Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Estadual Paulista (UNESP)
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688 questões encontradas. Mostrando a página 22 de 35.
44BDB8F5-3C Protestos a ArmindaConheço muitas pastorasQue beleza e graça têm,Mas é uma só que eu amoSó Arminda e mais ninguém.Revolvam meu coraçãoProcurem meu peito bem,Verão estar dentro deleSó Arminda e mais ninguém.De tantas, quantas belezasOs meus ternos olhos veem,Nenhuma outra me agradaSó Arminda e mais ninguém.Estes suspiros que eu soltoVão buscar meu doce bem,É causa dos meus suspirosSó Arminda e mais ninguém.Os segredos de meu peitoGuardá-los nele convém,Guardá-los aonde os vejaSó Arminda e mais ninguém.Não cuidem que a mim me importaParecer às outras bem,Basta que de mim se agradeSó Arminda e mais ninguém.Não me alegra, ou me desgostaDoutra o mimo, ou o desdém,Satisfaz-me e me contentaSó Arminda e mais ninguém.Cantem os outros pastoresOutras pastoras também,Que eu canto e cantarei sempreSó Arminda e mais ninguém.(Viola de Lereno, 1980.)Assinale a alternativa que indica duas estrofes em que o termo “Arminda” surge como paciente da ação expressa pelo verbo da oração de que faz parte.44B77B4D-3C Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosProtestos a ArmindaConheço muitas pastorasQue beleza e graça têm,Mas é uma só que eu amoSó Arminda e mais ninguém.Revolvam meu coraçãoProcurem meu peito bem,Verão estar dentro deleSó Arminda e mais ninguém.De tantas, quantas belezasOs meus ternos olhos veem,Nenhuma outra me agradaSó Arminda e mais ninguém.Estes suspiros que eu soltoVão buscar meu doce bem,É causa dos meus suspirosSó Arminda e mais ninguém.Os segredos de meu peitoGuardá-los nele convém,Guardá-los aonde os vejaSó Arminda e mais ninguém.Não cuidem que a mim me importaParecer às outras bem,Basta que de mim se agradeSó Arminda e mais ninguém.Não me alegra, ou me desgostaDoutra o mimo, ou o desdém,Satisfaz-me e me contentaSó Arminda e mais ninguém.Cantem os outros pastoresOutras pastoras também,Que eu canto e cantarei sempreSó Arminda e mais ninguém.(Viola de Lereno, 1980.)Além de outras características, a presença de dois vocábulos contribui para identificar o aspecto neoclássico desta modinha, a saber:
49038A56-A4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosGM wheat no more
pest-resistant than ordinary crops, trial shows
GM wheat designed to repel aphids is no more effective at repelling the bugs than standard varieties a major field trial has revealed

Ian Sample
June 25, 2015
A major field trial of GM wheat that is designed to repel aphids (small insects) has found the crop is no better protected against the pests than conventional wheat. The results come from two years of trials that compared aphid attacks on standard wheat plants with those suffered by a GM version modified to release a natural aphid repellent.
Scientists created the GM wheat strain in the hope that it would deter aphids, which devour the crops and can leave them with infections. They modified the wheat to produce a natural pheromone which aphids release when under attack from predators. The “aphid alarm” makes the bugs flee to safety. Aphids are not the only organisms that release the odour though. More than 400 plants have evolved to secrete the same substance, called E-betafarnesene, or EBF, including peppermint. The chemical doubles up as an attractant for some insects that kill aphids, such as parasitic wasps.
Prior to the field trial, lab tests at Rothamsted found that the pheromone worked as a highly-effective aphid repellent. The work bolstered researchers’ hopes that the trial would demonstrate the crop’s resilience against aphids in the wild. An aphid-resistant wheat crop could have huge benefits for farmers and the environment because the plants would no longer need to be sprayed with insecticides.
“The disappointing thing is that when we tested it in the field, we didn’t find any significant reduction in aphid settlement in the test plots,” said Toby Bruce, who worked on the trial. Details of the trial are published in the journal Scientific Reports.
(www.theguardian.com. Adaptado.)
The field tests with the GM wheat proved ineffective because48ECC4DF-A4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosGenetically modified foods
Genetically modified (GM) foods are foods derived from organisms whose genetic material (DNA) has been modified in a way that does not occur naturally, e.g. through the introduction of a gene from a different organism. Currently available GM foods stem mostly from plants, but in the future foods derived from GM microorganisms or GM animals are likely to be introduced on the market. Most existing genetically modified crops have been developed to improve yield, through the introduction of resistance to plant diseases or of increased tolerance of herbicides.
In the future, genetic modification could be aimed at altering the nutrient content of food, reducing its allergenic potential, or improving the efficiency of food production systems. All GM foods should be assessed before being allowed on the market. FAO/WHO Codex guidelines exist for risk analysis of GM food.
(www.who.int)
De acordo com o texto, uma das vantagens dos produtos agrícolas geneticamente modificados existentes é que esses produtos48E7DE29-A4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosGenetically modified foods
Genetically modified (GM) foods are foods derived from organisms whose genetic material (DNA) has been modified in a way that does not occur naturally, e.g. through the introduction of a gene from a different organism. Currently available GM foods stem mostly from plants, but in the future foods derived from GM microorganisms or GM animals are likely to be introduced on the market. Most existing genetically modified crops have been developed to improve yield, through the introduction of resistance to plant diseases or of increased tolerance of herbicides.
In the future, genetic modification could be aimed at altering the nutrient content of food, reducing its allergenic potential, or improving the efficiency of food production systems. All GM foods should be assessed before being allowed on the market. FAO/WHO Codex guidelines exist for risk analysis of GM food.
(www.who.int)
According to the text, genetically modified foods48E1C456-A4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosExamine o quadrinho para responder à questão.
O trecho “Isn’t genetic engineering amazing?” sugere que a mulher
48DC9363-A4 Inglês
Aspectos linguísticos | Linguistic aspectsUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosExamine o quadrinho para responder à questão.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
48D702C1-A4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosExamine o cartum.

The cartoon means that
48D1A695-A4 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosDuas fortes motivações converteram-se em molas de composição desta obra:
a) por um lado, o desejo de contar e cantar episódios em torno de uma figura lendária que trazia em si os atributos do herói, entendido no senso mais lato possível de um ser entre humano e mítico, que desempenha certos papéis, vai em busca de um bem essencial, arrosta perigos, sofre mudanças extraordinárias, enfim vence ou malogra...;
b) por outro lado, o desejo não menos imperioso de pensar o povo brasileiro, nossa gente, percorrendo as trilhas cruzadas ou superpostas da sua existência selvagem, colonial e moderna, à procura de uma identidade que, de tão plural que é, beira a surpresa e a indeterminação.
(Alfredo Bosi. Céu, inferno, 2003. Adaptado.)
Tal comentário aplica-se à obra48CBF7D3-A4 Literatura
Escolas LiteráriasUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia um trecho do “Manifesto do Surrealismo", publicado por André Breton em 1924.
Surrealismo: Automatismo psíquico por meio do qual alguém se propõe a exprimir o funcionamento real do pensamento. Ditado do pensamento, na ausência de controle exercido pela razão, fora de qualquer preocupação estética ou moral.
O Surrealismo assenta-se na crença da realidade superior de certas formas de associação, negligenciadas até aqui, na onipotência do sonho, no jogo desinteressado do pensamento.
(Apud Gilberto Mendonça Teles. Vanguarda europeia e Modernismo brasileiro, 1992. Adaptado.)
Tendo em vista as considerações de André Breton, assinale a alternativa cujos versos revelam influência do Surrealismo.48C6FE57-A4 Português
Análise sintáticaUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosA questão abordam um poema do português Eugênio de Castro (1869-1944).
Na última estrofe do poema, os termos “Afilhadas do luar”, “mãos de rainha” e “Mãos que sois um perpétuo amanhecer” funcionam, no período de que fazem parte, como
48C193B1-A4 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosA questão abordam um poema do português Eugênio de Castro (1869-1944).
“Alegrai, como dois netinhos, o viver / Da minha alma, velha avó entrevadinha."
Considerados em seu contexto, tais versos48A9D821-A4 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o seguinte verbete do Dicionário de comunicação de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Barbosa:
Crônica
Texto jornalístico desenvolvido de forma livre e pessoal, a partir de fatos e acontecimentos da atualidade, com teor literário, político, esportivo, artístico, de amenidades etc. Segundo Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari, a crônica é um meio-termo entre o jornalismo e a literatura: “do primeiro, aproveita o interesse pela atualidade informativa, da segunda imita o projeto de ultrapassar os simples fatos”. O ponto comum entre a crônica e a notícia ou a reportagem é que o cronista, assim como o repórter, não prescinde do acontecimento. Mas, ao contrário deste, ele “paira” sobre os fatos, “fazendo com que se destaque no texto o enfoque pessoal (onde entram juízos implícitos e explícitos) do autor”. Por outro lado, o editorial difere da crônica, pelo fato de que, nesta, o juízo de valor se confunde com os próprios fatos expostos, sem o dogmatismo do editorial, no qual a opinião do autor (representando a opinião da empresa jornalística) constitui o eixo do texto.
(Dicionário de comunicação, 1978.)
De acordo com o verbete, o tema de uma crônica se baseia em48A4E1CB-A4 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o seguinte verbete do Dicionário de comunicação de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Barbosa:
Crônica
Texto jornalístico desenvolvido de forma livre e pessoal, a partir de fatos e acontecimentos da atualidade, com teor literário, político, esportivo, artístico, de amenidades etc. Segundo Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari, a crônica é um meio-termo entre o jornalismo e a literatura: “do primeiro, aproveita o interesse pela atualidade informativa, da segunda imita o projeto de ultrapassar os simples fatos”. O ponto comum entre a crônica e a notícia ou a reportagem é que o cronista, assim como o repórter, não prescinde do acontecimento. Mas, ao contrário deste, ele “paira” sobre os fatos, “fazendo com que se destaque no texto o enfoque pessoal (onde entram juízos implícitos e explícitos) do autor”. Por outro lado, o editorial difere da crônica, pelo fato de que, nesta, o juízo de valor se confunde com os próprios fatos expostos, sem o dogmatismo do editorial, no qual a opinião do autor (representando a opinião da empresa jornalística) constitui o eixo do texto.
(Dicionário de comunicação, 1978.)
O termo “dogmatismo”, no contexto do verbete, significa:489D5BDA-A4 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o seguinte verbete do Dicionário de comunicação de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Barbosa:
Crônica
Texto jornalístico desenvolvido de forma livre e pessoal, a partir de fatos e acontecimentos da atualidade, com teor literário, político, esportivo, artístico, de amenidades etc. Segundo Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari, a crônica é um meio-termo entre o jornalismo e a literatura: “do primeiro, aproveita o interesse pela atualidade informativa, da segunda imita o projeto de ultrapassar os simples fatos”. O ponto comum entre a crônica e a notícia ou a reportagem é que o cronista, assim como o repórter, não prescinde do acontecimento. Mas, ao contrário deste, ele “paira” sobre os fatos, “fazendo com que se destaque no texto o enfoque pessoal (onde entram juízos implícitos e explícitos) do autor”. Por outro lado, o editorial difere da crônica, pelo fato de que, nesta, o juízo de valor se confunde com os próprios fatos expostos, sem o dogmatismo do editorial, no qual a opinião do autor (representando a opinião da empresa jornalística) constitui o eixo do texto.
(Dicionário de comunicação, 1978.)
De acordo com o verbete, o editorial representa sempre48966523-A4 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o seguinte verbete do Dicionário de comunicação de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Barbosa:
Crônica
Texto jornalístico desenvolvido de forma livre e pessoal, a partir de fatos e acontecimentos da atualidade, com teor literário, político, esportivo, artístico, de amenidades etc. Segundo Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari, a crônica é um meio-termo entre o jornalismo e a literatura: “do primeiro, aproveita o interesse pela atualidade informativa, da segunda imita o projeto de ultrapassar os simples fatos”. O ponto comum entre a crônica e a notícia ou a reportagem é que o cronista, assim como o repórter, não prescinde do acontecimento. Mas, ao contrário deste, ele “paira” sobre os fatos, “fazendo com que se destaque no texto o enfoque pessoal (onde entram juízos implícitos e explícitos) do autor”. Por outro lado, o editorial difere da crônica, pelo fato de que, nesta, o juízo de valor se confunde com os próprios fatos expostos, sem o dogmatismo do editorial, no qual a opinião do autor (representando a opinião da empresa jornalística) constitui o eixo do texto.
(Dicionário de comunicação, 1978.)
Segundo o verbete, uma característica comum à crônica e à reportagem é
488969AC-A4 Português
Concordância verbal, Concordância nominalUNESP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosA questão focalizam um trecho do Código de Defesa do Consumidor (Lei n° 8.078 de 11 de setembro de 1990).
Art. 6° São direitos básicos do consumidor:
I – a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;
II – a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;
III – a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;
IV – a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;
V – a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;
VI – a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;
VII – o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;
VIII – a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;
IX – a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.
Art. 7° Os direitos previstos neste código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito, analogia, costumes e equidade.
Parágrafo único. Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.
(www.planalto.gov.br)
Nos trechos “asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade das contratações” (inciso II) e “assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados” (inciso VII), a análise das concordâncias dos adjetivos em destaque permite afirmar que4883637F-A4 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosA questão focalizam um trecho do Código de Defesa do Consumidor (Lei n° 8.078 de 11 de setembro de 1990).
Art. 6° São direitos básicos do consumidor:
I – a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;
II – a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;
III – a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;
IV – a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;
V – a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;
VI – a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;
VII – o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;
VIII – a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;
IX – a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.
Art. 7° Os direitos previstos neste código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito, analogia, costumes e equidade.
Parágrafo único. Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.
(www.planalto.gov.br)
O artigo 7° esclarece que os direitos previstos no Código487E1799-A4 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosA questão focalizam um trecho do Código de Defesa do Consumidor (Lei n° 8.078 de 11 de setembro de 1990).
Art. 6° São direitos básicos do consumidor:
I – a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;
II – a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;
III – a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;
IV – a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;
V – a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;
VI – a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;
VII – o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;
VIII – a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;
IX – a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.
Art. 7° Os direitos previstos neste código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito, analogia, costumes e equidade.
Parágrafo único. Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.
(www.planalto.gov.br)
De acordo com o inciso V,4879060A-A4 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosA questão focalizam um trecho do Código de Defesa do Consumidor (Lei n° 8.078 de 11 de setembro de 1990).
Art. 6° São direitos básicos do consumidor:
I – a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;
II – a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;
III – a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;
IV – a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;
V – a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;
VI – a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;
VII – o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;
VIII – a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;
IX – a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.
Art. 7° Os direitos previstos neste código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito, analogia, costumes e equidade.
Parágrafo único. Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.
(www.planalto.gov.br)
A leitura do trecho do Código permite concluir que os direitos básicos do consumidor no Brasil se aplicam