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Questões do ENEM: nível fácil

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Resultados

15.661 questões encontradas. Mostrando a página 247 de 784.

  • 0DD23A92-EF

    Física

    Calorimetria
    Instituto Nacional de Telecomunicações · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Com o frio, nada como um Chá Mate com leite para esquentar. Para preparar a bebida, você mistura 100 ml (100 g) de leite frio a 25 ºC com 150 ml (150 g) de Chá Mate a 90 ºC. Considere o calor específico do Chá Mate igual ao da água, cágua 1 cal / gº C = e o do leite, cleite 0,9 cal / gº C = C . A temperatura final da bebida será aproximadamente igual a:
    Escolha uma alternativa para a questão 0dd23a92-ef
  • 0A82AA10-EB

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    Faculdade Cásper Líbero · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a distribuição da participação das despesas no total do rendimento das famílias é a seguinte:

    Imagem da questão de Matemática, Faculdade Cásper Líbero 2019, Análise de Tabelas e Gráficos

    Considerando o contexto apresentado anteriormente e imaginando que uma família tenha rendimento mensal de R$ 4.200,00, é correto afirmar sobre o valor do gasto relativo aos itens “vestuário” e “comunicação” dessa família:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a82aa10-eb
  • 0A7E5F7A-EB

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Faculdade Cásper Líbero · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O Estado de São Paulo contribui com aproximadamente 32% do Produto Interno Bruto do país. A título de comparação, o PIB da Argentina é equivalente a 31% do brasileiro. Em 2018, o PIB brasileiro correspondeu a 6,8 trilhões de reais. Desse modo, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a7e5f7a-eb
  • 0A70130F-EB

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Faculdade Cásper Líbero · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    1. Once upon a time there ______________ a king called Arthur.
    2. I ___________ to visit my cousins to enjoy ________ hospitality.
    3. Something ________ to be done about this pathetic situation.


    Assinale a opção que contém a sequência de palavras que preenche corretamente as lacunas das três frases 1, 2 e 3, nessa ordem.
    Escolha uma alternativa para a questão 0a70130f-eb
  • 0A4C8F76-EB

    Atualidades

    Atualidades do ano de 2019
    Faculdade Cásper Líbero · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Facebook e YouTube (Google) correram para apagar os horrores do vídeo da mesquita em suas plataformas, mas com pouco efeito, por terem resistido à criação de estruturas capazes de identificar e editar conteúdo na velocidade necessária.
    Até hoje, não se consideram mídia, não aceitam a responsabilidade jornalística sobre o conteúdo postado por usuários, ainda que sejam assassinos.
    No caso do Facebook, através do qual o atirador transmitiu ao vivo os 17 minutos de seu programa na Nova Zelândia, para todo o mundo, o fundador e presidente Mark Zuckerberg ainda se manifesta declaradamente contra filtros de segurança.
    “Nós não examinamos o que as pessoas falam antes que elas falem”, escrevia ele há pouco mais de um ano, “e francamente eu não acredito que a sociedade queira que nós o façamos”.
    [...]
    Cobra-se, antes de mais nada, alguma forma de evitar que a facilidade da transmissão acabe estimulando ataques semelhantes.
    Nelson de Sá, “Transmissão ao vivo de ataque na Nova Zelândia amplia cerco ao Facebook”, Folha de S.Paulo, 15/03/2019.

    Na análise da qual um trecho é acima reproduzido, o jornalista Nelson de Sá critica aspectos do funcionamento das redes sociais, em especial o Facebook e o YouTube. Sua crítica se dá no contexto do atentado de Christchurch, na Nova Zelândia, quando um militante de extrema-direita assassinou 51 pessoas, principalmente frequentadores de uma mesquita. O assassino divulgou o atentado numa transmissão ao vivo pelo Facebook, assistida por milhares de pessoas. De acordo com o texto, é correto afirmar que Nelson de Sá defende a ideia de que nas redes sociais haja:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a4c8f76-eb
  • 0A305FE3-EB

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Durante o regime militar (1964-1985), o governo brasileiro adotou medidas de exceção, especialmente a partir de 1968, quando foi publicado o quinto Ato Institucional (AI-5) e quando o Conselho de Segurança Nacional assumiu preponderância nas decisões de governo. A respeito do período referido, é correto afirmar que ocorreram:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a305fe3-eb
  • 0A246D6B-EB

    História

    Crise de 1929 e seus desdobramentos
    Faculdade Cásper Líbero · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    A respeito do período entre as duas grandes Guerras Mundiais, 1919-1938, é correto afirmar que o mundo europeu ficou marcado pela(o):
    Escolha uma alternativa para a questão 0a246d6b-eb
  • 09DC7CB4-EB

    Português

    Figuras de Linguagem
    Faculdade Cásper Líbero · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    DA LÓGICA DA POLÍTICA À LÓGICA DA MÍDIA: ENTRE DEMOCRACIA E ENTRETENIMENTO
    Luís Mauro Sá Martino


        As relações entre política e entretenimento vêm sendo um objeto privilegiado de investigação tanto no campo das Ciências Sociais como no da Comunicação. Dentre os vários focos, seria possível destacar a preocupação com as formas de concepções de política presentes na arte, questões de política cultural e o engajamento de artistas, canções e movimentos musicais em atividades de natureza política – a canção de protesto, nesse sentido, seria o caso mais explícito. Se a perspectiva crítica foi, em algum momento, dominante, proposições recentes vêm procurando contrabalançar essa questão
        O argumento deste ensaio é que a política está tomando a forma do entretenimento porque ela não seria entendida de outra maneira. Boa parte das referências coletivas contemporâneas estão articuladas com os ambientes da mídia e os discursos em circulação nesses espaços, fazendo parte de uma “cultura digital”, “cultura de massa”, “cultura da mídia” ou mesmo “popular culture”, como preferem os anglo-saxões, em uma acepção de “popular” que fica em diagonal com a dos discursos teóricos latino-americanos. O semiólogo francês Roland Barthes (1915-1980), em seu trabalho pioneiro de análise da mídia, sugeria que as “mitologias modernas” – tramas de novelas, trechos de filmes, episódios de séries, canções populares e rock’n’roll – estão muito mais presentes na memória, tanto individual como coletiva, do que outras formas de narrativa.
        O “mundo vivido”, no dizer do filósofo alemão Edmund Husserl (1859-1938), está permeado de elementos dos meios de comunicação; eles formam nossa memória e os discursos coletivos, permitem associações e identificações individuais e sociais, expressam sentimentos e aspirações. Estão vinculados às condições materiais de sua produção e às relações sociais, mas, ao mesmo tempo em que as expressam, também as transcendem – a dialética da produção cultural, em alguma medida, parece se direcionar para esse aparente paradoxo que, no entanto, se dissolve quando se lembra que essa, em alguma medida, é a própria dinâmica da sociedade.
        Isso não é superdimensionar o poder da mídia e sua articulação com a política da vida cotidiana. Se ela tem a série de prerrogativas, é porque está presente em algo mais amplo chamado “vida humana”, que certamente não depende apenas dos ambientes midiáticos, mas está em constante articulação com eles dentro de um processo de midiatização.
        O sentido das mensagens da mídia é negociado em seu uso pelos indivíduos, entendidos como sujeitos históricos e sociais, dotados de vínculos, sentimentos, afetos, razão. Sua presença inicialmente se deve muito mais à maneira como ela se articula e se relaciona com outras instâncias da vida social, articulando-se em termos de um “ambiente”.


        A realidade compartilhada
       O filósofo norte-americano William James (1842-1910) foi um dos primeiros a chamar a atenção para esse fenômeno: vivemos em múltiplas realidades, mas quase não nos damos conta disso e, na maior parte dos casos, essa pluralidade é deixada de lado e comprimida em uma entidade singular, a realidade. E, nesse sentido, boa parte de nossa experiência cotidiana está relacionada de alguma maneira com as interações mediadas.
        Em primeiro lugar, pela onipresença das redes de comunicação. As tecnologias de comunicação, transformadas em miniaturas e acopladas ao corpo humano, permitem uma interação mais rápida e ampla com outros seres humanos, mas também com outros canais de informações, como jamais foi experimentado na história. Se é possível dizer que a realidade é relacional, é possível argumentar também que essas relações são hoje mais mediadas do que em qualquer outra época. O acoplamento de dispositivos tecnoeletrônicos ao corpo humano – alguns autores chamariam de “pós-humano” – torna possível a criação e a experiência do “mundo real” em ambientes antes inimagináveis, múltiplos e simultâneos. Em qualquer lugar posso estar ligado simultaneamente a várias realidades, sobretudo quando se leva em conta a noção de “múltiplas realidades” mencionada por James.
        Mesmo em um plano mais amplo, é praticamente impossível escapar da presença da mídia em qualquer espaço, seja como o som ambiente de um supermercado, seja nas telas eletrônicas presentes nos lugares mais inesperados ou no toque do smartphone. A torrente de informações, inesgotável, não é apreendida em sua totalidade pelos cinco sentidos, e aí também encontra lugar um intenso processo de negociação na dinâmica entre emissor, mensagem e receptor – se essas categorias ainda têm alguma validade para definir os parâmetros da comunicação contemporânea. Essa torrente não é nova e, quando se leva em consideração o desenvolvimento de uma cultura vinculada à mídia desde o final do século XIX, seria possível dizer que, de alguma maneira, a história cultural dos séculos XX e XXI está ligada aos discursos produzidos nos e pelos meios de comunicação e à sua apropriação e ressignificação pelos indivíduos.
        Ao menos nas grandes cidades, seria difícil encontrar alguém nascido após 1950 que não tenha, em suas memórias pessoais, lembranças da televisão, do cinema e do rádio. O repertório das pessoas está povoado de personagens de filmes e novelas, cenas de cinema, música popular, MPB, rock’n’roll, citações de séries de televisão. (Texto adaptado).  
    Assinale a opção que identifica corretamente o paradoxo a que se refere o terceiro parágrafo do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 09dc7cb4-eb
  • 09D97ECF-EB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    DA LÓGICA DA POLÍTICA À LÓGICA DA MÍDIA: ENTRE DEMOCRACIA E ENTRETENIMENTO
    Luís Mauro Sá Martino


        As relações entre política e entretenimento vêm sendo um objeto privilegiado de investigação tanto no campo das Ciências Sociais como no da Comunicação. Dentre os vários focos, seria possível destacar a preocupação com as formas de concepções de política presentes na arte, questões de política cultural e o engajamento de artistas, canções e movimentos musicais em atividades de natureza política – a canção de protesto, nesse sentido, seria o caso mais explícito. Se a perspectiva crítica foi, em algum momento, dominante, proposições recentes vêm procurando contrabalançar essa questão
        O argumento deste ensaio é que a política está tomando a forma do entretenimento porque ela não seria entendida de outra maneira. Boa parte das referências coletivas contemporâneas estão articuladas com os ambientes da mídia e os discursos em circulação nesses espaços, fazendo parte de uma “cultura digital”, “cultura de massa”, “cultura da mídia” ou mesmo “popular culture”, como preferem os anglo-saxões, em uma acepção de “popular” que fica em diagonal com a dos discursos teóricos latino-americanos. O semiólogo francês Roland Barthes (1915-1980), em seu trabalho pioneiro de análise da mídia, sugeria que as “mitologias modernas” – tramas de novelas, trechos de filmes, episódios de séries, canções populares e rock’n’roll – estão muito mais presentes na memória, tanto individual como coletiva, do que outras formas de narrativa.
        O “mundo vivido”, no dizer do filósofo alemão Edmund Husserl (1859-1938), está permeado de elementos dos meios de comunicação; eles formam nossa memória e os discursos coletivos, permitem associações e identificações individuais e sociais, expressam sentimentos e aspirações. Estão vinculados às condições materiais de sua produção e às relações sociais, mas, ao mesmo tempo em que as expressam, também as transcendem – a dialética da produção cultural, em alguma medida, parece se direcionar para esse aparente paradoxo que, no entanto, se dissolve quando se lembra que essa, em alguma medida, é a própria dinâmica da sociedade.
        Isso não é superdimensionar o poder da mídia e sua articulação com a política da vida cotidiana. Se ela tem a série de prerrogativas, é porque está presente em algo mais amplo chamado “vida humana”, que certamente não depende apenas dos ambientes midiáticos, mas está em constante articulação com eles dentro de um processo de midiatização.
        O sentido das mensagens da mídia é negociado em seu uso pelos indivíduos, entendidos como sujeitos históricos e sociais, dotados de vínculos, sentimentos, afetos, razão. Sua presença inicialmente se deve muito mais à maneira como ela se articula e se relaciona com outras instâncias da vida social, articulando-se em termos de um “ambiente”.


        A realidade compartilhada
       O filósofo norte-americano William James (1842-1910) foi um dos primeiros a chamar a atenção para esse fenômeno: vivemos em múltiplas realidades, mas quase não nos damos conta disso e, na maior parte dos casos, essa pluralidade é deixada de lado e comprimida em uma entidade singular, a realidade. E, nesse sentido, boa parte de nossa experiência cotidiana está relacionada de alguma maneira com as interações mediadas.
        Em primeiro lugar, pela onipresença das redes de comunicação. As tecnologias de comunicação, transformadas em miniaturas e acopladas ao corpo humano, permitem uma interação mais rápida e ampla com outros seres humanos, mas também com outros canais de informações, como jamais foi experimentado na história. Se é possível dizer que a realidade é relacional, é possível argumentar também que essas relações são hoje mais mediadas do que em qualquer outra época. O acoplamento de dispositivos tecnoeletrônicos ao corpo humano – alguns autores chamariam de “pós-humano” – torna possível a criação e a experiência do “mundo real” em ambientes antes inimagináveis, múltiplos e simultâneos. Em qualquer lugar posso estar ligado simultaneamente a várias realidades, sobretudo quando se leva em conta a noção de “múltiplas realidades” mencionada por James.
        Mesmo em um plano mais amplo, é praticamente impossível escapar da presença da mídia em qualquer espaço, seja como o som ambiente de um supermercado, seja nas telas eletrônicas presentes nos lugares mais inesperados ou no toque do smartphone. A torrente de informações, inesgotável, não é apreendida em sua totalidade pelos cinco sentidos, e aí também encontra lugar um intenso processo de negociação na dinâmica entre emissor, mensagem e receptor – se essas categorias ainda têm alguma validade para definir os parâmetros da comunicação contemporânea. Essa torrente não é nova e, quando se leva em consideração o desenvolvimento de uma cultura vinculada à mídia desde o final do século XIX, seria possível dizer que, de alguma maneira, a história cultural dos séculos XX e XXI está ligada aos discursos produzidos nos e pelos meios de comunicação e à sua apropriação e ressignificação pelos indivíduos.
        Ao menos nas grandes cidades, seria difícil encontrar alguém nascido após 1950 que não tenha, em suas memórias pessoais, lembranças da televisão, do cinema e do rádio. O repertório das pessoas está povoado de personagens de filmes e novelas, cenas de cinema, música popular, MPB, rock’n’roll, citações de séries de televisão. (Texto adaptado).  
    Assinale a opção que identifica corretamente o sentido da expressão “em diagonal” na frase: “Em uma acepção de ‘popular’ que fica em diagonal com a dos discursos teóricos latinoamericanos”:
    Escolha uma alternativa para a questão 09d97ecf-eb
  • 2CF4A408-EA

    Inglês

    Falso Cognatos | False Cognates
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo e responda à questão.

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal de Pelotas 2019, Falso Cognatos | False CognatesDisponível em: https://www.bbc.com/news/newsbeat-48277942
    As palavras PRETEND (linha 2) e CHARACTER (linha 10) são falsos cognatos cujos reais significados são, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 2cf4a408-ea
  • 2CF18DD5-EA

    Química

    Principais Funções Orgânicas: Funções Nitrogenadas: Amina, Amida, Nitrila, Isonitrila e Nitro Composto.
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    A serotonina é um neurotransmissor extremamente importante para a sobrevivência do nosso organismo. “Um neurotransmissor, poder ser visto como o „mensageiro‟ do nosso sistema nervoso. Esse tipo de substância atua nas sinapses, espaços de conexão, entre os neurônios, modulando a forma como a „informação‟ é transmitida de uma célula nervosa para outra”. Quando falamos da serotonina, logo pensamos na sua importância para o humor. De fato, ela é muito importante para regular a forma como respondemos às situações boas e ruins. Mas ela também é fundamental para o bom funcionamento da memória e atenção e, exerce um papel essencial para a regularização do sono.

    CANTO, Eduardo Leite do e PERUZZO, Francisco Miragaia. Química: na abordagem do cotidiano. Vol 3, 4ª ed. Ed Moderna, São Paulo,

    Imagem da questão de Química, Universidade Federal de Pelotas 2019, Principais Funções Orgânicas: Funções Nitrogenadas: Amina, Amida, Nitrila, Isonitrila e Nitro Composto.
    Sobre essa substância, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 2cf18dd5-ea
  • 2CEE1ED5-EA

    Química

    Glicídios, Lipídios, Aminoácidos e Proteínas.
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    A lactose é o açúcar presente no leite e seus derivados. É um hidrato de carbono, mais especificamente um dissacarídeo, que é composto por dois monossacarídeos.
    Imagem da questão de Química, Universidade Federal de Pelotas 2019, Glicídios, Lipídios, Aminoácidos e Proteínas.
    Sobre a lactose é correto afirmar que ela é
    Escolha uma alternativa para a questão 2cee1ed5-ea
  • 2CDB03FA-EA

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Quando tratamos de liberdade inevitavelmente nos deparamos com a questão da responsabilidade atrelado à manifestação da livre vontade do indivíduo. Essa questão versa sobre os conceitos de Autonomia e Heteronomia. A palavra Heteronomia significa a aceitação da norma, ser submisso aos valores e a tradição. Autonomia seria a capacidade de escolher livremente, seguir ou não alguma determinação ou uma ordem ao invés de simplesmente reproduzi-las, sem questionar. Para tanto devemos ser responsáveis pelas nossas decisões. O cientista Ernest Mayr coloca que “A transição adaptativa de um altruísmo instintivo para uma ética de grupo baseada em tomada de decisão talvez tenha sido o passo mais importante da humanização. O humanismo evolutivo é uma ética exigente, porque diz a todo indivíduo que de algum jeito ele compartilha a responsabilidade pelo futuro da nossa espécie. Toda geração é guardiã não só do pool genético humano mas também de toda natureza do globo.”

    ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando – Introdução a filosofia, São Paulo, Ed. Moderna, 2000 Mayr, Ernest. Isto é Biologia – a ciência do mundo vivo. São Paulo, ed. Companhia das letras, 2008

    Isso significa que:
    Escolha uma alternativa para a questão 2cdb03fa-ea
  • 2CD822C7-EA

    Biologia

    A herança dos grupos sanguíneos
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto a seguir:
    Em 2007, liderado por Henrik Clausen, da Universidade de Copenhague, um grupo de pesquisadores desenvolveu uma forma de transformar em sangue do tipo “O” hemácias que continham aglutinogênio “A” e “B”, sem danificar essas células. Para isso, utilizaram enzimas de bactérias que removem esses aglutinogênios da superfície das hemácias. O método desenvolvido permitirá a produção de glóbulos vermelhos universais, reduzindo os problemas de carência de sangue [...]”
    Linhares & Gewandsznadjer. Biologia Hoje. Vol. 3. São Paulo: Ática. 2012.

    Considerando a tecnologia apresentada no texto, um sangue inicialmente do tipo A que foi submetido às enzimas removedoras de aglutinogênios poderá ser doado
    Escolha uma alternativa para a questão 2cd822c7-ea
  • 2CD4FD33-EA

    Biologia

    Evolução biológica
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Nada na biologia faz sentido, exceto à luz da evolução”, Dobzhansky A evolução hoje é um fato estabelecido, a teoria evolutiva de Lamarck foi amplamente adotada durante um tempo, mas foi substituída na maior parte do mundo pela teoria de Darwin. Sobre as duas teorias é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 2cd4fd33-ea
  • 2CD1CDE5-EA

    Biologia

    Embriologia humana
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O indivíduo com diversas células, tecidos e órgãos se origina de somente uma célula – ovo ou zigoto – Sobre o desenvolvimento do embrião, observe o desenho abaixo.
    Imagem da questão de Biologia, Universidade Federal de Pelotas 2019, Embriologia humana
    Imagem autoral, 2019

    Desta forma, é correto afirmar que a numeração presente na figura representa:
    Escolha uma alternativa para a questão 2cd1cde5-ea
  • 2CB8D09A-EA

    História

    História do Brasil
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    No dia 16 de março de 1971 o então Deputado Estadual João Carlos Gastal, do MDB – político pelotense que havia sido prefeito de Pelotas entre 1959 e 1963 – lamentava, na tribuna da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, a morte trágica do professor Anísio Teixeira.
    Imagem da questão de História, Universidade Federal de Pelotas 2019, História do Brasil
    O advogado e filósofo da educação Anísio Teixeira| Foto: FGVCPDOC

    Naquele ano o educador concorria a uma vaga na Academia Brasileira de Letras (ABL) quando desapareceu, e logo em seguida, sua família foi informada pelos militares, que ele se encontrava detido para prestar depoimento. Dois dias depois seu corpo foi encontrado no fosso do elevador do prédio do acadêmico Aurélio Buarque de Holanda, a quem teria visitado na sua campanha para o ingresso na ABL.

    Fontes: Ata da sessão do dia 16 de março de 1971, da Assembléia Legislativa do RS, on line no sitio da ALERGS; AZEVEDO, Gislaine.História: passado e presente. 1ªed São Paulo: Ática, 2016. P.191.

    O fato narrado no texto acima aconteceu durante o período de vigência da Ditadura Civilmilitar no Brasil (1964-1984). Sobre esse momento histórico do país, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 2cb8d09a-ea
  • 2CB5E334-EA

    História

    História Geral
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Nos últimos anos, aqui no Brasil, ressurgiram discursos conservadores entre a sociedade que encontraram legitimidade no forte argumento nacionalista e, entre outros aspectos, como o combate a corrupção. Ataques a estrangeiros ou pessoas com posição ideológica ou política diferente; agressões a grupos marginalizados (negros ou população LGBTQ+); discurso autoritário em defesa de regimes totalitários. Essas são algumas características que tiveram origem na Europa alguns anos depois da Primeira Guerra Mundial.
    História: passado e presente. AZEVEDO, Gislane, SERIACOPI, Reinaldo. 1 ed. Volume 3 – do século XX aos dias de hoje. São Paulo. Ática, 2016, pág. 76 - Adaptado

    Os princípios defendidos por esses grupos provocaram a morte de milhões de pessoas no pós-guerra. O fragmento faz referência a:
    Escolha uma alternativa para a questão 2cb5e334-ea
  • 2CAF9104-EA

    História

    História do Brasil
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Caminhando e cantando e seguindo a canção
    Somos todos iguais braços dados ou não
    Nas escolas, nas ruas, campos, construções
    Caminhando e cantando e seguindo a canção.
    Geraldo Vandré (Caminhando, 2º lugar III Festival Internacional da Canção – Rio
    de Janeiro, 1968) Disponível em: Spotify

    A letra da canção acima manifestou:

    Escolha uma alternativa para a questão 2caf9104-ea
  • 2CAB6A8B-EA

    História

    História Geral
    Universidade Federal de Pelotas · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de História, Universidade Federal de Pelotas 2019, História Geral

    Fonte: Israel Jerusalem Adolf Eichmann Prozess Anhörung (picture-alliance dpa)
    Em 1960, em Buenos Aires capital da Argentina, uma equipe do MOSSAD, a polícia de inteligência de Israel, capturou um oficial nazista responsável pela logística dos trens que levavam os judeus para os campos de concentração. Este homem era Adolf Eichmann, o responsável pela “Solução Final” da questão judaica. Ele vivia com uma identidade falsa na América do Sul e, foi levado secretamente – pois havia sido sequestrado pelos agentes de Israel, sem conhecimento do governo da Argentina – para Jerusalém, onde foi julgado por ter cometido crimes contra a humanidade. (FRATTINI, Eric. Mossad os carrascos do kidon: a história do grupo de operações especiais de Israel. 1ªed. São Paulo: Seoman, 2014.)

    Ao acompanhar o julgamento de Eichmann, a filósofa Hannah Arendt notou que o réu demonstrava ser um funcionário público obediente, de inteligência média, amável com seus vizinhos e muito dedicado ao trabalho. Em seu depoimento, Adolf, afirmou que apenas cumpriu o seu dever como servidor do Reich alemão. A partir desse julgamento, Hannah Arendt escreveu o livro “Eichmann em Jerusalém”, e criou o conceito de Banalidade do Mal. ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém. Um relato sobre a banalidade do mal.16ª reimpressão. São Paulo: Cia. Das Letras, 1999

    Sobre o crime pelo qual Adolf Eichmann foi condenado, conhecido como a Solução Final, é correto afirmar que foi:
    Escolha uma alternativa para a questão 2cab6a8b-ea