Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Estadual Paulista (UNESP)

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688 questões encontradas. Mostrando a página 13 de 35.

  • 1AC6F47F-B9

    Português

    Denotação e Conotação
    UNESP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

        — […] O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é condição da sobrevivência da outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador e benéfico da guerra. Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas. Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas. [...] Aparentemente, há nada mais contristador que uma dessas terríveis pestes que devastam um ponto do globo? E, todavia, esse suposto mal é um benefício, não só porque elimina os organismos fracos, incapazes de resistência, como porque dá lugar à observação, à descoberta da droga curativa. A higiene é filha de podridões seculares; devemo-la a milhões de corrompidos e infectos. Nada se perde, tudo é ganho.

    (Quincas Borba, 2016.)

    Está empregado em sentido figurado o termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 1ac6f47f-b9
  • 1AC35F44-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Examine os gráficos. 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    (http://pt.climate-data.org)


    As dinâmicas climáticas representadas nos gráficos 1 e 2 correspondem, respectivamente, aos espaços retratados em

    Escolha uma alternativa para a questão 1ac35f44-b9
  • 1AC09131-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Onde estou? Este sítio desconheço:

    Quem fez tão diferente aquele prado?

    Tudo outra natureza tem tomado,

    E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.


    Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

    De estar a ela um dia reclinado;

    Ali em vale um monte está mudado:

    Quanto pode dos anos o progresso!


    Árvores aqui vi tão florescentes,

    Que faziam perpétua a primavera:

    Nem troncos vejo agora decadentes.


    Eu me engano: a região esta não era;

    Mas que venho a estranhar, se estão presentes

    Meus males, com que tudo degenera!

    (Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)

    Está reescrito em ordem direta, sem prejuízo de seu sentido original, o seguinte verso:
    Escolha uma alternativa para a questão 1ac09131-b9
  • 1ABD20C6-B9

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNESP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Onde estou? Este sítio desconheço:

    Quem fez tão diferente aquele prado?

    Tudo outra natureza tem tomado,

    E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.


    Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

    De estar a ela um dia reclinado;

    Ali em vale um monte está mudado:

    Quanto pode dos anos o progresso!


    Árvores aqui vi tão florescentes,

    Que faziam perpétua a primavera:

    Nem troncos vejo agora decadentes.


    Eu me engano: a região esta não era;

    Mas que venho a estranhar, se estão presentes

    Meus males, com que tudo degenera!

    (Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)

    O eu lírico recorre ao recurso expressivo conhecido como hipérbole no verso:
    Escolha uma alternativa para a questão 1abd20c6-b9
  • 1AB9C9DC-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Onde estou? Este sítio desconheço:

    Quem fez tão diferente aquele prado?

    Tudo outra natureza tem tomado,

    E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.


    Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

    De estar a ela um dia reclinado;

    Ali em vale um monte está mudado:

    Quanto pode dos anos o progresso!


    Árvores aqui vi tão florescentes,

    Que faziam perpétua a primavera:

    Nem troncos vejo agora decadentes.


    Eu me engano: a região esta não era;

    Mas que venho a estranhar, se estão presentes

    Meus males, com que tudo degenera!

    (Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)

    Considerando o contexto histórico-geográfico de produção do soneto, as transformações na paisagem assinaladas pelo eu lírico relacionam-se à seguinte atividade econômica:
    Escolha uma alternativa para a questão 1ab9c9dc-b9
  • 1AB5601C-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Onde estou? Este sítio desconheço:

    Quem fez tão diferente aquele prado?

    Tudo outra natureza tem tomado,

    E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.


    Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

    De estar a ela um dia reclinado;

    Ali em vale um monte está mudado:

    Quanto pode dos anos o progresso!


    Árvores aqui vi tão florescentes,

    Que faziam perpétua a primavera:

    Nem troncos vejo agora decadentes.


    Eu me engano: a região esta não era;

    Mas que venho a estranhar, se estão presentes

    Meus males, com que tudo degenera!

    (Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)

    No soneto, o eu lírico expressa um sentimento de inadequação que, a seu turno, se faz presente na seguinte citação:
    Escolha uma alternativa para a questão 1ab5601c-b9
  • 1AB24165-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Onde estou? Este sítio desconheço:

    Quem fez tão diferente aquele prado?

    Tudo outra natureza tem tomado,

    E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.


    Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

    De estar a ela um dia reclinado;

    Ali em vale um monte está mudado:

    Quanto pode dos anos o progresso!


    Árvores aqui vi tão florescentes,

    Que faziam perpétua a primavera:

    Nem troncos vejo agora decadentes.


    Eu me engano: a região esta não era;

    Mas que venho a estranhar, se estão presentes

    Meus males, com que tudo degenera!

    (Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)

    O tom predominante no soneto é de
    Escolha uma alternativa para a questão 1ab24165-b9
  • 1AAF48A2-B9

    Português

    Denotação e Conotação
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    Constituem exemplos de linguagem formal e de linguagem coloquial, respectivamente, as seguintes falas:
    Escolha uma alternativa para a questão 1aaf48a2-b9
  • 1AA83963-B9

    Português

    Análise sintática
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Sempre que haja necessidade expressiva de reforço, de ênfase, pode o objeto direto vir repetido. Essa reiteração recebe o nome de objeto direto pleonástico.
    (Adriano da Gama Kury. Novas lições de análise sintática, 1997. Adaptado.)

    Antônio Vieira recorre a esse recurso expressivo em:
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa83963-b9
  • 1AA01B5E-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Em sua carta, Antônio Vieira relata os padecimentos
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa01b5e-b9
  • 1A9C569D-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Considerando o contexto, as lacunas numeradas no terceiro parágrafo do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por
    Escolha uma alternativa para a questão 1a9c569d-b9
  • 1A994F68-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    À questão colocada por D. João IV, Antônio Vieira
    Escolha uma alternativa para a questão 1a994f68-b9
  • FF4D1494-0A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Leia o texto para responder às questões


    Prescriptions for fighting epidemics 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


        Epidemics have plagued humanity since the dawn of settled life. Yet, success in conquering them remains patchy. Experts predict that a global one that could kill more than 300 million people would come round in the next 20 to 40 years. What pathogen would cause it is anybody’s guess. Chances are that it will be a virus that lurks in birds or mammals, or one that that has not yet hatched. The scariest are both highly lethal and spread easily among humans. Thankfully, bugs that excel at the first tend to be weak at the other. But mutations – ordinary business for germs – can change that in a blink. Moreover, when humans get too close to beasts, either wild or packed in farms, an animal disease can become a human one.
        A front-runner for global pandemics is the seasonal influenza virus, which mutates so much that a vaccine must be custom-made every year. The Spanish flu pandemic of 1918, which killed 50 million to 100 million people, was a potent version of the “swine flu” that emerged in 2009. The H5N1 “avian flu” strain, deadly in 60% of cases, came about in the 1990s when a virus that sickened birds made the jump to a human. Ebola, HIV and Zika took a similar route.

                                                                                                         (www.economist.com, 08.02.2018. Adaptado.)

    De acordo com o segundo parágrafo,
    Escolha uma alternativa para a questão ff4d1494-0a
  • FF49BAF7-0A

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
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    Prescriptions for fighting epidemics 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


        Epidemics have plagued humanity since the dawn of settled life. Yet, success in conquering them remains patchy. Experts predict that a global one that could kill more than 300 million people would come round in the next 20 to 40 years. What pathogen would cause it is anybody’s guess. Chances are that it will be a virus that lurks in birds or mammals, or one that that has not yet hatched. The scariest are both highly lethal and spread easily among humans. Thankfully, bugs that excel at the first tend to be weak at the other. But mutations – ordinary business for germs – can change that in a blink. Moreover, when humans get too close to beasts, either wild or packed in farms, an animal disease can become a human one.
        A front-runner for global pandemics is the seasonal influenza virus, which mutates so much that a vaccine must be custom-made every year. The Spanish flu pandemic of 1918, which killed 50 million to 100 million people, was a potent version of the “swine flu” that emerged in 2009. The H5N1 “avian flu” strain, deadly in 60% of cases, came about in the 1990s when a virus that sickened birds made the jump to a human. Ebola, HIV and Zika took a similar route.

                                                                                                         (www.economist.com, 08.02.2018. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “Moreover, when humans get too close to beasts”, o termo sublinhado indica
    Escolha uma alternativa para a questão ff49baf7-0a
  • FF465FD0-0A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Prescriptions for fighting epidemics 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


        Epidemics have plagued humanity since the dawn of settled life. Yet, success in conquering them remains patchy. Experts predict that a global one that could kill more than 300 million people would come round in the next 20 to 40 years. What pathogen would cause it is anybody’s guess. Chances are that it will be a virus that lurks in birds or mammals, or one that that has not yet hatched. The scariest are both highly lethal and spread easily among humans. Thankfully, bugs that excel at the first tend to be weak at the other. But mutations – ordinary business for germs – can change that in a blink. Moreover, when humans get too close to beasts, either wild or packed in farms, an animal disease can become a human one.
        A front-runner for global pandemics is the seasonal influenza virus, which mutates so much that a vaccine must be custom-made every year. The Spanish flu pandemic of 1918, which killed 50 million to 100 million people, was a potent version of the “swine flu” that emerged in 2009. The H5N1 “avian flu” strain, deadly in 60% of cases, came about in the 1990s when a virus that sickened birds made the jump to a human. Ebola, HIV and Zika took a similar route.

                                                                                                         (www.economist.com, 08.02.2018. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “can change that in a blink”, a expressão sublinhada tem sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão ff465fd0-0a
  • FF428B15-0A

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    UNESP · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

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    Prescriptions for fighting epidemics 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


        Epidemics have plagued humanity since the dawn of settled life. Yet, success in conquering them remains patchy. Experts predict that a global one that could kill more than 300 million people would come round in the next 20 to 40 years. What pathogen would cause it is anybody’s guess. Chances are that it will be a virus that lurks in birds or mammals, or one that that has not yet hatched. The scariest are both highly lethal and spread easily among humans. Thankfully, bugs that excel at the first tend to be weak at the other. But mutations – ordinary business for germs – can change that in a blink. Moreover, when humans get too close to beasts, either wild or packed in farms, an animal disease can become a human one.
        A front-runner for global pandemics is the seasonal influenza virus, which mutates so much that a vaccine must be custom-made every year. The Spanish flu pandemic of 1918, which killed 50 million to 100 million people, was a potent version of the “swine flu” that emerged in 2009. The H5N1 “avian flu” strain, deadly in 60% of cases, came about in the 1990s when a virus that sickened birds made the jump to a human. Ebola, HIV and Zika took a similar route.

                                                                                                         (www.economist.com, 08.02.2018. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “Yet, success in conquering them remains patchy”, o termo sublinhado equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão ff428b15-0a
  • FF3F16B2-0A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Prescriptions for fighting epidemics 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


        Epidemics have plagued humanity since the dawn of settled life. Yet, success in conquering them remains patchy. Experts predict that a global one that could kill more than 300 million people would come round in the next 20 to 40 years. What pathogen would cause it is anybody’s guess. Chances are that it will be a virus that lurks in birds or mammals, or one that that has not yet hatched. The scariest are both highly lethal and spread easily among humans. Thankfully, bugs that excel at the first tend to be weak at the other. But mutations – ordinary business for germs – can change that in a blink. Moreover, when humans get too close to beasts, either wild or packed in farms, an animal disease can become a human one.
        A front-runner for global pandemics is the seasonal influenza virus, which mutates so much that a vaccine must be custom-made every year. The Spanish flu pandemic of 1918, which killed 50 million to 100 million people, was a potent version of the “swine flu” that emerged in 2009. The H5N1 “avian flu” strain, deadly in 60% of cases, came about in the 1990s when a virus that sickened birds made the jump to a human. Ebola, HIV and Zika took a similar route.

                                                                                                         (www.economist.com, 08.02.2018. Adaptado.)

    De acordo com o texto, os especialistas
    Escolha uma alternativa para a questão ff3f16b2-0a
  • FF3B8027-0A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder às questões


    Prescriptions for fighting epidemics 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


        Epidemics have plagued humanity since the dawn of settled life. Yet, success in conquering them remains patchy. Experts predict that a global one that could kill more than 300 million people would come round in the next 20 to 40 years. What pathogen would cause it is anybody’s guess. Chances are that it will be a virus that lurks in birds or mammals, or one that that has not yet hatched. The scariest are both highly lethal and spread easily among humans. Thankfully, bugs that excel at the first tend to be weak at the other. But mutations – ordinary business for germs – can change that in a blink. Moreover, when humans get too close to beasts, either wild or packed in farms, an animal disease can become a human one.
        A front-runner for global pandemics is the seasonal influenza virus, which mutates so much that a vaccine must be custom-made every year. The Spanish flu pandemic of 1918, which killed 50 million to 100 million people, was a potent version of the “swine flu” that emerged in 2009. The H5N1 “avian flu” strain, deadly in 60% of cases, came about in the 1990s when a virus that sickened birds made the jump to a human. Ebola, HIV and Zika took a similar route.

                                                                                                         (www.economist.com, 08.02.2018. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “or one that that has not yet hatched”, o termo sublinhado refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão ff3b8027-0a