Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 25 de 237.

  • A6902371-F4

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Analise o fragmento de um poema, transcrito abaixo.


    Procura da poesia


    Penetra surdamente no reino das palavras.

    Lá estão os poemas que esperam ser escritos.

    [...]

    Chega mais perto e contempla as palavras.

    Cada uma

    Tem mil faces secretas sob a face neutra

    E te pergunta, sem interesse pela resposta, pobre ou

    terrível, que lhe deres:

    Trouxeste a chave?

    (Carlos Drummond de Andrade).


    O ‘como fazer poesia’ constitui também um tema sobre o qual se debruçaram e se debruçam os autores. Cada poeta é cativo dos cânones de sua escola literária; uns mais, outros menos. No poema mostrado acima, Drummond: 


    Escolha uma alternativa para a questão a6902371-f4
  • A68D650D-F4

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Nova Poética

    Estou farto do lirismo comedido
    Do lirismo bem comportado
    Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente, protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor [...]
    Estou farto do lirismo namorador
    Político,
    Raquítico, Sifilítico.
    (Manuel Bandeira)

    Este poema de Manuel Bandeira pode ser entendido como:
    1) aversão declarada aos cânones aceitos por escolas literárias que privilegiavam a perfeição da ‘forma poética’.
    2) manifestação dos novos ideais literários propostos pelas vanguardas do Modernismo brasileiro.
    3) expressão da reiterada aspiração de que voltassem os modelos poéticos defendidos pela produção da ‘Arte pela Arte’.
    4) demarcação da função estética do fazer poético, a qual se furta a se ajustar aos limites puristas impostos pelas normas linguísticas.
    5) anuência ao imaginário das escolas do Romantismo que enalteciam as expressões do lirismo e do envolvimento amoroso.

    Estão corretas

    Escolha uma alternativa para a questão a68d650d-f4
  • A684614E-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

     

    Como uma onda

    1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.

    2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.

    3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão. 4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrer variação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê. 5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua. 6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?

    7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!

    (Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).

    Em relação ao Texto, cabem, corretamente, algumas observações: 

    1) a pretensão do autor é oferecer outra concepção da língua, objeto que está em discussão.
    2) o tema tratado carece de relevância, pois aborda uma questão socialmente aceita e incontroversa.
    3) a linguagem preferida pelo autor se afasta de certezas e definições categóricas.
    4) o título do texto tem um sentido claramente metafórico.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão a684614e-f4
  • A6815061-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

     (O melhor de Calvin. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 10/2002,).


    É absolutamente atual o recurso a outras formas de linguagem, de suportes e de gêneros textuais, disponibilizados pelo aparato tecnológico aplicado à comunicação. No caso da tirinha de Calvin, mostrada acima, a ideia do garoto:


    1) contraria a dinâmica dos processos implicados na interação verbal; daí, a sua complexidade e seus limites visivelmente insuperáveis.

    2) fere as expectativas aceitáveis, pois o próprio intento regular para a interação verbal regula, para as palavras, certa estabilidade de sentido.

    3) não é pertinente, pois cada língua é produto da intervenção de todos os falantes e subsiste, exatamente, pelo uso coletivo do grupo.

    4) acarretaria, por suposto, uma imensa desordem na interlocução social, uma vez que se perderia a razão de ser de uma forma de linguagem.

    Estão corretas: 

    Escolha uma alternativa para a questão a6815061-f4
  • A67E2203-F4

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A observância às normas da concordância verbal, em geral, é considerada indício de um saber gramatical mais apurado. Goza, por isso, de certo prestígio social. Sob esse prisma, identifique as alternativas em que tais normas foram corretamente observadas.
    Escolha uma alternativa para a questão a67e2203-f4
  • A677BDCD-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A arte de escrever

    1. Há, portanto, uma arte de escrever, que é a produção de um texto escrito. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma atividade social indispensável, para a qual falta, não obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar adequada.

    2. A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais fácil na medida em que se beneficia da prática da fala cotidiana, de cujos elementos parte, em princípio. O que há de comum, antes de tudo, entre a exposição oral e a escrita é a necessidade de uma boa composição, isto é, uma distribuição metódica e compreensiva de ideias.

    3. Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo definido. Ninguém é capaz de escrever bem se não sabe bem sobre o que vai escrever. Justamente por causa disso, as condições para a escrita de um texto, no exercício da vida profissional ou no intercâmbio social amplo, são muito diversas das da redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da nossa especialidade tiram da redação escolar o caráter negativo de mero exercício formal.

    4. Qualquer um de nós, senhor de um assunto é, em princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um dom inato, especial, para escrever, ao contrário do que muita gente pensa. Há apenas uma falta de preparação especial, que o esforço e a prática continuada e persistente vencem.

    5. Por outro lado, a arte de escrever, na medida em que consubstancia a nossa capacidade de expressão do pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo. [...]

    6. A arte de escrever precisa assentar numa atividade preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um hábito de leitura inteligentemente conduzido. Depende muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do que outros, com bons resultados, escreveram.

    CAMARA, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis, Vozes, 1983. Adaptado.
    O autor do Texto 2 tenta desmistificar um mito que paira no cotidiano de algumas pessoas. A superação desse mito leva a admitir como inaceitável a crença de que
    Escolha uma alternativa para a questão a677bdcd-f4
  • A66F3155-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos


    Se você parar para pensar...


    1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

    2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

    3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

    4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

    5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

    (CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

    Em relação aos possíveis leitores do Texto, o propósito comunicativo pretendido foi:
    Escolha uma alternativa para a questão a66f3155-f4
  • A666B08B-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos


    Se você parar para pensar...


    1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

    2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

    3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

    4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

    5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

    (CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

    A ideia global do Texto pode ser sintetizada conforme a seguinte alternativa: 
    Escolha uma alternativa para a questão a666b08b-f4
  • DF92A3AF-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    O processo de argumentação do texto é construído por meio de uma
    Escolha uma alternativa para a questão df92a3af-f4
  • DF8BE454-F4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Observe o infográfico a seguir para responder à questão .


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019


    According to the information expressed in the image and the data, The Global Goals, we verify that the 

    Escolha uma alternativa para a questão df8be454-f4
  • DF8764CA-F4

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    UEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    This is how UN scientists are preparing for the end of capitalism


               Capitalism as we know it is over. So suggests a new report commissioned by a group of scientists appointed by the UN secretary general. The main reason? We’re transitioning rapidly to a radically different global economy, due to our increasingly unsustainable exploitation of the planet’s environmental resources and the shift to less efficient energy sources .
        Climate change and species extinctions are accelerating even as societies are experiencing rising inequality, unemployment, slow economic growth, rising debt levels, and impotent governments. Contrary to the way policymakers usually think about these problems these are not really separate crises at all.
            These crises are part of the same fundamental transition. The new era is characterized by inefficient fossil fuel production and escalating costs of climate change. Conventional capitalist economic thinking can no longer explain, predict or solve the workings of the global economy in this new age.

    Energy shift

           Those are the implications of a new background paper prepared by a team of Finnish biophysicists who were asked to provide research that would feed into the drafting of the UN Global Sustainable Development Report (GSDR), which will be released in 2019.
              For the “first time in human history”, the paper says, capitalist economies are “shifting to energy sources that are less energy efficient.” Producing usable energy (“exergy”) to keep powering “both basic and non-basic human activities” in industrial civilisation “will require more, not less, effort”.
            At the same time, our hunger for energy is driving what the paper refers to as “sink costs.” The greater our energy and material use, the more waste we generate, and so the greater the environmental costs. Though they can be ignored for a while, eventually those environmental costs translate directly into economic costs as it becomes more and more difficult to ignore their impacts on our societies.
             Overall, the amount of energy we can extract, compared to the energy we are using to extract it, is decreasing across the spectrum – unconventional oils, nuclear and renewables return less energy in generation than conventional oils, whose production has peaked – and societies need to abandon fossil fuels because of their impact on the climate.
             Whether or not this system still comprises a form of capitalism is ultimately a semantic question. It depends on how you define capitalism.
              Economic activity is driven by meaning – maintaining equal possibilities for the good life while lowering emissions dramatically – rather than profit, and the meaning is politically, collectively constructed. Well, this is the best conceivable case in terms of modern state and market institutions. It can’t happen without considerable reframing of economic-political thinking, in short words: rethinking capitalism as it is nowadays.



    Disponível em: <https://www.independent.co.uk/news/long_reads/capitalism-un-scientists-preparing-end-fossil-fuels-warning-demise-a8523856.html>. Acesso em: 12 mar. 2019. (Adaptado).

    Considerando os aspectos linguísticos e estruturais presentes no texto, constata-se que
    Escolha uma alternativa para a questão df8764ca-f4
  • DF83DC3A-F4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    This is how UN scientists are preparing for the end of capitalism


               Capitalism as we know it is over. So suggests a new report commissioned by a group of scientists appointed by the UN secretary general. The main reason? We’re transitioning rapidly to a radically different global economy, due to our increasingly unsustainable exploitation of the planet’s environmental resources and the shift to less efficient energy sources .
        Climate change and species extinctions are accelerating even as societies are experiencing rising inequality, unemployment, slow economic growth, rising debt levels, and impotent governments. Contrary to the way policymakers usually think about these problems these are not really separate crises at all.
            These crises are part of the same fundamental transition. The new era is characterized by inefficient fossil fuel production and escalating costs of climate change. Conventional capitalist economic thinking can no longer explain, predict or solve the workings of the global economy in this new age.

    Energy shift

           Those are the implications of a new background paper prepared by a team of Finnish biophysicists who were asked to provide research that would feed into the drafting of the UN Global Sustainable Development Report (GSDR), which will be released in 2019.
              For the “first time in human history”, the paper says, capitalist economies are “shifting to energy sources that are less energy efficient.” Producing usable energy (“exergy”) to keep powering “both basic and non-basic human activities” in industrial civilisation “will require more, not less, effort”.
            At the same time, our hunger for energy is driving what the paper refers to as “sink costs.” The greater our energy and material use, the more waste we generate, and so the greater the environmental costs. Though they can be ignored for a while, eventually those environmental costs translate directly into economic costs as it becomes more and more difficult to ignore their impacts on our societies.
             Overall, the amount of energy we can extract, compared to the energy we are using to extract it, is decreasing across the spectrum – unconventional oils, nuclear and renewables return less energy in generation than conventional oils, whose production has peaked – and societies need to abandon fossil fuels because of their impact on the climate.
             Whether or not this system still comprises a form of capitalism is ultimately a semantic question. It depends on how you define capitalism.
              Economic activity is driven by meaning – maintaining equal possibilities for the good life while lowering emissions dramatically – rather than profit, and the meaning is politically, collectively constructed. Well, this is the best conceivable case in terms of modern state and market institutions. It can’t happen without considerable reframing of economic-political thinking, in short words: rethinking capitalism as it is nowadays.



    Disponível em: <https://www.independent.co.uk/news/long_reads/capitalism-un-scientists-preparing-end-fossil-fuels-warning-demise-a8523856.html>. Acesso em: 12 mar. 2019. (Adaptado).

    Considerando os aspectos semânticos presentes no texto, verifica-se que a construção
    Escolha uma alternativa para a questão df83dc3a-f4
  • DF7E32B6-F4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    This is how UN scientists are preparing for the end of capitalism


               Capitalism as we know it is over. So suggests a new report commissioned by a group of scientists appointed by the UN secretary general. The main reason? We’re transitioning rapidly to a radically different global economy, due to our increasingly unsustainable exploitation of the planet’s environmental resources and the shift to less efficient energy sources .
        Climate change and species extinctions are accelerating even as societies are experiencing rising inequality, unemployment, slow economic growth, rising debt levels, and impotent governments. Contrary to the way policymakers usually think about these problems these are not really separate crises at all.
            These crises are part of the same fundamental transition. The new era is characterized by inefficient fossil fuel production and escalating costs of climate change. Conventional capitalist economic thinking can no longer explain, predict or solve the workings of the global economy in this new age.

    Energy shift

           Those are the implications of a new background paper prepared by a team of Finnish biophysicists who were asked to provide research that would feed into the drafting of the UN Global Sustainable Development Report (GSDR), which will be released in 2019.
              For the “first time in human history”, the paper says, capitalist economies are “shifting to energy sources that are less energy efficient.” Producing usable energy (“exergy”) to keep powering “both basic and non-basic human activities” in industrial civilisation “will require more, not less, effort”.
            At the same time, our hunger for energy is driving what the paper refers to as “sink costs.” The greater our energy and material use, the more waste we generate, and so the greater the environmental costs. Though they can be ignored for a while, eventually those environmental costs translate directly into economic costs as it becomes more and more difficult to ignore their impacts on our societies.
             Overall, the amount of energy we can extract, compared to the energy we are using to extract it, is decreasing across the spectrum – unconventional oils, nuclear and renewables return less energy in generation than conventional oils, whose production has peaked – and societies need to abandon fossil fuels because of their impact on the climate.
             Whether or not this system still comprises a form of capitalism is ultimately a semantic question. It depends on how you define capitalism.
              Economic activity is driven by meaning – maintaining equal possibilities for the good life while lowering emissions dramatically – rather than profit, and the meaning is politically, collectively constructed. Well, this is the best conceivable case in terms of modern state and market institutions. It can’t happen without considerable reframing of economic-political thinking, in short words: rethinking capitalism as it is nowadays.



    Disponível em: <https://www.independent.co.uk/news/long_reads/capitalism-un-scientists-preparing-end-fossil-fuels-warning-demise-a8523856.html>. Acesso em: 12 mar. 2019. (Adaptado).

    Considerando as ideias apresentadas no texto, constata-se que
    Escolha uma alternativa para a questão df7e32b6-f4
  • 1DA07FC1-F3

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Farroupilha - Rio Grande do Sul · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Em Dobro


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019


    Fonte: MILMAN, Tulio. Em dobro. Jornal Zero Hora,

    edição de 30/06/14, p.2.


    Para responder à questão , considere o segmento em destaque a seguir.


    "Pegue, pegue." foi o que ele disse. A gari sorriu e, com educação, recusou. "Vá lá. Dê uma paradinha e tome um guaraná". O mendigo insistiu. A gari encolheu os ombros como quem diz " fazer o quê?" e pegou a nota. Agradeceu rindo, meio constrangida. ( ℓ.15-20)



    Sobre a dinâmica da interação representada ou a organização linguística do segmento, considere as afirmativas a seguir.

    I → Participam do diálogo três personagens: o mendigo, a gari e a turista.

    II → O termo apresenta uma circunstância de modo em relação a uma ação praticada pelo mendigo.

    III → Os verbos empregados para expressar a fala do mendigo estão conjugados no modo imperativo afirmativo.


    Está(ão) correta(s)

    Escolha uma alternativa para a questão 1da07fc1-f3
  • 00104B4B-F0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o cartum a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    (https://www.gocomics.com/nickanderson/2019/01/11 - Acessado em: 10/03/2019.

    De acordo com o cartum, Trump

    Escolha uma alternativa para a questão 00104b4b-f0
  • 00076295-F0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere a notícia a seguir para responder à questão.
    Poetry for a surveillance society
    Joseph McAllister combines technologies with media to produce unique art Thu, Jun 14, 2018, 06:35 - Marie Boran

        I think that I shall never see a poem as lovely as a …webcam? Joseph McAllister describes himself as “a computational artist and privacy advocate”. He combines technologies like machine learning and programming with media including sculpture and interactive theatre to produce unique art for the increasingly technocratic age we live in.

        His latest work is Webcam Poetry, which uses a machine learning method known as “dense captioning”, a method that detects objects in video footage and produces descriptions in natural language. Combined with his own programming (he calls it his poetry engine), it takes live streaming webcam footage and “writes” poems based on what it sees. 

    (Adaptado de: https://www.irishtimes.com/business/technology/ poetry-for-a-surveillance-society-1.3528084 - Acessado em 07/03/2019.) 

    Segundo o texto, o trabalho “Webcam Poetry”
    Escolha uma alternativa para a questão 00076295-f0
  • FF608AE5-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho abaixo para a questão:

    “Fabiano recebia na partilha a quarta parte dos bezerros e a terça dos cabritos. Mas como não tinha roça e apenas se limitava a semear na vazante uns punhados de feijão e milho, comia da feira, desfazia-se dos animais, não chegava a ferrar um bezerro ou assinar a orelha de um cabrito.
    […]

    Ora, daquela vez, como das outras, Fabiano ajustou o gado, arrependeu-se, enfim deixou a transação meio apalavrada e foi consultar a mulher. Sinhá Vitória mandou os meninos para o barreiro, sentou-se na cozinha, concentrou-se, distribuiu no chão sementes de várias espécies, realizou somas e diminuições. No dia seguinte Fabiano voltou à cidade, mas ao fechar o negócio notou que as operações de Sinhá Vitória, como de costume, diferiam das do patrão. Reclamou e obteve a explicação habitual: a diferença era proveniente de juros. Não se conformou: devia haver engano. Ele era bruto, sim senhor, viase perfeitamente que era bruto, mas a mulher tinha miolo. Com certeza havia um erro no papel do branco.

    Não se descobriu o erro, e Fabiano perdeu os estribos. Passar a vida inteira assim no toco, entregando o que era dele de mão beijada! Estava direito aquilo? Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de alforria!

    O patrão zangou-se, repeliu a insolência, achou bom que o vaqueiro fosse procurar serviço noutra fazenda.

    Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou. Bem, bem. Não era preciso barulho não. Se havia dito palavra à-toa, pedia desculpa. […].”

    (RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 2013. p.93-94.)

    Vidas Secas (1938), um clássico de Graciliano Ramos, narra as dificuldades de sobrevivência de uma família de retirantes, encabeçada por Fabiano e Sinhá Vitória, no sertão nordestino. Fabiano, na cena apresentada, é injustiçado por:
    Escolha uma alternativa para a questão ff608ae5-f0
  • FF4801A4-F0

    Português

    Figuras de Linguagem
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício 
    Márcio Seligmann-Silva

        [...] Aparentemente, a marcha incontornável da humanidade em direção ao precipício (em regimes capitalistas puros, nos de capitalismo de Estado e nos que tentaram, de modo infeliz, a ditadura dos partidos comunistas) não pode ser alterada sem um levante de uma população que, lamentavelmente, parece cada vez mais fascinada pelo mundo da técnica dos gadgets.

        Como no mito dos lemingues que se suicidam no mar, nossa espécie supostamente racional faria algo semelhante por meios mais “sofisticados”. [...]

        A chamada “força do mercado”, esse “quarto poder” que efetivamente manda e desmanda no mundo, está calcada nesse modelo de técnica predadora sem o qual as indústrias (e suas ações no mercado) não existiriam. O capitalismo se alimenta da Terra, mas desconsidera que esta mesma Terra é finita e está sendo exaurida.

        O filósofo Hans Jonas dedicou os últimos anos de sua longa vida (1903- 1993) à construção de uma nova ética da responsabilidade à altura desses desafios contemporâneos. Ele afirmava que “não temos o direito de hipotecar a existência das gerações futuras por conta de nosso comodismo” e propôs uma virada.

        Ao invés de construir um modelo calcado no presente, com o objetivo do viver bem e da felicidade conectados ao aqui e agora, estabeleceu o desafio de construir uma ética do futuro: da destruição da casa-Terra, ele deduz o imperativo de salvar essa morada para garantir a possibilidade de vida futura.

        Em vez de apostar no modelo liberal do progresso infinito a qualquer custo ou de acreditar na promessa revolucionária que traria de um golpe o “paraíso sobre a Terra?” ele aposta em um “summum bonum” moderado, modesto, o único possível para a nossa sobrevivência. Fala de um “princípio de moderação”, reconhecendo que a conta deveria ser paga pelos que mais possuem.

        Hoje, podemos dizer que esse futuro que ele desenhava, ou seja, esse tempo já sem muito tempo de sobrevida, tornou-se o nosso tempo. Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.

        Observando a sequência de crimes socioambientais, parece que essa heurística não está rendendo frutos. Não aprendemos com as catástrofes, e isso nos levará, caso não alteremos nosso curso, à catástrofe final. Ou seja, a emoção do medo do Armagedom está sendo vencida pela razão instrumental e sua promessa (distópica) de transformar a natureza em mercadoria.

         [...] Um lamentável e terrível exemplo da situação em que nos encontramos em termos dessa submissão a um determinado modelo liberal associado a uma técnica espoliadora e destrutiva é justamente o que acaba de ocorrer com o rompimento da barragem da empresa Vale em Brumadinho (MG).

        Apenas a arrogância fáustica, a hybris que cega, o sentimento de onipotência podem justificar que essa barragem (como tantas outras) tenha sido construída logo acima de uma área urbana e das instalações dos funcionários da empresa. Novamente a situação de risco associada a esse tipo de tecnologia ficou exposta. Os alarmes que não soaram reproduzem o silêncio da humanidade diante das repetidas manifestações da violência da técnica.
        O cerne do capitalismo é o lucro e isso explica, nesse caso e em outros, tudo de modo simples e direto. O crime de Brumadinho deve ultrapassar 300 vítimas fatais diretas, fora a destruição de toda uma região habitada também por pescadores, ribeirinhos e indígenas pataxó que dependiam diretamente do rio Paraopeba para a sua sobrevivência. Se pensarmos nos inúmeros atingidos, apenas no Brasil, por barragens (de mineradoras e de hidroelétricas), fica claro que não se trata apenas de uma questão de “barragem a montante”.

    (Adaptado de “A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício”, publicado na FOLHA DE S.PAULO, em 17/02/19, pelo Prof. Dr Márcio Seligmann-Silva, titular de teoria literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.) 

    Releia o trecho a seguir pra a questão:

    “Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.”


    A construção do sentido do texto ganha mais força retórica no trabalho entre as expressões “poderosa” e “inocente”. A esta figura de linguagem denominamos

    Escolha uma alternativa para a questão ff4801a4-f0
  • FF446D4F-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício 
    Márcio Seligmann-Silva

        [...] Aparentemente, a marcha incontornável da humanidade em direção ao precipício (em regimes capitalistas puros, nos de capitalismo de Estado e nos que tentaram, de modo infeliz, a ditadura dos partidos comunistas) não pode ser alterada sem um levante de uma população que, lamentavelmente, parece cada vez mais fascinada pelo mundo da técnica dos gadgets.

        Como no mito dos lemingues que se suicidam no mar, nossa espécie supostamente racional faria algo semelhante por meios mais “sofisticados”. [...]

        A chamada “força do mercado”, esse “quarto poder” que efetivamente manda e desmanda no mundo, está calcada nesse modelo de técnica predadora sem o qual as indústrias (e suas ações no mercado) não existiriam. O capitalismo se alimenta da Terra, mas desconsidera que esta mesma Terra é finita e está sendo exaurida.

        O filósofo Hans Jonas dedicou os últimos anos de sua longa vida (1903- 1993) à construção de uma nova ética da responsabilidade à altura desses desafios contemporâneos. Ele afirmava que “não temos o direito de hipotecar a existência das gerações futuras por conta de nosso comodismo” e propôs uma virada.

        Ao invés de construir um modelo calcado no presente, com o objetivo do viver bem e da felicidade conectados ao aqui e agora, estabeleceu o desafio de construir uma ética do futuro: da destruição da casa-Terra, ele deduz o imperativo de salvar essa morada para garantir a possibilidade de vida futura.

        Em vez de apostar no modelo liberal do progresso infinito a qualquer custo ou de acreditar na promessa revolucionária que traria de um golpe o “paraíso sobre a Terra?” ele aposta em um “summum bonum” moderado, modesto, o único possível para a nossa sobrevivência. Fala de um “princípio de moderação”, reconhecendo que a conta deveria ser paga pelos que mais possuem.

        Hoje, podemos dizer que esse futuro que ele desenhava, ou seja, esse tempo já sem muito tempo de sobrevida, tornou-se o nosso tempo. Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.

        Observando a sequência de crimes socioambientais, parece que essa heurística não está rendendo frutos. Não aprendemos com as catástrofes, e isso nos levará, caso não alteremos nosso curso, à catástrofe final. Ou seja, a emoção do medo do Armagedom está sendo vencida pela razão instrumental e sua promessa (distópica) de transformar a natureza em mercadoria.

         [...] Um lamentável e terrível exemplo da situação em que nos encontramos em termos dessa submissão a um determinado modelo liberal associado a uma técnica espoliadora e destrutiva é justamente o que acaba de ocorrer com o rompimento da barragem da empresa Vale em Brumadinho (MG).

        Apenas a arrogância fáustica, a hybris que cega, o sentimento de onipotência podem justificar que essa barragem (como tantas outras) tenha sido construída logo acima de uma área urbana e das instalações dos funcionários da empresa. Novamente a situação de risco associada a esse tipo de tecnologia ficou exposta. Os alarmes que não soaram reproduzem o silêncio da humanidade diante das repetidas manifestações da violência da técnica.
        O cerne do capitalismo é o lucro e isso explica, nesse caso e em outros, tudo de modo simples e direto. O crime de Brumadinho deve ultrapassar 300 vítimas fatais diretas, fora a destruição de toda uma região habitada também por pescadores, ribeirinhos e indígenas pataxó que dependiam diretamente do rio Paraopeba para a sua sobrevivência. Se pensarmos nos inúmeros atingidos, apenas no Brasil, por barragens (de mineradoras e de hidroelétricas), fica claro que não se trata apenas de uma questão de “barragem a montante”.

    (Adaptado de “A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício”, publicado na FOLHA DE S.PAULO, em 17/02/19, pelo Prof. Dr Márcio Seligmann-Silva, titular de teoria literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.) 

    Releia o trecho a seguir pra a questão:

    “Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.”


    A partir da leitura do trecho acima, entende-se que a expressão “heurística” tem suas raízes no campo da:

    Escolha uma alternativa para a questão ff446d4f-f0
  • 0E6FF211-EF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Nacional de Telecomunicações · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Researchers create first sensor package that can ride aboard bees.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    Researchers at the University of Washington have created a sensor package that is small enough to ride aboard a bumblebee.

    Farmers can already use drones to soar over huge fields and monitor temperature, humidity or crop health. But these machines need so much power to fly that they can’t get very far without needing a charge.

    Now, engineers at the University of Washington have created a sensing system that is small enough to ride aboard a bumblebee. Because insects can fly on their own, the package requires only a tiny rechargeable battery that could last for seven hours of flight and then charge while the bees are in their hive at night.

    “Drones can fly for maybe 10 or 20 minutes before they need to charge again, whereas our bees can collect data for hours,” said senior author Shyam Gollakota, an associate professor in the UW’s Paul G. Allen School of Computer Science & Engineering. “We showed for the first time that it’s possible to actually do all this computation and sensing using insects in lieu of drones.”

    Source: www.washington-edu/news/2018/12/11/sensor-bees/
    The advantages of using a sensing system are… (Except - Text Comprehension)
    Escolha uma alternativa para a questão 0e6ff211-ef