No dia 16 de março de 1971 o então Deputado
Estadual João Carlos Gastal, do MDB – político pelotense
que havia sido prefeito de Pelotas entre 1959 e 1963 –
lamentava, na tribuna da Assembleia Legislativa do Rio
Grande do Sul, a morte trágica do professor Anísio
Teixeira.
O advogado e filósofo da educação Anísio Teixeira| Foto: FGVCPDOC
Naquele ano o educador concorria a uma vaga na
Academia Brasileira de Letras (ABL) quando desapareceu,
e logo em seguida, sua família foi informada pelos
militares, que ele se encontrava detido para prestar
depoimento. Dois dias depois seu corpo foi encontrado
no fosso do elevador do prédio do acadêmico Aurélio Buarque de Holanda, a quem teria visitado na sua
campanha para o ingresso na ABL.
Fontes: Ata da sessão do dia 16 de março de 1971, da Assembléia Legislativa
do RS, on line no sitio da ALERGS; AZEVEDO, Gislaine.História: passado e
presente. 1ªed São Paulo: Ática, 2016. P.191.
O fato narrado no texto acima aconteceu
durante o período de vigência da Ditadura Civilmilitar no Brasil (1964-1984). Sobre esse momento
histórico do país, é correto afirmar que: