Questões do ENEM: Concordância verbal, Concordância nominal

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234 questões encontradas. Mostrando a página 10 de 12.

  • 6CAEBF74-B1

    Português

    Coesão e coerência
    UNIFESP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do conto “O mandarim”, de Eça de Queirós, para responder a questão.


        Então começou a minha vida de milionário. Deixei bem depressa a casa de Madame Marques – que, desde que me sabia rico, me tratava todos os dias a arroz- -doce, e ela mesma me servia, com o seu vestido de seda dos domingos. Comprei, habitei o palacete amarelo, ao Loreto: as magnificências da minha instalação são bem conhecidas pelas gravuras indiscretas da Ilustração Francesa. Tornou-se famoso na Europa o meu leito, de um gosto exuberante e bárbaro, com a barra recoberta de lâminas de ouro lavrado e cortinados de um raro brocado negro onde ondeiam, bordados a pérolas, versos eróticos de Catulo; uma lâmpada, suspensa no interior, derrama ali a claridade láctea e amorosa de um luar de Verão.

        [...]

       Entretanto Lisboa rojava-se aos meus pés. O pátio do palacete estava constantemente invadido por uma turba: olhando-a enfastiado das janelas da galeria, eu via lá branquejar os peitilhos da Aristocracia, negrejar a sotaina do Clero, e luzir o suor da Plebe: todos vinham suplicar, de lábio abjeto, a honra do meu sorriso e uma participação no meu ouro. Às vezes consentia em receber algum velho de título histórico: – ele adiantava-se pela sala, quase roçando o tapete com os cabelos brancos, tartamudeando adulações; e imediatamente, espalmando sobre o peito a mão de fortes veias onde corria um sangue de três séculos, oferecia-me uma filha bem-amada para esposa ou para concubina.

        Todos os cidadãos me traziam presentes como a um ídolo sobre o altar – uns odes votivas, outros o meu monograma bordado a cabelo, alguns chinelas ou boquilhas, cada um a sua consciência. Se o meu olhar amortecido fixava, por acaso, na rua, uma mulher – era logo ao outro dia uma carta em que a criatura, esposa ou prostituta, me ofertava a sua nudez, o seu amor, e todas as complacências da lascívia.

        Os jornalistas esporeavam a imaginação para achar adjetivos dignos da minha grandeza; fui o sublime Sr. Teodoro, cheguei a ser o celeste Sr. Teodoro; então, desvairada, a Gazeta das Locais chamou-me o extraceleste Sr. Teodoro! Diante de mim nenhuma cabeça ficou jamais coberta – ou usasse a coroa ou o coco. Todos os dias me era oferecida uma presidência de Ministério ou uma direção de confraria. Recusei sempre, com nojo.

    (Eça de Queirós. O mandarim, s/d.)

    Assinale a alternativa que apresenta uma correta análise de passagem do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 6caebf74-b1
  • 6C436E18-B1

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    A palavra falada é um fenômeno natural; a palavra escrita é um fenômeno cultural. O homem natural pode viver perfeitamente sem ler nem escrever. Não o pode o homem a que chamamos civilizado: por isso, como disse, a palavra escrita é um fenômeno cultural, não da natureza mas da civilização, da qual a cultura é a essência e o esteio.

    Pertencendo, pois, a mundos (mentais) essencialmente diferentes, os dois tipos de palavra obedecem forçosamente a leis ou regras essencialmente diferentes. A palavra falada é um caso, por assim dizer, democrático. Ao falar, temos que obedecer à lei do maior número, sob pena de ou não sermos compreendidos ou sermos inutilmente ridículos. Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal. Se a maioria usa de uma construção gramatical errada, da mesma construção teremos que usar. Se a maioria caiu em usar estrangeirismos ou outras irregularidades verbais, assim temos que fazer. Os termos ou expressões que na linguagem escrita são justos, e até obrigatórios, tornam-se em estupidez e pedantaria, se deles fazemos uso no trato verbal. Tornam- -se até em má-criação, pois o preceito fundamental da civilidade é que nos conformemos o mais possível com as maneiras, os hábitos, e a educação da pessoa com quem falamos, ainda que nisso faltemos às boas maneiras ou à etiqueta, que são a cultura exterior.

    (Fernando Pessoa. A língua portuguesa, 1999. Adaptado.)

    Assinale a alternativa cujo enunciado atende à norma- -padrão da língua portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c436e18-b1
  • 008D8492-39

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    PUC - RJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto que segue é uma adaptação do texto “Café da manhã é a refeição mais importante do dia?", publicado no site da revista Galileu, e serve de base para responder à  questão.

    Lembra(1) daquele tempo quando o café da manhã era, segundo todos os nutricionistas e estudiosos, além (claro) do senso-comum, a refeição mais importante do dia? É, tipo, até agora há pouco. Essa é a boa notícia que temos pra você, pessoa que por acaso não gosta de comer de manhã: tá tudo bem. Mesmo.

    Na última semana, a colunista de nutrição do jornal norte-americano The New York Times, Gretchen Reynolds, falou de dois estudos que contestam essa versão de que o café da manhã seja a refeição mais importante do dia e que seja tão importante pra perda de peso, por exemplo. Um deles, da Universidade do Alabama, recrutou(2) 300 voluntários tentando perder peso, que aleatoriamente foram orientados para pular o café da manhã, tomar sempre café da manhã ou apenas seguir com seus hábitos, seja(3) eles quais fossem. Seis semanas depois, os voluntários voltaram ao laboratório: ninguém perdeu mais de 500 gramas. Comer ou não comer café da manhã não afetou(4) o peso de ninguém.
    O outro estudo, da Universidade de Bath, conferiu a taxa metabólica, níveis de colesterol e de açúcar no sangue de 33 participantes e então designou, aleatoriamente, que parte deles comesse(5) ou pulasse a refeição da manhã. Depois de seis semanas, o peso, taxa metabólica em repouso, colesterol e o açúcar no sangue dos voluntários não foram afetados, independente se o café da manhã fizesse parte de seus hábitos ou não. A única diferença: quem comia de manhã parecia se movimentar mais nessa parte do dia.

    Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com>. Acesso em: 30 de set. 2014.
    Às vezes, os revisores de textos “cochilam” e deixam passar alguma impropriedade gramatical. É o que acontece no texto “Café da manhã é a refeição mais importante do dia?”. Apresenta impropriedade, quanto à concordância e ao tempo, a forma verbal destacada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 008d8492-39
  • F6BC5168-08

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UniCEUB · 2014Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Complete as lacunas com a palavra que apresenta a concordância correta. “Quanto ............................ pressão ............................ sobre os alunos, melhor ............................ para todos”.
    Escolha uma alternativa para a questão f6bc5168-08
  • 6F1E47A5-06

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UniCEUB · 2014Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Complete as frases abaixo com a palavra que apresenta a concordância nominal correta; a seguir assinale a alternativa correspondente a suas respostas.

    Nem um nem outro ________________ me convenceu.
                                                                            (argumento/argumentos)
    Segue(m) _____________ as cópias.
                                                           (anexa/anexas)
    Ela parecia _____________ constrangida.
                                                                (meia/meio)
    As ____________________ Odete e Maria são irmãs.
                                                                                  (simpática/simpáticas)
    Escolha uma alternativa para a questão 6f1e47a5-06
  • 6C55A936-03

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    PUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-004.jpg

    WOOD JR, Thomaz. Analfabetismo funcional.
    (fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
    revista/758/analfabetismo-funcional-6202.html,
    publicado em 24/7/2013.


    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 26, considere as sugestões de substituição para as formas verbais destacadas nos trechos.

    I. “Em uma longa série de entrevistas realizadas" (linhas 09 e 10) por "que se realizaram".

    II. "uma queixa revelou-se rotineira" (linhas 11 e 12) por "revelada".

    III. "o diretor da instituição solicitou ao professor torná-la facultativa" (linhas 41 a 43) por "que a tornasse".

    IV. "Por aqui, vivemos uma situação curiosa" (linha 47) por "vive-se".

    As alterações que mantêm o sentido e a correção do texto são, apenas,
    Escolha uma alternativa para a questão 6c55a936-03
  • 277641EC-F9

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a frase está gramaticalmente correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 277641ec-f9
  • 2772F11A-F9

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o emprego dos pronomes está de acordo com a norma culta.
    Escolha uma alternativa para a questão 2772f11a-f9
  • C6F91BB8-F6

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o enunciado “chegou-se a nós, providencialmente, outro brasileiro”, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão c6f91bb8-f6
  • 9836DC2E-E0

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro universitário FAG · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale, dentro das proposições seguintes, aquela que contraria a norma culta da língua relativa à sintaxe de concordância:
    Escolha uma alternativa para a questão 9836dc2e-e0
  • 8606F6C2-C6

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Prezado candidato, o texto 1 desta prova foi extraído de uma crônica de Affonso Romano de Sant’Anna, cronista e poeta mineiro. Professor universitário e jornalista, escreveu para os maiores jornais do País. “Com uma produção diversificada e consistente, pensa o Brasil e a cultura do seu tempo, e se destaca como teórico, como poeta, como cronista, como professor, como administrador cultural e como jornalista.”


    TEXTO I

    Porta de colégio 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013


    SANT’ANNA, Affonso Romano de. Affonso Romano de Sant’Anna: seleção e prefácio de Letícia Malard. Coleção Melhores Crônicas. p. 64-66.
    Observe a concordância verbal que se dá no trecho seguinte: “um ou outro já transou droga” (linha 17). Nesse trecho,


    I. o “ou” indica exclusão.

    II. a concordância poderia ser feita no plural: um ou outro já transaram droga.

    III. a ação do verbo transar refere-se tanto a um quanto a outro.


    Estão corretas as complementações contidas em
    Escolha uma alternativa para a questão 8606f6c2-c6
  • 8602E14B-C6

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Prezado candidato, o texto 1 desta prova foi extraído de uma crônica de Affonso Romano de Sant’Anna, cronista e poeta mineiro. Professor universitário e jornalista, escreveu para os maiores jornais do País. “Com uma produção diversificada e consistente, pensa o Brasil e a cultura do seu tempo, e se destaca como teórico, como poeta, como cronista, como professor, como administrador cultural e como jornalista.”


    TEXTO I

    Porta de colégio 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013


    SANT’ANNA, Affonso Romano de. Affonso Romano de Sant’Anna: seleção e prefácio de Letícia Malard. Coleção Melhores Crônicas. p. 64-66.
    Entre as linhas 6 e 10 da crônica, existe um caso de concordância verbal curioso: “Primeiro há uma diferença de clima entre aquele bando de adolescentes espalhados pela calçada, sentados sobre carros, em torno de carrocinhas de doces e refrigerantes, e aqueles que transitam pela rua”. No trecho “aquele bando de adolescentes espalhados pela calçada, sentados sobre carros”, há um sintagma nominal cujo núcleo é bando, um substantivo coletivo que vem seguido de uma expressão no plural que o especifica: de adolescentes.


    Observe o que é dito a seguir.


    I. Em casos como esse, a regra geral da gramática normativa é a seguinte: com o substantivo coletivo, a concordância se faz no singular. Por essa ótica, no texto, deveríamos ter a seguinte estrutura: aquele bando de adolescentes espalhado pela calçada e sentado sobre carros.

    II. A gramática faculta a seguinte possibilidade: se o coletivo vier seguido de uma expressão no plural que o especifique, o adjetivo ou o particípio que forma essa expressão pode ir para o plural ou ficar no singular: aquele bando de adolescentes espalhados pela calçada, sentados sobre carros.

    III. Empregar o singular ou o plural nesses casos fica a critério do usuário da língua. Esses dois tipos de concordância variam livremente, independente de possíveis motivações.


    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 8602e14b-c6
  • 2CD688FB-B0

    Português

    Acentuação Gráfica: acento diferencial
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Aptidão
    – Bom dia, Senhor Pacheco. Sente-se, por favor. Temos uma ótima notícia. Como o senhor deve saber, contratamos uma firma de psicomputocratas para fazer testes de aptidão nos dez mil empregados desta firma. Precisamos nos atualizar. Acompanhar os tempos.
     – Sim, senhor.
    – Os dez mil testes foram submetidos a um computador, e os resultados estão aqui. O senhor é o primeiro a ser chamado porque o computador nos forneceu os resultados em rigorosa ordem alfabética.
    – Mas o meu nome começa com P.
    – Hum, sim, deixa ver. Pacheco. Sim, sim. Deve ser por ordem alfabética do primeiro nome, então. Este computador é de última geração. Nunca erra. Como é seu primeiro nome?
    – Xisto.
    – Bom, isso não tem importância. Vamos adiante. Vejo aqui pela sua ficha que o senhor está conosco há vinte e oito anos. Sempre na seção de entorte de fresos. O senhor nunca falhou no serviço, nunca tirou férias e já recebeu várias vezes nosso prêmio de produção.
    – Sim, senhor.
    – O senhor começou na seção de entorte de fresos como faxineiro, depois passou a assistente de entortador, depois entortador, e hoje é o chefe de entorte. Me diga uma coisa, o senhor nunca se sentiu atraído para outra função, além do entorte de fresos? Nunca achou que entortar não era bem sua vocação?
    – Nunca, não senhor.
    – Pois veja só! O computador nos revela que a sua verdadeira vocação não é o entorte de fresos e sim o bistoque de tronas! O senhor é um bistocador de tronas nato, segundo o computador. Não é fantástico? E ainda tem gente que critica a tecnologia. O senhor era um homem deslocado no entorte de fresos e não sabia. Se não fosse o teste, nunca ficaria sabendo. Claro que essa situação vai ser corrigida. O senhor, a partir deste minuto, deixa de entortar.
    – Sim, senhor.
    – Só tem uma coisa, Senhor Pacheco. Nossa firma não trabalha com tronas. Pensando bem, ninguém trabalha com tronas, hoje em dia.
    – Olha, tanto faz. Eu estou perfeitamente satisfeito no entorte e faltam só vinte anos pra me aposentar...
     – Então a firma gasta um dinheirão para descobrir a sua verdadeira vocação e o senhor quer jogá-la fora? Reconheço que o senhor tem sido um chefe de entorte perfeito. Aliás, o computador não descobriu ninguém com aptidão para o entorte. Vai ser um problema substituí-lo. Mas não podemos contestar a tecnologia. O senhor está despedido. Por favor, mande entrar o seguinte e passe bem.
    (VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)
    Considere o trecho a seguir.

    Haviam _______ ao conhecimento do chefe os resultados dos testes de aptidão que os psicomputocratas ______-se a aplicar aos funcionários, visto que _____ à empresa manter-se atualizada. Os testes foram submetidos a um computador, e este forneceu resultados que _____ informações sobre os funcionários.

    De acordo com a gramática normativa, o trecho deve ser preenchido, respectivamente, por
    Escolha uma alternativa para a questão 2cd688fb-b0
  • 82D756C9-AF

    Português

    Análise sintática
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.

    O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço. 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado. 

    Reflita sobre o excerto transcrito: “A saia de montaria, de bretanha, arfava ao vento, produzindo uma irritação estranha aquele pano branco na alma enlutada da população. Guida olhava a turba com admiração, que ao povo parecia petulância e, por vê-la açoitar o cavalo, diziam que ela acenava com o chicote para ele...” (linhas 87-93).


    I. O período transcrito poderia ter a seguinte estrutura: A saia de montaria, de bretanha, arfava ao vento, produzindo aquele pano branco uma irritação estranha na alma enlutada da população.

    II. O verbo dizer, no plural, “diziam”, concorda ideologicamente com “povo”, isto é, concorda com a ideia de plural dessa palavra, não com a sua forma.

    III. A oração “por vê-la açoitar o cavalo” tem o valor semântico de condição.


    Está correto o que se diz somente em

    Escolha uma alternativa para a questão 82d756c9-af
  • AE518524-E5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    FMP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-001.jpg Qual sentença mantém a concordância de acordo com a norma-padrão?
    Escolha uma alternativa para a questão ae518524-e5
  • DF188680-E0

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UFTM · 2013Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    _____pouco mais de uma década quase não ______genomas completos para serem analisados. Hoje ______programas e mão de obra ______para dar conta da quantidade de sequências de DNA já depositadas em bases públicas de dados e que saem diariamente de uma nova geração de sequenciadores. Extrema­ mente velozes, essas máquinas determinam os pares de bases do material genético, as chamadas letras químicas, a um preço milhares de vezes menor do que no início dos anos 2000, quando chegou ao fim a epopeia de sequenciar o primeiro genoma humano.

    Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
    Escolha uma alternativa para a questão df188680-e0
  • 081E2D9D-64

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNEAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para as questões.

                           O Brasil nunca sofrerá um grande terremoto?

                Não dá para descartar uma megatragédia desse tipo, mas
    a possibilidade é muito pequena. Pelo menos enquanto a gente
    estiver vivo. “Já devem ter ocorridos grandes terremotos no
    Brasil há centenas de milhões de anos. Mas, nos dados
    sismológicos coletados desde o século 18, não há registro de
    tremor forte em nosso território”, afirma o geólogo João Carlos
    Dourado, especialista em sismologia da UNESP de Rio Claro (SP).
    A certeza de que o Brasil era uma terra abençoada por Deus e
    imune de terremotos, porém, foi abalada no início de
    dezembro, quando um tremor de 4,9 graus na escala Richter no
    vilarejo de Caraíbas (MG) causou a primeira morte no país. De
    fato, o Brasil tem pelo menos 48 falhas pequenas sob sua crosta
    – uma delas teria causado o chacoalhão fatal.
                Mas a imagem de um país remendado não é para assustar.
    Primeiro, porque o Brasil fica no meio de uma placa tectônica, a
    Sul-Americana, longe das instáveis regiões de contato entre
    placas. Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo
    terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo
    atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão
    devastadores. “As casas do vilarejo desabaram por serem
    construções muito simples, sem suporte estrutural. Em áreas
    urbanas, as estruturas são reforçadas e mais resistentes a
    tremores dessa intensidade”, diz João Carlos.

    RATIER, Rodrigo. Superinteressante,
    São Paulo, n. 248, p. 42, jan. 2008 (Fragmento
    ).
    Nas opções abaixo, somente há uma análise correta acerca da concordância verbal das orações retiradas do texto.

    Assinale-a.

    Escolha uma alternativa para a questão 081e2d9d-64
  • 3C68B5F3-ED

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.


    Jeitinho e jeitão: uma tentativa de interpretação do caráter brasileiro


    Nascido inicialmente das contradições entre uma ordem liberal formal e uma realidade escravista, o jeitinho transformou-se em código geral de sociabilidade.
    Recordo um caso pessoal, passado há muito tempo. Eu trabalhava com Celso Furtado (rigorosamente antijeitinho), que recebia um diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por sinal um conterrâneo seu. Este, vendo-me por perto, e julgando que eu não era parte da conversa, pediu-me água. Pediu a primeira, a segunda e a terceira vez. Fui obrigado a dizer-lhe que não confundisse gentileza com servilismo, e que da próxima vez ele mesmo se servisse. Não ocorria àquele senhor que alguém que não fosse da sua grei pudesse tomar parte de uma conversa com altos representantes da banca interamericana. A origem do jeitinho, assim como a da cordialidade teorizada por Sérgio Buarque, se explica pela incompletude das relações mercantis capitalistas. Parece sempre que as pessoas estão “sobrando”. Elas são como que resquícios de relações não mercantis, não cabem no universo da civilidade. E às pessoas que sobram pode ser pedida qualquer coisa, já que é obrigação do dominado servir ao dominante.
    Qualquer reunião brasileira está cheia de batidinhas nas costas na hora do cumprimento, impondo logo de saída uma intimidade que é intimatória e intimidatória. Um dos cumprimentos mais característicos de Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, é bater com as costas da mão na barriga dos interlocutores. Mesmo em encontros formais, o primeiro gesto de Lula ao se aproximar de qualquer pessoa é tocar-lhe a barriga.
    A matriz desses gestos encontra-se evidentemente no longo período escravagista. Nele, o corpo dos negros era propriedade, podia ser tocado e usado. O surpreendente é que esses gestos e costumes tenham persistido ao longo de 100 anos de vigência de um capitalismo pleno. O escravismo e a escravidão não explicam inteiramente a “longa duração” da informalidade generalizada e dos hábitos que a acompanham. Os Estados Unidos tiveram um sistema escravista que chegou até a organizar fazendas de criação de negros. A ruptura com o escravismo custou à nação norte-americana uma guerra civil que deixou marcas até hoje. Mas o jeitinho não foi o expediente que usaram para superar os problemas colocados pelo capitalismo que avança.
    Aqui, o jeitinho das classes dominantes se impôs na abolição da escravatura. Primeiro veio a Lei do Ventre Livre: garotos e garotas negros eram libertados em meio à escravidão. Mas como inexistia a perspectiva de terem terra, emprego ou salário, a libertação não lhes servia para quase nada. 
    Depois veio a Lei dos Sexagenários. Aos 60 anos, os negros que ainda estivessem vivos eram libertados. Ora, já se sabia que a vida média de um escravo não alcançava os 40 anos. Como mostrou Luiz Felipe de Alencastro em O Tratado dos Viventes, depois de décadas de labuta no eito, o consumo do trabalho pelo capital não era uma metáfora: o negro era um molambo de gente, e não um homem livre, mesmo quando libertado pela Lei dos Sexagenários.
    O que parecia cautela e previsão era, na verdade, o jeitinho (e o jeitão) em movimento. Gradualmente, até a chamada Lei Áurea, a escravidão persistiu. Isso criou uma superpopulação trabalhadora que o sistema produtivo não tinha como incorporar. Com a industrialização, tão sonhada pelos modernos, o problema se agravou. Tendo que copiar uma industrialização de matriz exógena, que tende sempre à economia do trabalho, os excedentes populacionais cresceram exponencialmente.
    Assim, o chamado trabalho informal tornou-se estrutural no capitalismo brasileiro. É ele que regula a taxa de salários, e não as normas trabalhistas fundadas por Vargas. A partir daí todas as burlas são permitidas e estimuladas. A pergunta que um candidato a emprego mais ouve é: com carteira ou sem carteira? O funcionário com carteira resulta em descontos para a Previdência. Ou, se o salário for um pouquinho melhor, até para o Imposto de Renda. A resposta do candidato ao emprego é óbvia: sem carteira.
    Quando o trabalhador ou trabalhadora que têm consciência dos seus direitos recusam o emprego sem carteira, às vezes, escutam “malandro, não quer trabalhar”.
    Em qualquer setor, em qualquer atividade, o jeitinho se impõe. O executivo de terno italiano de grife, o apresentador da televisão e a atriz de um musical não são assalariados. São pessoas jurídicas, PJs, unicamente para que empresas paguem menos impostos. Advogados, dentistas e prestadores de serviços oferecem seus préstimos com ou sem recibo, e esse último é mais barato. Bancários, telefonistas, vendedores e outras tantas categorias viram sua profissão periclitar: eles são agora atendentes de call centers, terceirizados por grandes empresas. O jeitinho é a regra não escrita, sem exigência legal, mas seguida ao pé da letra nas relações micro e macrossociais. Está tão estabelecido, é tão natural que estranhá-lo (hoje menos do que ontem, reconheça-se) pode ser entendido como pedantismo, arrogância ou ignorância: “Nego metido a besta”, é a sentença. A não resolução da questão do trabalho, o seu estatuto social, é no fundo a matriz do jeitinho. Simpático, ele é uma das maiores marcas do moderno atraso brasileiro. (Francisco de Oliveira, revista piauí n. 73, outubro 2012, excerto). 
    Assinale a opção que caracteriza corretamente a regra de concordância nominal empregada em “garotos e garotas negros”:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c68b5f3-ed
  • 9D70C416-B7

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Atente para o seguinte excerto: Eles é que conservam o espírito religioso da vida [...] (Linhas 159-160).
    Assinale a opção em que se diz algo INCORRETO sobre ele
    Escolha uma alternativa para a questão 9d70c416-b7
  • D5559103-FE

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
              O Hatha yoga pradipika, sagrada escritura do hatha
    yoga, escrita no século 15 da era atual, diz que, antes de nos
    aventurarmos na prática de austeridade e códigos morais,
    devemos nos preparar. Autocontrole e disciplina sem preparação
    adequada__________ criar mais problemas mentais
    e de personalidade do que paz de espírito. A beleza dessa
    escritura é que ela resolve o grande problema que todo iniciante
    enfrenta: dominar a mente.
                Devido___________abordagem corporal, o hatha yoga
    ficou conhecido – de modo equivocado – como uma categoria
    de ioga___________trabalha apenas as valências físicas
    (força, flexibilidade, resistência, equilíbrio e outras), quase
    como ginástica oriental. Isso não é verdade.
                                            (Ciência Hoje, julho de 2012. Adaptado.)

    De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com

    Escolha uma alternativa para a questão d5559103-fe