Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
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551 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 28.
F62FFFC5-6E Instrução: Para responder a questão, leia os excertos abaixo, retirados de A carta de achamento do Brasil, de Pero Vaz de Caminha, e de A terra dos mil povos, de Kaká Werá Jecupé.A carta de achamento do BrasilA feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixar de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência. Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa, e da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita a modo de roque de xadrez. E trazem-no ali encaixado de sorte que não os magoa, nem lhes põe estorvo no falar, nem no comer e beber.A terra dos mil povosO índio não se chamava nem se chama de índio. O nome “índio” veio dos ventos dos mares do século XVI, mas o espírito “índio” habitava o Brasil antes mesmo de o tempo existir e se estendeu pelas Américas para, mais tarde, exprimir muitos nomes, difusores da tradição do Sol, da Lua e do sonho. Então, o que é índio para o índio? Eu vou responder conforme me foi ensinado por meus avós, pelo Ayvu Rapyta, passado de boca a boca com a responsabilidade do fogo sobre a noite estrelada, e pelas cerimônias e pelos encontros por que tenho passado com os ancestrais na terra e no sonho.Assinale a alternativa correta sobre os fragmentos acima, considerando, também, a leitura integral da obra A terra dos mil povos.F62D5F31-6E Literatura
Gênero Épico ou NarrativoUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: Para responder a questão, leia o trecho abaixo, retirado de Niketche: uma história de poligamia, de Paulina Chiziane.Vou ao espelho tentar descobrir o que há de errado em mim. Vejo olheiras negras no meu rosto, meu Deus, grandes olheiras! Tendo andado a chorar muito por esses dias, choro até demais. Olho bem para a minha imagem. Com esta máscara de tristeza, pareço um fantasma, essa aí não sou eu. Titubeio uma canção antiga daquelas que arrastam as lágrimas à superfície. Nessa coisa de cantar, tenho as minhas raízes. Sou de um povo cantador. Nessa terra canta-se na alegria e na dor. Canto e choro. Delicio-me com as lágrimas que correm com sabor a sal, com o maior prazer do mundo, Ah, mas como me liberta esse choro!Paro de chorar e volto ao espelho. Os olhos que se refletem brilham como diamantes. É o rosto de uma mulher feliz. Os lábios que se refletem traduzem uma mensagem de felicidade, não, não podem ser os meus, eu não sorrio, eu choro. Meu Deus, o meu espelho foi invadido por uma intrusa, que se ri da minha desgraça.Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre esse excerto, considerando, também, a leitura integral da obra Niketche: uma história de poligamia.( ) O protagonismo do enredo está sob a responsabilidade do personagem Antônio Tomás (Tony), marido de Rosa Maria (Rami) e pai de Bentinho, filho caçula do casal.( ) A narrativa evidencia a relevância de refletir sobre a condição feminina em um contexto poligâmico, além de expor os conflitos e os dilemas decorrentes dessa conjuntura.( ) A rua em que Rami e Tony residem é permeada por mulheres traídas, solitárias e abandonadas por seus maridos, as quais invejam a dedicação, a felicidade e a fidelidade do marido da narradora.( ) A narradora, quando se vê diante do espelho, toma consciência de sua ancestralidade e do quanto é oprimida por uma sociedade patriarcal, sentindo compaixão de si própria.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, éF62AAB70-6E Literatura
Gênero Épico ou NarrativoUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosNo bloco superior abaixo, encontram-se alguns personagens do enredo de Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez; no inferior, alguns trechos do enredo da obra relacionados a tais personagens.Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.1- Amaranta2- Coronel Aureliano Buendía3- Prudencio Aguillar4- Remédios, a Bela5- Úrsula Iguarán( ) ........ promoveu trinta e duas revoluções armadas e perdeu todas. Teve dezessete filhos varões de dezessete mulheres diferentes, que foram exterminados um atrás do outro numa mesma noite, antes que o mais velho fizesse trinta e cinco anos. Escapou de quatorze atentados, setenta e três emboscadas e de um pelotão de fuzilamento. Sobreviveu a uma dose de estricnina no café que teria sido suficiente para matar um cavalo. Recusou a Ordem do Mérito outorgada pelo presidente da república.( ) Ela estava tão comovida que na outra vez em que viu o morto destampando as panelas do fogão entendeu o que ele buscava, e desde então pôs potes de água pela casa afora. Certa noite em que o encontrou lavando as feridas em seu próprio quarto, José Arcádio Buendía não conseguiu resistir. – Está bem, ........ – disse a ele. – Vamos embora deste lugar o mais longe que a gente conseguir, e não voltaremos nunca mais. Agora, vá embora tranquilo.( ) Nem mesmo levantou os olhos para apiedar-se dela na tarde em que ........entrou na cozinha e pôs a mão nas brasas do fogão, até doer tanto que não sentiu mais dor e sim a pestilência de sua própria carne chamuscada. Foi uma dose de cavalo contra o remorso. Durante vários dias andou pela casa com a mão metida num pote cheio de claras de ovos, e quando as queimaduras sararam foi como se as claras de ovo também tivessem cicatrizado as úlceras de seu coração.( ) ........ foi a única que permaneceu imune à peste da banana. Empacou numa adolescência magnífica, cada vez mais impermeável aos formalismos, mais indiferente à malícia e à suspicácia, feliz num mundo próprio de realidades singelas. Não entendia por que as mulheres complicavam a vida com espartilhos e anáguas de balão, e então costurou para si mesma uma batina de estopa que simplesmente metia a cabeça e resolvia sem mais delongas o problema de se vestir, sem abandonar a impressão de estar nua (...).( ) Amanheceu morta na quinta-feira santa. Na última vez em que tinham ajudado ........ a fazer as contas de sua idade, nos tempos da companhia da bananeira, calcularam entre cento e quinze e cento e vinte e dois anos. Foi enterrada numa caixinha pouco maior que a cestinha em que Aureliano tinha sido levado, e muito pouca gente assistiu ao enterro, em parte porque não eram muitos os que se lembravam dela, e em parte porque naquele meio-dia fez tanto calor que os pássaros desorientados se esfacelavam feito perdigotos contra as paredes (...).A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, éF62807A0-6E Literatura
Gênero LíricoUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: Para responder a questão, leia a letra da canção Vingança, de Lupicínio Rodrigues.A partir da leitura da letra da canção, assinale a alternativa correta.
F6255B57-6E Literatura
Gênero Épico ou NarrativoUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: Para responder a questão, leia o excerto abaixo, retirado de Água funda, de Ruth Guimarães.Aí, o Joca entrou no meio da conversa:— Mãe de Ouro... Hum... — espichou o beiço com pouco caso. — Mãe de Ouro... Mãe de bosta, com perdão da má palavra. Aquilo é uma estrela que mudou de lugar.— Ela escuta, Joca!— Que escute!— Se não acredita, não abuse...Ele agravou a Mãe de Ouro, porque era abusante como ele só. Mas pagou. Ela escutou a praga e veio. Porque, se não fosse a praga, podia bem ser que ele escapasse.Assinale a alternativa correta sobre o excerto acima, considerando, também, a leitura integral da obra Água funda.F622B15B-6E Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: Para responder a questão, leia o poema abaixo, retirado de Pau-Brasil, de Oswald de Andrade.o capoeira— Qué apanhá sordado?— O quê?— Qué apanhá?Pernas e cabeças na calçadaAssinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre o poema de Oswald de Andrade.( ) A linguagem sintética está relacionada à poética Pau-Brasil.( ) O poema reconstrói, com apenas quatro versos, uma cena do passado colonial brasileiro.( ) A presença do eu poético se mostra na indignação com que condena a escravidão brasileira.( ) O poema recupera nostalgicamente uma cena do passado colonial brasileiro.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, éF6200E47-6E Literatura
Teoria LiteráriaUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: Para responder a questão, leia os excertos abaixo, retirados de Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf.Ela e Sally vinham mais atrás. Então ocorreu o momento mais requintado de toda a sua vida, ao passarem por uma floreira de pedra. Sally parou; colheu uma flor; beijou-a nos lábios. Foi como se o mundo virasse de ponta-cabeça! Os outros haviam sumido; estava sozinha com Sally. E sentiu ter recebido um presente, embrulhado, com a recomendação de que o guardasse, sem olhá-lo – um diamante, algo extremamente precioso que, enquanto caminhavam (de um lado para outro, de um lado para outro), ela então desembrulhava, ou era traspassada pela radiância, pela revelação, pelo sentimento religioso! – até que se viram diante do velho Joseph e de Peter.Havia muito de Dalloway, daquela mentalidade da classe governante do Império Britânico, de seu espírito cívico, de seu reformismo tarifário, que se arraigara nela, como costuma ocorrer. Com o dobro da inteligência do marido, era obrigada a ver as coisas pelos olhos de Dalloway – uma das tragédias da vida matrimonial. Mesmo com opiniões próprias, sempre citava Richard – como se a gente não pudesse saber o que pensava Richard pela leitura matinal do Morning Post!A partir da leitura dos excertos e da leitura integral da obra Mrs. Dalloway, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações.( ) O primeiro excerto exemplifica um instante epifânico de Clarissa Dalloway ao rememorar o beijo que trocou com Sally no passado, na mocidade.( ) Sally Selton, em idade avançada, mantém o espírito livre e rebelde de outrora, negando-se às obrigações socialmente impostas às mulheres: matrimônio e maternidade.( ) Peter Walsh, ao se casar com Elisabeth Dalloway, no presente da narrativa, sofre as perturbações do estresse pós-traumático em decorrência da luta na Primeira Guerra Mundial.( ) O segundo excerto revela que, mesmo Mrs. Dalloway tendo consciência de sua superioridade intelectual sobre o marido, a esposa era obrigada a conformar-se ao pensamento machista do matrimônio.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, éF61D81A3-6E Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: Para responder a questão, leia o excerto abaixo, retirado de O navio negreiro, de Castro Alves.
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre esse excerto do poema.( ) O poema Navio negreiro, relacionado à militância abolicionista, é uma manifestação que mostra o horror do tráfico negreiro.( ) A expressão “sonho dantesco” remete a uma realidade, que, de tão horrível, parece infernal e onírica.( ) Os sons musicais (tinir, estalar, orquestra...) entram em harmonia com a natureza, em contraste com o horror da cena.( ) Castro Alves, pertencente à 3ª geração da poesia romântica, faz de seus versos um libelo contra a escravidão.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, éF61A98FA-6E Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: Para responder a questão, leia o excerto abaixo, retirado de Quincas Borba, de Machado de Assis.
Queria dizer aqui o fim do Quincas Borba, que adoeceu também, ganiu infinitamente, fugiu desvairado em busca do dono e amanheceu morto na rua, três dias depois. Mas, vendo a morte do cão narrada em capítulo especial, é provável que me perguntes se ele, se o seu defunto homônimo é que dá o título ao livro, e por que antes um que outro – questão prenhe de questões, que nos levariam longe... Eia! Chora os dois recentes mortos, se tens lágrimas. Se só tens riso, ri-te! É a mesma coisa. O Cruzeiro, que a linda Sofia não quis fitar, como lhe pedia Rubião, está assaz alto para não discernir os risos e as lágrimas dos homens.
A partir da leitura do excerto e da leitura integral da obra Quincas Borba, assinale a alternativa correta.F617F923-6E Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosLeia as afirmações a seguir sobre O demônio familiar, de José de Alencar.I - O demônio familiar, do título da peça, refere-se a Pedro, escravizado, pois ele “perturba a paz doméstica”, como diz Eduardo, no último ato.II - Eduardo, jovem médico, defende a abolição da escravidão e faz da alforria de Pedro um ato político para criticar as leis do Império.III- Azevedo, depois do retorno da França, critica a escravidão brasileira, pois seria uma vergonha nacional.Quais estão corretas?F6150B38-6E Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
Adaptado de: FARACO, C. A. Apresentação. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.Considere as seguintes propostas de substituição de palavras no texto.1- Atadas (l. 12) por agrupadas.2- Forjaram (l. 47) por criaram.3- Olhar (l. 56) por ponto de vista.Quais propostas, considerando o contexto de ocorrência, indicam que a segunda palavra é uma substituição adequada para a primeira no texto?F6124FB9-6E Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
Adaptado de: FARACO, C. A. Apresentação. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.Na coluna da esquerda abaixo, estão listados sinais de pontuação e marcações gráficas; na da direita, o sentido ou a função que expressam no contexto em que ocorrem.Associe corretamente a coluna da direita à da esquerda.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, éF60FC861-6E Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
Adaptado de: FARACO, C. A. Apresentação. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.Assinale a alternativa que apresenta sinônimos contextuais adequados para as palavras heterogeneidade (l. 04), autônomas (l. 16) e advieram (l. 43), respectivamente.F60D4D82-6E Português
Coesão e coerênciaUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
Adaptado de: FARACO, C. A. Apresentação. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.Considere a passagem entre as linhas 01 a 05 e as possibilidades de reescrita.I - As línguas são fascinantes, pois não há aspecto delas que não nos maravilhe: seja sua imensa heterogeneidade, seja sua enorme complexidade estrutural e social, seja ainda o fato de que são realidades com história.II - Não há aspecto das línguas que não nos maravilhe, seja sua enorme complexidade estrutural e social, seja sua imensa heterogeneidade, seja ainda o fato de que são realidades com história. No entanto, elas são fascinantes.III- As línguas têm aspectos fascinantes por conterem complexidade estrutural e social, heterogeneidade e o fato de que são realidades com histórias. Esses aspectos delas nos maravilham.Quais dessas sugestões poderiam ser efetuadas sem alterar o sentido original da passagem, mantendo a correção gramatical?F60A8993-6E Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
Adaptado de: FARACO, C. A. Apresentação. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.Considere as seguintes afirmações sobre o texto.I - O texto é predominantemente expositivo, organizado em torno de informações consideradas científicas sobre mudança linguística.II - O texto não apresenta o ponto de vista argumentativo do autor, o que se evidencia pela ausência de primeira pessoa.III- O texto apresenta interrogações, que têm a função de externalizar as dúvidas do autor sobre o tema tratado.Quais estão corretas?F607B5AA-6E Português
Coesão e coerênciaUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
Adaptado de: FARACO, C. A. Apresentação. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.Considere a afirmação que está de acordo com o sentido global do texto.F605072A-6E Português
Análise sintáticaUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
Adaptado de: FARACO, C. A. Apresentação. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 14, 18, 19 e 20, nesta ordem.F602458A-6E Português
Concordância verbal, Concordância nominalUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.


Adaptado de KENEDY, E. Celulares não vão derreter o cérebro de seus filhos… mas quase. Disponível em: <https://lefufrj.wordpress.com/2024/12/16/celulares-naovao-derreter-o-cerebro-de-seus-filhos-mas-quase/>.Acesso em: 25 ago. 2025.Se a expressão um raio (l. 58) fosse substituída por raios, quantas outras palavras na frase deveriam ser alteradas para fins de concordância?F5FF8CCA-6E Português
Orações coordenadas sindéticas: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas...UFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.


Adaptado de KENEDY, E. Celulares não vão derreter o cérebro de seus filhos… mas quase. Disponível em: <https://lefufrj.wordpress.com/2024/12/16/celulares-naovao-derreter-o-cerebro-de-seus-filhos-mas-quase/>.Acesso em: 25 ago. 2025.Assinale a alternativa que apresenta relações de sentido, contextualmente adequadas, no texto, para os nexos de articulação Ou (l. 33), para (l. 45) e Porém (l. 61), nesta ordem.F5FCFA0B-6E Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.


Adaptado de KENEDY, E. Celulares não vão derreter o cérebro de seus filhos… mas quase. Disponível em: <https://lefufrj.wordpress.com/2024/12/16/celulares-naovao-derreter-o-cerebro-de-seus-filhos-mas-quase/>.Acesso em: 25 ago. 2025.Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo.( ) O autor, ao escrever em primeira pessoa, narra a sua experiência com as ferramentas tecnológicas, de 1980 a 2024, e os impactos dessa experiência em sua vida, sem expressar posicionamentos.( ) O autor apresenta vozes de outros, por meio de citações (l. 10-11, 19-20), para mostrar uma posição completamente oposta às apresentadas nessas citações.( ) O texto apresenta oscilações entre o passado e o presente, por ter ora sequências tipológicas narrativo-descritivas, ora sequências tipológicas argumentativas.( ) O autor do texto, ao valer-se da primeira pessoa do plural, fala de si, incluindo seus amigos, por terem vivido experiências semelhantes com as ferramentas tecnológicas.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é