cama (leito) de ferro na qual convidava todos os viajantes a se deitarem. Se os hóspedes fossem muito altos, ele amputava o excesso de comprimento do corpo desses viajantes para ajustá-los à cama e, se tinham pequena estatura, eram esticados até atingirem o comprimento determinado. (2) Fillipo Tommaso Marinetti.

    Escolha uma alternativa para a questão 720bfe14-e0
  • CD235EB0-FE

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
            Essa poesia não logrou estabelecer-se em Portugal. De
    origem francesa, suas primeiras manifestações datam de
    1866, quando um editor parisiense publica uma coletânea de
    poemas; em 1871 e 1876, saem outras duas coletâneas. Os
    poetas desse movimento literário pregam o princípio da Arte
    pela Arte, isto é, defendem uma arte que não sirva a nada e
    a ninguém, uma arte inútil, uma arte voltada para si própria.
    A Arte procuraria a Beleza e a Verdade que existiriam nos seres
    concretos, e não no sentimento do artista. Por isso, o belo
    se confundiria com a forma que o reveste, e não com algo
    que existiria dentro dele. Daí vem que esses poetas sejam
    formalistas e preguem o cuidado da forma artística como
    exigência preliminar. Para consegui-lo, defendem uma atitude
    de impassibilidade diante das coisas: não se emocionar
    jamais; antes, impessoalizar-se tanto quanto possível pela
    descrição dos objetos, via de regra inertes ou obedientes aos
    movimentos próprios da Natureza (o fluxo e refluxo das ondas
    do mar, o voo dos pássaros, etc.). Esteticistas, anseiam
    uma arte universalista.
            Em Portugal, tentou-se introduzir esse movimento; certamente,
    impregnou alguns poetas, exerceu influência, mas
    não passou de prurido, que pouco alterou o ritmo literário
    do tempo. Na verdade, o modo fortuito como alguns se deixaram
    contaminar da nova moda poética revelava apenas
    veleidade francófila, em decorrência de razões de gosto pessoal
    ou de grupos restritos: faltou-lhes intuito comum.
    (Massaud Moisés. A literatura portuguesa, 1999. Adaptado.)



    As informações apresentadas no texto referem-se à literatura

    Escolha uma alternativa para a questão cd235eb0-fe
  • A542C537-0E

    Literatura

    Escolas Literárias
    URCA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Identifique, das alternativas abaixo, a que se refere à poesia parnasiana brasileira:

    Escolha uma alternativa para a questão a542c537-0e
  • 6A62284B-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a única alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 6a62284b-e1
  • 460FEE97-0F

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFT · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 007.jpg


    Considerando os poemas e seus autores, marque a alternativa CORRETA que indica os movimentos literários a que pertencem, respectivamente:

    Escolha uma alternativa para a questão 460fee97-0f
  • 4ECA04D6-A4

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Vaso grego
    Esta, de áureos relevos, trabalhada
    De divas mãos, brilhante copa, um dia,
    Já de aos deuses servir como cansada,
    Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.

    Era o poeta de Teos que a suspendia
    Então e, ora repleta ora esvazada,
    A taça amiga aos dedos seus tinia
    Toda de roxas pétalas colmada.

    Depois... Mas o lavor da taça admira,
    Toca-a, e, do ouvido aproximando-a, às bordas
    Finas hás de lhe ouvir, canora e doce,

    Ignota voz, qual se da antiga lira
    Fosse a encantada música das cordas,
    Qual se essa a voz de Anacreonte fosse.

    Alberto de Oliveira. Poesias completas. In: Crítica. Marco Aurélio de Mello Reis. Rio de Janeiro: EDUERJ, 197, p.144.

     Acerca do soneto Vaso grego, de Alberto de Oliveira, e do período histórico-literário a que ele remete, julgue os itens de 117 a 119 e assinale a opção correta no item 120, que é do tipo C.
    A partir da leitura do soneto Vaso grego, assinale a opção correta a respeito do tratamento estético conferido aos mitos antigos pela poética parnasiana.
    Escolha uma alternativa para a questão 4eca04d6-a4
  • 71A95D0F-49

    Literatura

    Arcadismo
    UNIFESP · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os versos de Fagundes Varela.

    Imagem 014.jpg

    Os versos filiam-se ao estilo
    Escolha uma alternativa para a questão 71a95d0f-49
  • 80A8B1AD-DF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFMT · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a estrofe e responda à questão


    Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o

    Casualmente, uma vez, de um perfumado

    Contador sobre o marmor luzidio

    Entre um leque e o começo de um bordado. 

    A estrofe acima pertence a um soneto que descreve um objeto de arte – um vaso chinês. A atitude do poeta é impessoal, a linguagem e as rimas são ricas, bem trabalhadas, a métrica é perfeita. Pode-se afirmar que pertence à estética
    Escolha uma alternativa para a questão 80a8b1ad-df
  • DE64B7E0-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2007FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a única opção INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão de64b7e0-e1