Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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Resultados

4.735 questões encontradas. Mostrando a página 41 de 237.

  • 75B6518F-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a obra Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, é INcorreto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 75b6518f-fd
  • C6E83087-FD

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:
    Não há vagas
    Ferreira Gullar
    O preço do feijão
    não cabe no poema. O preço
    do arroz
    não cabe no poema.
     Não cabem no poema o gás
    a luz o telefone
    a sonegação
    do leite
    da carne
    do açúcar
    do pão

    O funcionário público
    não cabe no poema
    com seu salário de fome
    sua vida fechada
    em arquivos.
    Como não cabe no poema
    o operário que esmerila seu dia de aço
    e carvão
    nas oficinas escuras

    - porque o poema, senhores,
    está fechado:
    "não há vagas

    Só cabe no poema
    o homem sem estômago
    a mulher de nuvens
    a fruta sem preço

    O poema, senhores,
    não fede
    nem cheira

    Gullar, Ferreira in 'Antologia Poética'. Disponível em Acesso em 08 de ago. 2018.
    Considerando os recursos linguísticos que atuam na construção dos sentidos do poema, avalie as seguintes afirmativas:

    I. A recorrência das estruturas sintáticas funciona como um elemento de coesão textual e não interfere na formação do ritmo do poema.
    II. O vocativo senhores é dirigido aos leitores e, ironicamente, aos poetas que produzem poemas que não fedem e não cheiram.
    III. A frase “não fede nem cheira” está empregada em sentido conotativo e expressa uma ideia de indiferença.
    IV. As aspas em “Não há vagas” são empregadas porque se trata de uma gíria utilizada no âmbito do mercado de trabalho.

    É correto apenas o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão c6e83087-fd
  • C6E34494-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:
    Não há vagas
    Ferreira Gullar
    O preço do feijão
    não cabe no poema. O preço
    do arroz
    não cabe no poema.
     Não cabem no poema o gás
    a luz o telefone
    a sonegação
    do leite
    da carne
    do açúcar
    do pão

    O funcionário público
    não cabe no poema
    com seu salário de fome
    sua vida fechada
    em arquivos.
    Como não cabe no poema
    o operário que esmerila seu dia de aço
    e carvão
    nas oficinas escuras

    - porque o poema, senhores,
    está fechado:
    "não há vagas

    Só cabe no poema
    o homem sem estômago
    a mulher de nuvens
    a fruta sem preço

    O poema, senhores,
    não fede
    nem cheira

    Gullar, Ferreira in 'Antologia Poética'. Disponível em Acesso em 08 de ago. 2018.
    Valendo-se de um tom de contestação, o poema “Não há Vagas” critica, fundamentalmente,
    Escolha uma alternativa para a questão c6e34494-fd
  • C6CB876A-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
    Élida Ramirez
        Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
        É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
        Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
        É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
        Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
        Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
        
    Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
    No texto, as palavras comedido, genéricas, avacalhar, toada e compósitas significam, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão c6cb876a-fd
  • C6BE6EBB-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
    Élida Ramirez
        Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
        É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
        Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
        É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
        Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
        Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
        
    Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
    Considere o funcionamento das asserções abaixo.
    I. Discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço.

    PORQUE
    II. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar.

    A alternativa correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão c6be6ebb-fd
  • 6CAA72FD-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    BRAZIL: JUDGE SHUTS BORDER TO VENEZUELAN
    MIGRANTS FLEEING HUNGER AND HARDSHIP
        Judge says entry of immigrants suspended until conditions for ‘humanitarian reception’ are created – activists called it ‘absurd’
          A judge in Brazil has blocked Venezuelans from entering the border state of Roraima as local authorities harden their stance against the flood of migrants fleeing hunger and hardship in their home country.
        Judge Helder Barreto said he had suspended the entry of Venezuelan immigrants until the conditions for a “humanitarian reception” are created but activists working with migrants attacked it as “absurd”.
       Sister Telma Lage from the non-profit Migration and Human Rights Institute, which helps vulnerable migrants in Roraima’s capital Boa Vista, said the judge had overstepped his authority.            “[Venezuelans] are entering Brazil and seeking refuge because of the vulnerable situation they find themselves in,” she said. “What we fear is the lack of options for those near to the border.”
        Since 2015, more than 56,000 Venezuelans have sought refuge or residency in Brazil amid continuing political turmoil and economic collapse in their home country. […]
        But the flood of migrants has severely stretched health and education services in the poor state of Roraima.
    Available at: https://www.theguardian.com/world/2018/aug/06/brazil-shuts-border-venezuelanmigrants)
    The reason why Venezuelans are seeking refuge in Brazil is visible in all the following alternatives, EXCEPT:
    Escolha uma alternativa para a questão 6caa72fd-fd
  • 6C7A2FDA-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFT · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a seguir o fragmento do poema Mundo Pequeno, de Manoel de Barros, para responder a QUESTÃO.


    Mundo Pequeno

    Descobri aos 13 anos que o que me dava prazer nas
    leituras não era a beleza das frases, mas a doença delas.
    Comuniquei ao Padre Ezequiel, um meu Preceptor,
    esse gosto esquisito.
    Eu pensava que fosse um sujeito escaleno.
    – Gostar de fazer defeitos na frase é muito saudável,
    o Padre me disse.
    Ele fez um limpamento em meus receios.
    O Padre falou ainda: Manoel, isso não é doença,
    pode muito que você carregue para o resto da
    vida um certo gosto por nadas...
    E se riu.
    Você não é de bugre? – ele continuou.
    Que sim, eu respondi.
    Veja que bugre só pega por desvios, não anda em
    estradas –
    Pois é nos desvios que encontra as melhores
    surpresas e os ariticuns maduros.
    Há que apenas saber errar bem o seu idioma.
    Esse Padre Ezequiel foi o meu primeiro professor de
    agramática.


    Fonte: BARROS, Manoel de. O livro das Ignorãças. In: Poesia completa. São Paulo: Leya, 2010, p. 319-320.



    O excerto do poema traz o descobrimento, inquietação e questionamento do menino Manoel pela “doença das frases”.

    É CORRETO afirmar que esta doença pode ser lida como um desvio:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7a2fda-fd
  • 53940504-FC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Emergency Red List of Syrian Antiquities at Risk is launched in New York
    On Wednesday, 25th September, UNESCO Director-General Irina Bokova joined the President of the International Council of Museums (ICOM), Dr. Hans-Martin Hinz, and United States Assistant Secretary of State for Population, Refugees, and Migration, Ms Anne Richard, to launch an Emergency Red List of Syrian Cultural Objects at Risk.
    Disponível em: www.unesco.org. Acesso em: 28 set. 2013 (adaptado).

    Nos últimos tempos, a Síria tem sofrido muitos tipos de risco. O risco mencionado no texto diz respeito a seus
    Escolha uma alternativa para a questão 53940504-fc
  • 534DD612-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Compra sem surpresas
    Regrinhas básicas para comprar um carro usado – sem a ajuda do mecânico
    1. Peça o manual e verifique a realização das revisões programadas. Carro com a última revisão feita próxima à quilometragem atual é sinal de veículo bem cuidado. Compare a diferença entre as revisões: se no manual a última foi aos 30 000 quilômetros e o carro está com 100 000 quilômetros rodados, esse é um indício de que depois do término da garantia a manutenção foi deixada de lado.
    2. Sempre dirija o carro antes de fechar negócio. Procure dirigi-lo em várias condições e avalie o veículo, ainda que sem nenhum conhecimento técnico. Preste atenção em barulhos estranhos no motor e na suspensão.
    3. Certifique-se de que todos os documentos estão em ordem. Verifique se o número do chassi bate com o impresso no documento e se a placa traseira está com lacre. Consulte o número do Renavam na internet para saber se há multas ou restrições e pendências legais.
    4. Se estiver em dúvida entre modelos diferentes, consulte o preço do seguro de cada um deles antes de fechar negócio.O valor do seguro pode variar muito de um carro para outro, ainda que eles sejam da mesma categoria, como compacto ou luxo, por exemplo.
    Veja, 25 mar. 2009 (adaptado).

    O texto apresenta regras básicas para serem aplicadas por compradores de carros usados, revelando uma finalidade instrucional, para a qual são usados alguns argumentos. Dessa forma, para convencer o leitor, na exposição das regras, aparecem
    Escolha uma alternativa para a questão 534dd612-fc
  • 532D5AD5-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Curtir
    O verbo “curtir” nunca esteve tão na moda quanto nesta época em que vivemos, marcada pela interatividade no ambiente das redes sociais, onde a aprovação ou a simples simpatia por determinado conteúdo compartilhado se traduz nesse verbo conjugado na 1ª pessoa: “curti”. A consagração da palavra, porém, deu-se pela adoção do termo pelo Google, que, imitando o facebook, passou a oferecer aos internautas a opção de gostar dos resultados elencados pelas páginas de busca. O verbo “curtir”, no caso das mídias sociais, configura-se uma tradução do inglês like (“gostar”). Contudo, a gíria brasileira não guarda nenhuma relação com o “curtir” proveniente do latim vulgar corretrire, retrire, que significa “desgastar pelo atrito”.
    Revista Língua, n. 74, dez. 2011 (adaptado).

    Ao explorar os usos e significados do verbo curtir nas mídias sociais, o autor colabora para a compreensão do(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 532d5ad5-fc
  • D5A5B29D-FC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RS · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto. 


    Rip Van Winkle is a classic American short story written by Washington Irving based on local history _____ with influences from European folklore. It tells the story of a man who lived near the Catskill Mountains in New York before the Revolutionary War and fell asleep for twenty years. Everything he knew _____ in the town was gone. _____, he learned that he had to navigate this new world as a free citizen of the United States.

    Adapted from: http://www.supersummary.com/rip-van-winkle/summary/ and https://www.bookreports.info/rip-van-winkle-summary/

    The alternative that brings words that fill in the blanks in text, respectively, is
    Escolha uma alternativa para a questão d5a5b29d-fc
  • D596384C-FC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RS · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto. 



    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RS 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RS 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from: https://www.newyorker.com/science/maria-konnikova/being-a-better-online-reader

    Consider these segments and their paraphrase in parentheses.


    I. “the more reading moved online, the less students seemed to understand” (lines 06-08) (the amount of digital texts increased so much that only a small number of students showed understanding)

    II. “they were unprepared to address basic problems on-site” (lines 11 and 12) (they were not able to deal with difficulties in the digital world)

    III. “all these variables translate into a different reading experience” (lines 35 and 36) (these aspects mean reading online brings about a particular mental operation)


    The segment(s) adequately paraphrased in parentheses is/are only

    Escolha uma alternativa para a questão d596384c-fc
  • 571537C2-FA

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC - RJ · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado de ABC del bebé, publicado en El Tiempo, el 15/04/2018

    Señale la única alternativa en que la palabra en paréntesis se corresponde semánticamente con la palabra subrayada
    Escolha uma alternativa para a questão 571537c2-fa
  • 87164EAB-F9

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC - RJ · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado de Aloma Rodríguez, publicado en El País, el 24/07/2018.
    Identifique la alternativa que NO corresponde a lo que dice el texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 87164eab-f9
  • 870D67CF-F9

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC - RJ · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado de Aloma Rodríguez, publicado en El País, el 24/07/2018.
    Señale el enunciado cuyo verbo se refiere a una acción pasada próxima o vinculada al presente de la enunciación.
    Escolha uma alternativa para a questão 870d67cf-f9
  • 8708C270-F9

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC - RJ · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado de Aloma Rodríguez, publicado en El País, el 24/07/2018.
    El texto afirma que
    Escolha uma alternativa para a questão 8708c270-f9
  • 3F85698C-F7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RJ · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    The sentence in which the boldfaced item expresses OBLIGATION is
    Escolha uma alternativa para a questão 3f85698c-f7
  • 3F7FE135-F7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RJ · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    The boldfaced expression introduces an idea of IMPLICATION in
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7fe135-f7
  • 3F7A1068-F7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RJ · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    According to Monika Halan, editor of the Delhi-based financial newspaper Mint, in India,
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7a1068-f7