Questões do ENEM: Linguagens e nível muito fácil

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690 questões encontradas. Mostrando a página 33 de 35.

  • B684D0AF-B5

    Literatura

    Escolas Literárias
    IF-TM · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Assinale com V(verdadeiro) ou F (falso) as afirmações a seguir, relacionadas à obra Noite na Taverna, de Álvares Azevedo.

    ( ) As citações filosóficas confirmam a temática oposicionista do livro ao abordar: imortalidade da alma x mortalidade da alma; a afirmação do prazer x negação do prazer; a existência de Deus x a inexistência de Deus.

    ( ) O tema, no segundo capítulo, é a necrofilia, a morte, a catalepsia e o amor obsessivo. Contudo, a necrofilia pretendida por Bertran não se concretiza, uma vez que a defunta acorda durante o coito.

    ( ) De acordo com Bertran, no terceiro capítulo, em que Satã mostra o mundo a Cristo, e oferece-o a Ele, Bertran o ironiza por decepcionar-se com o mundo ao verificar que este é árido e amargo diante da fome e da sede.

    ( ) Através do personagem Gennaro, considerado o mais normal de todos os amigos na taverna, a temática abordada no quarto capítulo é o desencontro, a ingratidão, o aborto, o adultério, o sonambulismo, o amor obsessivo, o suicídio e o arrependimento.

    ( ) A perversão sexual e o amor obsessivo de Arnold permeiam o quinto capítulo, no qual ele propõe a Eleonora a fuga e ou a morte. Eles fogem, porém o Duque Maffio a encontra só, e quando Arnold , que saíra, retorna ao quarto, encontra-os ensopados de sangue no recanto escuro da alcova. ( ) Johann, no sexto capítulo, comete fratricídio e o incesto, contudo, pratica-os sem saber quem era o seu algoz e sua amante.

    ( ) Pode-se concluir que, na obra, o homem não passa de uma fera, o qual justifica intelectualmente sua conduta, com argumentos tanto filosóficos quanto literários, os quais remetem o leitor ao romance fantástico, remetendo-o a questionamentos profundos sobre temas não muito comuns para discussão.

    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo é:

    Escolha uma alternativa para a questão b684d0af-b5
  • B6739460-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Considere as afirmações a respeito do texto I e II.

    I - O texto I utiliza a ironia, uma vez que se verifica contradição entre o ambiente urbano e os slogans colocados nos carros.

    II - Os textos I e II abordam o mesmo tema, em que ambos ressaltam a importância de se conscientizar quanto aos impactos ambientais causados pelo uso excessivo de transportes individuais.

    III - O texto II fez o emprego da função conativa, posto que tenta persuadir o leitor a uma mudança de comportamento em relação à utilização do transporte coletivo.

    IV - Nos textos I e II, há a predominância da função emotiva, visto que os autores expressam o seu sentimento em relação ao uso do transporte urbano e a preocupação com as questões ambientais.

    Assinale:

    Escolha uma alternativa para a questão b6739460-b5
  • C4096D74-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Analise o segmento: “O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro”. Nesse trecho, é evidente o propósito do autor de reforçar sua argumentação:
    Escolha uma alternativa para a questão c4096d74-b5
  • B2AB7BDD-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Um trecho que justifica o título atribuído ao texto é:
    Escolha uma alternativa para a questão b2ab7bdd-b1
  • B302D0F5-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICENTRO · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    VISITING LONDON

    Today, more than 6.000.000 people live in London and every year, more than nine million people come from countries all over the world to visit the city.
    A quick and easy way to get to different places in the city is to use an Underground train. The trains run all day and most of the night. You can see much more of London from one of its famous red buses. There are some special buses for visitors that take you to many of the interesting places in the city on one journey that takes about one and a half hour. London taxis are called ‘black cabs’. Most of them are black but some are not. The drivers are friendly and helpful. It’s also possible to take a long boat trip along the River Thames and see lovely places in London and out of the city. London has interesting old buildings to visit, many of them are hundreds of years old: The Buckingham Palace – the home of the Queen; the Tower Bridge – opened in 1894, The Houses of the Parliament – the home of the British government and beautiful churches: St. Paul’s Cathedral and Westminster Abbey. This abbey is where many kings and queens are crowned – or get the throne – and where the royal family get married.
    London has beautiful parks and gardens, theatres, museums and art galleries. There are also streets with famous shops and markets and international restaurants and English pubs where you can drink the English beer. The typical English food is fish and chips. They’re cheap and good to eat. But there are many, many more things to see and do in London. Come and see!

    (Adapted from London Factfiles – J. Escott – Oxford Bookworms 1)
    According to the text, the place where the royal family gets married is
    Escolha uma alternativa para a questão b302d0f5-b0
  • DFE72B03-B0

    Espanhol

    Advérbios e Locuções Adverbiais | Adverbios y Locuciones Adverbiales
    UNICENTRO · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2010

    (Trecho extraído del periódico online El País – 28.12.2009) <https://elpais.com/articulo/pantallas/twitter/rentable/elpepirtv/20091228elpepirtv_4/Tes>

    Assinale em qual frase, referente ao texto, o uso de mucho é INCORRETO.
    Escolha uma alternativa para a questão dfe72b03-b0
  • DFE3FB2D-B0

    Espanhol

    Artigos | Artículos
    UNICENTRO · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2010

    (Trecho extraído del periódico online El País – 28.12.2009) <https://elpais.com/articulo/pantallas/twitter/rentable/elpepirtv/20091228elpepirtv_4/Tes>

    Considere as seguintes afirmações:

    I. el (linha 1) é artigo neutro.

    II. un (linha 35) é artigo indefinido.

    III. las (linha 23) é o feminino de él.

    IV. los (linha 15) é sinônimo de ellos.

    V. una (linha 47) é artigo indefinido, singular e feminino.

    Quais são corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão dfe3fb2d-b0
  • C0318FF4-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFPR · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Lucy’s Big Brother Reveals New Facets of her Species

         First came Lucy. Then came Lucy’s baby, an infant of her species. Now comes Lucy’s “big brother”: the partial skeleton of a large male of Australopithecus afarensis, unveiled this week in the Proceedings of the National Academy of Sciences. The roughly 40% complete skeleton has been nicknamed Kadanuumuu, which means “big man” in the Afar language of the Afar Depression of Ethiopia, where it was found. “It was huge – a big man, with long legs”, says lead author Yohannes Haile-Selassie, a palaeoanthropologist at the Cleveland Museum of Natural History in Ohio.
         Dated to 3.6 million years ago, the new skeleton is almost half a million years older than Lucy and the second oldest skeleton found of a possible human ancestor. It had long legs and a torso and a pelvis more like those of a modern human than an African ape, showing that fully upright walking was in place at this early date, Haile-Selassie says. Although headless, the skeleton also preserves parts not found before in Lucy’s species. “It is important because it provides the ribs and scapula”, says palaeoanthropologist Carol Ward of the University of Missouri, Columbia.
         In 2005, a sharp-eyed member of Haile-Selassie’s team, Alemayehu Asfaw, spotted a fragment of lower arm bone on the ground at Woranso-Mille, about 48 kilometers north of Lucy’s grave at Hadar. Over the next 4 years, the team unearthed the shoulder blade, collarbone, ribs, and neck vertebra, the first time those bones were found together in an A. afarensis adult. The team also found a pelvis, an arm, and leg bones. Although they never found the skull or teeth, which are typically used to assign species, the skeleton’s age and similarity to Lucy suggest that it belongs to her species, says co-author Owen Lovejoy of Kent State University in Ohio.
         The robust male stood between 1.5 and 1.7 meters tall, about 30% larger than Lucy. Isolated bones of other individuals suggest that some males were even larger, so the new skeleton doesn’t settle a long-standing debate over just how much sexual dimorphism there was in A. afarensis, Lovejoy says. The shoulder blade looks more like that of a gorilla and a modern human than that of a chimpanzee. The curvature of the second rib suggests a wide rib cage at the top and a barrel shape overall, similar to that of modern humans and distinct from the more funnel-shaped rib cage of a chimpanzee, the authors say.
    (Science Magazine, 25 June 2010.)
    Why do palaeoanthropologists believe the skeleton may be a human ancestor?
    Escolha uma alternativa para a questão c0318ff4-b0
  • BF716F75-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFPR · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bf716f75-b0
  • BF5458EA-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Os textos a seguir são referência para a questão.

    Texto 1:
         Apenas poucos séculos atrás, a mera ideia de resistir à agricultura, ao invés de estimulá-la, pareceria ininteligível. Como teria progredido a civilização sem a limpeza das florestas, o cultivo do solo e a conversão da paisagem agreste em terra colonizada pelo homem? Os reis e grandes proprietários podiam reservar florestas e parques para caça e extração de madeira, mas na Inglaterra Tudor a preservação artificial dos cumes incultos teria parecido tão absurda como a criação de santuários para pássaros e animais que não podiam ser comidos ou caçados. A tarefa do homem, nas palavras do Gênesis (I, 28), era “encher a terra e submetê-la”, derrubar matas, lavrar o solo, eliminar predadores, matar insetos nocivos, arrancar fetos, drenar pântanos. A agricultura estava para a terra assim como o cozimento para a carne crua. Convertia a natureza em cultura. Terra não cultivada significava homens incultos. E quando os ingleses seiscentistas mudaram-se para Massachusetts, parte de sua argumentação em defesa da ocupação dos territórios indígenas foi que aqueles que por si mesmos não submetiam e cultivavam a terra não tinham direito de impedir que outros o fizessem.

    Fetos: plantas da espécie que inclui samambaias e avencas.
    (THOMAS, Keith. O homem e o mundo natural. S. Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 17-18.)  

    Texto 2:
         Antes dos anos 80, o termo biodiversidade não era conhecido. Esse termo, que une as palavras ‘diversidade’ e ‘biológica’, foi popularizado pelo livro Biodiversidade, de 1988, organizado pelo biólogo norte-americano Edward O. Wilson, um dos pioneiros da ecologia, a partir dos debates do Fórum Nacional de Biodiversidade, realizado dois anos antes em Washington (Estados Unidos). O livro foi publicado no Brasil em 1997. No conceito de biodiversidade estão incluídos todos os seres vivos e as relações que esses organismos têm entre si e com o meio físico, transformando e construindo florestas, lagos e todos os elementos da paisagem que normalmente chamamos de natureza. Assim, plantas, animais e ecossistemas passaram a ser entendidos como um complexo integrado, que dá forma e funcionamento à vida no planeta.
         A biodiversidade, portanto, não se refere exclusivamente aos organismos em si, mas também ao ambiente criado a partir da presença deles. É como um jogo de xadrez. De que valem as peças se não forem realizadas boas jogadas? Precisamos compreender as complexas regras desse jogo, para evitar ou minimizar nossas interferências nefastas. No caso da Amazônia, precisamos apreender a biodiversidade da região em toda a sua complexidade e dinâmica, entender os efeitos dos processos de mudança e buscar as melhores soluções para a manutenção dessa diversidade.
    (A Amazônia está mudando. Ciência Hoje, jul. 2007, p. 40.)
    No Texto 1, o autor:
    Escolha uma alternativa para a questão bf5458ea-b0
  • F5ABFC18-B0

    Literatura

    Gêneros Literários
    UEL · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto II e responda a questão.

    Texto II

    O tempo fecha.
    Sou fiel aos acontecimentos biográficos.
    Mais do que fiel, oh, tão presa! Esses mosquitos
    que não largam! Minhas saudades ensurdecidas
    por cigarras! O que faço aqui no campo
    declamando aos metros versos longos e sentidos?
    Ah que estou sentida e portuguesa, e agora não
    sou mais, veja, não sou mais severa e ríspida:
    agora sou profissional.
    (CESAR, Ana Cristina. A teus pés. 6. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, s/d. p. 9.)

    Em relação à forma do poema, considere as afirmativas a seguir.

    I. Segue os padrões formais da poesia pelo uso de rimas interpoladas e de versos com métrica uniforme.

    II. Está em sintonia com os preceitos da poesia moderna por utilizar versos sem métrica uniforme.

    III. Estabelece ligações entre poesia e prosa, rompendo as fronteiras entre os gêneros.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão f5abfc18-b0
  • B0D86390-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia os excertos.
    “Os vizinhos, que não gostam dos meus hábitos reclusos e calados, deram curso à alcunha, que afinal pegou. Nem por isso me zanguei. Contei a anedota aos amigos da cidade, e eles, por graça, chamam-me assim, alguns em bilhetes: ‘Dom Casmurro, domingo vou jantar com você.’ (p.1).”

    “Vivo só, com um criado. A casa em que moro é própria; fi-la construir de propósito, levado de um desejo tão particular que me vexa imprimi-lo, mas vá lá. Um dia, há bastantes anos, lembrou-me reproduzir no Engenho Novo a casa em que me criei na antiga Rua de Matacavalos, dando-lhe o mesmo aspecto e economia daquela outra, que desapareceu.” (p.2)

    Nesses trechos, o narrador de Dom Casmurro pretende justificar aspectos de sua vida. Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b0d86390-b0
  • 37B712E6-AF

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Pelota valenciana: un deporte olímpico


    Josué Ferrer


               ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.
             1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
              2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
             3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
            4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
           6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
             7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
            8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
           9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
            10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
           El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
     A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.


    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.
    Entre as diversas razões expostas pelo autor do texto a favor do esporte “pelota valenciana”, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 37b712e6-af
  • 37AB2492-AF

    Espanhol

    Vocabulário | Vocabulario
    UFU-MG · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Pelota valenciana: un deporte olímpico


    Josué Ferrer


               ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.
             1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
              2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
             3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
            4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
           6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
             7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
            8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
           9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
            10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
           El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
     A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.


    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.

    Leia a seguinte passagem extraída do texto e assinale a opção que NÃO apresenta um equivalente para o fragmento em destaque:


    “Aunque SE LES TILDE DE deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento.” (párrafo 11)

    Escolha uma alternativa para a questão 37ab2492-af
  • 37904536-AF

    Espanhol

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    UFU-MG · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Pelota valenciana: un deporte olímpico


    Josué Ferrer


               ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.
             1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
              2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
             3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
            4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
           6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
             7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
            8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
           9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
            10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
           El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
     A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.


    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.
    Entre os mitos e preconceitos sobre a “pelota valenciana” assinalados pelo autor está o de ser
    Escolha uma alternativa para a questão 37904536-af
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    Pelota valenciana: un deporte olímpico


    Josué Ferrer


               ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.
             1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
              2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
             3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
            4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
           6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
             7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
            8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
           9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
            10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
           El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
     A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.


    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.

    Leia as afirmativas abaixo, verifique se são falsas ou verdadeiras e, a seguir, assinale a alternativa correta.



    Josué Ferrer, en su texto,



    I - compara la pelota con otros deportes y por eso incita a la promoción de la pelota valenciana a la condición de deporte olímpico.

    II - levanta la voz a favor de la pelota valenciana, puesto que está desterrada de los juegos olímpicos desde la época de los emperadores.

    III - recuerda los aficionados a la pelota, cuyo renombre en la historia cultural del país realza la importancia del juego, así que llama ignorante al lector que cree que es un deporte de gente sin cultura.

    IV - argumenta a favor de la pelota valenciana ya que su importancia sobrepasa los límites sociales y de frontera.

    Escolha uma alternativa para a questão 378aa243-af
  • 799BBE36-E1

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    FATEC · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

                                Modo de aferventar a couve-flor

    É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.

    Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.

    A oração – ...para não escurecerem... – indica uma

    Escolha uma alternativa para a questão 799bbe36-e1
  • 557912CC-6D

    Português

    Coesão e coerência
    UEG · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    A única alternativa abaixo em que a primeira sentença está corretamente parafraseada pela segunda é:
    Escolha uma alternativa para a questão 557912cc-6d
  • B2F135B9-58

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UFG · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto “A televisão pifou” para responder às questões de 14 a 20. A história foi produzida com base nas imagens a seguir.

    Imagem 006.jpg
    Imagem 007.jpg


    Os itens sublinhados em “Aquele uma homem estava na fora, pois tinha uma problema defeito linha” representam uma inadequação quanto à marcação de gênero. O uso adequado para estabelecer a concordância é:
    Escolha uma alternativa para a questão b2f135b9-58
  • AEC9A51D-58

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UFG · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto “A televisão pifou” para responder às questões de 14 a 20. A história foi produzida com base nas imagens a seguir.

    Imagem 006.jpg
    Imagem 007.jpg


    “Duas pessoas foram auxiliaram” apresenta uma inadequação quanto ao uso da marca de plural. Uma opção de reescrita segundo a norma padrão brasileira é:
    Escolha uma alternativa para a questão aec9a51d-58