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Interpretação de texto | Reading comprehensionFATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosConsidere o cartum.

<http://tinyurl.com/kl3oyrm>Acesso em: 16.03.2015.
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207 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 11.
Considere o cartum.

<http://tinyurl.com/kl3oyrm>Acesso em: 16.03.2015.
Karoshi é uma palavra japonesa que significa morte por excesso de trabalho. O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão supervisionou 4 561 empresas em novembro de 2014 e descobriu que, em 2 300 delas, havia registros de horas extras ilegais. Desse total, 715 empresas tinham funcionários realizando individualmente mais de 100 horas extras por mês. Em 153 empresas, o número de horas extras realizado por alguns funcionários havia subido para 150 horas e, em 35, superou as 200 horas extras mensais por funcionário, trazendo, dessa forma, riscos à saúde e consequentemente à vida dos trabalhadores. Segundo dados oficiais, cerca de 200 japoneses morrem por ano por causa do excesso de horas de trabalho.
O aumento do número de casos de karoshi verificados no
Japão se deve, principalmente,
Construção civil: número de acidentes de trabalho diminui mesmo com aumento de obras
Roberta Lopes
A coordenadora de Relações Institucionais do Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio), Ana Cláudia Gomes, disse hoje que o número de acidentes de trabalho na construção civil permanece estável nos últimos anos, embora o número de construções tenha aumentado. Isso significa que, proporcionalmente, o número de acidentes na construção civil tem caído.
“Se olharmos as estatísticas de acidentes, elas não consideram que, se antes tínhamos 10 mil obras, hoje temos 100 mil. Se o número de acidentes se manteve, tivemos uma queda proporcional ao número de trabalhadores expostos aos riscos. Não comemoramos essa queda, porque nós continuamos a perseguir o ideal do acidente zero”, afirmou. (...)
<http://tinyurl.com/n6o7zo8>Acesso em: 17.04.2015. Adaptado.
Leia o fragmento da obra “Senhora”, de José de Alencar.
Quando Seixas achava-se ainda sob o império desta nova contrariedade, apareceu na sala a Aurélia Camargo, que chegara naquele instante. Sua entrada foi como sempre um deslumbramento; todos os olhos voltaram-se para ela; pela numerosa e brilhante sociedade ali reunida passou o frêmito das fortes sensações. Parecia que o baile se ajoelhava para recebê-la com o fervor da adoração. Seixas afastou-se. Essa mulher humilhava-o. Desde a noite de sua chegada que sofrera a desagradável impressão. Refugiava-se na indiferença, esforçava-se por combater com o desdém a funesta influência, mas não o conseguia. A presença de Aurélia, sua esplêndida beleza, era uma obsessão que o oprimia. Quando, como agora, a tirava da vista fugindo-lhe, não podia arrancá-la da lembrança, nem escapar à admiração que ela causava e que o perseguia nos elogios proferidos a cada passo em torno de si. No Cassino, Seixas tivera um reduto onde abrigar-se dessa cruel fascinação.
<http://tinyurl.com/ou5m65d>Acesso em: 17.09.2015. Adaptado.
É boa a notícia para os fãs da natação, vôlei de praia, futebol, hipismo, ginástica rítmica e tiro com arco que buscam ingressos para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Entradas para catorze sessões esportivas dessas modalidades, que tinham se esgotado na primeira fase de sorteio de ingressos, estão à venda.
<http://tinyurl.com/qapfdjt>Acesso em: 12.09.2015. Adaptado.
A oração subordinada destacada nesse fragmento é
James Cleveland “Jesse” Owens nasceu em 1913, em Oakville, Alabama, nos Estados Unidos. Esse atleta negro tornou-se mundialmente conhecido ao ganhar quatro medalhas de ouro na Olimpíada de Berlim em 1936, desmentindo o discurso nazista da supremacia ariana.
Os nazistas aproveitaram tal evento esportivo para fazer propaganda do regime de Hitler. O forte incentivo aos atletas germânicos levou a Alemanha a ficar no topo do ranking de medalhas, com 33 ouros contra 24 dos Estados Unidos. Mas, apesar da vitória, o discurso nazista caiu por terra diante dos feitos de Owens, que liderou a equipe estadunidense no atletismo ao conquistar as medalhas de ouro nos 100 m, 200 m, revezamento 4 x 100 m e salto em distância.
Reza a lenda que Hitler se recusou a entregar as medalhas para Owens, o que não é verdade, segundo a diretora cultural do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Ela explica que o ditador deixou de entregar apenas uma das quatro láureas ao atleta estadunidense. Nas demais, Hitler, inclusive, cumprimentou o atleta.
Em sua biografia, Owens afirma que o que o deixava mais magoado não eram as atitudes de Hitler, mas o fato de o presidente dos Estados Unidos, Franklin Delano Roosevelt, não ter mandado nem um telegrama felicitando-o pelas conquistas na Olimpíada. De fato esse atleta não sofreu racismo somente na Alemanha. Em seu país ele também enfrentou problemas. Em um evento na Casa Branca, enquanto todos os seus companheiros entraram pela porta da frente, ele foi obrigado a entrar pelos fundos.
Em 2012, o atleta americano foi imortalizado no Hall da Fama do Atletismo, criado, no mesmo ano, como parte das celebrações pelo centenário da Federação Internacional de Atletismo.
<http://tinyurl.com/qgj7e4j>Acesso em: 15.09.2015. Adaptado.
Learn ‘n’ go
How quickly can people learn new skills?
Jan 25th 2014 – from the print edition
In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .
Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)
This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)
<http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.
Glossário
1oncoming: iminente; próximo.
2wayward: desobediente; instável.
3jaywalker: pedestre imprudente.
4bounty: recompensa.
5spread: propagação; extensão.
6enhanced: aprimorado(a).
7remaining: remanescente.
Learn ‘n’ go
How quickly can people learn new skills?
Jan 25th 2014 – from the print edition
In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .
Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)
This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)
<http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.
Glossário
1oncoming: iminente; próximo.
2wayward: desobediente; instável.
3jaywalker: pedestre imprudente.
4bounty: recompensa.
5spread: propagação; extensão.
6enhanced: aprimorado(a).
7remaining: remanescente.
Learn ‘n’ go
How quickly can people learn new skills?
Jan 25th 2014 – from the print edition
In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .
Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)
This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)
<http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.
Glossário
1oncoming: iminente; próximo.
2wayward: desobediente; instável.
3jaywalker: pedestre imprudente.
4bounty: recompensa.
5spread: propagação; extensão.
6enhanced: aprimorado(a).
7remaining: remanescente.
Learn ‘n’ go
How quickly can people learn new skills?
Jan 25th 2014 – from the print edition
In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .
Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)
This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)
<http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.
Glossário
1oncoming: iminente; próximo.
2wayward: desobediente; instável.
3jaywalker: pedestre imprudente.
4bounty: recompensa.
5spread: propagação; extensão.
6enhanced: aprimorado(a).
7remaining: remanescente.
Learn ‘n’ go
How quickly can people learn new skills?
Jan 25th 2014 – from the print edition
In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .
Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)
This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)
<http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.
Glossário
1oncoming: iminente; próximo.
2wayward: desobediente; instável.
3jaywalker: pedestre imprudente.
4bounty: recompensa.
5spread: propagação; extensão.
6enhanced: aprimorado(a).
7remaining: remanescente.
Um dos esportes em que o Brasil tem chances de medalhas é a natação. Antes das competições, as piscinas precisam de um cuidado especial. Segundo especialistas da área, um dos tratamentos mais eficientes e ecologicamente corretos é com o ozônio, O3, também conhecido como Oxigênio Ativo.
O ozônio é um poderoso bactericida, algicida, fungicida e viricida, que destrói os micro-organismos presentes na água 3 120 vezes mais rápido que o cloro. Além disso, não irrita a pele, os olhos e as mucosas dos usuários.
Aplicado na desinfecção da água, o ozônio faz o papel de agente microbiológico e oxidante, eliminando as cloraminas, produto que resulta da reação do cloro, usado no tratamento de água, com as impurezas presentes na água. As cloraminas são as grandes vilãs das piscinas, pois agravam problemas alérgicos e respiratórios, causam ardência nos olhos, ressecamento na pele e nos cabelos, descamação do esmalte das unhas, além de deixar cheiro desagradável na água e no corpo.
Sem causar os desconfortos ocasionados pelas cloraminas, o uso de ozônio também reduz os casos de otite (inflamação dos ouvidos).
<http://tinyurl.com/qjcw646>Acesso em: 21.08.2015. Adaptado.
Sobre o texto e as substâncias nele mencionadas,
é correto afirmar que
Leia o texto em que um termo foi retirado.
Rio 2016 unveils innovative Olympic torch
The innovative design, which is _________________ by the warmth of the Brazilian people, features moveable segments that expand vertically to reveal the colours of Brazil when the Olympic flame is passed from one torchbearer to another. The triangular shape of the torch, meanwhile, alludes to the three Olympic Values of excellence, friendship and respect, while the floating effect of its different segments represents the efforts of the athletes.
<http://tinyurl.com/qee99wp>Acesso em: 28.07.2015. Adaptado.

Leia o texto para responder a questão.
O futebol repete a vida
Tostão
(Colunista da Folha)
Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.
As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.
Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.
Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.
O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.
O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.
Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.
Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.
(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
O futebol repete a vida
Tostão
(Colunista da Folha)
Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.
As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.
Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.
Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.
O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.
O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.
Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.
Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.
(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)
Segundo Tostão, alguns atletas, para obter a vitória a todo custo num jogo de futebol, são capazes deLeia o texto para responder a questão.
O futebol repete a vida
Tostão
(Colunista da Folha)
Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.
As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.
Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.
Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.
O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.
O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.
Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.
Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.
(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)
De acordo com as informações presentes no texto, assinale a alternativa correta.Leia o texto para responder a questão.
O futebol repete a vida
Tostão
(Colunista da Folha)
Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.
As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.
Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.
Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.
O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.
O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.
Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.
Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.
(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)
É correto afirmar que, no terceiro parágrafo do texto, há a predominância da figura de linguagem denominada