Questões do ENEM: Flexão verbal de pessoa (1ª, 2ª, 3ª pessoa)

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Resultados

55 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 3.

  • B0C85B8D-B1

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    UDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Analise as proposições em relação à obra As fantasias eletivas, Carlos Henrique Schroeder, e ao Texto 1.

    I. A obra é narrada em terceira pessoa; tem-se um narrador onisciente, um tempo sem sequência linear, ou seja, predominando o psicológico, e um ambiente com flashes serrano e bucólico que remete ao Arcadismo.
    II. Quanto à parte gráfica, a obra apresenta contos que não completam a página, reforçando o projeto gráfico em estilo Polaroide, reiterando as fotos de Copi.
    III. A narrativa apresenta um desfecho caricato, Renê, que se mostrava preconceituoso em relação à sexualidade de Copi, acaba se apaixonando por ela, e juntos voltam para a Argentina.
    IV. Na oração “Foi o mastigar do tempo” (linha 7), quanto à formação de palavras, na expressão destacada ocorre derivação imprópria, o mesmo ocorre com a palavra Seca em “e o Seca, saco, saca, secô continuou por alguns instantes” (linhas 1 e 2).
    V. Na oração “Naquela época, havia vinte anos ou mais” (linha 5) o verbo haver é impessoal, logo, seguindo o padrão culto da língua escrita, o verbo deve permanecer na terceira pessoa do singular.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b0c85b8d-b1
  • CBC1B4CE-B0

    Português

    Análise sintática
    Universidade do Estado da Bahia · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Senhora Dona Bahia,   

       nobre e opulenta cidade,

     madrasta dos naturais,

           e dos estrangeiros madre:

    5 dizei-me por vida vossa

         em que fundais o ditame

             de exaltar os que aqui vêm

                  e abater os que aqui nascem?

    MATOS, Gregório de. Descreve como os estrangeiros arruínam a Bahia. In: MENDES, Cleise Furtado. Senhora Dona Bahia. Salvador, EDUFBA, 1996. p. 88.

    A análise de fragmento retirado do texto de Gregório de Matos está correta em


    I. Há um vocativo e um aposto nos versos: “Senhora Dona Bahia / nobre e opulenta cidade / madrasta dos naturais, / e dos estrangeiros madre” (v. 1-4).

    II. No verso ”e dos estrangeiros madre” (v. 4), há uma inversão no sintagma nominal.

    III. Em “dizei-me por vida vossa” (v. 5), verifica-se um tratamento em 2ª pessoa do singular.

    IV. “vêm” (v. 7) é uma forma do verbo ver, na 3ª pessoa do plural.

    V. O termo “ditame” (v. 6) significa comportamento diferenciado, consagrado pelo costume.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

    Escolha uma alternativa para a questão cbc1b4ce-b0
  • E471F54D-B0

    Português

    Coesão e coerência
    UDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Analise as proposições em relação à obra Lucíola, José de Alencar, e ao Texto 4.

    I. Da estrutura “onde vou viver a minha nova existência” (linha 4), infere-se a decisão de Lúcia deixar no passado a vida de cortesã e iniciar uma nova vida com simplicidade e recato.
    II. As palavras desejar e carecer em “ Desejo...careço de entrar apoiada” (linhas 3 e 4) apresentam a mesma regência, pois ambas exigem como complemento as funções sintáticas objeto indireto e complemento nominal, sequencialmente.
    III. Em “Venha-me buscar” (linha 3) e “chama-me Maria” (linha 13) não há uniformidade de tratamento, quanto ao emprego do modo imperativo, uma vez que na primeira oração empregou-se a 3ª pessoa singular, e na segunda oração ocorreu o emprego da 2ª pessoa singular.
    IV. O uso do sinal gráfico da crase é facultativo em “dava à sua beleza” (linha 7), assim como em “Partimos a pé” (linha 8)
    V. No romance Lucíola, o personagem-narrador, Paulo, deixa fluir o seu “eu”, quando expõe seus sentimentos em relação ao que sentiu, viu e idealizou junto à mulher amada, evidenciando-se o subjetivismo – característica da Estética Romântica.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e471f54d-b0
  • 7FCE8A40-FF

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNICENTRO · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. Rio de Janeiro: Aguilar,

    1964. p. 70.

    Sobre o poema, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 7fce8a40-ff
  • 268F534B-FF

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. Rio de Janeiro: Editora Record, 1998. p. 18 a 31

    Com base no texto 01 da Língua Portuguesa I, responda à questão.


    O verbo trazer em “trouxe em consequência uma sociedade e um gênero de vida...” (linhas 24-25) encontra-se na terceira pessoa do singular porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 268f534b-ff
  • 2B99D223-FD

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    Universidade Federal do Ceará · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    ALVES, Rubem. As cores do crepúsculo. A estética do envelhecer. São Paulo: Papirus, 2014, p. 18-25. 

    A questão baseia-se no texto 1 da Língua Portuguesa I.


    A forma verbal destacada em “Minha imaginação fantasiava as terras por onde andavam aqueles corpos assentados” (texto 1, linhas 05-06) está na terceira pessoal do plural, porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 2b99d223-fd
  • 922824AC-EA

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    ACHADO NÃO É ROUBADO

    Fabrício Carpinejar


            Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
            As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
             A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
             Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
             Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
             Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
             Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


    Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
    Observe o trecho abaixo:


    “Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir ...”


    Se passarmos os verbos do trecho para a primeira pessoa do plural e mantivermos o mesmo tempo verbal, teremos:
    Escolha uma alternativa para a questão 922824ac-ea
  • DD2C183A-D8

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Uma campanha alegre

    O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
    Não é uma existência, é uma expiação. 

    Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960. 
    As frases abaixo, retiradas do texto Uma campanha alegre, foram adaptadas para o uso da segunda pessoa do singular do tempo verbal. Aponte a alternativa que completa corretamente as frases, de tal modo que a flexão dos verbos indicados entre parênteses esteja de acordo com as normas gramaticais, no tempo presente do indicativo e na segunda pessoa do singular.

    I – Tu ___________ a inteligência e a consciência moral. (perder)
    II – Já não _____________ na honestidade dos homens públicos. (crer)
    III – _____________________ progressivamente na imbecilidade e na inércia. (abater)
    IV – _________ por única direção a conveniência. (ter)
    V – Tu ___________ ao acaso. (viver)

    Escolha uma alternativa para a questão dd2c183a-d8
  • 2152ABC3-D5

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2

    A linguagem
    A linguagem é um dos principais instrumentos na formação do mundo cultural porque nos permite transcender a nossa experiência palpável.
    No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individualizamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência. Com esse simples ato de nomear, distanciamo-nos da inteligência concreta animal, limitada ao ‘aqui’ e ao ‘agora’, e entramos no mundo do simbólico. O nome é símbolo, é representação dos objetos que existem no mundo natural e das entidades abstratas, que só têm existência no mundo imaterial ou no mundo dos sentimentos (por exemplo, ações, estados ou qualidades, como saudade, tristeza, beleza, liberdade). O nome tem a capacidade de tornar presente para a nossa consciência o objeto que pode estar até mesmo longe de nós.
    O nome, ou a palavra, retém na nossa memória, enquanto ideia aquilo que já não está ao alcance de nossos sentidos: o cheiro do mar, o perfume do jasmim numa noite de verão, o toque da mão da pessoa amada, o som da voz do pai, o rosto de um amigo querido.
    O simples pronunciar de uma palavra representa, isto é, torna presente à nossa consciência o objeto a que ela se refere. Não precisamos mais da existência física das coisas para nos referirmos a elas: criamos, por meio da linguagem, um mundo (mais ou menos) estável de ideias que nos permite lembrar o que já foi e projetar o que será. Assim, é instaurada a temporalidade no existir humano. Pela linguagem, o ser humano deixa de reagir somente ao presente, ao imediato; passa a poder pensar o passado e o futuro e, com isso, a construir os seus projetos de vida.
    Por transcender a situação concreta, o fluir contínuo da vida, o mundo criado pela linguagem se apresenta mais estável e sofre mudanças mais lentas do que o mundo natural. Pelas palavras, podemos transmitir o conhecimento acumulado por uma pessoa ou sociedade. Podemos passar adiante esta construção da espécie humana que se chama cultura.

    (Maria Lúcia de A. Aranha; Maria Helena P. Martins. Filosofando. São Paulo: Editora Moderna, 2003, p.33. Adaptado). 
    No trecho a seguir, o autor optou por usar um discurso na primeira pessoal do plural. “No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individualizamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência.” Com essa opção, o autor pretendeu:
    Escolha uma alternativa para a questão 2152abc3-d5
  • 396CB29E-C2

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    PUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    considere o que está reproduzido abaixo, A, B, C e D da obra Clarice Fotobiografia



    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    O desejo de criar uma Fotobiografia de Clarice Lispector, como a que aqui se propõe, é projeto antigo.


    Na frase acima, 

    Escolha uma alternativa para a questão 396cb29e-c2
  • AC1CBB33-B1

    Português

    Análise sintática
    UDESC · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Assinale a alternativa incorreta em relação à obra Olhos d’água, Conceição Evaristo, e ao Texto 3.
    Escolha uma alternativa para a questão ac1cbb33-b1
  • 22F10BC0-84

    Português

    Flexão verbal de pessoa (1ª, 2ª, 3ª pessoa)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.

    No 8° parágrafo do texto, não há uniformidade de tratamento, pois primeiramente está empregado o pronome de 2ª pessoa do singular e, ao final, o verbo está conjugado na 3ª pessoa do singular.

    Em qual das frases abaixo, ocorre esse mesmo problema?

    Escolha uma alternativa para a questão 22f10bc0-84
  • BCCC1FE5-31

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    UERJ · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    A partir da narrativa de um episódio familiar, a autora elabora reflexões que vão além desse contexto pessoal, generalizando-o.

    Essa generalização pode ser observada no emprego da primeira pessoa do plural no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão bccc1fe5-31
  • 8C8EB9D4-F8

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    UEG · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. p. 15. (Adaptado).
    No trecho “Os humanos já usurpam quase metade da produtividade biológica da biosfera. Não podemos assumir essa responsabilidade de forma negligente” (linhas 10-12), os períodos apresentam pessoas verbais diferentes. O uso da primeira pessoal do plural, no segundo período, constitui um recurso linguístico por meio do qual o autor
    Escolha uma alternativa para a questão 8c8eb9d4-f8
  • 428DC1BD-F7

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UNEMAT · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Meninos Carvoeiros


    Os meninos carvoeiros

    Passam a caminho da cidade.

    - Eh, carvoeiro!

    E vão tocando os animais com um relho enorme.


    Os burros são magrinhos e velhos.

    Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.

    A aniagem é toda remendada.

    Os carvões caem.


    (Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)


    - Eh, carvoeiro! Só mesmo estas crianças raquíticas

    Vão bem com estes burrinhos descadeirados.

    A madrugada ingênua parece feita para eles ...

    Pequenina, ingênua miséria!

    Adoráveis ​​carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!


    - Eh, carvoeiro!


    Quando voltam, mordendo num pão encarvoado.

    Encarapitados nas alimárias,

    Apostando corrida,

    Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados!


    (BANDEIRA, Manuel. Antologia Poética. 10ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1978)


    O poema aborda um grave problema social, que é o trabalho infantil. A gravidade do tema está coerente com um dos versos cuja conjugação verbal destoa da aparente descontração dos meninos. Assinale-o.

    Escolha uma alternativa para a questão 428dc1bd-f7
  • A87C5DA5-FC

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    Universidade Federal do Ceará · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Na frase “Por que infernizam tanto a nossa vida?” (texto 1, linha 10), o verbo está na terceira pessoa do plural porque o sujeito:
    Escolha uma alternativa para a questão a87c5da5-fc
  • 0B41ED83-F0

    Português

    Colocação Pronominal
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    No segundo quadro da tirinha, uma das cobras apresenta um desvio da norma padrão, quando usa o pronome pessoal do caso reto no lugar do pronome pessoal do caso oblíquo. Assinale a alternativa que melhor explica o desvio, segundo a norma padrão:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    VERÍSSIMO, LF. As cobras em: Se Deus existe que eu seja atingido por um raio. Porto Alegre: L&PM, 1997.
    Escolha uma alternativa para a questão 0b41ed83-f0
  • 10A97270-4A

    Português

    Flexão verbal de pessoa (1ª, 2ª, 3ª pessoa)
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    No íntimo, preferia não tê-lo feito; (l. 2)

    Embora seja narrada em terceira pessoa, a crônica apresenta ao leitor as sensações do personagem, por meio de termos que remetem à intimidade, como exemplificado acima.

    Dois outros termos, empregados pelo narrador, que remetem ao universo interior do personagem são:

    Escolha uma alternativa para a questão 10a97270-4a
  • 5B4EF10C-3C

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    1,7% dos municípios brasileiros, e apenas isso, _____monitorado a qualidade do ar. ______ no país 252 estações que efetuam esse acompanhamento ambiental – nos EUA são cinco mil estações. Os dados_____ estudo exclusivo do Instituto Saúde e Sustentabilidade.

    (IstoÉ, 16.07.2014. Adaptado)

    Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:


    Escolha uma alternativa para a questão 5b4ef10c-3c
  • 008D8492-39

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    PUC - RJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto que segue é uma adaptação do texto “Café da manhã é a refeição mais importante do dia?", publicado no site da revista Galileu, e serve de base para responder à  questão.

    Lembra(1) daquele tempo quando o café da manhã era, segundo todos os nutricionistas e estudiosos, além (claro) do senso-comum, a refeição mais importante do dia? É, tipo, até agora há pouco. Essa é a boa notícia que temos pra você, pessoa que por acaso não gosta de comer de manhã: tá tudo bem. Mesmo.

    Na última semana, a colunista de nutrição do jornal norte-americano The New York Times, Gretchen Reynolds, falou de dois estudos que contestam essa versão de que o café da manhã seja a refeição mais importante do dia e que seja tão importante pra perda de peso, por exemplo. Um deles, da Universidade do Alabama, recrutou(2) 300 voluntários tentando perder peso, que aleatoriamente foram orientados para pular o café da manhã, tomar sempre café da manhã ou apenas seguir com seus hábitos, seja(3) eles quais fossem. Seis semanas depois, os voluntários voltaram ao laboratório: ninguém perdeu mais de 500 gramas. Comer ou não comer café da manhã não afetou(4) o peso de ninguém.
    O outro estudo, da Universidade de Bath, conferiu a taxa metabólica, níveis de colesterol e de açúcar no sangue de 33 participantes e então designou, aleatoriamente, que parte deles comesse(5) ou pulasse a refeição da manhã. Depois de seis semanas, o peso, taxa metabólica em repouso, colesterol e o açúcar no sangue dos voluntários não foram afetados, independente se o café da manhã fizesse parte de seus hábitos ou não. A única diferença: quem comia de manhã parecia se movimentar mais nessa parte do dia.

    Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com>. Acesso em: 30 de set. 2014.
    Às vezes, os revisores de textos “cochilam” e deixam passar alguma impropriedade gramatical. É o que acontece no texto “Café da manhã é a refeição mais importante do dia?”. Apresenta impropriedade, quanto à concordância e ao tempo, a forma verbal destacada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 008d8492-39