Questões do ENEM: Linguagens e Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

108 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 6.

  • CA2207D2-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
         Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
         The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
         Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
         Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
        Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
        Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
          Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
         Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


    (Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
    No contexto apresentado pelo texto, a frase que indica uma situação hipotética é:
    Escolha uma alternativa para a questão ca2207d2-75
  • CA1F8EC9-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
         Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
         The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
         Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
         Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
        Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
        Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
          Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
         Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


    (Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
    The text aims to
    Escolha uma alternativa para a questão ca1f8ec9-75
  • CA1A4F97-75

    Português

    Análise sintática
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o poema da escritora portuguesa Florbela Espanca, publicado originalmente em 1919.



                Vaidade

    Sonho que sou a Poetisa eleita,
    Aquela que diz tudo e tudo sabe,
    Que tem a inspiração pura e perfeita,
    Que reúne num verso a imensidade!

    Sonho que um verso meu tem claridade
    Para encher todo o mundo! E que deleita
    Mesmo aqueles que morrem de saudade!
    Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!

    Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
    Aquela de saber vasto e profundo
    Aos pés de quem a terra anda curvada!

    E quando mais no céu eu vou sonhando,
    E quando mais no alto ando voando,
    Acordo do meu sonho... E não sou nada!...


    (Florbela Espanca. Poemas, 1996.)
    O núcleo do sujeito do verbo “deleita” (2a estrofe) é
    Escolha uma alternativa para a questão ca1a4f97-75
  • CA17DD57-75

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o poema da escritora portuguesa Florbela Espanca, publicado originalmente em 1919.



                Vaidade

    Sonho que sou a Poetisa eleita,
    Aquela que diz tudo e tudo sabe,
    Que tem a inspiração pura e perfeita,
    Que reúne num verso a imensidade!

    Sonho que um verso meu tem claridade
    Para encher todo o mundo! E que deleita
    Mesmo aqueles que morrem de saudade!
    Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!

    Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
    Aquela de saber vasto e profundo
    Aos pés de quem a terra anda curvada!

    E quando mais no céu eu vou sonhando,
    E quando mais no alto ando voando,
    Acordo do meu sonho... E não sou nada!...


    (Florbela Espanca. Poemas, 1996.)
    Tendo em vista as escolhas formais mobilizadas pela escritora, como o emprego do gênero soneto e de versos decassílabos, o poema aproxima-se da estética
    Escolha uma alternativa para a questão ca17dd57-75
  • CA149DD4-75

    Literatura

    Teoria Literária
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o poema da escritora portuguesa Florbela Espanca, publicado originalmente em 1919.



                Vaidade

    Sonho que sou a Poetisa eleita,
    Aquela que diz tudo e tudo sabe,
    Que tem a inspiração pura e perfeita,
    Que reúne num verso a imensidade!

    Sonho que um verso meu tem claridade
    Para encher todo o mundo! E que deleita
    Mesmo aqueles que morrem de saudade!
    Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!

    Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
    Aquela de saber vasto e profundo
    Aos pés de quem a terra anda curvada!

    E quando mais no céu eu vou sonhando,
    E quando mais no alto ando voando,
    Acordo do meu sonho... E não sou nada!...


    (Florbela Espanca. Poemas, 1996.)
    As duas primeiras estrofes do poema caracterizam-se, sobretudo, pelo seu teor
    Escolha uma alternativa para a questão ca149dd4-75
  • CA1206D4-75

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Retoma uma expressão mencionada anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão ca1206d4-75
  • CA0F75E9-75

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Em “Importante, contudo, foi a sentença.” (3o parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão ca0f75e9-75
  • CA0CEDCC-75

    Português

    Análise sintática
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Para evitar a sua repetição, garantindo assim uma maior coesão textual, verifica-se no primeiro parágrafo da crônica a omissão do substantivo
    Escolha uma alternativa para a questão ca0cedcc-75
  • CA0A02AF-75

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Entendendo-se a intertextualidade como a superposição de um texto literário a outro, tal procedimento está bem exemplificado
    Escolha uma alternativa para a questão ca0a02af-75
  • CA06AAA0-75

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    De acordo com o cronista,
    Escolha uma alternativa para a questão ca06aaa0-75
  • CA034CC6-75

    Português

    Figuras de Linguagem
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Examine o cartum de Richard Bittencourt, o Fí, publicado em sua conta do Instagram em 13.05.2023.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2023



    Para obter seu efeito de humor, o cartum explora o seguinte recurso expressivo:
    Escolha uma alternativa para a questão ca034cc6-75
  • B325D409-75

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Leia a resenha do livro Redes e ruas: mídias sociais e ativismo contemporâneo, de Paolo Gerbaudo.


        A obra Redes e ruas analisa os protestos do início da década de 2010, a partir da “Primavera Árabe”, do movimento dos “indignados” na Espanha e das ações “Occupy Wall Street” nos Estados Unidos. Em 2013, houve no Brasil fenômeno semelhante, as “Jornadas de Junho.” Caso se tivesse prestado atenção às características do ativismo digital elencadas na obra de Gerbaudo, não haveria surpresa quando as manifestações brasileiras converteram um protesto contra a tarifa nos transportes em movimento pelo impeachment de Dilma Rouseff.

    (Kelly Prudencio. Le monde diplomatique Brasil, março de 2022. Adaptado.)


    A resenha
    Escolha uma alternativa para a questão b325d409-75
  • B315A0F9-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    No trecho do quarto parágrafo “‘We’re really sort of empowering the consumer and fashion’”, a expressão sublinhada significa, no contexto em questão,
    Escolha uma alternativa para a questão b315a0f9-75
  • B3134B15-75

    Inglês

    Tradução | Translation
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    No trecho do quarto parágrafo “Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women”, o termo “instead” equivale, em português, a 
    Escolha uma alternativa para a questão b3134b15-75
  • B310A501-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    No trecho do terceiro parágrafo “and dye them before selling the leather to partner companies”, o termo sublinhado refere-se a 
    Escolha uma alternativa para a questão b310a501-75
  • B30DCFB7-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    De acordo com o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão b30dcfb7-75
  • B30B638B-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    A expressão “such as”, no trecho do segundo parágrafo “such as coral-friendly sunscreens”, foi utilizada para introduzir
    Escolha uma alternativa para a questão b30b638b-75
  • B308CEE1-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    The text is mainly about
    Escolha uma alternativa para a questão b308cee1-75
  • B306871E-75

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Tal escritor acreditava no conhecimento puramente intuitivo e subjetivo da realidade. Procurava a expressão direta e espontânea dos sentimentos. Sua imaginação criadora era capaz de construir mundos ideais, maravilhosos ou fantásticos. Não havia limites para a sua sensibilidade e imaginação.


    (Benjamin Abdala Junior e Samira Youssef Campedelli.
    Tempos da literatura brasileira, 1997. Adaptado.)


    O texto refere-se ao escritor 
    Escolha uma alternativa para a questão b306871e-75
  • B3041D3A-75

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
         O silêncio e o ruído se opõem de maneira nítida e exclusiva. O ruído pode ser definido como uma série caótica de sons, de choques. É nesse quadro que se opõe, por exemplo, a suavidade dos campos silenciosos à dureza das cidades ruidosas. O ruído é desagradável, violento. O silêncio, então, marca uma ruptura: ele é ausência de ruídos. Opõe a um caos sonoro uma superfície isolante branca que serve de anteparo. É a negação do ruído.

        Evidentemente a relação que a música mantém com o silêncio não é a mesma. O silêncio que precede a música constitui sua preparação inicial, seu ponto de emergência, talvez mesmo sua possibilidade pura. O silêncio que encerra a música, o que vem imediatamente após a última nota, reúne nele a totalidade da melodia. Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.


    (Adauto Novaes (org.). Mutações: o silêncio
    e a prosa do mundo, 2014. Adaptado.)
    Pertence ao grupo das classes de palavras invariáveis o termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão b3041d3a-75