Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS)

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29 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 2.

  • 3E7D59DE-0B

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFMS · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema a seguir para responder à questão:


    Índia Velha 


    Índia Velha índia velha

    se lembra do cheiro verde

    na fonte limpa

    onde se matava a sede

    água boa de beber

    índia velha

    se lembra

    do teu tempo de criança

    tinha festa e tinha dança

    pra chover.

    índia velha

    se lembra

    do primeiro

    do segundo

    do terceiro branco

    que chegou

    se lembra?

    se lembra

    Quando tu andavas nua

    olha a cor de teu vestido

    encardido

    quando andas pela rua.

    se lembra!

    se lembra de teus colares

    teus amores a lua cheia

    lençóis de flores na aldeia

    se lembra?

    índia velha

    se lembra

    dos pés pisando no mato

    olha a cor de teu sapato

    pisando asfalto e areia.

    índia velha

    se lembra

    tantos brancos que

    chegaram

    tantos

    que até perdestes as contas

    e as contas de teus colares

    hoje andas tonta nos bares

    e é tão grande a dor que

    sentes e que o amor de tua gente

    foi junto ao rio

    foi junto ao rio

    por onde os brancos chegaram

    se lembra?

    se lembra?


    (MARINHO, Emmanuel. Cantos de terra. Campo Grande: Letra Livre, 2016. A primeira edição foi publicada em 1981 [2]).

    Assinale a alternativa correta que aponta correspondência pertinente entre o recurso expressivo usado pelo poeta e o efeito produzido.
    Escolha uma alternativa para a questão 3e7d59de-0b
  • 3E7A1237-0B

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMS · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema a seguir para responder à questão:


    Índia Velha 


    Índia Velha índia velha

    se lembra do cheiro verde

    na fonte limpa

    onde se matava a sede

    água boa de beber

    índia velha

    se lembra

    do teu tempo de criança

    tinha festa e tinha dança

    pra chover.

    índia velha

    se lembra

    do primeiro

    do segundo

    do terceiro branco

    que chegou

    se lembra?

    se lembra

    Quando tu andavas nua

    olha a cor de teu vestido

    encardido

    quando andas pela rua.

    se lembra!

    se lembra de teus colares

    teus amores a lua cheia

    lençóis de flores na aldeia

    se lembra?

    índia velha

    se lembra

    dos pés pisando no mato

    olha a cor de teu sapato

    pisando asfalto e areia.

    índia velha

    se lembra

    tantos brancos que

    chegaram

    tantos

    que até perdestes as contas

    e as contas de teus colares

    hoje andas tonta nos bares

    e é tão grande a dor que

    sentes e que o amor de tua gente

    foi junto ao rio

    foi junto ao rio

    por onde os brancos chegaram

    se lembra?

    se lembra?


    (MARINHO, Emmanuel. Cantos de terra. Campo Grande: Letra Livre, 2016. A primeira edição foi publicada em 1981 [2]).

    Considerando as relações entre o texto e o processo histórico-social sobre o qual se pronuncia, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3e7a1237-0b
  • 3E769A39-0B

    Português

    Análise sintática
    UFMS · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A questão refere ao seguinte fragmento de texto:


    Em termos muito simples, podemos dizer que o amor é um horizonte de compreensão que tem em vista a real dimensão do outro, que não o inventa em uma projeção, que permanece aberto ao seu mistério. Se o amor é aberto ao outro, o ódio é fechado a ele. Tendemos a não querer ver o ódio que nos fecha porque ele nos diminui. “Não querer ver” é uma armadilha, pois todos somos afetados pelo ódio e contribuímos com a nossa parte para a sua persistência (TIBURI, Marcia. Odiar, verbo intransitivo. Revista Cult, n. 20, ano 18, p. 59, set. 2015. Fragmento).


    A alternativa correta com relação à estrutura sintática e de significação dos enunciados é:


    Escolha uma alternativa para a questão 3e769a39-0b
  • 3E730BA8-0B

    Português

    Coesão e coerência
    UFMS · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A questão refere ao seguinte fragmento de texto:


    Em termos muito simples, podemos dizer que o amor é um horizonte de compreensão que tem em vista a real dimensão do outro, que não o inventa em uma projeção, que permanece aberto ao seu mistério. Se o amor é aberto ao outro, o ódio é fechado a ele. Tendemos a não querer ver o ódio que nos fecha porque ele nos diminui. “Não querer ver” é uma armadilha, pois todos somos afetados pelo ódio e contribuímos com a nossa parte para a sua persistência (TIBURI, Marcia. Odiar, verbo intransitivo. Revista Cult, n. 20, ano 18, p. 59, set. 2015. Fragmento).


    Assinale a alternativa correta sobre as relações de coesão estabelecidas no texto.

    Escolha uma alternativa para a questão 3e730ba8-0b
  • 3E6FE537-0B

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em A hora da estrela, de Clarice Lispector, acompanhamos a história de Macabeá, jovem nordestina que vive, no Rio de Janeiro, uma existência solitária e anônima, marcada por privações de todo o tipo. Nessa obra, a escrita clariceana alterna momentos em que se expressa de um modo direto, próprio para remeter à dureza da vida de sua personagem central, como outros em que emprega diversos recursos afeitos à linguagem poética, como no relato do encontro de Macabéa com Olímpico de Jesus.
    “Maio, mês das borboletas noivas flutuando em brancos véus. Sua exclamação talvez tivesse sido um prenúncio do que ia acontecer no final da tarde desse mesmo dia: no meio da chuva abundante encontrou (explosão) a primeira espécie de namorado de sua vida, o coração batendo como se ela tivesse englutido um passarinho esvoaçante e preso. O rapaz e ela se olharam por entre a chuva e se reconheceram como dois nordestinos, bichos da mesma espécie que se farejam. Ele a olhara enxugando o rosto molhado com as mãos. E a moça, bastou-lhe vê-lo para torná-lo imediatamente sua goiaba-com-queijo.”
    (LISPECTOR, Clarice. A hora da estrela. 23 ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1995. p. 59).

    A respeito do trecho acima, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3e6fe537-0b
  • 3E6C928D-0B

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Quincas Borba”, considerada uma das grandes obras da fase áurea do escritor Machado de Assis, põe em cena a história de Rubião, um modesto professor de Barbacena, cidade no interior de Minas Gerais, que, ao receber uma herança inesperada do amigo Quincas Borba, resolve mudar para o Rio de Janeiro – na época, centro da vida política e econômica brasileira. Ali, encontra dificuldades para adaptar-se ao modo de ser dos que convivem com o poder, tornando-se uma vítima de aproveitadores que se fazem passar por amigos, caso, sobretudo, do casal Cristiano e Sofia Palha.
    O capítulo transcrito a seguir é o último do livro. Nele se encontra uma espécie de síntese da narrativa, ao se elencarem personagens centrais da trama a partir da notícia da morte do cão Quincas Borba, cujo nome é o mesmo de seu primeiro dono, que foi herdado por Rubião.
    “Queria dizer aqui o fim do Quincas Borba, que adoeceu também, ganiu infinitamente, fugiu desvairado em busca do dono, e amanheceu morto na rua, três dias depois. Mas, vendo a morte do cão narrada em capítulo especial, é provável que me perguntes se ele, se o seu defunto homônimo é que dá título ao livro, e por que antes um que outro, - questão prenhe de questões, que nos levariam longe... Eia! chora os dois recentes mortos, se tens lágrimas. Se só tens riso, rite. É a mesma coisa. O Cruzeiro, que a linda Sofia não quis fitar, como lhe pedia Rubião, está assaz alto para não discernir os risos e as lágrimas dos homens.”
    (MACHADO DE ASSIS. Quincas Borba. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2012. p. 344).

    Apesar de Machado de Assis construir parte significativa de sua obra ainda em fins do século XIX, é possível já verificar, em seus textos, o emprego de recursos próprios da literatura moderna. A esse propósito, sobre o trecho em questão, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3e6c928d-0b
  • 3E66D169-0B

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMS · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A poesia de Manuel Bandeira, marcada pela simplicidade no modo de dizer, alcança grau considerável de lirismo e de subjetividade ao tratar de cenas do cotidiano, como pode ser notado no exemplo que segue: 

    Poema de Finados

    Amanhã que é dia dos mortos 

    Vai ao cemitério. Vai 

    E procura entre as sepulturas

    A sepultura de meu pai. 


    Leva três rosas bem bonitas.

    Ajoelha e reza uma oração.


    Não pelo pai, mas pelo filho:

    O filho tem mais precisão.


    O que resta de mim na vida

    É a amargura do que sofri.

    Pois nada quero, nada espero.

    E em verdade estou morto ali.


    (BANDEIRA, Manuel. Estrela da Vida Inteira. 20 ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1993. p. 144-5).


    Ao observar a relação entre o conteúdo do Poema de Finados e seus aspectos formais, pode-se afirmar que:  
    Escolha uma alternativa para a questão 3e66d169-0b
  • 3E5FA5F3-0B

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFMS · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Analise os elementos empregados na construção da letra da canção e assinale a alternativa correta. 

    A Via Láctea 

    Quando tudo está perdido

    Sempre existe um caminho

    Quando tudo está perdido

    Sempre existe uma luz

    Mas não me diga isso

    Hoje a tristeza não é passageira

    Hoje fiquei com febre a tarde inteira

    E quando chegar a noite

    Cada estrela parecerá uma lágrima

    Queria ser como os outros

    E rir das desgraças da vida

    Ou fingir estar sempre bem

    Ver a leveza das coisas com humor

    Mas não me diga isso

    É só hoje e isso passa

    Só me deixe aqui quieto isso passa

    Amanhã é um outro dia, não é?


    Eu nem sei porque me sinto assim

    Vem de repente um anjo triste perto de mim

    E essa febre que não passa

    E meu sorriso sem graça

    Não me dê atenção

    Mas obrigado por pensar em mim

    Quando tudo está perdido

    Sempre existe uma luz

    Quando tudo está perdido

    Sempre existe um caminho

    Quando tudo está perdido

    Eu me sinto tão sozinho

    Quando tudo está perdido

    Não quero mais ser quem eu sou

    Mas não me diga isso

    Não me dê atenção

    E obrigado por pensar em mim


    (LEGIÃO URBANA. A tempestade ou O livro dos dias (álbum). Rio de Janeiro: EMI Music Ltda, 1996).
    Escolha uma alternativa para a questão 3e5fa5f3-0b
  • 3E5BDAD1-0B

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia atentamente o texto informativo a seguir.

    Nosso símbolo

    O nome já deixa evidente a origem indígena da bebida consumida diariamente por sulmato-grossenses de todos os cantos. O tereré só se tornou símbolo do Estado porque os índios guaranis aprenderam a domesticar a erva-mate.

    Depois da Guerra do Paraguai, Tomás Laranjeira consegue a concessão de aproximadamente 8 milhões de hectares da região sul-fronteira para explorar a planta. Posteriormente, funda a Companhia Mate Laranjeira, que exporta grande volume para Argentina e para o Uruguai. O professor da UFMS Antônio Hilário Urquiza destaca que 70% da mão de obra utilizada nos ervais era guarani, que já tinham prática na lida.

    “Os guaranis que domesticaram a erva-mate, que criaram o tereré, o chimarrão. Não qualquer índio. Foram os guaranis que estão aqui no nosso Estado. E hoje [o tereré] é um símbolo da juventude, da gastronomia, um símbolo identitário do nosso Estado. E é indígena”, reforça o professor e antropólogo. [...]

    (Correio do Estado. Caderno especial “MS 41 anos”, 11 out. 2018).


    A respeito dos sentidos construídos por esse texto, cujo objetivo maior é o de informar os leitores a respeito do tereré como elemento identitário de Mato Grosso do Sul, é possível afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 3e5bdad1-0b
  • 3E586D7A-0B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFMS · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    The irony of the comic lies in the fact that:
    Escolha uma alternativa para a questão 3e586d7a-0b
  • 3E542E30-0B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFMS · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Read Text to answer question.


    The article analyzes the relationship of Indigenous Peoples with the public policy of Social Assistance (AS) in Brazil. Based on data collected during field work carried out in 2014, will analyze the case of the Indigenous Reserve of Dourados, Mato Grosso do Sul. In the first part, I characterize the unequal relationship between society and national state with Indigenous Peoples to, then approach the Welfare State politics as an opportunity to face the violation of rights resulting from the colonial siege. Then we will see if Dourados to illustrate the dilemmas and possibilities of autonomy and indigenous role faced with this public policy. It is expected to contribute to the discussion of statehood pointing concrete cases where the local implementation of AS policy is permeable to a greater or lesser extent, the demands of Indigenous Peoples by adaptation to their social organizations and worldviews.


    (BORGES, Júlio César. Brazilian society has made us poor: Social Assistance and ethnic autonomy of Indiggenous Peoples. The case of Dourados, Mato Grosso do Sul. Horiz. antropol. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-71832016000200303&lng=en&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em: 10 nov. 2018).

    Read the comic to answer question.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


    According to the comic, it is correct to affirm that:

    Escolha uma alternativa para a questão 3e542e30-0b
  • 3E50BB06-0B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Read Text to answer question.


    The article analyzes the relationship of Indigenous Peoples with the public policy of Social Assistance (AS) in Brazil. Based on data collected during field work carried out in 2014, will analyze the case of the Indigenous Reserve of Dourados, Mato Grosso do Sul. In the first part, I characterize the unequal relationship between society and national state with Indigenous Peoples to, then approach the Welfare State politics as an opportunity to face the violation of rights resulting from the colonial siege. Then we will see if Dourados to illustrate the dilemmas and possibilities of autonomy and indigenous role faced with this public policy. It is expected to contribute to the discussion of statehood pointing concrete cases where the local implementation of AS policy is permeable to a greater or lesser extent, the demands of Indigenous Peoples by adaptation to their social organizations and worldviews.


    (BORGES, Júlio César. Brazilian society has made us poor: Social Assistance and ethnic autonomy of Indiggenous Peoples. The case of Dourados, Mato Grosso do Sul. Horiz. antropol. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-71832016000200303&lng=en&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em: 10 nov. 2018).

    Read Text II to answer question.    

        Cleir Avila Ferreira Júnior was born in Campo Grande, Mato Grosso do Sul State, Brazil. He is a self-taught artist. He has painted professionally since he was 18 years old. He has begun his artistic works with a hyperrealist influence, where he portrayed some regional and ecological themes, especially the Pantanal nature, presented in almost all his art.
        In 1994, he started his mural work on the sides of some Campo Grande’s buildings, as example: the great "Onça Pintada" (50m high and 220m2) took him and his team a month of execution, and the "Tuiuiús" (40m high and 300m2) was his second mural.
        In 1995, he painted the "Blue Macaw" (45m high and 430m2).
        In 1996, he built the "Macaws’ Monument" in front of the international airport in Campo Grande, MS.
        In 1998, he painted a mural of 700m2 in Corumbá, MS, where he portrayed the red macaw in one of its walls and in the other two a big gold fish. Therefore, he did uncountable art around Mato Grosso do Sul State, mainly into the touristic cities.

    (FERREIRA JÚNIOR, Cleir Avila. Disponível em: <http://www.artenossaterra.xpg.com.br/index.html>. Acesso em: 10 nov. 2018).

    The genre of text that tells the story of someone's life is called biography (bio is life, and graphy is written). It is a mixture between journalism, literature and history, in which the history of a person's life is reported and recorded, emphasizing the main facts.

    So, considering Text II, what kind of genre was it written on?  
    Escolha uma alternativa para a questão 3e50bb06-0b
  • 3E4CCF23-0B

    Inglês

    Orações condicionais | Conditional Clauses
    UFMS · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Read Text to answer question.


    The article analyzes the relationship of Indigenous Peoples with the public policy of Social Assistance (AS) in Brazil. Based on data collected during field work carried out in 2014, will analyze the case of the Indigenous Reserve of Dourados, Mato Grosso do Sul. In the first part, I characterize the unequal relationship between society and national state with Indigenous Peoples to, then approach the Welfare State politics as an opportunity to face the violation of rights resulting from the colonial siege. Then we will see if Dourados to illustrate the dilemmas and possibilities of autonomy and indigenous role faced with this public policy. It is expected to contribute to the discussion of statehood pointing concrete cases where the local implementation of AS policy is permeable to a greater or lesser extent, the demands of Indigenous Peoples by adaptation to their social organizations and worldviews.


    (BORGES, Júlio César. Brazilian society has made us poor: Social Assistance and ethnic autonomy of Indiggenous Peoples. The case of Dourados, Mato Grosso do Sul. Horiz. antropol. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-71832016000200303&lng=en&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em: 10 nov. 2018).

    Read Text II to answer question.    

        Cleir Avila Ferreira Júnior was born in Campo Grande, Mato Grosso do Sul State, Brazil. He is a self-taught artist. He has painted professionally since he was 18 years old. He has begun his artistic works with a hyperrealist influence, where he portrayed some regional and ecological themes, especially the Pantanal nature, presented in almost all his art.
        In 1994, he started his mural work on the sides of some Campo Grande’s buildings, as example: the great "Onça Pintada" (50m high and 220m2) took him and his team a month of execution, and the "Tuiuiús" (40m high and 300m2) was his second mural.
        In 1995, he painted the "Blue Macaw" (45m high and 430m2).
        In 1996, he built the "Macaws’ Monument" in front of the international airport in Campo Grande, MS.
        In 1998, he painted a mural of 700m2 in Corumbá, MS, where he portrayed the red macaw in one of its walls and in the other two a big gold fish. Therefore, he did uncountable art around Mato Grosso do Sul State, mainly into the touristic cities.

    (FERREIRA JÚNIOR, Cleir Avila. Disponível em: <http://www.artenossaterra.xpg.com.br/index.html>. Acesso em: 10 nov. 2018).

    Based on part of the Text II, answer the question: In which verb tense are the following sentences?

    “In 1995, he painted the ‘Blue Macaw’ (45m high and 430m2 ). In 1996, he built the ‘Macaws Monument’ in front of the international airport in Campo Grande, MS. In 1998, he painted a mural of 700m2 in Corumbá, MS, where he portrayed the red macaw in one of its walls and in the other two a big gold fish. Therefore, he did uncountable art around Mato Grosso do Sul State, mainly into the touristic cities”.  
    Escolha uma alternativa para a questão 3e4ccf23-0b
  • 3E43E8AD-0B

    Inglês

    Tradução | Translation
    UFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Read Text to answer question.


    The article analyzes the relationship of Indigenous Peoples with the public policy of Social Assistance (AS) in Brazil. Based on data collected during field work carried out in 2014, will analyze the case of the Indigenous Reserve of Dourados, Mato Grosso do Sul. In the first part, I characterize the unequal relationship between society and national state with Indigenous Peoples to, then approach the Welfare State politics as an opportunity to face the violation of rights resulting from the colonial siege. Then we will see if Dourados to illustrate the dilemmas and possibilities of autonomy and indigenous role faced with this public policy. It is expected to contribute to the discussion of statehood pointing concrete cases where the local implementation of AS policy is permeable to a greater or lesser extent, the demands of Indigenous Peoples by adaptation to their social organizations and worldviews.


    (BORGES, Júlio César. Brazilian society has made us poor: Social Assistance and ethnic autonomy of Indiggenous Peoples. The case of Dourados, Mato Grosso do Sul. Horiz. antropol. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-71832016000200303&lng=en&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em: 10 nov. 2018).

    According to Text, translate the sentences correctly: “It is expected to contribute to the discussion of statehood pointing concrete cases where the local implementation of AS policy is permeable to a greater or lesser extent, the demands of Indigenous Peoples by adaptation to their social organizations and worldviews”. 
    Escolha uma alternativa para a questão 3e43e8ad-0b
  • 41CAA586-CC

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    [...]
    Coração, portal vermelho 
    Pedra, com plumagem de ave 
    Cobra, coral que arranha 
    E alisa 
    E é pele de sal

    Delírio ao olhar pras Cagarras

    Pupila, kajal tão verde
     Esmeralda, manchada de som 
    Onda, dedilhar que afoga
     E desaba 
    O meu temporal 

    Arrepio ao cantar das cigarras

    Cabelo, silêncio da noite 
    Negrume, cintura de raio 
    Bicho, seu dançar me engole 
    E desabotoa 
    O meu ato fina

    Deslizo ao chorar das guitarras
     (E ao cantar das cigarras) 
    Fumaça!
    Manchada de som 
    Fumaça!

    Na pista a luz de cigarros 
    Eu sou do tipo que também passa mal 
    Com ciúmes do sabor da fumaça
     Que penetra sua boca
     Esse amor marginal

    [...]

    NOPORN. Fumaça. In: NOPORN. Boca. São Paulo: Tratore Distribuidora dos Independentes, 2016. 1 CD. Faixa 3 (4’48”)

    A canção “Fumaça”, do duo NoPorn, composto por Liana Padilha e Luca Lauri, emprega dois recursos caros a duas poéticas da virada do século XIX para o século XX: primeiro, a aproximação de elementos distantes, criando novas realidades, por vezes oníricas, como a imagem de uma “pedra, com plumagem de ave”; segundo, a sinestesia, que promove o cruzamento de sensações, perceptível em construções como “manchada de som” e “sabor da fumaça”. O primeiro e o segundo recursos criativos expostos podem ser associados, respectivamente, ao: 

    Escolha uma alternativa para a questão 41caa586-cc
  • 41C6DB11-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMS · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    Último poema

    Agora deixa o livro 
    volta os olhos 
    para a janela 
    a cidade 
    a rua
    o chão
    o corpo mais próximo 
    tuas próprias mãos: 
    aí também
    se lê


    MARQUES, Ana Martins. O livro das semelhanças. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 29


    Em O livro das semelhanças (2015), a poeta Ana Martins Marques aproxima-se de uma espécie de estética do cotidiano, em poemas nos quais a sensibilidade pode ser objeto da poesia a partir de relações estabelecidas com sensações ou objetos do senso comum. Em “Último poema”, o eu lírico: 

    Escolha uma alternativa para a questão 41c6db11-cc
  • 41C2A9BE-CC

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considerando a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a concordância está correta:

    Escolha uma alternativa para a questão 41c2a9be-cc
  • 41BF2505-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir.

    Caiu da escada
    e foi para o andar de cima
    MYRTES, Adrienne. Sem título. In.: FREIRE, Marcelino (Org.). Os cem menores
    contos brasileiros do século. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2004, p. 02.

    Uma vida inteira pela frente.
    O tiro veio por trás.
    MOSCOVICH, Cíntia. Sem título. In.: FREIRE, Marcelino (Org.). Os cem menores
    contos brasileiros do século.
    Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2004, p. 16

    Não podendo eliminar
    o resto da humanidade,
    suicidou-se.
    MATTOSO, Glauco. O eutanazista. In.: FREIRE, Marcelino (Org.). Os cem menores contos brasileiros do século. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2004, p. 02.


    Diz-se com frequência que a linguagem contemporânea é dinâmica, rápida. Com o uso constante de mídias digitais, principalmente por meio dos aparelhos celulares, nos comunicamos com maior frequência por meio de mensagens rápidas, curtas. Algumas redes sociais, como o Twitter, exploram essa característica e limitam o usuário a postagens de até 140 caracteres.
    Em 2004, o escritor Marcelino Freire desafiou ficcionistas e poetas a criarem histórias inéditas, fazendo uso de até cinquenta letras (sem contar título e pontuação). Com base nos três textos acima, retirados da obra intitulada Os cem menores contos brasileiros do século, é possível afirmar que, no que tange ao leitor, os microcontos exigem:
    Escolha uma alternativa para a questão 41bf2505-cc
  • 41BB3F67-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto seguir.

    Você tem treze anos. Os membros crescem em uma relação díspar, como se estivessem competindo entre si, mas fossem muito diferentes nas competências que os fazem avançar. Os pés crescem mais rápido que as próprias pernas; o nariz dispara com larga vantagem em relação ao resto dos demais elementos que constituem a face; os braços se alongam de uma maneira que faz o tronco parecer pequeno demais para os anexos que carrega. Aqui e ali, pelos começam a surgir sem um padrão aparentemente definido: pernas, braços, axilas. A sombra de uma barba começa a se pronunciar timidamente. Na barriga, um rastilho de pólvora. Com treze anos, talvez você pense em garotas. Talvez você pense em garotos. Talvez você não saiba muito bem o que pensar ou, até mesmo, pensar seja a última coisa que você cogite quando o assunto são garotas. Ou garotos. Talvez seus pés enormes e desproporcionais ainda não estejam crescidos o suficiente para chegar do outro lado da linha. O lado que você tem convicção de certas coisas, o lado em que você já avançou o suficiente para não sentir falta daquilo que precisa deixar para trás ou para se sentir atraído por tudo aquilo que está por vir. Talvez você ainda não tenha avançado o suficiente, mesmo com seus pés enormes, para saber o que é a língua de uma garota, ou de um garoto, operando movimentos circulares e molhados dentro da sua boca. Vagando por essa área nebulosa em que você já não é mais exatamente o que era, mas também não é plenamente o que pode vir a ser [...].

    TIMM, André. Modos inacabados de morrer. Rio de Janeiro: Oito e meio, 2016, p. 13. (Fragmento)


    O romance Modos inacabados de morrer (2016), do gaúcho, radicado em Santa Catarina, André Timm, destaca-se no cenário da literatura brasileira, tendo sido finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2017. Com base no fragmento apresentado, é INCORRETO afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 41bb3f67-cc
  • 41B7A82A-CC

    Português

    Coesão e coerência
    UFMS · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    Hum? Eh-eh... É. Nhor sim. Ã-hã, quer entrar, pode entrar... Hum, hum. Mecê sabia que eu moro aqui? Como é que sabia? Hum-hum... Eh. Nhor não, n’t, n’t... Cavalo seu é esse só? Ixe. Cavalo tá manco, aguado. Presta mais não. Axi... Pois sim. Hum, hum. Mecê enxergou este foguinho meu, de longe? É. A’pois. Mecê entra, cê pode ficar aqui.

    Hã-hã. Isto não é casa... É. Havéra. Acho. Sou fazendeiro não, sou morador... Eh, também sou morador não. Eu – toda a parte. Tou aqui, quando eu quero eu mudo. Aqui eu durmo. Hum. Nhém? Mecê é que tá falando. Nhor não... Cê vai indo ou vem vindo?

    Hã, pode trazer tudo pra dentro. Erê Mecê desarreia cavalo, eu ajudo. Mecê peia cavalo, eu ajudo... Traz alforje pra dentro, traz saco, seus dobros. Hum, hum Pode. Mecê cipriuara, homem que veio pra mim, visita minha; iá-nhã? Bom. Bonito. Cê pode sentar, pode deitar no jirau. Jirau é meu não. Eu – rede. Durmo em rede. Jirau é do preto. Agora eu vou ficar agachado. Também é bom. Assopro o fogo. Nhem? Se essa é minha, nhem? Minha é a rede. Hum. Hum-hum. É. Nhor não. Hum, hum... Então, por que é que cê não quer abrir saco, mexer no que tá lá dentro dele? Atié Mecê é lobo gordo... Atié... É meu, algum? Que é que eu tenho com isso? Eu tomo suas coisas não, furto não. A-hé, a-hé, nhor sim, eu quero. Eu gosto. Pode botar no coité. Eu gosto demais...

    ROSA, João Guimarães. Meu tio o Iauaretê. In.: ______. Estas histórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 191. (Fragmento)

    O conto “Meu tio o Iauaretê” é considerado um dos momentos primorosos da concepção de estilo do escritor João Guimarães Rosa. A partir do fragmento que dá início ao conto, é correto afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 41b7a82a-cc