Questões do ENEM: Linguagens e Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC)

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207 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 11.

  • B8468479-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto.

    O ser humano é único em sua essência. Ele tem personalidade própria, necessidades que o motivam e o medo das mudanças repentinas. E é justamente isso que nos faz tão diferentes uns dos outros e com uma visão de mundo totalmente diversificada. Alguns pesquisadores se interessaram em estudar o ser humano para entender um pouco melhor essa diversidade. Um desses estudiosos foi Abraham Maslow, que desenvolveu a Teoria da Hierarquia das Necessidades Humanas. Ele explica em suas pesquisas que os aspectos motivacionais das pessoas estão diretamente ligados ao entendimento das necessidades humanas. Portanto, motivação é o resultado dos estímulos que agem sobre as pessoas levando-as à ação. Ou seja, para que haja ação ou reação, é preciso que um estímulo seja implementado, seja decorrente de coisa externa ou proveniente do próprio organismo. Por isso, o ser humano tem a necessidade de ser aceito socialmente (no trabalho, na escola/faculdade, nos grupos de amigos etc.), de ser amado, reconhecido, de pertencer e fazer parte de algo, de ser notado positivamente, de ser útil, de atender a suas necessidades fisiológicas, de segurança, de autoestima e de autorrealização.
    <https://tinyurl.com/y968aj3g> Acesso em: 07.11.2017. Adaptado.

    O texto cita a Teoria da Hierarquia das Necessidades Humanas, de Abraham Maslow, com a finalidade de
    Escolha uma alternativa para a questão b8468479-b1
  • BD9A4CF7-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Camilo Pessanha para responder a questão.

    INTERROGAÇÃO
    Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar, 
    Se alguma dor me fere, em busca de um abrigo; 
    E apesar disso, crês? nunca pensei num lar 
    Onde fosses feliz, e eu feliz contigo.
    Por ti nunca chorei nenhum ideal desfeito. 
    E nunca te escrevi nenhuns versos românticos. 
    Nem depois de acordar te procurei no leito, 
    Como a esposa sensual do Cântico dos Cânticos.
    Se é amar-te não sei. Não sei se te idealizo
    A tua cor sadia, o teu sorriso terno...
    Mas sinto-me sorrir de ver esse sorriso
    Que me penetra bem, como este sol de Inverno.
    Passo contigo a tarde e sempre sem receio 
    Da luz crepuscular, que enerva, que provoca. 
    Eu não demoro o olhar na curva do teu seio 
    Nem me lembrei jamais de te beijar na boca.
    Eu não sei se é amor. Será talvez começo.
    Eu não sei que mudança a minha alma pressente... 
    Amor não sei se o é, mas sei que te estremeço, 
    Que adoecia talvez de te saber doente.
    (PESSANHA, Camilo. Clepsidra. São Paulo: Núcleo, 1989.)
    No poema, o eu-lírico demonstra que
    Escolha uma alternativa para a questão bd9a4cf7-b1
  • BD977489-B1

    Literatura

    Escolas Literárias
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Camilo Pessanha para responder a questão.

    INTERROGAÇÃO
    Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar, 
    Se alguma dor me fere, em busca de um abrigo; 
    E apesar disso, crês? nunca pensei num lar 
    Onde fosses feliz, e eu feliz contigo.
    Por ti nunca chorei nenhum ideal desfeito. 
    E nunca te escrevi nenhuns versos românticos. 
    Nem depois de acordar te procurei no leito, 
    Como a esposa sensual do Cântico dos Cânticos.
    Se é amar-te não sei. Não sei se te idealizo
    A tua cor sadia, o teu sorriso terno...
    Mas sinto-me sorrir de ver esse sorriso
    Que me penetra bem, como este sol de Inverno.
    Passo contigo a tarde e sempre sem receio 
    Da luz crepuscular, que enerva, que provoca. 
    Eu não demoro o olhar na curva do teu seio 
    Nem me lembrei jamais de te beijar na boca.
    Eu não sei se é amor. Será talvez começo.
    Eu não sei que mudança a minha alma pressente... 
    Amor não sei se o é, mas sei que te estremeço, 
    Que adoecia talvez de te saber doente.
    (PESSANHA, Camilo. Clepsidra. São Paulo: Núcleo, 1989.)
    O escritor português Camilo Pessanha faz parte da escola literária denominada Simbolismo.

    Assinale a alternativa que possui uma característica desse movimento artístico presente no poema. 
    Escolha uma alternativa para a questão bd977489-b1
  • BD947DDC-B1

    Português

    Denotação e Conotação
    FATEC · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Jacques Fux para responder a questão.

    Literatura e Matemática

       Letras e números costumam ser vistos como símbolos opostos, correspondentes a sistemas de pensamento e linguagens completamente diferentes e, muitas vezes, incomunicáveis. Essa perspectiva, no entanto, foi muitas vezes recusada pela própria literatura, que em diversas ocasiões valeu-se de elementos e pensamentos matemáticos como forma de melhor explorar sua potencialidade e de amplificar suas possibilidades criativas.
        A utilização da matemática no campo literário se dá por meio das diversas estruturas e rigores, mas também através da apresentação, reflexão e transformação em matéria narrativa de problemas de ordem lógica. Nenhuma leitura é única: o texto, por si só, não diz nada; ele só vai produzir sentido no momento em que há a recepção por parte do leitor. A matemática pode, também, potencializar o texto, tornando ainda mais amplo o seu campo de leituras possíveis a partir de regras ou restrições.
         Muitas passagens de  Alice no País das Maravilhas  e  Alice através do espelho, de Lewis Carroll,  estão repletas de enigmas e problemas que até os dias de hoje permitem aos leitores múltiplas interpretações. Edgar Allan Poe é outro escritor a construir personagens que utilizam exaustivamente a lógica matemática como instrumento para a resolução dos enigmas propostos.
         Explorar as relações entre literatura e matemática é resgatar o romantismo grego da possibilidade do encontro de todas as ciências. É fazer uma viagem pelo mundo das letras e dos números, da literatura comparada e das ficções e romances de diversos autores que beberam (e continuarão bebendo) de diversas e potenciais fontes científicas, poéticas e matemáticas.
    <http://tinyurl.com/h9z7jot > Acesso em: 17.08.2016. Adaptado.
    No texto, entende-se que
    Escolha uma alternativa para a questão bd947ddc-b1
  • BD91A480-B1

    Português

    Morfologia
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Jacques Fux para responder a questão.

    Literatura e Matemática

       Letras e números costumam ser vistos como símbolos opostos, correspondentes a sistemas de pensamento e linguagens completamente diferentes e, muitas vezes, incomunicáveis. Essa perspectiva, no entanto, foi muitas vezes recusada pela própria literatura, que em diversas ocasiões valeu-se de elementos e pensamentos matemáticos como forma de melhor explorar sua potencialidade e de amplificar suas possibilidades criativas.
        A utilização da matemática no campo literário se dá por meio das diversas estruturas e rigores, mas também através da apresentação, reflexão e transformação em matéria narrativa de problemas de ordem lógica. Nenhuma leitura é única: o texto, por si só, não diz nada; ele só vai produzir sentido no momento em que há a recepção por parte do leitor. A matemática pode, também, potencializar o texto, tornando ainda mais amplo o seu campo de leituras possíveis a partir de regras ou restrições.
         Muitas passagens de  Alice no País das Maravilhas  e  Alice através do espelho, de Lewis Carroll,  estão repletas de enigmas e problemas que até os dias de hoje permitem aos leitores múltiplas interpretações. Edgar Allan Poe é outro escritor a construir personagens que utilizam exaustivamente a lógica matemática como instrumento para a resolução dos enigmas propostos.
         Explorar as relações entre literatura e matemática é resgatar o romantismo grego da possibilidade do encontro de todas as ciências. É fazer uma viagem pelo mundo das letras e dos números, da literatura comparada e das ficções e romances de diversos autores que beberam (e continuarão bebendo) de diversas e potenciais fontes científicas, poéticas e matemáticas.
    <http://tinyurl.com/h9z7jot > Acesso em: 17.08.2016. Adaptado.
    No trecho “correspondentes a sistemas de pensamento e linguagens”, a palavra destacada é
    Escolha uma alternativa para a questão bd91a480-b1
  • BD8E6710-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Jacques Fux para responder a questão.

    Literatura e Matemática

       Letras e números costumam ser vistos como símbolos opostos, correspondentes a sistemas de pensamento e linguagens completamente diferentes e, muitas vezes, incomunicáveis. Essa perspectiva, no entanto, foi muitas vezes recusada pela própria literatura, que em diversas ocasiões valeu-se de elementos e pensamentos matemáticos como forma de melhor explorar sua potencialidade e de amplificar suas possibilidades criativas.
        A utilização da matemática no campo literário se dá por meio das diversas estruturas e rigores, mas também através da apresentação, reflexão e transformação em matéria narrativa de problemas de ordem lógica. Nenhuma leitura é única: o texto, por si só, não diz nada; ele só vai produzir sentido no momento em que há a recepção por parte do leitor. A matemática pode, também, potencializar o texto, tornando ainda mais amplo o seu campo de leituras possíveis a partir de regras ou restrições.
         Muitas passagens de  Alice no País das Maravilhas  e  Alice através do espelho, de Lewis Carroll,  estão repletas de enigmas e problemas que até os dias de hoje permitem aos leitores múltiplas interpretações. Edgar Allan Poe é outro escritor a construir personagens que utilizam exaustivamente a lógica matemática como instrumento para a resolução dos enigmas propostos.
         Explorar as relações entre literatura e matemática é resgatar o romantismo grego da possibilidade do encontro de todas as ciências. É fazer uma viagem pelo mundo das letras e dos números, da literatura comparada e das ficções e romances de diversos autores que beberam (e continuarão bebendo) de diversas e potenciais fontes científicas, poéticas e matemáticas.
    <http://tinyurl.com/h9z7jot > Acesso em: 17.08.2016. Adaptado.
    Segundo o texto, pode-se afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão bd8e6710-b1
  • BD4C3C46-B1

    Inglês

    Pronome relativo | Relative clauses
    FATEC · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Here’s how long you can work before your brain 1shuts down

        I’m having a hard time starting this article. According to research out of the University of Melbourne, that might be because I’m middle-aged and work too much. Economists determined that burning the midnight oil makes you, well, dumber.” Our study highlights that too much work can have adverse effects on cognitive functioning,” they conclude.
        Tell us something we didn’t know. Who hasn’t, at the end of a seemingly endless workweek, found themselves staring blankly at their computer screen or into space unable to remember what they had for lunch, let alone form a coherent thought about the task at hand?
          For some employees, of course – the average resident 2 physician or, these days, that “3 gig economy” worker who makes ends meet by banging away at multiple projects – long hours are a fact of modern working life. And there’s a cost. Medical researchers have shown that working too much can affect employees’ physical and mental health.
          So how much is too much? For people age 40 and older, working up to roughly 25 hours per week boosts memory, the ability to quickly process information and other aspects of cognitive function, according to the study, which drew on a longitudinal survey that tracks the well-being of 6,000 Australians. Beyond 25 hours a week, the middle-aged brain doesn’t work as well, the study indicates, noting that the findings apply to both men and women.
    <http://tinyurl.com/j4os8ck> Acesso em: 24.08.2016. Adaptado.

    Glossário
    1to shut down: parar de operar/funcionar.
    2physician: médico.
    3gig economy: ambiente de trabalho baseado em empregos temporários e contratos de curta duração.
    O pronome relativo that, em “that tracks the well-being of 6,000 Australians”, pode ser corretamente substituído, sem alteração do sentido original, por
    Escolha uma alternativa para a questão bd4c3c46-b1
  • BD493B24-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Here’s how long you can work before your brain 1shuts down

        I’m having a hard time starting this article. According to research out of the University of Melbourne, that might be because I’m middle-aged and work too much. Economists determined that burning the midnight oil makes you, well, dumber.” Our study highlights that too much work can have adverse effects on cognitive functioning,” they conclude.
        Tell us something we didn’t know. Who hasn’t, at the end of a seemingly endless workweek, found themselves staring blankly at their computer screen or into space unable to remember what they had for lunch, let alone form a coherent thought about the task at hand?
          For some employees, of course – the average resident 2 physician or, these days, that “3 gig economy” worker who makes ends meet by banging away at multiple projects – long hours are a fact of modern working life. And there’s a cost. Medical researchers have shown that working too much can affect employees’ physical and mental health.
          So how much is too much? For people age 40 and older, working up to roughly 25 hours per week boosts memory, the ability to quickly process information and other aspects of cognitive function, according to the study, which drew on a longitudinal survey that tracks the well-being of 6,000 Australians. Beyond 25 hours a week, the middle-aged brain doesn’t work as well, the study indicates, noting that the findings apply to both men and women.
    <http://tinyurl.com/j4os8ck> Acesso em: 24.08.2016. Adaptado.

    Glossário
    1to shut down: parar de operar/funcionar.
    2physician: médico.
    3gig economy: ambiente de trabalho baseado em empregos temporários e contratos de curta duração.
    Afirma-se, no terceiro parágrafo, que
    Escolha uma alternativa para a questão bd493b24-b1
  • BD45FC45-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Here’s how long you can work before your brain 1shuts down

        I’m having a hard time starting this article. According to research out of the University of Melbourne, that might be because I’m middle-aged and work too much. Economists determined that burning the midnight oil makes you, well, dumber.” Our study highlights that too much work can have adverse effects on cognitive functioning,” they conclude.
        Tell us something we didn’t know. Who hasn’t, at the end of a seemingly endless workweek, found themselves staring blankly at their computer screen or into space unable to remember what they had for lunch, let alone form a coherent thought about the task at hand?
          For some employees, of course – the average resident 2 physician or, these days, that “3 gig economy” worker who makes ends meet by banging away at multiple projects – long hours are a fact of modern working life. And there’s a cost. Medical researchers have shown that working too much can affect employees’ physical and mental health.
          So how much is too much? For people age 40 and older, working up to roughly 25 hours per week boosts memory, the ability to quickly process information and other aspects of cognitive function, according to the study, which drew on a longitudinal survey that tracks the well-being of 6,000 Australians. Beyond 25 hours a week, the middle-aged brain doesn’t work as well, the study indicates, noting that the findings apply to both men and women.
    <http://tinyurl.com/j4os8ck> Acesso em: 24.08.2016. Adaptado.

    Glossário
    1to shut down: parar de operar/funcionar.
    2physician: médico.
    3gig economy: ambiente de trabalho baseado em empregos temporários e contratos de curta duração.
    Considere a afirmação: “Our study highlights that too much work can have adverse effects on cognitive functioning.”

    Um dos efeitos adversos do trabalho excessivo apresentado pelo autor é
    Escolha uma alternativa para a questão bd45fc45-b1
  • BD423031-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Here’s how long you can work before your brain 1shuts down

        I’m having a hard time starting this article. According to research out of the University of Melbourne, that might be because I’m middle-aged and work too much. Economists determined that burning the midnight oil makes you, well, dumber.” Our study highlights that too much work can have adverse effects on cognitive functioning,” they conclude.
        Tell us something we didn’t know. Who hasn’t, at the end of a seemingly endless workweek, found themselves staring blankly at their computer screen or into space unable to remember what they had for lunch, let alone form a coherent thought about the task at hand?
          For some employees, of course – the average resident 2 physician or, these days, that “3 gig economy” worker who makes ends meet by banging away at multiple projects – long hours are a fact of modern working life. And there’s a cost. Medical researchers have shown that working too much can affect employees’ physical and mental health.
          So how much is too much? For people age 40 and older, working up to roughly 25 hours per week boosts memory, the ability to quickly process information and other aspects of cognitive function, according to the study, which drew on a longitudinal survey that tracks the well-being of 6,000 Australians. Beyond 25 hours a week, the middle-aged brain doesn’t work as well, the study indicates, noting that the findings apply to both men and women.
    <http://tinyurl.com/j4os8ck> Acesso em: 24.08.2016. Adaptado.

    Glossário
    1to shut down: parar de operar/funcionar.
    2physician: médico.
    3gig economy: ambiente de trabalho baseado em empregos temporários e contratos de curta duração.
    A respeito do autor, o primeiro parágrafo nos informa que ele
    Escolha uma alternativa para a questão bd423031-b1
  • BD3E8E4A-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Here’s how long you can work before your brain 1shuts down

        I’m having a hard time starting this article. According to research out of the University of Melbourne, that might be because I’m middle-aged and work too much. Economists determined that burning the midnight oil makes you, well, dumber.” Our study highlights that too much work can have adverse effects on cognitive functioning,” they conclude.
        Tell us something we didn’t know. Who hasn’t, at the end of a seemingly endless workweek, found themselves staring blankly at their computer screen or into space unable to remember what they had for lunch, let alone form a coherent thought about the task at hand?
          For some employees, of course – the average resident 2 physician or, these days, that “3 gig economy” worker who makes ends meet by banging away at multiple projects – long hours are a fact of modern working life. And there’s a cost. Medical researchers have shown that working too much can affect employees’ physical and mental health.
          So how much is too much? For people age 40 and older, working up to roughly 25 hours per week boosts memory, the ability to quickly process information and other aspects of cognitive function, according to the study, which drew on a longitudinal survey that tracks the well-being of 6,000 Australians. Beyond 25 hours a week, the middle-aged brain doesn’t work as well, the study indicates, noting that the findings apply to both men and women.
    <http://tinyurl.com/j4os8ck> Acesso em: 24.08.2016. Adaptado.

    Glossário
    1to shut down: parar de operar/funcionar.
    2physician: médico.
    3gig economy: ambiente de trabalho baseado em empregos temporários e contratos de curta duração.
    Ao escrever, no início do texto, “I’m having a hard time starting this article”, o autor
    Escolha uma alternativa para a questão bd3e8e4a-b1
  • BCF1D85D-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o cartum.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    De acordo com o texto do cartum,
    Escolha uma alternativa para a questão bcf1d85d-b1
  • BCE55E56-B1

    Português

    Coesão e coerência
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    O título do artigo – Mais escolarizadas, mulheres ainda ganham menos e têm dificuldades de subir na carreira – poderia ser substituído, sem causar prejuízo de sentido, por:
    Escolha uma alternativa para a questão bce55e56-b1
  • 5091CEEC-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Olavo Bilac para responder à questão.

    Incontentado

    Paixão sem grita, amor sem agonia, Que não oprime nem magoa o peito, Que nada mais do que possui queria, E com tão pouco vive satisfeito...

    Amor, que os exageros repudia, Misturado de estima e de respeito, E, tirando das mágoas alegria, Fica farto, ficando sem proveito...

    Viva sempre a paixão que me consome, Sem uma queixa, sem um só lamento! Arda sempre este amor que desanimas!

    Eu, eu tenha sempre, ao murmurar teu nome, O coração, malgrado o sofrimento, Como um rosal desabrochado em rimas.

    <https://tinyurl.com/nxwg9mp> Acesso em: 17.02.2017. 
    O eu lírico do poema está em busca de um amor específico.

    Esse amor deve
    Escolha uma alternativa para a questão 5091ceec-b1
  • 508D6895-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Olavo Bilac para responder à questão.

    Incontentado

    Paixão sem grita, amor sem agonia, Que não oprime nem magoa o peito, Que nada mais do que possui queria, E com tão pouco vive satisfeito...

    Amor, que os exageros repudia, Misturado de estima e de respeito, E, tirando das mágoas alegria, Fica farto, ficando sem proveito...

    Viva sempre a paixão que me consome, Sem uma queixa, sem um só lamento! Arda sempre este amor que desanimas!

    Eu, eu tenha sempre, ao murmurar teu nome, O coração, malgrado o sofrimento, Como um rosal desabrochado em rimas.

    <https://tinyurl.com/nxwg9mp> Acesso em: 17.02.2017. 
    Olavo Bilac foi poeta brasileiro, identificado com o movimento literário intitulado Parnasianismo. Uma das características literárias desse movimento é o uso de rimas ricas, ou seja, rimas entre palavras de classes gramaticais diferentes.

    Assinale a alternativa que apresenta uma rima rica entre um verbo e um substantivo.
    Escolha uma alternativa para a questão 508d6895-b1
  • 5088A654-B1

    Português

    Gêneros Textuais
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Olavo Bilac para responder à questão.

    Incontentado

    Paixão sem grita, amor sem agonia, Que não oprime nem magoa o peito, Que nada mais do que possui queria, E com tão pouco vive satisfeito...

    Amor, que os exageros repudia, Misturado de estima e de respeito, E, tirando das mágoas alegria, Fica farto, ficando sem proveito...

    Viva sempre a paixão que me consome, Sem uma queixa, sem um só lamento! Arda sempre este amor que desanimas!

    Eu, eu tenha sempre, ao murmurar teu nome, O coração, malgrado o sofrimento, Como um rosal desabrochado em rimas.

    <https://tinyurl.com/nxwg9mp> Acesso em: 17.02.2017. 
    Dentre as características do texto Incontentado, de Olavo Bilac, temos
    Escolha uma alternativa para a questão 5088a654-b1
  • 50844ABE-B1

    Português

    Sintaxe
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à
    questão. 

         “Não havia um segundo a perder. Tirou o machado de sob o capote, levantando-o com as duas mãos e, com um gesto seco, quase mecânico, deixou-o cair na cabeça da velha. Suas mãos pareciam-lhe não ter mais forças. Entretanto, readquiriu-as assim que vibrou o primeiro golpe.
         A velha estava com a cabeça descoberta, como de hábito. Os cabelos claros, grisalhos e escassos, abundantemente oleados, formavam uma pequena trança, presa à nuca por um fragmento de pente. Como era baixa, o golpe atingiu-a nas têmporas. Deu um grito fraco e caiu, tendo tido, no entanto, tempo de levar as mãos à cabeça.”

    (DOSTOIÉVSKI, F. Crime e Castigo. São Paulo: Abril, 2010. p.111.)
    No trecho “Deu um grito fraco e caiu.”, o sujeito dos verbos destacados é
    Escolha uma alternativa para a questão 50844abe-b1
  • 50809212-B1

    Português

    Análise sintática
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à
    questão. 

         “Não havia um segundo a perder. Tirou o machado de sob o capote, levantando-o com as duas mãos e, com um gesto seco, quase mecânico, deixou-o cair na cabeça da velha. Suas mãos pareciam-lhe não ter mais forças. Entretanto, readquiriu-as assim que vibrou o primeiro golpe.
         A velha estava com a cabeça descoberta, como de hábito. Os cabelos claros, grisalhos e escassos, abundantemente oleados, formavam uma pequena trança, presa à nuca por um fragmento de pente. Como era baixa, o golpe atingiu-a nas têmporas. Deu um grito fraco e caiu, tendo tido, no entanto, tempo de levar as mãos à cabeça.”

    (DOSTOIÉVSKI, F. Crime e Castigo. São Paulo: Abril, 2010. p.111.)
    Na passagem “Entretanto, readquiriu-as assim que vibrou o primeiro golpe.”, a palavra as
    Escolha uma alternativa para a questão 50809212-b1
  • 5028BA5D-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
         Eu, Robô (I, Robot) é uma coletânea de contos escritos por Isaac Asimov que procura descrever, sob o ponto de vista do autor, o hipotético aumento da presença e da atuação dos robôs na sociedade.
        Leia o texto, que apresenta uma entrevista com a personagem Susan Calvin, uma “robopsicóloga”, e responda à questão.

    Susan Calvin had been born in the year 1982, they said, which made her seventy five now. Everyone knew that. Appropriately enough, U. S. Robot and Mechanical Men, Inc. was seventy-five also, since it had been in the year of Dr. Calvin’s birth that Lawrence Robertson had first taken out incorporation papers for what eventually became the strangest industrial giant in man’s history. Well, everyone knew that, too. (…)

    She went back to her desk and sat down. She didn’t need expression on her face to look sad, somehow.

    “How old are you?” she wanted to know.

    “Thirty-two,” I said. 

    “Then you don’t remember a world without robots. There was a time when humanity faced the universe alone and without a friend. Now he has creatures to help him; stronger creatures than himself, more faithful, more useful, and absolutely devoted to him. Mankind is no longer alone. Have you ever thought of it that way?”

    “I’m afraid I haven’t. May I quote you?”

    “You may. To you, a robot is a robot. Gears and metal; electricity and positrons. Mind and iron! Human-made! If necessary, human-destroyed! But you haven’t worked with them, so you don’t know them. They’re a cleaner, better breed than we are.”

    (ASIMOV, I. I, Robot. Greenwich, Conn: Fawcett Publications,1950. p. 2-3.)
    O termo may em May I quote you? expressa a ideia de
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    Interpretação de Textos
    FATEC · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Uma pesquisa foi realizada com alguns alunos da Fatec–São Paulo sobre a participação em um Projeto de Iniciação Científica (PIC) e a participação na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).Dos 75 alunos entrevistados:

    • 17 não participaram de nenhuma dessas duas atividades;
    • 36 participaram da reunião da SBPC e
    • 42 participaram do PIC.

    Nessas condições, o número de alunos entrevistados que participaram do PIC e da reunião da SBPC é
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