Questões do ENEM: Linguagens e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás

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Resultados

16 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 1.

  • 51C67D1F-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Brazilian scholar Sueli Carneiro (2011), arguing about the importance of black feminism in Brazil and Latin America, states that black women never recognized themselves in the myth of the female fragility, because they were never treated as fragile. This is shown in Text 1 through Maria’s life, since she is
    Escolha uma alternativa para a questão 51c67d1f-d8
  • 51C2FE10-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    According to Conceição Evaristo (2009), in an article entitled “Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade”, Afro-Brazilian literature portrays the bodies of black people in a positive humanized manner, even when they are forced to live under dehumanizing circumstances. Similarly, the images 1 and 2 show black Brazilian men working under inadequate conditions, and yet they are standing up with
    Escolha uma alternativa para a questão 51c2fe10-d8
  • 51BEFE87-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    No conto Maria (Texto 1), o fragmento que evidencia a temática acerca da mulher batalhadora é
    Escolha uma alternativa para a questão 51befe87-d8
  • 51BBD053-D8

    Português

    Figuras de Linguagem
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    Maria é o nome da personagem central e o título do Texto 1. Observa-se que a palavra Maria evidencia uma função
    Escolha uma alternativa para a questão 51bbd053-d8
  • 51B8D6DE-D8

    Português

    Gêneros Textuais
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    Extraído do livro Olhos D’Agua, de Conceição Evaristo, o Texto 1 encaixa-se no gênero discursivo conto, pois apresenta uma
    Escolha uma alternativa para a questão 51b8d6de-d8
  • 51B5DC66-D8

    Literatura

    Barroco
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2019

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    Ao se apropriar do jogo de luzes e sombras, a fotografia de Sebastião Salgado (Imagem 2) aproxima-se visualmente do
    Escolha uma alternativa para a questão 51b5dc66-d8
  • 51B2D33D-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2019

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    A partir da década de 1930, o movimento modernista brasileiro reforçou o debate sobre as questões sociais. Nesse contexto, a pintura de Cândido Portinari (Imagem 1) é representativa desse movimento por
    Escolha uma alternativa para a questão 51b2d33d-d8
  • 51AFA1F2-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    Ao analisar a pintura de Cândido Portinari (Imagem 1), em seu contexto sócio-histórico, nota-se que o artista
    Escolha uma alternativa para a questão 51afa1f2-d8
  • 4D3BC0A7-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    Disponível em:<http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018. 



    The four women shown in the picture (Text 3) are in different positions: two standing and two sitting. These positions may be related to 
    Escolha uma alternativa para a questão 4d3bc0a7-d8
  • 4D364F14-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    The cartoon (Text 2) expresses the man’s desire to be taken as fast as possible to a street called “13 de Maio de 1888”. Based on the information conveyed by the cartoon, prejudice against black people underlies some elements, such as
    Escolha uma alternativa para a questão 4d364f14-d8
  • 4D30F154-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.  


    TEXTO 2  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p. 

    TEXTO 3  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
    Os elementos que compõem o cartaz de The Help (Texto 3), tais como as caracterizações das personagens e os lugares que elas ocupam no cenário, sugerem que o enredo do filme
    Escolha uma alternativa para a questão 4d30f154-d8
  • 4D2B5EA2-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.  


    TEXTO 2  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p. 

    TEXTO 3  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
    Os Textos 1 e 2 apresentam alguns pontos em comum, entre os quais se destaca a abordagem de uma mesma temática. A respeito dessa temática, esses textos
    Escolha uma alternativa para a questão 4d2b5ea2-d8
  • 4D24CFD7-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.  


    TEXTO 2  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p. 

    TEXTO 3  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
    Fayga Ostrower, em seu livro “Universos da Arte”, assim define os elementos visuais: “Ao contrário de palavras, os elementos visuais não têm significados preestabelecidos, nada representam, nada descrevem, nada assinalam, não são símbolos de nada, não definem nada – nada, antes de entrarem num contexto formal. Precisamente por não determinarem nada antes, poderão determinar tanto depois” (OSTROWER, 2013, p.99). Sobre a charge de Millôr Fernandes (Texto 2) e os elementos visuais que a constituem,
    Escolha uma alternativa para a questão 4d24cfd7-d8
  • 4D2009E7-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.  


    TEXTO 2  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p. 

    TEXTO 3  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
    A imagem pode ser um meio para a representação de ideias, desejos, conhecimentos, protestos e da expressão poética. O sentido, em si, não está necessariamente na imagem, mas nas relações que se criam através dela. Nessa perspectiva, a charge de Millôr Fernandes (Texto 2)
    Escolha uma alternativa para a questão 4d2009e7-d8
  • 4D1CE903-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.  


    TEXTO 2  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p. 

    TEXTO 3  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
    Uma das particularidades de maior evidência na prosa de Carolina Maria de Jesus (Texto 1) é o seu estilo de escrita, no qual se destaca
    Escolha uma alternativa para a questão 4d1ce903-d8
  • 4D1884C5-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.  


    TEXTO 2  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p. 

    TEXTO 3  
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
    Escrito no formato de uma página de diário, o texto de Carolina Maria de Jesus (Texto 1), no que diz respeito às suas características, tem como finalidade principal
    Escolha uma alternativa para a questão 4d1884c5-d8