Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados

18.995 questões encontradas. Mostrando a página 35 de 950.

  • 02C6DB61-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Do ponto de vista psicológico, sofrimentos ligados às marcas do pertencimento indígena subjazem esforços para se negar o pertencimento, para apagar as potenciais marcas na língua, gestualidade e até mesmo do cultivo da espiritualidade. Mas o sofrimento persiste quando a pessoa tenta se diluir nas demais categorias. É notável, hoje, que a atuação psicológica no campo do burnout étnico-racial aponte a sobrecarga de pessoas que acabam por se esforçar, muito além do que seria necessário para excelência em seu desempenho no trabalho, com tarefas extras que envolvem apagar os efeitos das marcas de seu pertencimento étnico-racial ou lidar com os efeitos que essas marcas têm no ambiente de trabalho. Chegando, em alguns casos, a situações de grave adoecimento, cujas causas nem sempre são facilmente identificáveis pela pessoa que sofre.

    (GUIMARÃES, Danilo Silva. Para celebrar o dia dos povos indígenas. In: Jornal da USP. Disponível em https://jornal.usp.br/articulistas/danilo-silva-guimaraes/para-celebrar-o-dia-dos- -povos-indigenas/. Acesso em 30/08/2024.)
    Com base no texto, assinale a alternativa correta
    Escolha uma alternativa para a questão 02c6db61-d7
  • 02C44169-D7

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    UNICAMP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Se pensarmos o Brasil a partir das cosmologias e histórias indígenas, veremos que esta nação é múltipla e nela coexistem maneiras distintas de pensar e de viver. E mesmo que a vivência em um território comum nos coloque o desafio de construir um campo de ação política que nos unifique como cidadãos, as cosmologias indígenas não podem ser reduzidas às formas ocidentais de pensar e de ordenar o mundo.

    As experiências e os saberes indígenas consideram o universo em sua totalidade e inserem o ser humano em uma complexa rede de relações que envolvem os seres, naturais e sobrenaturais, integrando a vida como um todo. Essas cosmologias não se confundem e nem podem ser contidas dentro da lógica materialista e mercadológica, com a qual estamos habituados.

    (BONIN, Iara Tatiana. Cosmovisão indígena e modelo de desenvolvimento. In: Encarte Pedagógico V – Jornal Porantim, ano XXXVI, n. 376, Brasília, Junho/Julho 2015, p.1.)
    Para Iara Bonin, articular a cosmovisão indígena a um modelo de desenvolvimento para o Brasil é um desafio coletivo. No texto, isso é marcado pelo uso de verbos em 
    Escolha uma alternativa para a questão 02c44169-d7
  • 02C1AD62-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Se pensarmos o Brasil a partir das cosmologias e histórias indígenas, veremos que esta nação é múltipla e nela coexistem maneiras distintas de pensar e de viver. E mesmo que a vivência em um território comum nos coloque o desafio de construir um campo de ação política que nos unifique como cidadãos, as cosmologias indígenas não podem ser reduzidas às formas ocidentais de pensar e de ordenar o mundo.

    As experiências e os saberes indígenas consideram o universo em sua totalidade e inserem o ser humano em uma complexa rede de relações que envolvem os seres, naturais e sobrenaturais, integrando a vida como um todo. Essas cosmologias não se confundem e nem podem ser contidas dentro da lógica materialista e mercadológica, com a qual estamos habituados.

    (BONIN, Iara Tatiana. Cosmovisão indígena e modelo de desenvolvimento. In: Encarte Pedagógico V – Jornal Porantim, ano XXXVI, n. 376, Brasília, Junho/Julho 2015, p.1.)
    Segundo o texto, a construção de um campo de ação política comum para brasileiros, indígenas e não indígenas, exige que se considere a visão complexa dos povos originários
    Escolha uma alternativa para a questão 02c1ad62-d7
  • 02BF2E8B-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Somos muitas, somos múltiplas, somos mil-lheres, cacicas, parteiras, benzedeiras, pajés, agricultoras, professoras, advogadas, enfermeiras e médicas nas múltiplas Ciências do Território e da Universidade. Somos antropólogas, deputadas e psicólogas. Somos muitas transitando do chão da aldeia para o chão do mundo. Mulheres terra, mulheres água, mulheres biomas, mulheres espiritualidade, mulheres árvores, mulheres raízes, mulheres sementes e não somente mulheres, guerreiras da ancestralidade.


    (Adaptado de ANMIGA. “Manifesto das primeiras brasileiras”. Disponível em https://anmiga.org/manifesto/. Acesso em 10/09/2024.)


    O uso da expressão de “mil-lheres” no texto indica
    Escolha uma alternativa para a questão 02bf2e8b-d7
  • 02BC6F41-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Brasil pode perder o Pantanal até o fim deste século, afirma Marina Silva



    Sofrendo com secas e incêndios extremos, o Pantanal pode ser destruído por completo até o fim deste século se o mundo não for capaz de reverter as mudanças climáticas causadas principalmente pela queima de combustíveis fósseis, que estão provocando eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes e intensos. Foi o que disse a Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em audiência na Comissão de Meio Ambiente do Senado na 4ª feira (4/9) sobre as queimadas e a estiagem prolongada que atinge a maior parte do país – com prejuízo maior ao Pantanal e à Amazônia.


    Marina não tirou o fim da maior planície alagável do planeta da cabeça. A Ministra mencionou o que cientistas de todo o mundo apontam há décadas: ou agimos para conter a crise climática, eliminando petróleo, gás fóssil e carvão, combatendo o desmatamento e modificando o uso do solo pelo setor agropecuário, ou ela irá acabar com biomas, com a biodiversidade e com a Humanidade. [...].


    (Adaptado de ClimaInfo, 5 de setembro de 2024. Disponível em https://climainfo. org.br/ 2024/09/04/brasil-pode-perder-o-pantanal-ate-o-fim-deste-seculo-afirma-marina-silva/. Acesso em 12/09/2024.)

    No excerto “Marina não tirou o fim da maior planície alagável do planeta da cabeça”, a expressão “maior planície alagável” é empregada como recurso para retomar
    Escolha uma alternativa para a questão 02bc6f41-d7
  • 02BA0DEE-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Brasil pode perder o Pantanal até o fim deste século, afirma Marina Silva



    Sofrendo com secas e incêndios extremos, o Pantanal pode ser destruído por completo até o fim deste século se o mundo não for capaz de reverter as mudanças climáticas causadas principalmente pela queima de combustíveis fósseis, que estão provocando eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes e intensos. Foi o que disse a Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em audiência na Comissão de Meio Ambiente do Senado na 4ª feira (4/9) sobre as queimadas e a estiagem prolongada que atinge a maior parte do país – com prejuízo maior ao Pantanal e à Amazônia.


    Marina não tirou o fim da maior planície alagável do planeta da cabeça. A Ministra mencionou o que cientistas de todo o mundo apontam há décadas: ou agimos para conter a crise climática, eliminando petróleo, gás fóssil e carvão, combatendo o desmatamento e modificando o uso do solo pelo setor agropecuário, ou ela irá acabar com biomas, com a biodiversidade e com a Humanidade. [...].


    (Adaptado de ClimaInfo, 5 de setembro de 2024. Disponível em https://climainfo. org.br/ 2024/09/04/brasil-pode-perder-o-pantanal-ate-o-fim-deste-seculo-afirma-marina-silva/. Acesso em 12/09/2024.)

    Com relação ao trecho em negrito no texto, é correto afirmar que se trata do uso de:
    Escolha uma alternativa para a questão 02ba0dee-d7
  • 02B61EF2-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge a seguir.


    Q1.png (358×245)



    (Charge extraída do Jornal Porantim. Porantim, ano XLVI, n. 466, Brasíllia, Junho 2024, p. 2.)



    É possível afirmar que a linguagem não verbal da charge explora em relação à demarcação de terras indígenas no Brasil,

    Escolha uma alternativa para a questão 02b61ef2-d7
  • C1F508C7-8D

    Literatura

    Escolas Literárias
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    No texto intitulado Tarsila, a pesquisadora Aracy Amaral transcreve um trecho das impressões de Tarsila do Amaral sobre a viagem às cidades históricas coloniais mineiras, que realizara em 1924 com o grupo modernista, liderado por Mário de Andrade: “(...) As decorações murais de um modesto corredor de hotel; o forro das salas, feito de taquarinhas coloridas e trançadas; as pinturas das igrejas, simples e comoventes, executadas com amor e devoção por artistas anônimos; o Aleijadinho, nas suas estátuas e nas linhas geniais da sua arquitetura religiosa, tudo era motivo para as nossas exclamações admirativas. Encontrei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Segui o ramerrão do gosto apurado... Mas depois vinguei-me da opressão passando-as para as minhas telas: azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, tudo em gradações mais ou menos fortes, conforme a mistura de branco. Pintura limpa, sobretudo, sem medo de cânones convencionais. Liberdade e sinceridade, uma certa estilização que a adaptava à época moderna.”



    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2024



    Considerando a obra O Mamoeiro, de Tarsila do Amaral, qual é o principal elemento que caracteriza a influência do movimento modernista brasileiro na pintura?  
    Escolha uma alternativa para a questão c1f508c7-8d
  • C1F03CCB-8D

    Literatura

    Arcadismo
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    Leia os trechos das obras Marília de Dirceu e Romanceiro da Inconfidência:

    Lira VII (Parte II)

    “Meu prezado Glauceste,
    Se fazes o conceito
    Que, bem que réu, abrigo
    A cândida Virtude no meu peito;
    Se julgas, digo, que mereço ainda
    Da tua mão socorro;
    Ah! Vem dar-mo agora,
    Agora, sim, que morro!

    Não quero que, montado
    No Pégaso fogoso,
    Venhas com dura lança
    Ao monstro infame traspassar, raivoso.
    Deixa que viva a pérfida calúnia,
    E forje o meu tormento:
    Com menos, meu Glauceste,
    Com menos me contento.”

    Tomás Antônio Gonzaga. Marília de Dirceu.


    Romance LXVI ou De Outros Maldizentes

    “- Que fica, na fortaleza,
    daquele poeta Gonzaga?
    - Um par de esporas, somente.
    Um par de esporas de prata.
    (...)
    Dizem que tinha um cavalo
    que Pégaso se chamava.
    Não pisava neste mundo,
    mas nos planaltos da Arcádia!”


    Cecília Meireles. Romanceiro da Inconfidência.


    Considerando o substantivo Pégaso, presente nos dois excertos, é correto afirmar:  
    Escolha uma alternativa para a questão c1f03ccb-8d
  • C1EB6C13-8D

    Literatura

    Barroco
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    Mais de uma vez, o brasileiro Machado de Assis e o português Eça de Queirós foram aproximados porque traçaram linhas de compreensão das suas respectivas sociedades, em um mesmo tempo historicamente situado. Os protagonistas Rubião, de Quincas Borba (1891), e Gonçalo, de A Ilustre Casa de Ramires (1900), 
    Escolha uma alternativa para a questão c1eb6c13-8d
  • C1E06B2F-8D

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2024




    Contribui para o efeito de comicidade do cartum a  

    Escolha uma alternativa para a questão c1e06b2f-8d
  • C1C3BC8A-8D

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    Da moenda para a célula a combustível: caldo de cana é usado para produzir energia elétrica



        “Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), órgão associado à USP, testaram o uso de caldo de cana para gerar energia elétrica em células a combustível. O processo dispensa a transformação do caldo in natura em etanol, feita nas usinas de álcool, impedindo a formação de resíduos nocivos ao meio ambiente. Após o êxito dos experimentos em laboratório, os cientistas vão desenvolver a aplicação da técnica em escala industrial.
        ‘A célula a combustível tem o mesmo princípio de funcionamento de uma pilha. A diferença é que o combustível serve como reagente para ser consumido e gerar eletricidade’, explica o pesquisador do Ipen, Almir Oliveira Neto, que coordenou a pesquisa. ‘No dispositivo que foi desenvolvido na pesquisa, a oxidação do caldo de cana acontece no ânodo e a redução de oxigênio no cátodo. O objetivo do experimento era obter energia da biomassa com o mínimo impacto ambiental possível. Para isso, utilizou-se o caldo de cana em uma célula a combustível para gerar energia elétrica’, diz o pesquisador. ‘O uso do caldo de cana direto evita a formação de vinhaça, um resíduo ambientalmente perigoso decorrente da produção de etanol, contribuindo, assim, para a preservação do meio ambiente’.”


    Disponível em https://jornal.usp.br/ciencias/ (Adaptado).
    Ao empregar o pronome se em “utilizou-se o caldo de cana em uma célula a combustível para gerar energia elétrica”, o pesquisador  
    Escolha uma alternativa para a questão c1c3bc8a-8d
  • C1C14FEB-8D

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    Da moenda para a célula a combustível: caldo de cana é usado para produzir energia elétrica



        “Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), órgão associado à USP, testaram o uso de caldo de cana para gerar energia elétrica em células a combustível. O processo dispensa a transformação do caldo in natura em etanol, feita nas usinas de álcool, impedindo a formação de resíduos nocivos ao meio ambiente. Após o êxito dos experimentos em laboratório, os cientistas vão desenvolver a aplicação da técnica em escala industrial.
        ‘A célula a combustível tem o mesmo princípio de funcionamento de uma pilha. A diferença é que o combustível serve como reagente para ser consumido e gerar eletricidade’, explica o pesquisador do Ipen, Almir Oliveira Neto, que coordenou a pesquisa. ‘No dispositivo que foi desenvolvido na pesquisa, a oxidação do caldo de cana acontece no ânodo e a redução de oxigênio no cátodo. O objetivo do experimento era obter energia da biomassa com o mínimo impacto ambiental possível. Para isso, utilizou-se o caldo de cana em uma célula a combustível para gerar energia elétrica’, diz o pesquisador. ‘O uso do caldo de cana direto evita a formação de vinhaça, um resíduo ambientalmente perigoso decorrente da produção de etanol, contribuindo, assim, para a preservação do meio ambiente’.”


    Disponível em https://jornal.usp.br/ciencias/ (Adaptado).
    De acordo com o texto, a pesquisa com caldo de cana apresentou resultados promissores em relação à sustentabilidade ambiental, porque 
    Escolha uma alternativa para a questão c1c14feb-8d
  • C1B7D972-8D

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    Os versos a seguir pertencem à canção Fall on Me, da banda norte-americana R.E.M., lançada em 1986.

    “There's a problem, feathers, iron
    Bargain buildings, weights and pulleys
    Feathers hit the ground before the weight can leave the air”

    Bill Berry, Peter Buck, Mike Mills e Michael Stipe.


    A qual episódio (real ou hipotético) da história da física o trecho da música faz alusão? 
    Escolha uma alternativa para a questão c1b7d972-8d
  • C18A3DEF-8D

    Literatura

    Escolas Literárias
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    Carlos Drummond de Andrade foi o criador de uma obra lírica que, ao mesmo tempo, se aproxima e se afasta do Modernismo de 1922, propondo, a partir de traços desse movimento, uma poética original. Com base no exposto, em Alguma poesia (1930), 
    Escolha uma alternativa para a questão c18a3def-8d
  • C187CEC9-8D

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    “Quick, quick, tell me something awful
    Like you are a poet trapped inside the body of a finance guy
    Tell me all your secrets, all you'll ever be is
    My eternal consolation prize
    You see, I was a debutante in another life, but
    Now I seem to be scared to go outside
    If comfort is a construct, I don't believe in good luck
    Now that I know what's what

    I hate it here so I will go to secret gardens in my mind
    People need a key to get to, the only one is mine
    I read about it in a book when I was a precocious child
    No mid-sized city hopes and small-town fears
    I'm there most of the year 'cause I hate it here
    I hate it here

    My friends used to play a game where
    We would pick a decade
    We wished we could live in instead of this
    I'd say the 1830s but without all the racists
    And getting married off for the highest bid
    Everyone would look down 'cause it wasn't fun now
    Seems like it was never even fun back then
    Nostalgia is a mind's trick
    If I'd been there, I'd hate it
    It was freezing in the palace”


    “I hate it here”, Taylor Swift, do álbum The Tortured Poets Department,
    2024 (Adaptado). 
    No texto, a percepção de “conforto como construto” indica que o eu lírico vê o conforto como
    Escolha uma alternativa para a questão c187cec9-8d
  • C1854EB2-8D

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    “Quick, quick, tell me something awful
    Like you are a poet trapped inside the body of a finance guy
    Tell me all your secrets, all you'll ever be is
    My eternal consolation prize
    You see, I was a debutante in another life, but
    Now I seem to be scared to go outside
    If comfort is a construct, I don't believe in good luck
    Now that I know what's what

    I hate it here so I will go to secret gardens in my mind
    People need a key to get to, the only one is mine
    I read about it in a book when I was a precocious child
    No mid-sized city hopes and small-town fears
    I'm there most of the year 'cause I hate it here
    I hate it here

    My friends used to play a game where
    We would pick a decade
    We wished we could live in instead of this
    I'd say the 1830s but without all the racists
    And getting married off for the highest bid
    Everyone would look down 'cause it wasn't fun now
    Seems like it was never even fun back then
    Nostalgia is a mind's trick
    If I'd been there, I'd hate it
    It was freezing in the palace”


    “I hate it here”, Taylor Swift, do álbum The Tortured Poets Department,
    2024 (Adaptado). 
    Na letra da música, o verso “Like you are a poet trapped inside the body of a finance guy”
    Escolha uma alternativa para a questão c1854eb2-8d
  • C17E1AEB-8D

    Português

    Figuras de Linguagem
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    Bem-vinda!


    “Eram faíscas suas palavras que me queimavam em
    doses homeopáticas
    durante todas as noites…
    Foram longos anos, dia após dia perdendo um pouco
    mais minha autoestima,
    abrindo mão das roupas que gostava, dos estudos, do
    trabalho e das amigas
    fazendo de tudo pra evitar brigas,
    mas ele sempre dizia que a culpa era minha.
    Até que um dia, me empurrou, me acuou
    como se eu pudesse caber em qualquer fresta,
    encurralada,
    me mandou ficar calada e, com medo, obedeci.
    Eu pedia desculpa toda vez depois de falar
    como se fosse um defeito de nascença querer me
    colocar.
    A minha casa se tornou um ambiente tão hostil e eu,
    prisioneira das minhas próprias ideias,
    acreditando que o amor era isso, esse abismo, onde só
    um fala e o outro, fica omisso.
    Precisei tirar forças de lugares sagrados
    pra me afastar e reagir, recolher meus pedaços.
    Meus olhos encheram de mar, eu desaguei,
    decidi não mais me calar, denunciei!
    E depois do silêncio quebrado, meus pensamentos em
    guerra cessaram,
    recuperei o fôlego e ouvi meu coração sendo grato.
    Encontrei em mim um porto seguro, entendi que meu
    corpo é meu lar
    e, no caminho até ele, escolho quem anda comigo e
    quem convido pra entrar.
    Hoje, quando olho pra dentro, vejo uma nova mulher
    renascendo,
    eu celebro sua chegada e contemplo essa nova vida.
    Sem medo, abro a janela de casa
    e, com olhar de quem há tanto tempo esperava,
    te pego pela mão e digo:
    Seja bem-vinda!”


    Mel Duarte. Colmeia - Poemas Reunidos.
    Assinale a alternativa que apresenta uma correspondência correta entre os versos destacados e os recursos utilizados para evidenciar a dor expressa no poema. 
    Escolha uma alternativa para a questão c17e1aeb-8d
  • C17BD2CF-8D

    Português

    Denotação e Conotação
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    Bem-vinda!


    “Eram faíscas suas palavras que me queimavam em
    doses homeopáticas
    durante todas as noites…
    Foram longos anos, dia após dia perdendo um pouco
    mais minha autoestima,
    abrindo mão das roupas que gostava, dos estudos, do
    trabalho e das amigas
    fazendo de tudo pra evitar brigas,
    mas ele sempre dizia que a culpa era minha.
    Até que um dia, me empurrou, me acuou
    como se eu pudesse caber em qualquer fresta,
    encurralada,
    me mandou ficar calada e, com medo, obedeci.
    Eu pedia desculpa toda vez depois de falar
    como se fosse um defeito de nascença querer me
    colocar.
    A minha casa se tornou um ambiente tão hostil e eu,
    prisioneira das minhas próprias ideias,
    acreditando que o amor era isso, esse abismo, onde só
    um fala e o outro, fica omisso.
    Precisei tirar forças de lugares sagrados
    pra me afastar e reagir, recolher meus pedaços.
    Meus olhos encheram de mar, eu desaguei,
    decidi não mais me calar, denunciei!
    E depois do silêncio quebrado, meus pensamentos em
    guerra cessaram,
    recuperei o fôlego e ouvi meu coração sendo grato.
    Encontrei em mim um porto seguro, entendi que meu
    corpo é meu lar
    e, no caminho até ele, escolho quem anda comigo e
    quem convido pra entrar.
    Hoje, quando olho pra dentro, vejo uma nova mulher
    renascendo,
    eu celebro sua chegada e contemplo essa nova vida.
    Sem medo, abro a janela de casa
    e, com olhar de quem há tanto tempo esperava,
    te pego pela mão e digo:
    Seja bem-vinda!”


    Mel Duarte. Colmeia - Poemas Reunidos.
    A expressão bem-vinda usada no título e repetida no último verso faz alusão
    Escolha uma alternativa para a questão c17bd2cf-8d
  • C17408AB-8D

    Literatura

    Gênero Épico ou Narrativo
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
       “São os ratos!... Vai escutar com atenção, a respiração meio parada. Hão de ser muitos: há várias fontes daquele guinchinho, e de quando em quando, no forro, em vários pontos, o rufar...
        A casa está cheia de ratos...”

    Dyonélio Machado. Os ratos.


    A obra Os ratos (1935), de Dyonélio Machado, narra o dia em que Naziazeno saiu pela cidade de Porto Alegre no intuito de conseguir dinheiro para pagar a conta do leiteiro. Os animais que dão título à narrativa apenas aparecem em seus últimos capítulos e ocupam o tempo reservado para o descanso do protagonista. É possível, então, afirmar: 
    Escolha uma alternativa para a questão c17408ab-8d